Papo de economia

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rafaeladvogado
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joviman escreveu:Cros,

Por que a Petrobras não estava aumentando a Gasolina conforme ela estava aumentando lá fora... portanto não vai baixar mesmo...
Se a petrobras não estava aumentando o preço, conforme o preço no exterior...

Porque pago 2.60 por litro de gasolina ??? já que somos "autosuficientes em petróleo", e na venezuela é possível encher o tanque de um carro com R$ 3,00 reais... ??????????

Resposta... a mesma de sempre... é tudo pra F. o povo... daí inventam mil e uma desculpas e explicações vagas do tipo... o mercado fez isso... o mercado está com medo... o Risco Brasil aquilo... etc etc etc e tal... :roll:
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Jovi
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Mundo tem que abandonar obsessão por crescimento, diz revista

'New Scientist' diz que crescimento está matando o planeta Terra.

Em plena crise global, com governos e mercados preocupados com uma possível recessão mundial, a revista especializada britânica New Scientist foi às bancas nesta semana com uma capa na qual defende que a busca por crescimento econômico está matando o planeta e precisa ser revista.

Em uma série de entrevistas e artigos de especialistas em desenvolvimento sustentável, a revista pinta um quadro em que todos os esforços para desenvolver combustíveis limpos, reduzir as emissões de carbono e buscar fontes de energia renováveis podem ser inúteis enquanto nosso sistema econômico continuar em busca de crescimento.

"A Ciência nos diz que se for para levarmos a sério as tentativas de salvar o planeta, temos que remodelar nossa economia", afirma a revista.

Segundo analistas consultados pela publicação, o grande problema na equação do crescimento econômico está no fato de que, enquanto a economia busca um crescimento infinito, os recursos naturais da Terra são limitados.

"Os economistas não perceberam um fato simples que para os cientistas é óbvio: o tamanho da Terra é fixo, nem sua massa nem a extensão da superfície variam. O mesmo vale para a energia, água, terra, ar, minerais e outros recursos presentes no planeta. A Terra já não está conseguindo sustentar a economia existente, muito menos uma que continue crescendo", afirma em um artigo o economista Herman Daly, professor da Universidade de Maryland e ex-consultor do departamento para o meio ambiente do Banco Mundial.

Para Daly, o fato de o nosso sistema econômico ser baseado na busca do crescimento acima de tudo, faz com que o mundo esteja caminhando para um desastre ecológico e também econômico, dadas as limitações dos recursos.

"Para evitar este desastre, precisamos mudar nosso foco do crescimento quantitativo para um qualitativo e impor limites nas taxas de consumo dos recursos naturais da Terra", escreve.

"Nesta economia de estado sólido, os valores das mercadorias ainda podem aumentar, por exemplo, por causa de inovações tecnológicas ou melhor distribuição. Mas o tamanho físico dessa economia deve ser mantido em um nível que o planeta consiga sustentar", conclui Daly, que compara a atual economia a um avião em alta velocidade e a sua proposta a um helicóptero, capaz de voar sem se mover.

Reformar o capitalismo

Mas essas mudanças no sistema não serão fáceis. Em uma entrevista à revista, James Gustav Speth, ex-conselheiro do governo Jimmy Carter (1977-1981) e da ONU, afirma que o movimento ambiental nunca conseguirá vencer dentro do atual sistema capitalista.

"A única solução é reformarmos o capitalismo atual. Os Estados Unidos cresceram entre 3% e 3,5% por um bom tempo. Há algum dividendo deste crescimento sendo colocado em melhores condições sociais? Não. Os Estados Unidos têm que focar em indústrias sustentáveis, necessidades sociais, tecnologias e atendimento médico decente, e não sacrificar isso para fazer a economia crescer. Eu não defendo o socialismo, mas uma alternativa não-socialista para o capitalismo atual", diz.

Ele também faz críticas ao atual movimento ambientalista.

"A comunidade ambientalista, pelo menos nos Estados Unidos, é muito fraca quando falamos sobre mudança de estilo de vida, consumo e sobre sua relutância em desafiar o crescimento ou o poder das corporações. Nós precisamos de um novo movimento político nos EUA. Cabe aos cidadãos injetarem valores que reflitam as aspirações humanas, e não apenas fazer mais dinheiro.

Obsessão pelo crescimento

A revista também traz um artigo que discute o argumento de que o crescimento econômico é necessário para erradicar a pobreza e que quanto mais ricos ficam alguns, a vida dos mais pobres também melhora. É a chamada Teoria do Gotejamento.

