Promotor mata motoqueiro próximo ao parque Ibirapuera
Fonte: Folha Online
O promotor de Justiça Pedro Bacarat Guimarães Pereira, 42, matou a tiros um motoqueiro na noite de sábado (5), na avenida República do Líbano com a praça Doutor Francisco Cintra Godinho, zona sul de São Paulo. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o promotor teria alegado se tratar de um assalto.
Em depoimento ao Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), o promotor afirmou que estava parado no semáforo, aproximadamente às 22h30, quando foi abordado pelo motoqueiro, que anunciou o assalto. O motoqueiro --identificado como Firmino Barbosa, 30-- teria pedido o relógio e levado a mão à cintura. Em reação, o promotor atirou e abandonou o local com medo de ser atingido por ele ou por um possível comparsa.
O promotor entrou em contato com a polícia e se apresentou ao Deic durante a madrugada. Duas testemunhas que moram na região confirmaram a versão de Pereira.
De acordo com a SSP, foram encontrados cinco relógios e alguns documentos com o motoqueiro, que foi atendido pela polícia e levado ao Hospital São Paulo, onde morreu. A polícia apreendeu os relógios, a moto de Barbosa e a pistola do promotor.
A polícia não confirmou quantos disparos foram efetuados e não informou se o motoqueiro estava armado.
O caso já foi encaminhado ao Ministério Público, que será responsável pelo inquérito.
Promotor mata motoqueiro
Moderadores: Moderadores, Colaboradores, Administradores
-
Jovi
- Administrador
- Mensagens: 6372
- Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
- Localização: São Paulo
- Contato:
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
-
Jovi
- Administrador
- Mensagens: 6372
- Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
- Localização: São Paulo
- Contato:
Procuradoria vai apurar morte de motoqueiro por promotor
da Folha Online
A Procuradoria Geral de Justiça informou neste domingo que vai apurar as circunstâncias da morte de Firmino Barbosa, 30, baleado pelo promotor de Justiça Pedro Baracat Guimarães Pereira, 42. Em nota, o procurador-geral de Justiça Rodrigo César Rebello Pinho informou que, por se tratar de um promotor, a apuração é prevista em lei.
O promotor atirou contra Barbosa, que estava de moto na avenida República do Líbano com a praça Doutor Francisco Cintra Godinho, zona sul de São Paulo. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o promotor teria alegado se tratar de um assalto.
Em depoimento ao Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), o promotor afirmou que estava parado no semáforo, aproximadamente às 22h30, quando foi abordado pelo motoqueiro, que anunciou o assalto. O motoqueiro teria pedido o relógio e levado a mão à cintura. Em reação, o promotor atirou e abandonou o local com medo de ser atingido por ele ou por um possível comparsa.
O promotor entrou em contato com a polícia e se apresentou ao Deic durante a madrugada. Duas testemunhas que moram na região confirmaram a versão de Pereira.
De acordo com a SSP, foram encontrados cinco relógios e alguns documentos com o motoqueiro, que foi atendido pela polícia e levado ao Hospital São Paulo, onde morreu. A polícia apreendeu os relógios, a moto de Barbosa e a pistola do promotor.
A polícia não confirmou quantos disparos foram efetuados e não informou se o motoqueiro estava armado.
da Folha Online
A Procuradoria Geral de Justiça informou neste domingo que vai apurar as circunstâncias da morte de Firmino Barbosa, 30, baleado pelo promotor de Justiça Pedro Baracat Guimarães Pereira, 42. Em nota, o procurador-geral de Justiça Rodrigo César Rebello Pinho informou que, por se tratar de um promotor, a apuração é prevista em lei.
O promotor atirou contra Barbosa, que estava de moto na avenida República do Líbano com a praça Doutor Francisco Cintra Godinho, zona sul de São Paulo. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o promotor teria alegado se tratar de um assalto.
Em depoimento ao Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), o promotor afirmou que estava parado no semáforo, aproximadamente às 22h30, quando foi abordado pelo motoqueiro, que anunciou o assalto. O motoqueiro teria pedido o relógio e levado a mão à cintura. Em reação, o promotor atirou e abandonou o local com medo de ser atingido por ele ou por um possível comparsa.
O promotor entrou em contato com a polícia e se apresentou ao Deic durante a madrugada. Duas testemunhas que moram na região confirmaram a versão de Pereira.
De acordo com a SSP, foram encontrados cinco relógios e alguns documentos com o motoqueiro, que foi atendido pela polícia e levado ao Hospital São Paulo, onde morreu. A polícia apreendeu os relógios, a moto de Barbosa e a pistola do promotor.
A polícia não confirmou quantos disparos foram efetuados e não informou se o motoqueiro estava armado.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
-
rafaeladvogado
- Desvirtuador
- Mensagens: 4044
- Registrado em: 23 Ago 2007, 09:33
- Localização: Montenegro
- Contato:
Se realmente o motoqueiro era assaltante...
Parabéns ao Promotor... espero que mate mais assaltantes até o fim do ano...
