Kasinski: Fábrica, Concessionárias & Pós Vendas

Motos: Kasinski Mirage 250, Kasinski Mirage 650, Kasinski Cruiser, etc.

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Franero
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cros escreveu:Tente encontrar peças ou atendimento para motos da ronda, yamaha, suzuki ou kawasaki que já sairam de linha!
Oi cross não sei se para o meu caso as peças que preciso seriam compatíveis com esse fabricantes.

Fui derrubado da moto por um carro, com isso danificou escapamento, para-lama dianteiro, bolha, retrovisor, capa do velocímetro e até mesmo o display painel esta apresentando problemas.

Abraços
Miau
Moderador
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Cara.. faz um acordo com a seguradora..

veja qto vc gasta de peças importando.. soma 60% incluindo frete e soma a mao de obra..

entao pede mais uns 3 conto e pronto.
cros
Moderador
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Franero escreveu:
cros escreveu:Tente encontrar peças ou atendimento para motos da ronda, yamaha, suzuki ou kawasaki que já sairam de linha!
Oi cross não sei se para o meu caso as peças que preciso seriam compatíveis com esse fabricantes.

Abraços
O que eu quis dizer que a culpa nem é da "Kasisnki" ou "Hyonsung" mas desse pais que está falindo e onde só tem especulador, exploradores, criminosos, uma justiça porca., etc

A ronda caba de descontinuar a Shadow 750, assim como fez em 2006 com a Shadow 600 (entres outros vários modelos que todos já conhecem) com isso para a produção de peças (que mesmo para os modelos em linha já é critico) e o consumidor que se vire pra conseguir manter seu véiculo em dia, isso só ajuda a fomentar o comercio de peças roubadas.
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Franero
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Miau escreveu:Cara.. faz um acordo com a seguradora..

veja qto vc gasta de peças importando.. soma 60% incluindo frete e soma a mao de obra..

entao pede mais uns 3 conto e pronto.

Então Miau, o gerente da mecânica indicada pela seguradora me disse, de modo informal, que o analista iria me procurar com uma proposta desse tipo, estou tentando buscar esses valores para negociar.

Valeu a dica.
Miau
Moderador
Mensagens: 2375
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Acha tudo pela internet no richards e sites similares
cros
Moderador
Mensagens: 10262
Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
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Vou mover esse dialogo para o forum de consórcios pois não tem mais razão de ser aqui nesse forum ok.
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agpcardoso
Mensagens: 619
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Contato:

Engraçado, no site da zongshen ainda consta o Brasil como uma das 8 bases de produção de motos

http://www.zongshen.cc/en/career/01.aspx
1ª Hunter 90cc 2006
2ª Mirage 250cc 2012
3ª Midnight XVS 950cc 2014
RenanSP
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Localização: São Paulo

Notícia veiculada no "O globo":

http://oglobo.globo.com/economia/kasins ... o-11640035


Kasinski busca o caminho da salvação

RIO - Era 1999 e o empresário Abraham Kasinsky (com “Y”), ex-dono da fábrica de amortecedores Cofap, fundou a marca de motos Kasinski (com “I”) . A montadora tinha a sul-coreana Hyosung como única fornecedora e chegou a conquistar o terceiro lugar em vendas no Brasil, atrás apenas de Honda e Yamaha.

Corta para 2009. Kasinsky vende a Kasinski para o empresário Claudio Rosa (vindo da falida Sundown), que compra a marca em socidade com a chinesa Zongshen. Há grandes planos e várias novidades são mostradas no Salão Duas Rodas de São Paulo, em 2011.

Depois disso, porém, tudo deu errado. O crédito — fundamental para a venda de motos no Brasil — minguou, a marca encolheu, concessionários fecharam, ações se acumularam e consumidores reclamaram.

Desde setembro passado, a fábrica de Manaus não informa mais os números das operações à Abraciclo (entidade que reúne os fabricantes brasileiros de motos). As três linhas de montagem foram desativadas. E agora?

Procuramos a empresa para saber o que acontece e o que vai acontecer com a Kasinski. Segundo a direção da companhia, há uma reestruturação em curso. Na teoria, faz sentido e pode dar certo. Mas, no mundo real, a marca poderá fechar as portas.

A Zongshen saiu da sociedade. A empresa ficará apenas com o atual presidente, Claudio Rosa, e um novo sócio e investidor (mantido em sigilo), que está finalizando a compra da parte da Zongshen e terá cerca de 80% das ações (o resto continua com Claudio Rosa). A Zongshen seguirá apenas como fornecedora, ao lado da Hyosung.

Pelos planos, haverá uma “fábrica” em Manaus, com duas linhas de montagem. A antiga podia fazer 110 mil motos por ano. A nova linha de montagem é para menos da metade disso, e a previsão é de que comece a operar em três meses.

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Fontes ligadas à marca dizem que a Kasinski ainda tem cerca de 4 mil motos em estoque. Esse volume seguraria as vendas por uns quatro meses. Já o projeto da linha que montaria scooters elétricos em Sapucaia, no Estado do Rio, subiu no telhado — o espaço vem sendo usado como depósito.

Claudio Rosa tenta mostrar otimismo e afirma ser possível operar com um faturamento de R$ 120 milhões por ano. Mas, ao ser questionado sobre o eventual fim da marca, mantém os pés no chão:

— Temos um plano bem traçado, um investidor sério e os fornecedores. Acho que podemos evitar o fim — afirma.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/kasins ... z3SZQJeqzz
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
"I wish not the doctrine of ignoble ease, but the doctrine of the strenuous life."
leandro.felipe
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RenanSP escreveu:Notícia veiculada no "O globo":

http://oglobo.globo.com/economia/kasins ... o-11640035


Kasinski busca o caminho da salvação

RIO - Era 1999 e o empresário Abraham Kasinsky (com “Y”), ex-dono da fábrica de amortecedores Cofap, fundou a marca de motos Kasinski (com “I”) . A montadora tinha a sul-coreana Hyosung como única fornecedora e chegou a conquistar o terceiro lugar em vendas no Brasil, atrás apenas de Honda e Yamaha.