Segundo Andrew Simms, diretor da New Economics Foundation, em Londres, este argumento, além de "não ser sincero", sob qualquer avaliação, é " impossível".

"Durante os anos 1980, para cada US$ 100 adicionados na economia global, cerca de US$ 2,20 eram repassados para aqueles que estavam abaixo da linha de pobreza. Durante a década de 1990, esse valor passou para US$ 0,60. Essa desigualdade significa que para que os pobres se tornem um pouco menos pobres, os ricos tem que ficar muito mais ricos".

Segundo ele, isto pode até parecer justo para alguns, mas não é sustentável.

"A humanidade está indo além da capacidade da biosfera sustentar nossas atividades anuais desde meados dos anos 1980. Em 2008, nós ultrapassamos essa capacidade anual em 23 de setembro, cinco dias antes do ano anterior".

Ele ainda afirma ser impossível que um dia toda a humanidade tenha o padrão de vida dos países desenvolvidos.

"Seriam necessários pelo menos três planetas Terra para sustentar essas necessidades se todos vivessem nos padrões da Grã-Bretanha. Cinco se vivêssemos como os americanos".

Para Simms, a Terra estaria inabitável há muito tempo antes que o crescimento econômico pudesse erradicar a pobreza.

Para que o mundo possa ter uma economia ecologicamente sustentável, segundo Simms, é preciso acabar com o preconceito de alguns em relação aoo conceito de "redistribuição", que, para ele, é o único modo viável de acabar com a pobreza.

"Só foi preciso alguns dias para que os governos da Grã-Bretanha e dos EUA abandonassem décadas de doutrinas econômicas para tentar resgatar o sistema financeiro de um colapso. Por que tem que demorar mais para introduzirem um plano para deter o colapso do planeta trazido por uma conduta irresponsável e ainda mais perigosa chamada obsessão pelo crescimento?".

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Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
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vinibgomes
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joviman escreveu:Mundo tem que abandonar obsessão por crescimento, diz revista

'New Scientist' diz que crescimento está matando o planeta Terra.

Em plena crise global, com governos e mercados preocupados com uma possível recessão mundial, a revista especializada britânica New Scientist foi às bancas nesta semana com uma capa na qual defende que a busca por crescimento econômico está matando o planeta e precisa ser revista.

Em uma série de entrevistas e artigos de especialistas em desenvolvimento sustentável, a revista pinta um quadro em que todos os esforços para desenvolver combustíveis limpos, reduzir as emissões de carbono e buscar fontes de energia renováveis podem ser inúteis enquanto nosso sistema econômico continuar em busca de crescimento.

"A Ciência nos diz que se for para levarmos a sério as tentativas de salvar o planeta, temos que remodelar nossa economia", afirma a revista.

Segundo analistas consultados pela publicação, o grande problema na equação do crescimento econômico está no fato de que, enquanto a economia busca um crescimento infinito, os recursos naturais da Terra são limitados.

"Os economistas não perceberam um fato simples que para os cientistas é óbvio: o tamanho da Terra é fixo, nem sua massa nem a extensão da superfície variam. O mesmo vale para a energia, água, terra, ar, minerais e outros recursos presentes no planeta. A Terra já não está conseguindo sustentar a economia existente, muito menos uma que continue crescendo", afirma em um artigo o economista Herman Daly, professor da Universidade de Maryland e ex-consultor do departamento para o meio ambiente do Banco Mundial.

Para Daly, o fato de o nosso sistema econômico ser baseado na busca do crescimento acima de tudo, faz com que o mundo esteja caminhando para um desastre ecológico e também econômico, dadas as limitações dos recursos.

"Para evitar este desastre, precisamos mudar nosso foco do crescimento quantitativo para um qualitativo e impor limites nas taxas de consumo dos recursos naturais da Terra", escreve.

"Nesta economia de estado sólido, os valores das mercadorias ainda podem aumentar, por exemplo, por causa de inovações tecnológicas ou melhor distribuição. Mas o tamanho físico dessa economia deve ser mantido em um nível que o planeta consiga sustentar", conclui Daly, que compara a atual economia a um avião em alta velocidade e a sua proposta a um helicóptero, capaz de voar sem se mover.

Reformar o capitalismo

Mas essas mudanças no sistema não serão fáceis. Em uma entrevista à revista, James Gustav Speth, ex-conselheiro do governo Jimmy Carter (1977-1981) e da ONU, afirma que o movimento ambiental nunca conseguirá vencer dentro do atual sistema capitalista.

