rsrsrsrssrsrsr...
Benevides, imagina todo mundo se atrapalhando e os carros indo embora? rsrsrsrsrs
Motos x Rodovias x Pedágios
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Jovi
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Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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Jovi
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Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias – ABCR
http://www.abcr.org.br/
A Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias – ABCR - representa o setor de concessão de rodovias que é formado por 36 empresas privadas em operação em sete estados do País: Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Essas concessionárias operam 9,85 mil quilômetros de rodovias (incluindo os trechos de ofertas), o que corresponde a 6,1% da malha rodoviária nacional pavimentada. O percentual parece pequeno, mas os trechos concedidos concentram o fluxo de veículos das grandes regiões produtoras, com grande movimentação de veículos leves e pesados.
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A Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias – ABCR - representa o setor de concessão de rodovias que é formado por 36 empresas privadas em operação em sete estados do País: Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Essas concessionárias operam 9,85 mil quilômetros de rodovias (incluindo os trechos de ofertas), o que corresponde a 6,1% da malha rodoviária nacional pavimentada. O percentual parece pequeno, mas os trechos concedidos concentram o fluxo de veículos das grandes regiões produtoras, com grande movimentação de veículos leves e pesados.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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Jovi
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Mais informações:ANTT autoriza reajuste no pedágio da Free Way
A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT – autorizou nesta terça-feira (24/10/2007), o reajuste da tarifa de pedágio da Free Way (BR-290/RS entre Osório e Porto Alegre), administrada pela concessionária Concepa.
A variação será de 3,64% fazendo com que a atual tarifa, para veículos de passeio, passe de R$ 5,50 para R$ 5,70, a partir da zero hora do próximo dia 26 (quinta-feira).
A Resolução nº 1689/06 que autoriza a referida variação tarifária deverá ser publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (25/10/2007).
http://www.antt.gov.br/noticias/mostra_ ... sp?id=1871
Porém ainda no final de Dezembro autorizado mais aumentos na região...porém sem motos dessa vez...
22/12/2006
ANTT autoriza reajuste do pedágio do Pólo Rodoviário de Pelotas / RS
A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT – autorizou a alteração da tarifa de pedágio do Pólo Rodoviário de Pelotas (BRs-116, 392 e 293) , no Rio Grande do Sul, administrado pela concessionária Ecosul. A tarifa para automóveis passará dos atuais R$ 5,30 para R$ 5,90, a partir da zero hora do dia 1º de janeiro de 2007. A Resolução nº 1774/06 da ANTT que autoriza o reajuste será publicada no Diário Oficial da União do dia 26/12/2006.
O novo valor (R$ 5,90) é resultado do reajuste e da revisão da tarifa básica de pedágio, acrescido de 8% decorrente do Termo Aditivo firmado entre o Ministério dos Transportes e a Ecosul em 07 de julho de 2000.
Vale lembrar que o valor do pedágio varia de acordo com a categoria/tipo de veículo. Para os postos de pedágio nas praças de Retiro, Cristal e Pavão, da Rodovia BR-116/RS, Trecho Camaquã - Pelotas - Jaguarão e nas praças Capão Seco e Glória, da Rodovia BR-392/RS, Trecho Rio Grande – Pelotas - Santana da Boa Vista.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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chega a dar uma tristeza ler isso... 
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Jovi
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Acidentes em rodovias devem acontecer aos montes....
Agora a NovaDutra deve estar com a sua acessoria de imprensa a todo vapor atrás de noticiar acidentes de motos...
Afinal de contas mesmo contra todas as estatísticas o assunto esta na pauta!
Agora a NovaDutra deve estar com a sua acessoria de imprensa a todo vapor atrás de noticiar acidentes de motos...
Afinal de contas mesmo contra todas as estatísticas o assunto esta na pauta!
