Boa dica Edson,
tem uma lombada eletronica aqui do lado de casa...
farei o teste mais tarde...
vale a dica para todos aqui, principalmente os novatos, como eu heheheheh
abraços
Ricardo Karelisky
Mirage 250: Opinião de proprietários
Moderadores: Moderadores, Administradores
-
Gino Chiari Junior
- Mensagens: 28
- Registrado em: 01 Abr 2010, 23:18
Senhores,a Mirage 250 marca no velocímetro 10 km a mais que o normal, então se um carro ou outra moto estiver marcando no velocímetro 60km, a Mirage estará marcando 70 km, fora a perda normal dos 10% de todos os veículos. Portanto se passar em uma lombada eletrônica q 70 km, esta indicará 60 km.
Il Ingegnere
pessoal a minha mirage as vezes não engata a primeira completamente, aí qdo eu arranco a primeira escapa e cai no neutro, alguém ja teve esse problema? a minha é uma mirage 2008...
Boca...
O teste da lombada eu já fiz, no primeiro dia que peguei a moto. Passando a 50, marcava ora 44, ora 46 (na mesma lombada); passando a 60, marcava ora 55, ora 53, ora 56. Então, acho que fiz próximo dos 10% mesmo...
"A coragem é a primeira das qualidades, pois garante todas as outras"
Relaxa que não é problema, é só engatar a marcha com mais firmeza. Acontece comigo tambem, nada mais é que a marcha não engata totalmente.ammboca escreveu:pessoal a minha mirage as vezes não engata a primeira completamente, aí qdo eu arranco a primeira escapa e cai no neutro, alguém ja teve esse problema? a minha é uma mirage 2008...
Empreendendo
- Mendonça57
- Mensagens: 196
- Registrado em: 23 Dez 2009, 14:53
- Localização: Brasília
Salve pessoal
Acabamos (eu e companheira) de voltar de uma viagem solo Brasilia -> Rio -> Brasília. Show de bola.
Confesso que estava apreensivo
, pois fomos
sem qualquer companhia, a não ser Deus. Como a moto é nova, acreditei que a viagem seria tranquila.... e foi muito.
Saímos às 06:15h, do dia 03/06, em uma velocidade cruzeiro de 90 a 100 Km/h, com idéia de pararmos em Sete Lagoas (MG). Com várias paradas no caminho (rodava no máximo 110 km) para não cansarmos (já passamos dos cinquenta) e o passeio neste primeiro dia foi muito fácil, a não ser numa ultrapassagem de um caminhão cegonha que nos deu passagem numa descida (ele ligou a seta da direita, pasmem) e o mesmo resolveu pisar forte para dificultar!!!! O veículo que vinha em sentido contrário chegou a sair para o acostamento para não bater de frente - foi um susto muito grande, deu vontade de parar o caminhão para tirar satisfação ou coisa pior - resolvi contar até 100 para acalmar-me.
Não foi fácil, e sendo assim recomendo aos amigos que numa hora destas, certifiquem que há espaço seguro para realizar tais deslocamentos. Daquele momento em diante passei a fazer ultrapassagens com visibilidade e espaço suficientes para tal.
Chegamos por volta das 17:00 horas em 7 Lagoas e completamente descansados.
No dia seguinte partimos, por volta das 08:00 h para Juiz de Fora, com uma viagem tranquila parando algumas vezes (nunca extrapolando os 110 km de viagem em cada momento)e chegando por volta das 12:30, onde permanecemos por dois dias.
No dia 05/06, partimos para o RJ onde ficamos até o dia 09 Jun, quarta-feira quando voltamos para J. Fora.
No dia 11 Jun, retornamos para Brasília, pernoitando em Sete Lagoas no primeiro dias - viagem muito fácil e tranquila, apesar dos caminhões em Congonhas.
