Querido Bery, se eu escrevesse aqui a história (ou estória) do Homem da Vaca na íntegra, teria que usar diversas páginas deste tópico, o que ficaria cansativo. Muitas pessoas têm preguiça de ler quando o texto é extenso demais. Fracionando desta forma, assim como numa novela, ou seriado, ganha-se as pessoas pela leveza e curiosidade. Também, se eu usar várias páginas do tópico numa paulada só, poderei ser castigado cruelmente pelos moderadores/administradores... Eles são terríveis comigoberyalves escreveu: Para com isso, parece a Janete Clair pô, não sou o Jiro, mas PÔ, bora pro final homi.
Tiozinhos e Tiazinhas de Plantão
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- Edson Agostini
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ON THE ROAD AGAIN
Ahhh!!! essa é a "ténica" para escrever muito...muito mais e mais e maisEdson Agostini escreveu:Querido Bery, se eu escrevesse aqui a história (ou estória) do Homem da Vaca na íntegra, teria que usar diversas páginas deste tópico, o que ficaria cansativo. Muitas pessoas têm preguiça de ler quando o texto é extenso demais. Fracionando desta forma, assim como numa novela, ou seriado, ganha-se as pessoas pela leveza e curiosidade. Também, se eu usar várias páginas do tópico numa paulada só, poderei ser castigado cruelmente pelos moderadores/administradores... Eles são terríveis comigoberyalves escreveu: Para com isso, parece a Janete Clair pô, não sou o Jiro, mas PÔ, bora pro final homi.

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neucy donizeti
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Algumas vazando e outras tão grudadas que se desmontar não monta mais, então é melhor deixar como está. O fígado vai bem, principalmente agora que acertei o ponto da cachaça com cataia.Juju escreveu:Oi tios!!!
Como estamos?????
Tio Doni, como estão as juntas? e o fígado? rsrs
Tio Doni


- Edson Agostini
- Mensagens: 1563
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E agora com vocês, mais um episódio da emocionante história dooooooo...
O HOMEM DA VACA!
Localização dos capítulos anteriores: páginas 658, 659 e 661
Antes de qualquer reação do Monsenhor, o jovem rapaz tapou sua boca com uma das mãos, deu-lhe uma “gravata” com o braço e ameaçou:
_ Se gritar, vai se arrepender de ter nascido!
Diante daquela condição o Monsenhor, com os olhos arregalados e suando frio, fez um gesto de aceite com a cabeça.
O rapaz liberou-o e, em seguida, ordenou:
_ Dê-me todo dinheiro que você tem e torça para que tenhas o bastante para pagar a sua dívida!
O Monsenhor respondeu que não havia dinheiro em seu quarto, e que precisava ir até a biblioteca onde o havia um cofre com toda a fortuna do mosteiro.
Obviamente o rapaz não acreditou na conversa do Monsenhor porque, à época, era costume guardar grandes quantias em dinheiro debaixo de colchões.
O jovem então foi até a porta do quarto e a trancou. Em seguida, catou uma vara de marmelo que estava num canto do quarto e começou a desferir varadas impiedosas no lombo do Monsenhor, machucando-o bastante.
Os outros padres, ao ouvirem os gritos do Monsenhor, correram até a porta do quarto tentando abri-la, mas sem sucesso.
O Monsenhor, quase sem forças, rendeu-se às saraivadas de vara de marmelo e revelou ao jovem o esconderijo, gritando:
_ PEGA LÁ... PEGA LÁ... DEBAIXO DO COLCHÃO!
Imediatamente o jovem rapaz levantou o colchão do Monsenhor e arregalou os olhos tamanha a quantidade de dinheiro depositada lá: uma pequena fortuna!
O bornal do rapaz parecia pequeno para tanto dinheiro. Conseguiu enche-lo e, assim, acabou com a pequena fortuna do monsenhor. Em seguida, abriu a janela do quarto, saltou para fora e correu pelos jardins escuros do mosteiro ganhando a estrada rumo ao seu casebre.
