Papo de economia

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vinibgomes
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15:19 RODOVIAS: TRIUNFO LEVA AYRTON SENNA/CARVALHO pint*

São Paulo, 29 - A Triunfo Participações (TPI) venceu a disputa pelo sistema Ayrton Senna/Carvalho pint* com uma proposta de R$ 0,048560 por quilômetro (km), o que representa um deságio de 54,99% sobre o teto estipulado pelo governo do Estado de São Paulo, de R$ 0,107910 por km em pista dupla. A companhia será responsável pela administração dos 142 km das rodovias, sem vicinais.

A Triunfo terá de pagar uma outorga de R$ 594 milhões no prazo de 18 meses, sendo 20% no ato da assinatura do contrato. A empresa também será responsável por investir R$ 903 milhões durante os 30 anos da concessão.

Para o sistema Ayrton Senna/Carvalho pint* concorreram seis grupos. A segunda melhor proposta foi da Ecorodovias (R$ 0,058899), seguida por BRVias (R$ 0,077393), Invepar (R$ 0,079734), CCR (R$ 0,095824) e Cibe (R$ 0,096040).

O deságio da proposta da Triunfo em relação à tarifa atual das estradas de São Paulo é de 59,65%.
(Beth Moreira e Wellington Bahnemann)
vinibgomes
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15:23 CCR REDUZ ALTA APÓS PERDER LEILÃO DA AYRTON SENNA/CARVALHO pint*

São Paulo, 29 - As ações da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), que lideraram as altas do Ibovespa durante a maior parte da manhã, recuaram forte após o anúncio de que a Triunfo Participações venceu a concessão referente ao lote das Rodovias Ayrton Senna/Carvalho pint*, único que a CCR disputava no leilão promovido hoje pelo governo do Estado de São Paulo.

Antes do anúncio do resultado do leilão, as ações subiam 12,02% e, logo após o anúncio, desaceleraram para 3,84% de alta e entraram em leilão. As ações da Triunfo Participações caíam 8% com apenas sete negócios. A empresa venceu a disputa pelo sistema Ayrton Senna/Carvalho pint* com uma proposta de R$ 0,048560 por quilômetro (km), o que representa um deságio de 54,99% sobre o teto estipulado pelo governo do Estado, de R$0,107910 por km em pista dupla. A companhia será responsável pela administração dos 142 km das rodovias, sem vicinais.
(Lucia Kassai)
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RODOVIAS: CIBE VENCE MARECHAL RONDON LESTE COM DESÁGIO DE 13,09%

São Paulo, 29 - O consórcio Brasinfra (Cibe, portuguesa Ascendi e construtora Leão Leão) venceu a disputa pelo trecho leste da Rodovia Marechal Rondon com uma proposta de R$ 0,093774 por km, um deságio de 13,09% sobre o teto estipulado pelo governo do Estado, de R$ 0,107910 por km em pista dupla. O grupo será responsável pela administração dos 415 km da rodovia, além de 201,8 km de vicinais. A empresa terá de pagar uma outorga de R$ 517 milhões no prazo de 18 meses, sendo 20% no ato da assinatura do contrato. O Brasinfra também será responsável por investir R$ 1,612 bilhão durante os 30 anos da concessão.

Para o trecho leste da Marechal Rondon concorreram apenas dois grupos. A proposta da concorrente, a BR Vias, foi de R$ 0,104371.

O deságio da proposta do Brasinfra em relação à tarifa atual das estradas de São Paulo é de 22,08%.
(Beth Moreira e Wellington Bahnemann)
Jovi
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ITAÚ e UNIBANCO criarão maior banco do Hemisfério Sul

ALBERTO ALERIGI JR. - REUTERS

SÃO PAULO - O Itaú e o Unibanco anunciaram nesta segunda-feira a união de suas operações criando o maior grupo financeiro privado do Hemisfério Sul.