Sou totalmente favorável a pena de morte para inúmeros crimes... e sou favorável a meter bala em assaltante...
abração
ps: o fato de o ladrão estar de moto não o torna um motociclista... acho que nem motoqueiro deveria ser considerado... apenas um "marginal de moto" e felizmente morreu...
Parabéns ao Promotor... espero que mate mais assaltantes até o fim do ano...
Sou totalmente favorável a pena de morte para inúmeros crimes... e sou favorável a meter bala em assaltante...
abração
ps: o fato de o ladrão estar de moto não o torna um motociclista... acho que nem motoqueiro deveria ser considerado... apenas um "marginal de moto" e felizmente morreu...
-
Jovi
- Administrador
- Mensagens: 6372
- Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
- Localização: São Paulo
- Contato:
Vi na TV hoje pela manhã que foram 10 tirosjoviman escreveu: A polícia não confirmou quantos disparos foram efetuados e não informou se o motoqueiro estava armado.
A família do morto insiste que ele não era ladrão e acusa de que a polícia plantou os relógios para proteger o promotor... já que o cara não estava armado...
Ele era MotoBoy e a moto era emprestada do cunhado... uma Fazer 250 que ainda segundo o promotor a placa estava encoberta com plástico...
Bom, não quero entrar no mérito de quem tem razão mas segundo a reconstituição e essas matérias o cara parou ao lado da janela do carro, então pergunto como o Promotor viu que a placa estava encoberta com plástico???
Além disso se ele saiu rapidamente do local para evitar uma possível reação do motoqueiro ou comparsas como que ele poderia ter olhado melhor a moto e etc?
De qualquer forma além das testemunhas que a polícia averigou no local ainda as pessoas que reconheceram os relógios na delegacia disseram ter reconhecido a moto também, apesar de ser uma Fazer toda original.... pode ser qualquer uma...
Mas concordo com o Rafa em relação à bandido...
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
-
rafaeladvogado
- Desvirtuador
- Mensagens: 4044
- Registrado em: 23 Ago 2007, 09:33
- Localização: Montenegro
- Contato:
por isso que eu ressaltei no meu comentário... se ele realmente era assaltante...rafaeladvogado escreveu:Se realmente o motoqueiro era assaltante...
Assim como acho que promotor que mata a esposa também merece pena de morte... (isso ocorreu alguns anos atrás)...
abraço
-
Jovi
- Administrador
- Mensagens: 6372
- Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
- Localização: São Paulo
- Contato:
Promotores Grossi e Schoedl aguardam julgamento
Este é o terceiro nome do MP paulista envolvido no noticiário policial nos últimos tempos. Há, porém, diferença entre os casos. As informações dão conta que Baracat teria reagido a um assalto. Duas testemunhas, segundo a Secretaria de Segurança Pública, confirmaram seu depoimento.
No caso de Baracat, o fato de estar armado pode ser justificado por atuar em áreas delicadas de apuração do MP, como a apuração do crime organizado e eventual participação de policiais do estado.
Em outubro do ano passado, o promotor Wagner Juarez Grossi, de 42 anos, foi indiciado por triplo homicídio culposo (sem intenção de matar), qualificado por embriaguez (http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/10/19/298971809.asp), depois de ter atropelado e matado o casal Alessandro Silva dos Santos, Alessandra Alves e o filho deles Adriel Rian Alves, de 7 anos. O crime aconteceu em 7 de outubro, em Araçatuba, a 519 km de São Paulo.
Grossi havia saído de um churrasco num rancho da região e dirigia à velocidade acima do permitido no local quando perdeu a direção e atingiu na faixa oposta a família, que estava numa moto. Sete testemunhas disseram que ele estava bêbado. Uma delas informou que ele desceu do carro segurando uma lata de cerveja e, no veículo, uma caixa de cervejas geladas foi encontrada. Ele se recusou a colher sangue para fazer exame de dosagem alcoólica.
O promotor foi afastado do cargo, mas continua a receber seu salário normalmente. Se condenado, Grossi fica sujeito a uma pena mínima de 3 anos, um mês e dez dias de prisão. A pena máxima é de nove anos. O promotor, no entanto, só corre risco de perder o cargo se a pena for superior a 4 anos. Nesse caso, ficará sujeito a julgamento do órgão especial do Ministério Público, o mesmo que manteve no cargo o promotor Thales Ferri Schoedl, acusado de homicídio e tentativa de homicídio em Bertioga, no litoral de São Paulo.
Schoedl atirou e matou Diego Mendes Modanez num luau em 2004 na Riviera de São Lourenço. Outro jovem, Felipe Siqueira Cunha de Souza, foi baleado e continua até hoje com o projétil alojado no corpo.
O promotor alega que atirou em legítima defesa e que as duas vítimas tinham dirigido gracejos à namorada dele. Os tiros teriam ainda sido reação à chacota dos jovens, que não acreditaram que a arma era de verdade e que ele teria coragem de atirar. A defesa de Schoedl argumenta que ele atirou em legítima defesa (
)porque é baixinho, estava sozinho e os rapazes tinham ameaçado agredi-lo.