Em 12 Jun, acordamos bem cedo e partimos do hotel por volta das 07:20 e acabei fazendo besteira em pular algumas paradas . Meus amigos foi mortal. Como não é seguro parar na estrada para um descanso, resolvi percorrer numa primeira tacada +/- 120 km, parando em Felixlândia. As pernas neste momento começaram a pedir parada, o que foi feito por 20 minutos. A próxima foi em TRês Marias (75km), mais 20 minutos para descansar. Como achamos que estavamos recuperados, resolvemos seguir até João Pinheiro (+/- 130 Km). Fomos até lá, mas sofremos as consequências deste ato impensado. O traseiro, as pernas, os braços doíam e não via a hora de pararmos. E fizemos uma parada de 1h 15min para ver se recuperavamos as energias e as forças em continuar mais alguns km.
Chegamos aos bagaços, mas inteiros, apesar de levar um susto em um balão ao chegarmos em BSA quando um louco não respeitou a nossa passagem e jogou o carro em nossa direção, mais uma vez um susto e alguns palavrões. Naquele momento ainda bem que olhei para o lado e tive tempo para frear a moto antes de seguir adiante, senão teriamos fiacado ali mesmo.
Durante toda a viagem, pudemos observar a curiosidade geral das pessoas em olhar a moto, inclusive tirar fotos com ela e com a gente junto. A incredulidade das pessoas ao saberem que a moto é 250cc. Para se ter uma idéia, paramos em Paracatu (MG) e logo a seguir parou uma Drag ao lado, tendo o seu condutor descido da moto, olhado para a Mirage e ficou bastante surpreso em saber que a cilindrada era aquela informada - às vezes dá vontade de aumentar essas cilindradas.
Cabe ressaltar os pontos que julgo ser críticos nesta viagem: Anel rodoviário em BH, Congonhas e Av Brasil (RJ).
Oportunamente contarei detalhes dessa empreitada.
Alguns dizem que somos loucos.
Nós (eu e companheira) dizemos que somos apenas
SEM JUÍZO.
Mendonça - Mirage 2009/2010 - preta e prata
Acabamos (eu e companheira) de voltar de uma viagem solo Brasilia -> Rio -> Brasília. Show de bola.
Confesso que estava apreensivo
sem qualquer companhia, a não ser Deus. Como a moto é nova, acreditei que a viagem seria tranquila.... e foi muito.
Saímos às 06:15h, do dia 03/06, em uma velocidade cruzeiro de 90 a 100 Km/h, com idéia de pararmos em Sete Lagoas (MG). Com várias paradas no caminho (rodava no máximo 110 km) para não cansarmos (já passamos dos cinquenta) e o passeio neste primeiro dia foi muito fácil, a não ser numa ultrapassagem de um caminhão cegonha que nos deu passagem numa descida (ele ligou a seta da direita, pasmem) e o mesmo resolveu pisar forte para dificultar!!!! O veículo que vinha em sentido contrário chegou a sair para o acostamento para não bater de frente - foi um susto muito grande, deu vontade de parar o caminhão para tirar satisfação ou coisa pior - resolvi contar até 100 para acalmar-me.
Não foi fácil, e sendo assim recomendo aos amigos que numa hora destas, certifiquem que há espaço seguro para realizar tais deslocamentos. Daquele momento em diante passei a fazer ultrapassagens com visibilidade e espaço suficientes para tal.
Chegamos por volta das 17:00 horas em 7 Lagoas e completamente descansados.
No dia seguinte partimos, por volta das 08:00 h para Juiz de Fora, com uma viagem tranquila parando algumas vezes (nunca extrapolando os 110 km de viagem em cada momento)e chegando por volta das 12:30, onde permanecemos por dois dias.
No dia 05/06, partimos para o RJ onde ficamos até o dia 09 Jun, quarta-feira quando voltamos para J. Fora.
No dia 11 Jun, retornamos para Brasília, pernoitando em Sete Lagoas no primeiro dias - viagem muito fácil e tranquila, apesar dos caminhões em Congonhas.
