Mirage 250 EFI: Opinião dos proprietários

Motos: Kasinski Mirage 250, Kasinski Mirage 650, Kasinski Cruiser, etc.

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cros
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Só pra fechar os 4000 posts
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Gabriel Neves
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4001: Peguei hoje a Mirage, já meio ansioso pra rodar com ela e receoso de ter rolado algum problema na ativação da mesma.

Saindo de uma Intruder 125, que é praticamente uma moto-escola, a Mirage 250 me ensinou algumas coisas sobre como pilotar. Primeiro que não tem contador de marcha, o que pode ser óbvio e muito comum, mas desde os primórdios vim com aquele contadorzinho vermelho me mimando para caramba.

Depois de me arranjar com as marchas comecei a me acostumar a posição e isso foi beeeeem tranquilo. Ainda não to na ânsia de pegar corredor com ela, mas é questão de pouco de tempo...

É absolutamente IMPOSSÍVEL passar pro neutro com a moto parada. Eu em uma fila do Detran tive que cortar o motor para conseguir engatar o neutro, e durante as andadas era mais fácil, mas eu errava constantemente e uma vez que parava no sinal já era, hehe. Sei que falam de regulagens no manete e motor, mas eu sou bem novato em mecânica e estou lendo o manual.

Falando em manual: a luz FI fica acesa pra sempre quando a chave está no ON, e não apenas 3 segundos como diz no manual. Quando a moto liga ela apaga, não rola engasgo nem nada que eu consiga perceber (ainda).

Como estou amaciando-a, não dei nenhum puxadão absurdo, mas deu pra sentir que ela consegue alcançar o objetivo. Na trudinha eu tinha que me planejar para a ausência desse arranque...

E eu to meio embasbacado como ela é grande. As pessoas realmente não dizem que ela é 250.

A primeira nota é 9,9, só por conta do neutro tendo me dado umas surras violentas :lol:

Agora, o pessoal da CC falou para usar APENAS gasolina comum. Eles indicaram que a grande variedade de podiuns e aditivadas estão detonando as velas. Apesar de serem ruins, as comuns seriam mais indicadas por serem a mesma coisa (salve casos como gasolinas religiosas hehe).

Agora é andar bastante pra amaciar logo e treinar nas estradas!

Queria agradecer a esse povo bacana daqui do fórum que já me deixa bem mais tranquilo devido a tanta informação que é dada. Estou entrando num curso noturno de mecanica para poder aprofundar mais nesse tema que tanto amo.

Abraços!
jirschik
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Registrado em: 17 Mar 2008, 18:12
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Gabriel Neves escreveu:...É absolutamente IMPOSSÍVEL passar pro neutro com a moto parada...
Sempre que for diminuir a marcha, suba a rotação do motor, ou seja, acelere com a embreagem acionada. Quando solta-se o acelerador, isso alivia o câmbio. Isso auxilia na troca e vale para várias motocicletas.
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fabrito
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jirschik escreveu:
Gabriel Neves escreveu:...É absolutamente IMPOSSÍVEL passar pro neutro com a moto parada...
Sempre que for diminuir a marcha, suba a rotação do motor, ou seja, acelere com a embreagem acionada. Quando solta-se o acelerador, isso alivia o câmbio. Isso auxilia na troca e vale para várias motocicletas.
Boa dica, jirschik!
Vou testar, pq tbm apanho com o engate da neutra e a volta pra primeira.
IMMORTAL MC / GARGULAS MC
Ex-Vento Vthunder 250
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/ Atual: Shadow 600 bobber
Miau
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eu aqui faço diferente..

evito ao máximo parar com a moto com marchas altas.. a medida q vou freando desde la de tras, já vou reduzindo as marchas junto..

é fácil entender que engatou a primeira pois o estalo é mais forte..

mas quando não da pra reduzir.. e parei de 5ª.. é simples.. se vc tentar reduzir vai ver q o cambio fica solto e não responde.. não é?

então.. nessa hora, vc alivia a embreagem suavemente até ouvir um estalo.. significa que a marcha foi reduzida.. é so repetir isso quantas vezes for necessário até reduzir tudo..

e se está difícil encontrar o neutro.. vai a dica.. de uma puxada no RPM e depois tente novamente.
AJ Souza
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Miau escreveu:eu aqui faço diferente..

evito ao máximo parar com a moto com marchas altas.. a medida q vou freando desde la de tras, já vou reduzindo as marchas junto..

é fácil entender que engatou a primeira pois o estalo é mais forte..

mas quando não da pra reduzir.. e parei de 5ª.. é simples.. se vc tentar reduzir vai ver q o cambio fica solto e não responde.. não é?

então.. nessa hora, vc alivia a embreagem suavemente até ouvir um estalo.. significa que a marcha foi reduzida.. é so repetir isso quantas vezes for necessário até reduzir tudo..

e se está difícil encontrar o neutro.. vai a dica.. de uma puxada no RPM e depois tente novamente.
Em que pese a minha moto ser outra, mas creio que o princípio mecânico do mecanismo de troca é o mesmo, mas a dica do Miau para quando para-se na 5ª de repente é bem esta aí citada por ele e da certo, eu adoto este procedimento aí citado.
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Gabriel Neves
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jirschik e miau,

valeu pelas dicas. Acho que agora é praticar bastante... Tive dificuldades com a intruder no começo e hoje acho fácil. Aprendizado!

Atualização:

Como o tópico é sobre opinião de proprietários, segue mais um relato sobre uma 0 km.

Ontem fui emplacar a moto no Detran meio ansioso, porque eu tava LUTANDO contra a embreagem. Era aquele receio de parar e ter que machucar cada vez mais a embreagem. Seguindo a dica do pessoal aqui, eu acelerava e colocava no neutro, mas nem isso ajudou quando parado.