"A única solução é reformarmos o capitalismo atual. Os Estados Unidos cresceram entre 3% e 3,5% por um bom tempo. Há algum dividendo deste crescimento sendo colocado em melhores condições sociais? Não. Os Estados Unidos têm que focar em indústrias sustentáveis, necessidades sociais, tecnologias e atendimento médico decente, e não sacrificar isso para fazer a economia crescer. Eu não defendo o socialismo, mas uma alternativa não-socialista para o capitalismo atual", diz.

Ele também faz críticas ao atual movimento ambientalista.

"A comunidade ambientalista, pelo menos nos Estados Unidos, é muito fraca quando falamos sobre mudança de estilo de vida, consumo e sobre sua relutância em desafiar o crescimento ou o poder das corporações. Nós precisamos de um novo movimento político nos EUA. Cabe aos cidadãos injetarem valores que reflitam as aspirações humanas, e não apenas fazer mais dinheiro.

Obsessão pelo crescimento

A revista também traz um artigo que discute o argumento de que o crescimento econômico é necessário para erradicar a pobreza e que quanto mais ricos ficam alguns, a vida dos mais pobres também melhora. É a chamada Teoria do Gotejamento.

Segundo Andrew Simms, diretor da New Economics Foundation, em Londres, este argumento, além de "não ser sincero", sob qualquer avaliação, é " impossível".

"Durante os anos 1980, para cada US$ 100 adicionados na economia global, cerca de US$ 2,20 eram repassados para aqueles que estavam abaixo da linha de pobreza. Durante a década de 1990, esse valor passou para US$ 0,60. Essa desigualdade significa que para que os pobres se tornem um pouco menos pobres, os ricos tem que ficar muito mais ricos".

Segundo ele, isto pode até parecer justo para alguns, mas não é sustentável.

"A humanidade está indo além da capacidade da biosfera sustentar nossas atividades anuais desde meados dos anos 1980. Em 2008, nós ultrapassamos essa capacidade anual em 23 de setembro, cinco dias antes do ano anterior".

Ele ainda afirma ser impossível que um dia toda a humanidade tenha o padrão de vida dos países desenvolvidos.

"Seriam necessários pelo menos três planetas Terra para sustentar essas necessidades se todos vivessem nos padrões da Grã-Bretanha. Cinco se vivêssemos como os americanos".

Para Simms, a Terra estaria inabitável há muito tempo antes que o crescimento econômico pudesse erradicar a pobreza.

Para que o mundo possa ter uma economia ecologicamente sustentável, segundo Simms, é preciso acabar com o preconceito de alguns em relação aoo conceito de "redistribuição", que, para ele, é o único modo viável de acabar com a pobreza.

"Só foi preciso alguns dias para que os governos da Grã-Bretanha e dos EUA abandonassem décadas de doutrinas econômicas para tentar resgatar o sistema financeiro de um colapso. Por que tem que demorar mais para introduzirem um plano para deter o colapso do planeta trazido por uma conduta irresponsável e ainda mais perigosa chamada obsessão pelo crescimento?".

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Utopia
brunno.ferreira
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joviman escreveu:'New Scientist' diz que crescimento está matando o planeta Terra.
As pessoas insistem em achar que estamos "matando o planeta". Estamos, sim, matando a nós mesmos, seres humanos.

O universo e o planeta Terra estão aí, sempre mudando, seguindo em frente, rumo ao infinito...quem vai sumir somos nós... resultado de nossa própria ganância e ódio...

Como disse Raulzito: "O planeta como um cachorro eu vejo. Se as pulgas incomodam se livra delas num saculejo"...
Brunno
Jovi
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rafaeladvogado escreveu:
joviman escreveu:Cros,

Por que a Petrobras não estava aumentando a Gasolina conforme ela estava aumentando lá fora... portanto não vai baixar mesmo...
Se a petrobras não estava aumentando o preço, conforme o preço no exterior...

Porque pago 2.60 por litro de gasolina ??? já que somos "autosuficientes em petróleo", e na venezuela é possível encher o tanque de um carro com R$ 3,00 reais... ??????????

Resposta... a mesma de sempre... é tudo pra F. o povo... daí inventam mil e uma desculpas e explicações vagas do tipo... o mercado fez isso... o mercado está com medo... o Risco Brasil aquilo... etc etc etc e tal... :roll:
Qual é Rafael, em que país você mora???

Somos quase auto-suficiente em combustíveis, importamos muita coisa ainda, além de gás, combustível fino... por que produzimos quase 100% do que consumimos, mas o que falta, mais os combustíveis de primeira ainda são importados, além disso seu exemplo não foi dos melhores, a Venezuela além de auto-suficiente é exportadora de combustível... e portanto não se compara com o auto-suficiente Brasil...

