Putz é verdade!! !!
O cromados das antigas eram os melhores então. Tem um cara aqui perto que tem uma CG ovo 1978 (30 anos) e muitos cromados ainda são originais (descarga, setas, aro do farol, tampa do tanque, paralamas e retrovisores). e nenhum amarelou, azulou , desbotou, brochou ou qualquer verbo que desabone.
E antigamente so rolava o bom e velho KAOL e a flanela amarelinha.
Em Belo Horizonte na decada de 40 (1940) tinha um prato tipico em um cafe (palhares) que se chamava Kaol. Kaldo, Arroz,Ovo, Linguiça. rsss mas isso ja tem 60 anos. quase minha idade.
Então é isso : Cromado de boa qualidade, Kaol e flanela. Não tem erro !!
Kansas 150: Problemas com cromados
Moderadores: Moderadores, Administradores, Colaboradores Dafra
Qualquer peça metálica cromada pode ser decapada e novamente cromada. Existem cromagens e cromagens, desde as mais baratas e vagabundas até as mais caras e melhores. As melhores cromeadoras chegam a cobrar cerca de 3 vezes mais caro que uma cromagem comum.SpyWally escreveu:hum...
Show, disso nem imaginava.
Então melhor não passar óleo, e tipo, quando comado se deteriorar completamente, é possível cromar a peça novamente, se é viável e fácil de se encontrar gente competente que faça isso?¿
Abraços,
" A smooth sea never made a skilled mariner "
Waitaminute...
Não vejo como cera de carnaúba possa enfraquecer o cromo.
Realmente as coisas começam a enferrujar quando o cromo vai embora, denunciando muitas vezes uma camada fina demais por parte do fabricante.
E o que faz a camada fina de cromo ir embora? Entre outras coisas, a exposição ao ambiente. Se minimizarmos essa exposição (com uma bela camada de cera, por exemplo) o cromo vai demorar mais a ir embora.
Outro grande problema que acontece com peças cromadas são microfissuras da camada protetora. Existem dois tipos de cromo usado em revestimento. O cromo convencional e o cromo catalisado. O Cromo convencional tem mais tendência a formar microfissuras profundas, enquanto o cromo catalisado, apesar de formar um número maior de microfissuras, não as apresenta profundas e isso melhora sua durabilidade.
Um outro tipo de microfissuras aparece com o tempo, principalmente se as peças são submetidas as esforços (por exemplo, a dilatação do cano de descarga pela temperatura).
As microfissuras não são visíveis a olho nú, mas a umidade e o oxigênio passam por elas e entram em contato com o aço. Daí é ferrugem na certa. Mais uma vez, uma boa camada de cera pode minimizar a ação das microfissuras, impedindo o oxigênio e a umidade de penetrar por elas e chegar até o aço.
Não sei dizer qual tipo de cromo é usado pela Dafra.
P.S.
Tenha em mente que cada vez que você passa qualquer agente abrasivo no cromo (kaol, brasso, bombril) você estará retirando parte do cromo e isso vai acelerar o seu fim.
Não vejo como cera de carnaúba possa enfraquecer o cromo.
Realmente as coisas começam a enferrujar quando o cromo vai embora, denunciando muitas vezes uma camada fina demais por parte do fabricante.
E o que faz a camada fina de cromo ir embora? Entre outras coisas, a exposição ao ambiente. Se minimizarmos essa exposição (com uma bela camada de cera, por exemplo) o cromo vai demorar mais a ir embora.
Outro grande problema que acontece com peças cromadas são microfissuras da camada protetora. Existem dois tipos de cromo usado em revestimento. O cromo convencional e o cromo catalisado. O Cromo convencional tem mais tendência a formar microfissuras profundas, enquanto o cromo catalisado, apesar de formar um número maior de microfissuras, não as apresenta profundas e isso melhora sua durabilidade.
Um outro tipo de microfissuras aparece com o tempo, principalmente se as peças são submetidas as esforços (por exemplo, a dilatação do cano de descarga pela temperatura).
As microfissuras não são visíveis a olho nú, mas a umidade e o oxigênio passam por elas e entram em contato com o aço. Daí é ferrugem na certa. Mais uma vez, uma boa camada de cera pode minimizar a ação das microfissuras, impedindo o oxigênio e a umidade de penetrar por elas e chegar até o aço.
Não sei dizer qual tipo de cromo é usado pela Dafra.
P.S.
Tenha em mente que cada vez que você passa qualquer agente abrasivo no cromo (kaol, brasso, bombril) você estará retirando parte do cromo e isso vai acelerar o seu fim.
Ae Kamerad:
Desculpe mas discordo!
A cromagem é uma forma de oxidação controlada, ela não necessita nenhum produto adicional para proporcionar a proteção e o brilho ao metal. O polidor, por ser abrasivo, remove a camada deteriorada do cromo, eliminando as micro fissuras.
Desculpe mas discordo!
A cromagem é uma forma de oxidação controlada, ela não necessita nenhum produto adicional para proporcionar a proteção e o brilho ao metal. O polidor, por ser abrasivo, remove a camada deteriorada do cromo, eliminando as micro fissuras.