Os padres desesperados conseguiram arrombar a porta do quarto e encontraram o Monsenhor caído, muito machucado. Perguntado quem teria feito tamanha crueldade, o Monsenhor respondeu com a voz trêmula:
_ O Homem da Vaca!
Horrorizados, os padres ampararam o Monsenhor cuidando dos ferimentos à vara e questionavam-se do porquê da barbárie.
Muito bem.
No dia seguinte, o agora Homem da Vaca, foi até cidade para comprar uma casa melhor para si e para sua mãe. Depois disso, sentado numa praça, começou a pensar numa forma de conseguir mais dinheiro do Monsenhor. Mas tinha que traçar uma boa estratégia porque os padres haviam duplicado a segurança do mosteiro, para evitar novas investidas dele.
No momento em que o Homem da Vaca pensava, um circo em desfile pela cidade, promovia seu espetáculo para aquela noite, apresentando suas atrações. Entre essas atrações, chamou a atenção do Homem da Vaca um artista inusitado: o artista dava um tapa em sua bunda e pulava dez metros à frente. Realmente incrível!
Vendo isso, o Homem da Vaca chamou o artista pro lado e falou-lhe aos ouvidos:
_Te dou uma boa grana se você trabalhar pra mim durante pouco tempo.
O artista sabendo do valor que receberia, aceitou de pronto.
O trato entre o Homem da Vaca e o artista era o seguinte: o artista teria que ficar em frente ao portão do mosteiro e, em seguida, gritar bem alto que ele era o Homem da Vaca. Mas teria que sair imediatamente após a abertura do portão e desaparecer de lá usando sua incrível performance do tapa na bunda.
Tudo acertado, o artista chegou na frente do portão do mosteiro e, o Homem da Vaca, escondeu-se numa touceira de mato alto bem ao lado do portão. O artista então bateu no portão e gritou várias vezes:
_ EEEEI, EU SOU O HOMEM DA VACA!!!
Não demorou muito para perceberem o agito dos padres vindo em desabalada carreira rumo ao portão. Quando o portão se abriu, o artista imediatamente usou de seu dom: bateu com a mão em sua bunda e, a seguir, pulou dez metros à frente e assim sucessivamente. Os padres, claro, todos correram desesperadamente atrás do suposto Homem da Vaca tentando alcança-lo. Correram até sumirem na curva ao longe.
Agora era a hora do verdadeiro Homem da Vaca agir.
Ele entrou no mosteiro vazio, foi direto ao quarto do Monsenhor. Lá estava o “desinfeliz” deitado na cama e dormindo seu sono dolorido.
O Homem da vaca aproximou-se do Monsenhor e anunciou com voz forte:
_Sou o Homem da Vaca! Quero mais dinheiro!
Continua...
O HOMEM DA VACA!
Localização dos capítulos anteriores: páginas 658, 659 e 661
Antes de qualquer reação do Monsenhor, o jovem rapaz tapou sua boca com uma das mãos, deu-lhe uma “gravata” com o braço e ameaçou:
_ Se gritar, vai se arrepender de ter nascido!
Diante daquela condição o Monsenhor, com os olhos arregalados e suando frio, fez um gesto de aceite com a cabeça.
O rapaz liberou-o e, em seguida, ordenou:
_ Dê-me todo dinheiro que você tem e torça para que tenhas o bastante para pagar a sua dívida!
O Monsenhor respondeu que não havia dinheiro em seu quarto, e que precisava ir até a biblioteca onde o havia um cofre com toda a fortuna do mosteiro.
Obviamente o rapaz não acreditou na conversa do Monsenhor porque, à época, era costume guardar grandes quantias em dinheiro debaixo de colchões.
O jovem então foi até a porta do quarto e a trancou. Em seguida, catou uma vara de marmelo que estava num canto do quarto e começou a desferir varadas impiedosas no lombo do Monsenhor, machucando-o bastante.
Os outros padres, ao ouvirem os gritos do Monsenhor, correram até a porta do quarto tentando abri-la, mas sem sucesso.
O Monsenhor, quase sem forças, rendeu-se às saraivadas de vara de marmelo e revelou ao jovem o esconderijo, gritando:
_ PEGA LÁ... PEGA LÁ... DEBAIXO DO COLCHÃO!