Moto emplacada, aproveitei que era próximo da CC e passei lá para regular o cabo de embreagem. O cara que me vendeu a moto foi MEGA solícito para o ajuste, mas o outro ficou falando que era assim mesmo, eu me acostumava, etc...

Resolvi confiar, mais por insegurança pessoal de que eu não tava dando conta mesmo. Mas...

... 200 metros depois o velocímetro morreu!! Ficou ali cravado no zero. Aproveitei que ainda tava próximo da CC ( :lol: ) e voltei lá (nessa volta, o velocímetro marcou 140, mesmo eu estando a 70). Dessa vez o meu vendedor me encaminhou pro gerente, que me mandou direto pra oficina e o reparou foi feito na hora.

O sensor do velocímetro que alimenta a ECU tava quebrado e a embreagem tava muito curta. Foi papo de uma hora para ela estar tinindo, tudo na garantia, e muito boa de pilotar. Claro que tenho que abrir bem mais a embreagem para sair, mas prefiro assim e poder engatar um neutro ou trocar de marcha sem ter que ser um bruto.

Para os cariocas, a CC é a Kajin, aparentemente a única da cidade do rio de janeiro (parece que as outras trocaram de marca). O vendedor gente fina se chama Danilo, novato na loja, e parece que a minha moto foi a primeira venda dele.

Dado os sustos, agora a moto está aquilo que eu esperava/ sonhava hehe
Mas só tive 180 km, muito chão pela frente ainda!
Nômade Aprendiz
Mensagens: 70
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Companheiros de duas rodas,

Eu acompanho esse fórum sem postar tem um tempo. Como muitos outros, escolhi a mirage 250 como minha primeira moto, convencido por bons relatos, pelo bom motor, pela beleza, conforto e (sem piada) também pela parte dos problemas - já que estava determinado a aprender o que fosse necessário pra me tornar auto-suficiente, pelo menos no que se refere à manutenção dessa e de outras motos. Tenho tempo livre agora e to disposto a abrir a bendita pra fuçar mesmo. Passei um bom tempo estudando e juntando opiniões antes de escolher qual moto adquirir, namorando motos usadas à venda e já pensando em como deixá-la única.

Me inspira o interesse de vocês com cada caso particular e eu planejava me apresentar antes de ter algum problema, pq isso é bem mais camarada de se fazer, mas quis deixar a moto do meu jeito antes e já chegar dizendo "e aí galera, paga um pau pra minha miraginha, que firma". Acho que eu li tanto dos posts que é como se eu já conhecesse bem alguns de vcs e suas motos. Bom, não deu: o problema chegou junto comigo hahaha, mas já falo disso.

Apesar de estar inclinado a pegar uma carburada, no final optei por uma mirage 2011, que marcava 3040km e aparentava estar zero, numa concessionária não longe de casa, pneus, correia, tudo novinho. Houve um pouco de enrolação com os documentos. Isso me deixou com o pé atrás. Antes da aquisição, como ainda não tinha carta, levei um amigo para testar a moto e ele descobriu que o velocímetro não funcionava. Não liguei os pontos com o funcionamento do odômetro e da quilometragem, e, ansioso pelas férias, adquiri uma moto que não se sabe quanto rodou com a promessa do conserto do velocímetro.

A moto em si é ótima. Anda bem, é estável e bonita. Me diverti muito com ela nas minhas férias. Chamei ela de Perséfone por mais de um motivo, mas só vou batizá-la assim quando estiver do jeito que eu quero. Não demorou muito depois de nos conhecermos para eu levantar sua saia e começar a me acostumar com o que havia lá de baixo. Quantos fios! Tentei esperar o sensor (não, não é o cabo) do velocímetro para mexer na parte elétrica dela inteira duma vez, mas como a concessionária só me enrolava, acabei mandando a moto no mecânico para trocar o retificador de lugar e instalar um interruptor de lanterna para partidas menos eletrizantes. Antes disso, havia instalado comandos avançados, o cavalete e um mata cachorro. O retificador ainda é o original e tá no chassi, na frente do cilindro dianteiro e debaixo de uma braçadeira do mata.

Até aí, mais ou menos semana passada, só amores entre nós. Já estava considerando parte da personalidade dela o mal-funcionamento do velocímetro e a incapacidade de saber quanto ela já tinha rodado por esse mundo e quanto ela bebe. De vez em quando, numa curva mal planejada e feita com muita inclinação os pedais raspam no chão. Assusta um pouco mas já me acostumei. Andar sem eles é fora de questão, já que to na casa dos 1,90. Ontem, no entanto, depois de um rolê cheio de curvas e uma tarde de sol daquelas dignas de filme, quando começava a descer a serra de volta, ela começou a me mostrar uma outra face, digamos menos estável. O pneu de trás parece frouxo, e a moto oscila bastante, principalmente andando devagar, mesmo com o motor desligado. Mas pra isso eu vou procurar postar no tópico certo. Se você tem um palpite, por favor!
Miau
Moderador
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pneus gastos ou vazios? coxins do amortecedor ruins? amortecedor pedindo ajuste mais duro? o comportamento é esse.. parece que ta pilotando em cima da manteiga
Nômade Aprendiz
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Os pneus estão novos e calibrados na pressão do manual.

Sempre usei a regulagem 1 no amortecedor. E o problema apareceu de meia hora pra outra.

Não conferi os coxins. Vo dar uma olhada no manual se é fácil chegar até eles.

Passei no mecânico a pé pra pedir a opinião dele e foi a de que pode ser a caixa de rolamentos precisando de ajuste ou rolamentos novos. Vou deixá-la lá amanhã e posto o que houve.
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