" A smooth sea never made a skilled mariner "
Precisar não precisa... se estivermos falando de uma cromagem de qualidade com pelo menos 0,05...
Mas no caso da cromagem da Dafra... reality check. Toda ajuda é necessária
E uma coisa é o cromado ficar fosco. Aí ok é caso de polimento (e acredite, uma flanela seca faz milagres). Outra coisa é aparecer ferrugem. Aí já era. Só mandando pra refazer mesmo. Passar um abrasivo em uma peça cromada onde está aparecendo ferrugem vai ficar bunitim hoje, mas deixa passar um dia ou dois que a ferrugem volta maior ainda.
Com isso voltamos às peças da Dafra. Cromadinho sem vergonha de 0,01. O sujeito vai e fica passando brasso (ou kaol, bombril, pasta de dente). No terceiro polimento já não tem mais cromo nenhum.
Mas no caso da cromagem da Dafra... reality check. Toda ajuda é necessária
E uma coisa é o cromado ficar fosco. Aí ok é caso de polimento (e acredite, uma flanela seca faz milagres). Outra coisa é aparecer ferrugem. Aí já era. Só mandando pra refazer mesmo. Passar um abrasivo em uma peça cromada onde está aparecendo ferrugem vai ficar bunitim hoje, mas deixa passar um dia ou dois que a ferrugem volta maior ainda.
Com isso voltamos às peças da Dafra. Cromadinho sem vergonha de 0,01. O sujeito vai e fica passando brasso (ou kaol, bombril, pasta de dente). No terceiro polimento já não tem mais cromo nenhum.
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Jon on the road
- Mensagens: 5
- Registrado em: 15 Out 2008, 22:18
Tenho uma Kansas a 1 mês e já apareceu vários pontos de ferrugem...conversei com o setor de garantia e eles falaram q na primeira revisão irão trocar todas as peças enferrugadas...tive alguns problemas com a motos mas todas foram sanadas na concessionária, lembrando sempre que eu já entro fazendo um maior escândalo, assim eles resolvem !
Galera,
o jovi pode me condenar mas tenho q fazer somente um comentário sobre esse problema do cromo.
Realmente a qualidade do cromo nacional é de baixíssima qualidade. As galvânias em geral utilizam no máximo 1 banho de proteção, ao qual deveriam usar no mínimo 3 banhos para uma melhor fixação e durabilidade do cromo.
Temos recebido várias reclamações de clientes com cromos de diversas marcas e para tanto, desde 2006, a Roncar adquiriu uma galvânia nova para melhora na qualidade dos cromos feitos pela indústria.
Hoje, graças a essa inovação, nosso cromo tem a espessura de 24 microns, ou seja, nosso cromo é superior em 3x ao melhor cromo feito no Brasil que é de 7 microns em média.
Visite: http://www.youtube.com/user/roncarescapamentos
e conheça o vídeo de apresentação da galvânia onde vcs podem entender melhor esse processo.
OBs: o Jovi viu esse vídeo no stand do salão.
o jovi pode me condenar mas tenho q fazer somente um comentário sobre esse problema do cromo.
Realmente a qualidade do cromo nacional é de baixíssima qualidade. As galvânias em geral utilizam no máximo 1 banho de proteção, ao qual deveriam usar no mínimo 3 banhos para uma melhor fixação e durabilidade do cromo.
Temos recebido várias reclamações de clientes com cromos de diversas marcas e para tanto, desde 2006, a Roncar adquiriu uma galvânia nova para melhora na qualidade dos cromos feitos pela indústria.
Hoje, graças a essa inovação, nosso cromo tem a espessura de 24 microns, ou seja, nosso cromo é superior em 3x ao melhor cromo feito no Brasil que é de 7 microns em média.
Visite: http://www.youtube.com/user/roncarescapamentos
e conheça o vídeo de apresentação da galvânia onde vcs podem entender melhor esse processo.
OBs: o Jovi viu esse vídeo no stand do salão.
O que acontece com a maioria das cromagens é que não estão usando o procedimento padrão que consiste em "banhar" a peça com cobre, cromo, cobre e níquel, respectivamente. E o que ocorre com essas cromagens é que as empresas, por economia, banham somente com cobre e cromo, o que ocasiona uma má proteção ao equipamento. Um exemplo claro é você notar, na Intruder 125, os cromados dos parachoques, bagageiro, pedais em comparação com o guidom, haste dos espelhos, piscas e bengalas dos amortecedores. É a noite para o dia. Outro exemplo: Eu tive uma Turuna 82 e veraneava com ela. Meu filho, na época, aprendeu a andar nela. Fazia cross, andava à beira-mar e a lavava de vez em quando. E vendi a moto como a comprei. Sem nenhuma oxidação nos cromados. E hoje o objetivo principal é o lucro. A qualidade fica em segundo plano. 
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
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Aquila Cunha
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Caros,
O que usar nos cromados?
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Jovi
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Na seção oficinas ou customização tem um tópico sobre isso...Aquila Cunha escreveu:Caros,
O que usar nos cromados?
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
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