Imediatamente o jovem rapaz levantou o colchão do Monsenhor e arregalou os olhos tamanha a quantidade de dinheiro depositada lá: uma pequena fortuna!
O bornal do rapaz parecia pequeno para tanto dinheiro. Conseguiu enche-lo e, assim, acabou com a pequena fortuna do monsenhor. Em seguida, abriu a janela do quarto, saltou para fora e correu pelos jardins escuros do mosteiro ganhando a estrada rumo ao seu casebre.
Os padres desesperados conseguiram arrombar a porta do quarto e encontraram o Monsenhor caído, muito machucado. Perguntado quem teria feito tamanha crueldade, o Monsenhor respondeu com a voz trêmula:
_ O Homem da Vaca!
Horrorizados, os padres ampararam o Monsenhor cuidando dos ferimentos à vara e questionavam-se do porquê da barbárie.
Muito bem.
No dia seguinte, o agora Homem da Vaca, foi até cidade para comprar uma casa melhor para si e para sua mãe. Depois disso, sentado numa praça, começou a pensar numa forma de conseguir mais dinheiro do Monsenhor. Mas tinha que traçar uma boa estratégia porque os padres haviam duplicado a segurança do mosteiro, para evitar novas investidas dele.
No momento em que o Homem da Vaca pensava, um circo em desfile pela cidade, promovia seu espetáculo para aquela noite, apresentando suas atrações. Entre essas atrações, chamou a atenção do Homem da Vaca um artista inusitado: o artista dava um tapa em sua bunda e pulava dez metros à frente. Realmente incrível!
Vendo isso, o Homem da Vaca chamou o artista pro lado e falou-lhe aos ouvidos:
_Te dou uma boa grana se você trabalhar pra mim durante pouco tempo.
O artista sabendo do valor que receberia, aceitou de pronto.
O trato entre o Homem da Vaca e o artista era o seguinte: o artista teria que ficar em frente ao portão do mosteiro e, em seguida, gritar bem alto que ele era o Homem da Vaca. Mas teria que sair imediatamente após a abertura do portão e desaparecer de lá usando sua incrível performance do tapa na bunda.
Tudo acertado, o artista chegou na frente do portão do mosteiro e, o Homem da Vaca, escondeu-se numa touceira de mato alto bem ao lado do portão. O artista então bateu no portão e gritou várias vezes:
_ EEEEI, EU SOU O HOMEM DA VACA!!!
Não demorou muito para perceberem o agito dos padres vindo em desabalada carreira rumo ao portão. Quando o portão se abriu, o artista imediatamente usou de seu dom: bateu com a mão em sua bunda e, a seguir, pulou dez metros à frente e assim sucessivamente. Os padres, claro, todos correram desesperadamente atrás do suposto Homem da Vaca tentando alcança-lo. Correram até sumirem na curva ao longe.
Agora era a hora do verdadeiro Homem da Vaca agir.
Ele entrou no mosteiro vazio, foi direto ao quarto do Monsenhor. Lá estava o “desinfeliz” deitado na cama e dormindo seu sono dolorido.
O Homem da vaca aproximou-se do Monsenhor e anunciou com voz forte:
_Sou o Homem da Vaca! Quero mais dinheiro!
Continua...
ON THE ROAD AGAIN
Acho que esta vaca foi é pro brejo!....rsss

hahahha Verdade!!jirschik escreveu:Daqui à pouco essa estória vai chegar na página 666 e aí...
VAI SER DU CAPETA!![]()
ABRAÇOS À TODOS VOCÊS, MEUS QUERIDOS TIOZINHOS!!!![]()
Mais faceiro que cusco em dia de churrasco!
- Edson Agostini
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Sabe que você me deu uma ótima ideia!jirschik escreveu:Daqui à pouco essa estória vai chegar na página 666 e aí...
VAI SER DU CAPETA!![]()
ABRAÇOS À TODOS VOCÊS, MEUS QUERIDOS TIOZINHOS!!!![]()
Abraços, a todos!
ON THE ROAD AGAIN
Sai pra lá
..."vade retrum satanas"
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