Acidente causa morte de motoqueiro e provoca lentidão na Dutra em SP
FELIPE MODENESE
Colaboração para Folha Online
Um acidente ocorrido por volta das 7h45 desta terça-feira causou a morte de um motoqueiro e provocou lentidão na pista sentido Rio-São Paulo da via Dutra, em São Paulo.
Josué Mendes Moraes, 37, perdeu o controle da moto, bateu na lateral da pista expressa e caiu na altura do km 227 da rodovia. Sua moto atingiu um caminhão que trafegava pelo local. Segundo a Polícia Civil, o motoqueiro morreu em conseqüência da queda --não foi atropelado.
A pista ficou parcialmente interditada até as 8h, aproximadamente. O tráfego, no entanto, foi normalizado por volta das 9h40.
De acordo com a concessionária NovaDutra, o congestionamento chegou a 3 km na pista expressa da rodovia devido ao acidente.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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rafaeladvogado
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Sim, tá na moda crucificar motociclistas... 
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Jovi
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SP lança edital para privatizar 1.600 quilômetros de rodovias
CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo
O governo de São Paulo lança, na semana que vem, edital para concessão de 1.611 quilômetros de estradas à iniciativa privada. Para a exploração de cinco corredores rodoviários, as concessionárias deverão pagar R$ 2 bilhões ao Estado.
Pelo modelo original --segundo o qual venceria aquele que oferecesse maior volume de dinheiro pela concessão--, o governo previa arrecadar R$ 7 bilhões em outorgas. Mas, após o sucesso do modelo federal, baseado no menor preço de pedágio, o governo de São Paulo optou por uma fórmula mista.
Segundo o modelo misto, o consórcio interessado tem de cumprir dois requisitos: pagar o preço exigido pela concessão e apresentar a menor tarifa de pedágio. O Estado fixará um teto para os pedágios.
Serão cinco lotes: Ayrton Senna/Carvalho pint*, Dom Pedro 1º, Raposo Tavares (trecho que não é hoje concedido), Marechal Rondon Leste e Marechal Rondon Oeste.
Ontem, em reunião com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o governador José Serra sugeriu que a instituição financie os consórcios vitoriosos, garantindo recursos para outorga mínima.
Na viagem a Washington (EUA), Serra negociou financiamentos que somam pelo menos R$ 6,2 bilhões.
Para a Sabesp, por exemplo, estão em negociação US$ 850 milhões (R$ 1,5 bilhão), sendo US$ 600 milhões para a despoluição do rio Tietê. Outros US$ 100 milhões seriam destinados à reestruturação da dívida da empresa, enquanto US$ 150 milhões seriam aplicados em investimentos. Segundo Serra, dos dez itens da pauta com o BID, esse é o mais avançado.
Essa operação prevê a participação de bancos privados.
Na viagem, Serra discutiu ainda um empréstimo de R$ 1 bilhão para a recuperação de 5.000 km de estradas vicinais.
Outros R$ 2,5 bilhões serão concedidos para obras da Linha 5 do Metrô, na zona sul de São Paulo. A negociação inclui a participação do BID no Expresso ABC --a cargo da CPTM-- com R$ 1 bilhão.
Entre as operações de crédito, estão US$ 150 milhões (R$ 265,5 milhões) para reequipamento dos hospitais que integram a rede do SUS (Sistema Único de Saúde), incluindo os filantrópicos e universitários.
O governador de São Paulo também propôs a participação do BID no complexo de pesquisa do álcool. Outra proposta foi a concessão de empréstimo para a iniciativa privada com o objetivo de viabilizar a construção do alcoolduto Goiás-São Paulo.
Serra também pediu aprovação de financiamento para o trecho Sul do Ferroanel. Segundo o governador, o próprio BID se mostrou disposto a financiar um projeto de navegabilidade do rio Tietê.
Potencial candidato à Presidência, Serra faz questão de frisar que os projetos não se restringem ao mandato. Mas beneficiariam futuros governos.