Outra coisa, por que uma moto zero km vale U$ 2.000 nos demais países da AL e no Brasil a mesma moto vale R$ 10.000,00???

Você já sabe a resposta, alta carga tributária... portanto não adianta comparar o preço da gasolina com a Venezuela comparando a produção como fator para preço... análise equivocada... :idea:
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

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vinibgomes
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Registrado em: 29 Jun 2007, 00:51

Assim o Dolar cai, com certeza, rsrsrs!!

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gildalfer
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A Petrobrás poderia baixar os preços dos combustíveis, mas vocês acham que o governo deixaria de mamar na maior têta do Brasil. Se baixar os preços, são menos impostos, taxas, fundos e o escambau, arrecadados. E isso é inadmissível.
SALVE O MEE.UU. BRAZIL. :oops: :oops: :oops: :oops: :oops:
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
vinibgomes
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Opep corta 1,5 milhão de barris para conter queda do preço do petróleo
Os ministros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decidiram reduzir nesta sexta-feira a produção em 1,5 milhão de barris diários, informou o ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Nuaimi. A produção passará a ser de 27,3 milhões de barris por dia.

O corte entrará em vigor em 1ºde novembro e foi decidido para tentar conter a queda de preços do combustível. Em junho, o barril havia chegado à casa dos US$ 140, e agora está em torno de US$ 63. Apenas no último mês, o preço caiu pela metade, desabando de US$ 120 para a atual casa dos US$ 60.

Os países exportadores quiseram reduzir a oferta para tentar tornar o produto mais raro e, assim, aumentar seu preço. A reunião desta sexta-feira da Opep foi extraordinária e antecipada em três semanas em relação ao seu prazo normal.

Especulação e recessão
O motivo que levou à queda brusca do preço do preço do petróleo nas últimas semanas divide a opinião de especialistas.

Hà quem defenda que havia especulação muito forte, o que causou a alta exagerada do barril para os US$ 140. Outros defendem que a crise financeira global e o medo de recessão já influenciam diretamente o preço da commodity.

A demanda por petróleo é muito sensível ao desempenho da economia. Como houve uma deterioração no quadro de crescimento mundial, com a escassez de crédito e queda da intenção de consumo, algumas indústrias já reduziram seus investimentos e cortaram parte da demanda por petróleo, pressionando os preços para baixo.

(Com informações de EFE e AFP)
vinibgomes
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Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 11h37

Casa Branca: decisão de corte da Opep é 'antimercado'
DANIELLE CHAVES

A Casa Branca chamou de "antimercado" a decisão de hoje da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de cortar a produção de petróleo em 1,5 milhão de barris diários e destacou que os altos preços da matéria-prima (commodity) são um obstáculo para o avanço da economia global.

"Sempre foi nossa opinião que o valor das commodities, incluindo petróleo, deveria ser determinada por mercados abertos e competitivos, e não por esse tipo de decisão antimercado sobre produção", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto.

Hoje, em Viena, a Opep decidiu cortar a produção de petróleo do cartel, com o objetivo de reequilibrar os mercados globais da matéria-prima e na tentativa de frear uma queda ainda maior nos preços do petróleo. O ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali Naimi, afirmou que o corte terá efeito a partir de 1º de novembro, mas alguns países membros do grupo disseram que o efeito será imediato. As informações são da Dow Jones.
Publicado em: 24 de outubro de 2008, 11h37
Alterado em: 24 de outubro de 2008, 11h37
vinibgomes
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Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 12h17

Vendas de casas usadas nos EUA sobem 5,5% em setembro

REGINA CARDEAL

Embora os preços continuem caindo, as vendas de casas usadas nos Estados Unidos subiram mais que o esperado em setembro, marcando o nível mais alto na atividade de vendas em mais de um ano.

No mês passado, as vendas subiram para uma taxa anual de 5,18 milhões, o que representa um aumento de 5,5% sobre o dado de 4,91 milhões de agosto, informou hoje a Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos EUA. Ao mesmo tempo, o preço médio das casas ficou em US$ 191,6 mil em setembro, queda de 9% sobre os US$ 210,5 mil de um ano antes e o menor preço desde abril de 2004. A expectativa era de que as vendas somariam 4,97 milhões (taxa anual) de residências em setembro. As informações são da agência Dow Jones.
Publicado em: 24 de outubro de 2008, 12h17
Alterado em: 24 de outubro de 2008, 12h17
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