Se a gente tivesse um amigo como o Tarantino, aposto que ele bancaria o filme e emprestaria sua equipe.
Mas aí seria legal fazer algo mais original, como por exemplo: um grupo de mães que se reunem num clube de jardinagem resolve abusar sexualmente dos entregadores de pizza. As mães pedem pizza e... CRAU na garotada, que depois de seviciada são picotadas e passam pelo triturador black $ decker (opa, olhaí um patrocinador). Os motoboys resolvem se infiltrar no clube e para isso.... bom, o roteiro completo, só pro Tarantino. rerere.
abraços, Renzo
Filmes & Séries sobre motociclismo
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Renzo Querzoli
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rafaeladvogado
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Gostei do patrocinador... hehehheheh
rsrs
Muito bom esse roteiro......uma mafia de mães taradas e uma organização tipo FBI ou CIA, só que com motoboys....
Muito bom esse roteiro......uma mafia de mães taradas e uma organização tipo FBI ou CIA, só que com motoboys....
Paulo Moura
Eu prefiro original, as vezes nao da, mas usualmente eu compro original. Mas quando tô esnobe eu mando uma Serra Malte que também desce gostoso... rsrsrs
Falando sério, as poucas coisas piratas que eu tenho são:
Windows XP
Office 2000
Need For Speed Underground II
O resto, meus Cds, DVDs e jogos de PC, são todos originais.
Abs
Falando sério, as poucas coisas piratas que eu tenho são:
Windows XP
Office 2000
Need For Speed Underground II
O resto, meus Cds, DVDs e jogos de PC, são todos originais.
Abs
Não Estou Lá - Bob Dylan, sugestão de Mickimba 
Ontem noite escutando Bob Dylan com o Alex, lembrei de um filme que olhei esses dias, o recém lançado: NÃO ESTOU LÁ, que já está nas locadoras, mostrando 6 personalidades de Bob Dylan, interpretadas por seis atores diferentes ....
Como todo bom motoqueiro, curto música Folk, Rock, Country e Blues... e para mim o cara é Bob Dylan, que passou por todos estes estilos..
O Filme não é fácil... Se vc não sabe nada sobre Bob Dylan, é bom ler sua biografia antes de ver ele, porque senão, o neguinho viaja o filme inteiro...
O Bom do filme é a trilha sonora: Overdose de Bob Dylan...
SINOPSE:
"Não Estou Lá", cinebiografia de Bob Dylan, passa longe do convencionalismo do gênero. O longa, que estréia na sexta-feira, tenta ser tão inventivo, complexo e camaleônico quanto o músico, reinventando-se a cada cena.
Com o passar dos anos, rótulos foram sendo colocados em Bob Dylan e sua obra. O mais conhecido é "a voz de uma geração", que ele, aliás, detesta.
Exatamente para fugir deste tipo de classificação, ao longo de toda a sua vida Dylan se reinventou -- de trovador a cantor gospel, de ídolo folk a pai de família. E o diretor Todd Haynes soube transformar isso em cinema.
Na tela, são seis atores se revezando como Dylan -- entre eles, um garoto negro (Marcus Carl Franklin) e uma mulher (Cate Blanchett, premiada no Festival de Veneza 2007 por esse trabalho, que também lhe rendeu uma indicação ao Oscar de coadjuvante).
Arthur (Ben Wishaw, de "O Perfume") pega seu nome emprestado do famoso poeta francês Arthur Rimbaud. Interrogado por pessoas que nunca vemos, ele destila a sua ironia e subversão.
O pequeno Woody (Marcus Carl Franklin) -- como Woody Guthrie, um dos ídolos de Dylan -- é um garoto de talento excepcional para a música, que vive viajando em vagões de trem pelo interior dos Estados Unidos. Encontra abrigo em diversas casas ao longo do caminho, pessoas que lhe dão um teto, refeição e o ajudam a enfrentar o fantasma da depressão econômica.
Jack (Christian Bale, o atual Batman) conhece sucesso no cenário boêmio do Village com suas canções de protesto para mais tarde se tornar um cristão renascido, compondo no gênero gospel.
Conhecemos mais sobre ele por meio de depoimentos dos outros como Alice Fabian (Julianne Moore, de "As Horas"). Ele rompe os laços com a canção de protesto pouco depois do assassinato de JFK, na mesma época em que Robbie (Heath Ledger, no último filme que o ator viu finalizado) conhece sua futura mulher.
Jude (Cate Blanchett) tenta lidar com o sucesso, os flashes e jornalistas intrometidos. Suas respostas nas entrevistas são sempre irônicas e sarcásticas. Em turnê, conhece celebridades do porte dos Beatles, o poeta Allen Ginsberg (David Cross) e um jornalista intrometido (Bruce Greenwood).
E, finalmente, Billy (Richard Gere, de "Chicago"), que vive recluso, totalmente afastado do mundo.
Todos os segmentos são muito bem realizados e as idéias, por mais complexas que pareçam à primeira vista, fazem sentido como um todo dentro do filme.