A operação prevê que acionistas do Unibanco Holdings e do Unibanco migrarão para uma nova instituição chamada Itaú Unibanco Holding, que ultrapassará o Bradesco, atual maior banco privado do país em ativos.

A relação de troca prevista é de 1,7391 units do Unibanco para cada ação da nova instituição. Os bancos não informaram para quando prevêem a conclusão da operação, que estava sendo negociada há 15 meses.

Após a operação, a Itaúsa, holding do banco Itaú, deterá 66 por cento da IU Participações, empresa que terá o controle do Itaú Unibanco Holding. O restante será detido pelos controladores do Unibanco.

A nova instituição, segundo Unibanco e Itaú, será uma das 20 maiores do mundo e a maior do Brasil, com ativos totais de 575,1 bilhões de reais, dos quais 396,6 bilhões de reais do Itaú, de acordo com dados do final do terceiro trimestre do ano. O Bradesco tem ativos de 422,7 bilhões de reais.

A operação deve ser vista como mais um passo no movimento de consolidação do setor tanto em nível mundial como no Brasil, na avaliação de Luiz Miguel Santacreu, analista de instituições financeiras da agência de classificação Austin Rating.

"A compra do ABN pelo Santander e as negociações do Banco do Brasil para adquirir a Nossa Caixa podem ter funcionado como catalizador", disse Santacreu.

Após o anúncio, os papéis dos dois bancos dispararam no início dos negócios na Bovespa. Itaú saltava 15,5 por cento e Unibanco avançava 14 por cento.

COMPETIÇÃO GLOBAL

O patrimônio líquido do Itaú Unibanco Holding será de 51,7 bilhões de reais e a instituição combinada terá 265 bilhões de reais sob sua administração.

O novo banco nasce com 4.800 agências e postos de atendimento, o que representa cerca de 18 por cento da rede bancária do país, e 14,5 milhões de clientes de conta corrente, também 18 por cento do mercado. A instituição, em volume de crédito, representará 19 por cento do sistema bancário brasileiro; e em total de depósitos, fundos e carteiras administradas atingirá 21 por cento.

As operações de private bank do banco combinado serão as maiores da América Latina, segundo as instituições, com aproximadamente 90 bilhões de reais em ativos sob administração.

Segundo o comunicado, a nova instituição terá "plena capacidade de competir com os maiores bancos no mercado global".

Os bancos marcaram para final de novembro e início de dezembro assembléias para aprovação das incorporações.

O conselho de administração do Itaú Unibanco Holding terá 14 membros, dos quais seis serão indicados pela Itaúsa e pela família Moreira Salles. Os oito membros restantes serão independentes. O conselho será presidido por Pedro Moreira Salles, do Unibanco, e o presidente-executivo do grupo será Roberto Egydio Setubal, do Itaú.

"Com essa associação, o Itaú e o Unibanco reafirmam sua confiança no futuro do Brasil, neste momento de importantes desafios no ambiente econômico e no mercado financeiro mundial", disseram os bancos no comunicado

O Unibanco tem mais de 80 anos de história, tendo sua origem ligada a uma das mais importantes lojas de comércio de Poços de Caldas (MG) na época, fundada por João Moreira Salles.

(Por Alberto Alerigi Jr.; edição de Alexandre Caverni)
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

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joviman escreveu:ITAÚ e UNIBANCO criarão maior banco do Hemisfério Sul
ITAÚ UNIBANCO DEVE MANTER TODOS OS CONTRATOS COM O CLIENTE

São Paulo, 03 - O Itaú e o Unibanco precisam respeitar todos os contratos firmados com seus clientes, com a fusão dos bancos anunciada hoje. "Pacotes de serviços, empréstimos, financiamentos, juros acertados e investimentos, tudo deve ser mantido conforme acertado nos contratos com o consumidor", afirmou a coordenadora institucional da associação de consumidores Pro Teste, Maria Inês Dolci. O negócio, costurado em sigilo nos últimos 15 meses, dará origem ao maior grupo financeiro privado do Hemisfério Sul e um dos 20 maiores do mundo.