A mãe de Schoedl chegou a dar entrevistas acusando o procurador geral de "perseguir" seu filho (http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/09/04/297585490.asp) por tentar impedir que ele seja tornado vitalício no cargo.
O promotor ainda estava em fase probatória no Ministério Público. Ou seja, ainda não havia sido efetivado. Mesmo assim, briga nas diversas instâncias do MP para ganhar a vitaliciedade no cargo antes que seja julgado. Se for efetivado promotor antes do julgamento, ele tem direito a foro privilegiado e será julgado diretamente pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Se não se tornar vitalício e perder o cargo, será julgado pela Justiça comum, sem qualquer privilégio em relação aos demais cidadãos.
Fonte: O Globo
Este é o terceiro nome do MP paulista envolvido no noticiário policial nos últimos tempos. Há, porém, diferença entre os casos. As informações dão conta que Baracat teria reagido a um assalto. Duas testemunhas, segundo a Secretaria de Segurança Pública, confirmaram seu depoimento.
No caso de Baracat, o fato de estar armado pode ser justificado por atuar em áreas delicadas de apuração do MP, como a apuração do crime organizado e eventual participação de policiais do estado.
Em outubro do ano passado, o promotor Wagner Juarez Grossi, de 42 anos, foi indiciado por triplo homicídio culposo (sem intenção de matar), qualificado por embriaguez (http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/10/19/298971809.asp), depois de ter atropelado e matado o casal Alessandro Silva dos Santos, Alessandra Alves e o filho deles Adriel Rian Alves, de 7 anos. O crime aconteceu em 7 de outubro, em Araçatuba, a 519 km de São Paulo.
Grossi havia saído de um churrasco num rancho da região e dirigia à velocidade acima do permitido no local quando perdeu a direção e atingiu na faixa oposta a família, que estava numa moto. Sete testemunhas disseram que ele estava bêbado. Uma delas informou que ele desceu do carro segurando uma lata de cerveja e, no veículo, uma caixa de cervejas geladas foi encontrada. Ele se recusou a colher sangue para fazer exame de dosagem alcoólica.
O promotor foi afastado do cargo, mas continua a receber seu salário normalmente. Se condenado, Grossi fica sujeito a uma pena mínima de 3 anos, um mês e dez dias de prisão. A pena máxima é de nove anos. O promotor, no entanto, só corre risco de perder o cargo se a pena for superior a 4 anos. Nesse caso, ficará sujeito a julgamento do órgão especial do Ministério Público, o mesmo que manteve no cargo o promotor Thales Ferri Schoedl, acusado de homicídio e tentativa de homicídio em Bertioga, no litoral de São Paulo.
Schoedl atirou e matou Diego Mendes Modanez num luau em 2004 na Riviera de São Lourenço. Outro jovem, Felipe Siqueira Cunha de Souza, foi baleado e continua até hoje com o projétil alojado no corpo.
O promotor alega que atirou em legítima defesa e que as duas vítimas tinham dirigido gracejos à namorada dele. Os tiros teriam ainda sido reação à chacota dos jovens, que não acreditaram que a arma era de verdade e que ele teria coragem de atirar. A defesa de Schoedl argumenta que ele atirou em legítima defesa (
A mãe de Schoedl chegou a dar entrevistas acusando o procurador geral de "perseguir" seu filho (http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/09/04/297585490.asp) por tentar impedir que ele seja tornado vitalício no cargo.
O promotor ainda estava em fase probatória no Ministério Público. Ou seja, ainda não havia sido efetivado. Mesmo assim, briga nas diversas instâncias do MP para ganhar a vitaliciedade no cargo antes que seja julgado. Se for efetivado promotor antes do julgamento, ele tem direito a foro privilegiado e será julgado diretamente pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Se não se tornar vitalício e perder o cargo, será julgado pela Justiça comum, sem qualquer privilégio em relação aos demais cidadãos.
Fonte: O Globo
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
-
rafaeladvogado
- Desvirtuador
- Mensagens: 4044
- Registrado em: 23 Ago 2007, 09:33
- Localização: Montenegro
- Contato:
Se fosse um Delegado de Polícia que tivesse feito isso já estaria crucificado... porém como foi o parquet... aí a coisa, algumas vezes, fica mais light...joviman escreveu: ...
O promotor alega que atirou em legítima defesa e que as duas vítimas tinham dirigido gracejos à namorada dele. ...
sobre LEGÍTIMA DEFESA de chacotas... heheheehee é a melhor PIADA que escuto nos últimos tempos... a atitude dele só prova que é um ser mentalmente despreparado tanto para ser promotor quanto para portar armas... Um elemento destes que sai atirando por ouvir chacotas não pode permanecer no Ministério Público tem que ir pra cadeia que é o lugar de assassinos covardões como ele foi...
Legitima defesa... que piada... infelizmente não duvido mais nada no Brasil... talvez ele ganhe uma medalha por ser baixinho armado e ter atirado contra dois rapazes indefezos... provavelmente além de tudo isso ainda é corno...
abraço