Ontem noite escutando Bob Dylan com o Alex, lembrei de um filme que olhei esses dias, o recém lançado: NÃO ESTOU LÁ, que já está nas locadoras, mostrando 6 personalidades de Bob Dylan, interpretadas por seis atores diferentes ....
Como todo bom motoqueiro, curto música Folk, Rock, Country e Blues... e para mim o cara é Bob Dylan, que passou por todos estes estilos..
O Filme não é fácil... Se vc não sabe nada sobre Bob Dylan, é bom ler sua biografia antes de ver ele, porque senão, o neguinho viaja o filme inteiro...
O Bom do filme é a trilha sonora: Overdose de Bob Dylan...
SINOPSE:
"Não Estou Lá", cinebiografia de Bob Dylan, passa longe do convencionalismo do gênero. O longa, que estréia na sexta-feira, tenta ser tão inventivo, complexo e camaleônico quanto o músico, reinventando-se a cada cena.
Com o passar dos anos, rótulos foram sendo colocados em Bob Dylan e sua obra. O mais conhecido é "a voz de uma geração", que ele, aliás, detesta.
Exatamente para fugir deste tipo de classificação, ao longo de toda a sua vida Dylan se reinventou -- de trovador a cantor gospel, de ídolo folk a pai de família. E o diretor Todd Haynes soube transformar isso em cinema.
Na tela, são seis atores se revezando como Dylan -- entre eles, um garoto negro (Marcus Carl Franklin) e uma mulher (Cate Blanchett, premiada no Festival de Veneza 2007 por esse trabalho, que também lhe rendeu uma indicação ao Oscar de coadjuvante).
Arthur (Ben Wishaw, de "O Perfume") pega seu nome emprestado do famoso poeta francês Arthur Rimbaud. Interrogado por pessoas que nunca vemos, ele destila a sua ironia e subversão.
O pequeno Woody (Marcus Carl Franklin) -- como Woody Guthrie, um dos ídolos de Dylan -- é um garoto de talento excepcional para a música, que vive viajando em vagões de trem pelo interior dos Estados Unidos. Encontra abrigo em diversas casas ao longo do caminho, pessoas que lhe dão um teto, refeição e o ajudam a enfrentar o fantasma da depressão econômica.
Jack (Christian Bale, o atual Batman) conhece sucesso no cenário boêmio do Village com suas canções de protesto para mais tarde se tornar um cristão renascido, compondo no gênero gospel.
Conhecemos mais sobre ele por meio de depoimentos dos outros como Alice Fabian (Julianne Moore, de "As Horas"). Ele rompe os laços com a canção de protesto pouco depois do assassinato de JFK, na mesma época em que Robbie (Heath Ledger, no último filme que o ator viu finalizado) conhece sua futura mulher.
Jude (Cate Blanchett) tenta lidar com o sucesso, os flashes e jornalistas intrometidos. Suas respostas nas entrevistas são sempre irônicas e sarcásticas. Em turnê, conhece celebridades do porte dos Beatles, o poeta Allen Ginsberg (David Cross) e um jornalista intrometido (Bruce Greenwood).
E, finalmente, Billy (Richard Gere, de "Chicago"), que vive recluso, totalmente afastado do mundo.
Todos os segmentos são muito bem realizados e as idéias, por mais complexas que pareçam à primeira vista, fazem sentido como um todo dentro do filme.
"Errar é humano, culpar os outros é estratégia."
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VWH-ZuflBRo&hl ... ram><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VWH-ZuflBRo&hl=en&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>Kings escreveu:O motociclismo volta a ser tema de um trabalho cinematográfico. Depois de “Motoqueiro Fantasma” e “Motoqueiros Selvagens”, os veículos de duas rodas retornam às telonas dos cinemas do mundo com a chegada de “Hell Ride”.
O filme de ação retrata a vingança de um motociclista, cuja mãe foi morta pela gangue dos 666ers. Não é uma película para todas as idades, por conta da boa dose de violência, bebidas e mulheres seminuas.
A produção de “Hell Ride” leva o selo do renomado e polêmico Quentin Tarantino, responsável pela série “Kill Bill”. O roteiro e direção são de Larry Bishop, que ainda interpreta o protagonista da trama, batizado de Pistolero.
O elenco também conta com a presença de nomes como Michael Madsen, Eric Balfour, Vinnie Jones, David Carradine e Dennis Hopper.
A estréia de “Hell Ride” nos Estados Unidos está agendada para o dia 8 de agosto.