"Todos os produtos e serviços prestados atualmente pelos dois bancos têm de continuar a ser oferecidos, o que significa a manutenção de contrato", reforçou o diretor de atendimento do Procon de São Paulo, Evandro Zuliani.
Segundo comunicado divulgado pelos dois bancos, "neste momento" nada muda operacionalmente para os clientes do Itaú e do Unibanco. "Todos continuarão a utilizar normalmente os diferentes canais de atendimento, cheques, cartões e demais produtos e serviços."

Uma eventual redução dos canais de atendimento ou alterações no acesso a serviços por parte dos bancos
caracterizaria "descumprimento de oferta" ou "alteração contratual", "o que não pode haver", afirmou Zuliani. "O Código de Defesa do Consumidor proíbe a alteração unilateral das condições contratuais."

Maria Inês lembrou que os dois bancos devem comunicar a união imediatamente aos clientes e, conforme forem acertados, outros detalhes também precisam ser repassados. "Será necessário informar o consumidor, por exemplo, se as mesmas agências serão mantidas", afirmou. A antecedência para a comunicação precisa ser de no mínimo 30 dias, segundo a coordenadora da Pro Teste.

A coordenadora do Pro Teste destacou a necessidade de os clientes procurarem acompanhar eventuais novidades que possam ser divulgadas nas próximas semanas. "A experiência em outros setores mostra que mudanças vêm após fusões", disse. "Alguns serviços são adaptados ou descaracterizados. Por isso, o cliente deve verificar se vale a pena continuar com o banco ou procurar outro." Ela cita o exemplo das empresas de telefonia ou TV por assinatura. "Pacotes de serviços antigos foram descaracterizados e outros próprios acabaram sendo formatados."

A coordenadora da Pro Teste alertou que não é hora de tomar atitudes precipitadas, sob pena de o cliente acabar registrando prejuízos para si. A migração imediata para outro banco pode implicar em rescisões de contratos que estabeleçam multas. O primeiro momento, portanto, é de compasso de espera. "Cabe ao banco montar uma equipe própria para realizar o atendimento aos consumidores."

Para Zuliani, do Procon, a união poderá ser positiva. "Isso considerando as duas instituições estão demonstrando uma certa identidade no trato com consumidor, o que poderia influenciar positivamente o restante do mercado." Ele explicou que há cerca de um ano o Itaú e o Unibanco estão procurando se aproximar do Procon, numa tentativa de rever seus posicionamentos relativos ao cumprimento dos direitos do consumidor.
(Mariana Segala)
cros
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E eu que tava pensando em fechar minha conta no Itau e passar pro Unibanco....

Crise, que crise??!!
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Jovi
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O Brasil conhece mal a China

O empresário brasileiro desconhece a China, disse o embaixador do Brasil em Pequim, Clodoaldo Hugueney, numa entrevista publicada ontem no Estado. O mercado chinês absorveu exportações brasileiras no valor de US$ 13,71 bilhões entre janeiro e setembro, deixando-nos atrás somente dos Estados Unidos e quase empatados com a vizinha Argentina. O empresariado nacional deveria saber mais do que sabe sobre um parceiro comercial tão importante, mas o desconhecimento desse mercado pelos exportadores brasileiros não é a única deficiência preocupante apontada na entrevista. Afinal, se os chineses compram tanto do Brasil, isso se deve principalmente ao esforço do setor privado. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez muito barulho acerca da aproximação entre os dois países, com muita retórica sobre aliança estratégica, mas não foi muito além disso. Não chegou sequer a montar uma representação diplomática à altura da relevância atual e das perspectivas do comércio e da cooperação econômica entre os dois países.

O embaixador procurou ressaltar a importância atribuída pelo governo brasileiro à parceria com a China, mas a situação por ele descrita mostra uma enorme distância entre o palavrório da cooperação bilateral e a ação efetiva.