"Estou fazendo o essencial: organizar os investimentos para São Paulo, não só do setor público mas também para a iniciativa privada", afirmou Serra, na noite de ontem, antes de embarcar para o Brasil.
Leia mais
CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo
O governo de São Paulo lança, na semana que vem, edital para concessão de 1.611 quilômetros de estradas à iniciativa privada. Para a exploração de cinco corredores rodoviários, as concessionárias deverão pagar R$ 2 bilhões ao Estado.
Pelo modelo original --segundo o qual venceria aquele que oferecesse maior volume de dinheiro pela concessão--, o governo previa arrecadar R$ 7 bilhões em outorgas. Mas, após o sucesso do modelo federal, baseado no menor preço de pedágio, o governo de São Paulo optou por uma fórmula mista.
Segundo o modelo misto, o consórcio interessado tem de cumprir dois requisitos: pagar o preço exigido pela concessão e apresentar a menor tarifa de pedágio. O Estado fixará um teto para os pedágios.
Serão cinco lotes: Ayrton Senna/Carvalho pint*, Dom Pedro 1º, Raposo Tavares (trecho que não é hoje concedido), Marechal Rondon Leste e Marechal Rondon Oeste.
Ontem, em reunião com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o governador José Serra sugeriu que a instituição financie os consórcios vitoriosos, garantindo recursos para outorga mínima.
Na viagem a Washington (EUA), Serra negociou financiamentos que somam pelo menos R$ 6,2 bilhões.
Para a Sabesp, por exemplo, estão em negociação US$ 850 milhões (R$ 1,5 bilhão), sendo US$ 600 milhões para a despoluição do rio Tietê. Outros US$ 100 milhões seriam destinados à reestruturação da dívida da empresa, enquanto US$ 150 milhões seriam aplicados em investimentos. Segundo Serra, dos dez itens da pauta com o BID, esse é o mais avançado.
Essa operação prevê a participação de bancos privados.
Na viagem, Serra discutiu ainda um empréstimo de R$ 1 bilhão para a recuperação de 5.000 km de estradas vicinais.
Outros R$ 2,5 bilhões serão concedidos para obras da Linha 5 do Metrô, na zona sul de São Paulo. A negociação inclui a participação do BID no Expresso ABC --a cargo da CPTM-- com R$ 1 bilhão.
Entre as operações de crédito, estão US$ 150 milhões (R$ 265,5 milhões) para reequipamento dos hospitais que integram a rede do SUS (Sistema Único de Saúde), incluindo os filantrópicos e universitários.
O governador de São Paulo também propôs a participação do BID no complexo de pesquisa do álcool. Outra proposta foi a concessão de empréstimo para a iniciativa privada com o objetivo de viabilizar a construção do alcoolduto Goiás-São Paulo.
Serra também pediu aprovação de financiamento para o trecho Sul do Ferroanel. Segundo o governador, o próprio BID se mostrou disposto a financiar um projeto de navegabilidade do rio Tietê.
Potencial candidato à Presidência, Serra faz questão de frisar que os projetos não se restringem ao mandato. Mas beneficiariam futuros governos.
"Estou fazendo o essencial: organizar os investimentos para São Paulo, não só do setor público mas também para a iniciativa privada", afirmou Serra, na noite de ontem, antes de embarcar para o Brasil.
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Ação
O pessoal de MG esta tentando se mexer, fica aí a indicação para todos ajudarem a divulgar:

(para ampliar a imagem, basta clicar)
Colaboração do amigo Ugo, do Mutucas do Asfalto - MG
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Wellington Rodrigues
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rafaeladvogado
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wellrod escreveu:IPVA - Imposto para Político Viajar e se Alimentar...
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deve ser isso mesmo, pois nas estradas não vejo nenhum dinheiro aplicado... exceto naquelas que além do ipva o motorista é assaltado pelas concessionárias de pedágios...