Corta para 2009. Kasinsky vende a Kasinski para o empresário Claudio Rosa (vindo da falida Sundown), que compra a marca em socidade com a chinesa Zongshen. Há grandes planos e várias novidades são mostradas no Salão Duas Rodas de São Paulo, em 2011.

Depois disso, porém, tudo deu errado. O crédito — fundamental para a venda de motos no Brasil — minguou, a marca encolheu, concessionários fecharam, ações se acumularam e consumidores reclamaram.

Desde setembro passado, a fábrica de Manaus não informa mais os números das operações à Abraciclo (entidade que reúne os fabricantes brasileiros de motos). As três linhas de montagem foram desativadas. E agora?

Procuramos a empresa para saber o que acontece e o que vai acontecer com a Kasinski. Segundo a direção da companhia, há uma reestruturação em curso. Na teoria, faz sentido e pode dar certo. Mas, no mundo real, a marca poderá fechar as portas.

A Zongshen saiu da sociedade. A empresa ficará apenas com o atual presidente, Claudio Rosa, e um novo sócio e investidor (mantido em sigilo), que está finalizando a compra da parte da Zongshen e terá cerca de 80% das ações (o resto continua com Claudio Rosa). A Zongshen seguirá apenas como fornecedora, ao lado da Hyosung.

Pelos planos, haverá uma “fábrica” em Manaus, com duas linhas de montagem. A antiga podia fazer 110 mil motos por ano. A nova linha de montagem é para menos da metade disso, e a previsão é de que comece a operar em três meses.

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Fontes ligadas à marca dizem que a Kasinski ainda tem cerca de 4 mil motos em estoque. Esse volume seguraria as vendas por uns quatro meses. Já o projeto da linha que montaria scooters elétricos em Sapucaia, no Estado do Rio, subiu no telhado — o espaço vem sendo usado como depósito.

Claudio Rosa tenta mostrar otimismo e afirma ser possível operar com um faturamento de R$ 120 milhões por ano. Mas, ao ser questionado sobre o eventual fim da marca, mantém os pés no chão:

— Temos um plano bem traçado, um investidor sério e os fornecedores. Acho que podemos evitar o fim — afirma.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/kasins ... z3SZQJeqzz
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Esta matéria é do ano passado.

POR ROBERTO DUTRA
19/02/2014 7:00
RenanSP
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leandro.felipe escreveu:
RenanSP escreveu:Notícia veiculada no "O globo":

http://oglobo.globo.com/economia/kasins ... o-11640035


Kasinski busca o caminho da salvação

RIO - Era 1999 e o empresário Abraham Kasinsky (com “Y”), ex-dono da fábrica de amortecedores Cofap, fundou a marca de motos Kasinski (com “I”) . A montadora tinha a sul-coreana Hyosung como única fornecedora e chegou a conquistar o terceiro lugar em vendas no Brasil, atrás apenas de Honda e Yamaha.

Corta para 2009. Kasinsky vende a Kasinski para o empresário Claudio Rosa (vindo da falida Sundown), que compra a marca em socidade com a chinesa Zongshen. Há grandes planos e várias novidades são mostradas no Salão Duas Rodas de São Paulo, em 2011.

Depois disso, porém, tudo deu errado. O crédito — fundamental para a venda de motos no Brasil — minguou, a marca encolheu, concessionários fecharam, ações se acumularam e consumidores reclamaram.

Desde setembro passado, a fábrica de Manaus não informa mais os números das operações à Abraciclo (entidade que reúne os fabricantes brasileiros de motos). As três linhas de montagem foram desativadas. E agora?

Procuramos a empresa para saber o que acontece e o que vai acontecer com a Kasinski. Segundo a direção da companhia, há uma reestruturação em curso. Na teoria, faz sentido e pode dar certo. Mas, no mundo real, a marca poderá fechar as portas.

A Zongshen saiu da sociedade. A empresa ficará apenas com o atual presidente, Claudio Rosa, e um novo sócio e investidor (mantido em sigilo), que está finalizando a compra da parte da Zongshen e terá cerca de 80% das ações (o resto continua com Claudio Rosa). A Zongshen seguirá apenas como fornecedora, ao lado da Hyosung.

Pelos planos, haverá uma “fábrica” em Manaus, com duas linhas de montagem. A antiga podia fazer 110 mil motos por ano. A nova linha de montagem é para menos da metade disso, e a previsão é de que comece a operar em três meses.

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Fontes ligadas à marca dizem que a Kasinski ainda tem cerca de 4 mil motos em estoque. Esse volume seguraria as vendas por uns quatro meses. Já o projeto da linha que montaria scooters elétricos em Sapucaia, no Estado do Rio, subiu no telhado — o espaço vem sendo usado como depósito.

Claudio Rosa tenta mostrar otimismo e afirma ser possível operar com um faturamento de R$ 120 milhões por ano. Mas, ao ser questionado sobre o eventual fim da marca, mantém os pés no chão:

— Temos um plano bem traçado, um investidor sério e os fornecedores. Acho que podemos evitar o fim — afirma.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/kasins ... z3SZQJeqzz
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Esta matéria é do ano passado.

POR ROBERTO DUTRA
19/02/2014 7:00

NOSSA :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Falha de atenção minha ahahhahahhahah

No site tava como destaque, só vi o 19/02...
"I wish not the doctrine of ignoble ease, but the doctrine of the strenuous life."
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