legenda:
http://www.opensubtitles.org/pt/subtitl ... ll-ride-pb
torrent
http://www.mininova.org/search/hell+ride/seeds
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Renzo Querzoli
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Amigos,
ver estes filmes dá o que pensar... Me dá uma vontade....mas não podemos esquecer que lá é a terra do cinema e aqui é a terra do Carnaval. Pena que dure quase o ano inteiro mas essa é outra história. Mas na semana passada eu vivi uma pequena aventura que com algums pitadas de ficção e humor no meio, seria um roteiro. Um dia desses vai acontecer o principal: aparecer um produtor executivo, um capitalista (é difícil pq cinema no Brazil não dá dinheiro) que acredite em caminhos alternativos, que aí sim, a minha Bulls Eye filmes faz um longa de ficção. De moto, claro, e para misturar legal, eu colocaria uma gang com carros tunados. É orá ser comercial? Porque não? A maioria desses filmes de moto são do que westerns atualizados, só que trocaram os cavalos por motos. Se quiserem ver essa minha piccola aventura, está no meu blog, postado na semana passada: http://blogdoalmaselvagem.blogspot.com/
abraços a todos e uma ótima semana!!!
ver estes filmes dá o que pensar... Me dá uma vontade....mas não podemos esquecer que lá é a terra do cinema e aqui é a terra do Carnaval. Pena que dure quase o ano inteiro mas essa é outra história. Mas na semana passada eu vivi uma pequena aventura que com algums pitadas de ficção e humor no meio, seria um roteiro. Um dia desses vai acontecer o principal: aparecer um produtor executivo, um capitalista (é difícil pq cinema no Brazil não dá dinheiro) que acredite em caminhos alternativos, que aí sim, a minha Bulls Eye filmes faz um longa de ficção. De moto, claro, e para misturar legal, eu colocaria uma gang com carros tunados. É orá ser comercial? Porque não? A maioria desses filmes de moto são do que westerns atualizados, só que trocaram os cavalos por motos. Se quiserem ver essa minha piccola aventura, está no meu blog, postado na semana passada: http://blogdoalmaselvagem.blogspot.com/
abraços a todos e uma ótima semana!!!
Guzzi Jackal 1100
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rafaeladvogado
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Renzo...
tu não consegue captar recursos com a Lei de Incentivo a Cultura.. LIC ???? ou outras leis que permitem que empresas destinem dinheiro ao cinema em troca de redução no pagamento de impostos ?
abraço
tu não consegue captar recursos com a Lei de Incentivo a Cultura.. LIC ???? ou outras leis que permitem que empresas destinem dinheiro ao cinema em troca de redução no pagamento de impostos ?
abraço
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Renzo Querzoli
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Oi Rafael,
conseguir, se consegue sim, mas é uma praia que não gosto e explico: gasta-se um tempão (que não tenho) para preparar um pacote burocrático, entrar com pedido, aguardar um bom tempo e depois, cumprir tudo o que vc promete. O que promete? Envolvimento total na produção, montagem e finalização. Aí faz o lançamento. Como o mercado é complexo prá caramba, vc coloca o filme em poucas salas, pq as distribuidoras americanas são donas do pedaço, e assim por diante. A não ser que um daqueles produtores de filmes como 2 irmãos, ou aqueles da xuxa, Trapalhões e etc entrassem...mas eles tem outros foco. È um assunto para horas.
Prefiro aguardar uma chance de fazer algo sozinho, e lançar em DVD...e aí tem que esperar o cosmo.rsrsrs
abração!
conseguir, se consegue sim, mas é uma praia que não gosto e explico: gasta-se um tempão (que não tenho) para preparar um pacote burocrático, entrar com pedido, aguardar um bom tempo e depois, cumprir tudo o que vc promete. O que promete? Envolvimento total na produção, montagem e finalização. Aí faz o lançamento. Como o mercado é complexo prá caramba, vc coloca o filme em poucas salas, pq as distribuidoras americanas são donas do pedaço, e assim por diante. A não ser que um daqueles produtores de filmes como 2 irmãos, ou aqueles da xuxa, Trapalhões e etc entrassem...mas eles tem outros foco. È um assunto para horas.
Prefiro aguardar uma chance de fazer algo sozinho, e lançar em DVD...e aí tem que esperar o cosmo.rsrsrs
abração!
Guzzi Jackal 1100
Meu assisti esse filme hoje em DVD, eu gostei pra caramba ate a hora da mega hyper super overdose deles, dai pro final parece que o Peter Fonda ficou sem verba e resolveu acabar com o filme ali mesmo
Bom sempre ouvi o Fonda dizendo que a capitão America era desconfortavel, e assistindo o filme tive a certeza que ele não tava mentindo dava pra ver que ambas as motos era mega duras e o Fonda nas cenas que ele aparecia pilotando ele parecia ate um bonequinho falcon todo duro..rsrsrsr
E ambas as motos eram do mesmo modelo, só que uma era Choper e a outra uma Bobber??? ou estou enganado...
mas no todo eu gostei do filme......
Bom sempre ouvi o Fonda dizendo que a capitão America era desconfortavel, e assistindo o filme tive a certeza que ele não tava mentindo dava pra ver que ambas as motos era mega duras e o Fonda nas cenas que ele aparecia pilotando ele parecia ate um bonequinho falcon todo duro..rsrsrsr
E ambas as motos eram do mesmo modelo, só que uma era Choper e a outra uma Bobber??? ou estou enganado...
mas no todo eu gostei do filme......
Paulo Moura