Em 12 Jun, acordamos bem cedo e partimos do hotel por volta das 07:20 e acabei fazendo besteira em pular algumas paradas . Meus amigos foi mortal. Como não é seguro parar na estrada para um descanso, resolvi percorrer numa primeira tacada +/- 120 km, parando em Felixlândia. As pernas neste momento começaram a pedir parada, o que foi feito por 20 minutos. A próxima foi em TRês Marias (75km), mais 20 minutos para descansar. Como achamos que estavamos recuperados, resolvemos seguir até João Pinheiro (+/- 130 Km). Fomos até lá, mas sofremos as consequências deste ato impensado. O traseiro, as pernas, os braços doíam e não via a hora de pararmos. E fizemos uma parada de 1h 15min para ver se recuperavamos as energias e as forças em continuar mais alguns km.
Chegamos aos bagaços, mas inteiros, apesar de levar um susto em um balão ao chegarmos em BSA quando um louco não respeitou a nossa passagem e jogou o carro em nossa direção, mais uma vez um susto e alguns palavrões. Naquele momento ainda bem que olhei para o lado e tive tempo para frear a moto antes de seguir adiante, senão teriamos fiacado ali mesmo.
Durante toda a viagem, pudemos observar a curiosidade geral das pessoas em olhar a moto, inclusive tirar fotos com ela e com a gente junto. A incredulidade das pessoas ao saberem que a moto é 250cc. Para se ter uma idéia, paramos em Paracatu (MG) e logo a seguir parou uma Drag ao lado, tendo o seu condutor descido da moto, olhado para a Mirage e ficou bastante surpreso em saber que a cilindrada era aquela informada - às vezes dá vontade de aumentar essas cilindradas.
Cabe ressaltar os pontos que julgo ser críticos nesta viagem: Anel rodoviário em BH, Congonhas e Av Brasil (RJ).
Oportunamente contarei detalhes dessa empreitada.
Alguns dizem que somos loucos.
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Mendonça - Mirage 2009/2010 - preta e prata
Abr
"No sol ou na chuva, tudo é motivo para estar em duas rodas"
Mendonca57
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Mendonca57
-
lucianofrutuoso
- Mensagens: 326
- Registrado em: 15 Mai 2010, 20:26
- Localização: Brasília
- Contato:
Amigo Mendonça, gostaria de saber qual a quilometragem média você fez por dia. Pergunto pois pretendo fazer minha viagem solo até o fim do ano e de 1.200 kms Brasília - Pará. Outra pergunta: você usa o banco original da Mirage?
Abraço e parabéns pela viagem.
Abraço e parabéns pela viagem.
-
jirschik
- Moderador
- Mensagens: 4103
- Registrado em: 17 Mar 2008, 18:12
- Localização: São Paulo
- Contato:
Luciano, dá para fazer até 1000km por dia. Já fiz isso 3 vezes. Mas nunca com o banco original da Mirage. O melhor investimento que você pode fazer em sua motocicleta é a troca do banco original por um melhor, como da marca Erê, ou fabricado pelo Pedrinho Bancos, em SP.
- Barba Ruiva
- Mensagens: 7
- Registrado em: 02 Jun 2010, 06:59
Paarabens Pela Viagem. Sou do interior paulista e pretendo fazer uma viagem pelo litoral paulista. Tenho uma efi2010.Mendonça57 escreveu:Salve pessoal![]()
Acabamos (eu e companheira) de voltar de uma viagem solo Brasilia -> Rio -> Brasília. Show de bola.
Confesso que estava apreensivo, pois fomos
sem qualquer companhia, a não ser Deus. Como a moto é nova, acreditei que a viagem seria tranquila.... e foi muito.
Saímos às 06:15h, do dia 03/06, em uma velocidade cruzeiro de 90 a 100 Km/h, com idéia de pararmos em Sete Lagoas (MG). Com várias paradas no caminho (rodava no máximo 110 km) para não cansarmos (já passamos dos cinquenta) e o passeio neste primeiro dia foi muito fácil, a não ser numa ultrapassagem de um caminhão cegonha que nos deu passagem numa descida (ele ligou a seta da direita, pasmem) e o mesmo resolveu pisar forte para dificultar!!!! O veículo que vinha em sentido contrário chegou a sair para o acostamento para não bater de frente - foi um susto muito grande, deu vontade de parar o caminhão para tirar satisfação ou coisa pior - resolvi contar até 100 para acalmar-me.