"A embaixada sou eu, o ministro-conselheiro e quatro diplomatas", disse o embaixador à correspondente do Estado, Cláudia Trevisan. A esse grupinho acrescenta-se um contingente de menos de 40 funcionários. A representação diplomática do Canadá tem quatro ou cinco representações comerciais fora da capital e está abrindo mais meia dúzia.

Na embaixada brasileira, um diplomata e dois funcionários chineses cuidam da parte comercial, segundo o embaixador. A situação, disse ele, deve melhorar com a abertura de um escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A Apex e um pequeno grupo de empresários brasileiros já vêm trabalhando há alguns anos para intensificar a cooperação bilateral e o conhecimento mútuo dos dois mercados, mas é possível fazer muito mais. Um envolvimento mais amplo do Itamaraty poderia ser muito útil.

Os brasileiros, segundo Hugueney, vêem na China apenas uma grande economia importadora de produtos básicos. Mas a maior parte das importações chinesas, salienta ele, é de manufaturados - mas não do Brasil e, sim, da Ásia, da Europa e dos Estados Unidos. O embaixador não mencionou o detalhe, mas as vendas brasileiras de produtos elaborados e semi-elaborados para o mercado chinês têm resultado essencialmente de esforços privados. É claro que deve mesmo caber ao setor empresarial a maior parte do trabalho de expansão do comércio, mas, ainda assim, a participação do setor público pode ser muito útil. E uma das tarefas mais importantes que cabe ao governo é a divulgação do País e de seu potencial econômico e tecnológico. Nisso o governo brasileiro tem falhado flagrantemente.

O Brasil moderno e competitivo ainda é desconhecido da maior parte das pessoas, nos principais mercados. "A nossa imagem está muito associada a samba e futebol", disse o embaixador Hugueney na entrevista. Isso é verdade, e não apenas na China. Mas o próprio Itamaraty pouco tem feito para apresentar ao mundo o Brasil moderno e industrializado. É verdade que nenhum chefe de governo do mundo passa tanto tempo no exterior quanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, infelizmente, ele gasta a maior parte de sua retórica, nas viagens, falando sobre miséria e sobre como os pobres devem aliar-se para mudar a geografia econômica. Quando não fala disso, fala de etanol, como se o Brasil só tivesse tecnologia para produzir biocombustíveis.

Em 2009 o primeiro-ministro Wen Jiabao virá ao Brasil, durante viagem à América Latina. Em 2004, os presidentes Lula e Hu Jintao trocaram visitas. Nesses contatos, as maiores vantagens ficaram para os chineses. Nenhuma nova oportunidade comercial foi aberta aos brasileiros, mas Pequim conseguiu de Brasília a promessa de reconhecer seu país como economia de mercado. O empresariado, apesar de tudo, tem mostrado capacidade prática. As falhas têm sido principalmente do governo.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

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VALOR DE MERCADO BANCOS

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rgallas
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Do geito que o valor dos bancos caíram em vez de oferecer um CDB ou fundo de ações vão indicar pra gente comprar um banco, ou pelo menos uma agenciazinha. hehehehee
Roque Gallas Jr.
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DEMISSÕES NOS EUA ATINGEM MAIOR NÍVEL DESDE 2004

Nova York, 05 - Os cortes de emprego nas empresas dos Estados Unidos aumentaram 19% em outubro e atingiram o maior nível desde janeiro de 2004, de acordo com o relatório da empresa de consultoria em colocação Challenger, Gray & Christmas. Segundo o relatório, os empregadores anunciaram planos de eliminar 112.884 postos de trabalho no mês passado, ante 95.094 em setembro. Em relação a outubro do ano passado, os cortes aumentaram 79%.

As empresas de serviços financeiros e o setor automotivo lideraram os cortes, com 17.949 e 15.692,
respectivamente. Em 2008, as duas indústrias combinadas são responsáveis por mais de 239,7 mil demissões. As informações são da Dow Jones.
(Nathália Ferreira)
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