Não foi fácil, e sendo assim recomendo aos amigos que numa hora destas, certifiquem que há espaço seguro para realizar tais deslocamentos. Daquele momento em diante passei a fazer ultrapassagens com visibilidade e espaço suficientes para tal.
Chegamos por volta das 17:00 horas em 7 Lagoas e completamente descansados.
No dia seguinte partimos, por volta das 08:00 h para Juiz de Fora, com uma viagem tranquila parando algumas vezes (nunca extrapolando os 110 km de viagem em cada momento)e chegando por volta das 12:30, onde permanecemos por dois dias.
No dia 05/06, partimos para o RJ onde ficamos até o dia 09 Jun, quarta-feira quando voltamos para J. Fora.
No dia 11 Jun, retornamos para Brasília, pernoitando em Sete Lagoas no primeiro dias - viagem muito fácil e tranquila, apesar dos caminhões em Congonhas.
Em 12 Jun, acordamos bem cedo e partimos do hotel por volta das 07:20 e acabei fazendo besteira em pular algumas paradas . Meus amigos foi mortal. Como não é seguro parar na estrada para um descanso, resolvi percorrer numa primeira tacada +/- 120 km, parando em Felixlândia. As pernas neste momento começaram a pedir parada, o que foi feito por 20 minutos. A próxima foi em TRês Marias (75km), mais 20 minutos para descansar. Como achamos que estavamos recuperados, resolvemos seguir até João Pinheiro (+/- 130 Km). Fomos até lá, mas sofremos as consequências deste ato impensado. O traseiro, as pernas, os braços doíam e não via a hora de pararmos. E fizemos uma parada de 1h 15min para ver se recuperavamos as energias e as forças em continuar mais alguns km.
Chegamos aos bagaços, mas inteiros, apesar de levar um susto em um balão ao chegarmos em BSA quando um louco não respeitou a nossa passagem e jogou o carro em nossa direção, mais uma vez um susto e alguns palavrões. Naquele momento ainda bem que olhei para o lado e tive tempo para frear a moto antes de seguir adiante, senão teriamos fiacado ali mesmo.
Durante toda a viagem, pudemos observar a curiosidade geral das pessoas em olhar a moto, inclusive tirar fotos com ela e com a gente junto. A incredulidade das pessoas ao saberem que a moto é 250cc. Para se ter uma idéia, paramos em Paracatu (MG) e logo a seguir parou uma Drag ao lado, tendo o seu condutor descido da moto, olhado para a Mirage e ficou bastante surpreso em saber que a cilindrada era aquela informada - às vezes dá vontade de aumentar essas cilindradas.
Cabe ressaltar os pontos que julgo ser críticos nesta viagem: Anel rodoviário em BH, Congonhas e Av Brasil (RJ).
Oportunamente contarei detalhes dessa empreitada.
Alguns dizem que somos loucos.
Nós (eu e companheira) dizemos que somos apenas
SEM JUÍZO.![]()
Mendonça - Mirage 2009/2010 - preta e prata
Barba Ruiva.
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lucianofrutuoso
- Mensagens: 326
- Registrado em: 15 Mai 2010, 20:26
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Obrigado pela resposta amigos jirschik e Mendonca57 (por mp).jirschik escreveu:Luciano, dá para fazer até 1000km por dia. Já fiz isso 3 vezes. Mas nunca com o banco original da Mirage. O melhor investimento que você pode fazer em sua motocicleta é a troca do banco original por um melhor, como da marca Erê, ou fabricado pelo Pedrinho Bancos, em SP.
Amigo jirschik eu já penso em comprar um banco Erê pois ultimamente ando sentindo muita dor nas costas, como se ela estivesse sendo comprimida. Então pergunto se o motivo pode ser o banco original, a posição de pilotagem (minha primeira moto) ou as irregularidades do piso onde ando (ou quem sabe o conjunto).

