Bem vindo ao mundo marqueteiro, é assim que fazem com qualquer produto, seja TV seja automovel, ou tu nunca viu nos anuncios de carros, preço tal, para chassi numero tal.Mickimba escreveu: Ou isso é um p*ta lance de marketing, ou é um erro de impressão, ou só pode ser uma piada... Um comercial destes em uma revista de circulação nacional para um estoque de 2 unidades por modelo?
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Kasinski: Marketing, Mercado & Preços
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Bah, mas podiam pelo menos por 20 unidades... rsrsrsrs... DUAS? rsrsrsrs
"Errar é humano, culpar os outros é estratégia."
Duas pra cada modelo é punk....É pegadinha do Mallandro..rsrsMickimba escreveu: Aí bem no final da segunda página, em letras MINÚSCULAS, aquelas que você nunca lê... Tá escrito assim: Válido até final de estoque, 2 unidades de cada modelo.
Paulo Moura
Deve ser anuncio de uma concessionaria expecifica, partindo do ponto que e mirage zero vende em media +- 45 unidades mes no brasil, 2 unidade por revenda...fica em um bom numero...achoMickimba escreveu:Bah, mas podiam pelo menos por 20 unidades... rsrsrsrs... DUAS? rsrsrsrs
Se a moto é Koreana, gostaria de saber de que forma ela chega aqui.
Pois nas revendas elas chegam numa engrado sem a roda dianteria e uma que outra peça, que o mecanico monta na loja.
Será que é montada em manaus??? Será que não vem semi montada da Korea???
É quase que venda e montagem artesanal pra ser apenas +/- 50 unidades/mes pra todo pais....
Pois nas revendas elas chegam numa engrado sem a roda dianteria e uma que outra peça, que o mecanico monta na loja.
Será que é montada em manaus??? Será que não vem semi montada da Korea???
É quase que venda e montagem artesanal pra ser apenas +/- 50 unidades/mes pra todo pais....

Elas vem um pouco mai desmontadas, algumas partes são adicionadas, são semi reguladas, em seguida reencaixotadas para viagem até as concessionárias.
Para er isenção de imposto precisa ter uma % de montagem.
Para er isenção de imposto precisa ter uma % de montagem.
- renatobpcunha
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Voltando ao assunto do preço/marketing da Kasinski, talvez a estratégia deles seja vender "exclusividade", com um produto mais caro e com um pouco mais de qualidade (potência, etc...) Simploriamente, as empresas normalmente ganham vendendo grandes quantidade com um lucro menor por unidade , ou pouca quantidade com o lucro por unidade grande. Me parece que para Kasinski é mais interessante vender pouco com lucro unitário alto.
SENHORES A GRANDE VERDADE E QUE COM O COMEÇO DA CRISE A FABRICA PAROU NAUM DEU NENHUM PASSO NEM PRA FRENTE NEM PRA TRAZ , ETBM OUVI RUMORES QUE PERCA DE FUNCIONARIUS DE ALTO ESCALAO!!!! O BOM É QUE PARECE QUE VAI HAVER UM AQUECIMENTO NAS VENDAS NOVAMENTE POIS CONHEÇO REVENDEDORES QUE JA ESTAO FATURANDO A LINHA 09/09 A TODO VAPOR ,PRINCIPALMENTE AS COMET SPORT/GTR E MIRAGENS , SE QUE ELES ACORDARAM E VAO PARAR DE FABRICAR AS MOTOS PEQUENAS E VAO DAR UMA ATENÇÃO A MAIS PRO GRANDE POTENCIAL DE VENDAS QUE SAO SUAS 250 PRA CIMA E QUANTO A MIRAGE 650 LOGO MAIS A NOVIDADES !!!!!

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Jovi
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Abraham Kasinski
Aos 82 anos, Abraham Kasinski esbanja a disposição de um iniciante no meio empresarial. Passa 12 horas por dia no escritório em São Paulo e, nos fins de semana, respira trabalho. Liga para a casa dos funcionários e chama os assessores para o batente. Depois de fundar e presidir durante quatro décadas a Cofap, maior indústria de autopeças brasileira, ele vendeu suas ações da empresa em 1997. Com US$ 25 milhões no bolso, bem que tentou curtir a aposentadoria. "Lia três jornais por dia. No final da tarde, estava lendo até obituário e classificados sexuais, disse ele a ISTOÉ. Como dar fim ao tédio? Comprou uma fábrica na zona franca de Manaus, passou a produzir motocicletas e emprestou o sobrenome para dar credibilidade aos veículos de duas rodas.
Nascido a 11 de julho de 1917, na capital paulista, Kasinski é o caçula de quatro filhos de um casal de imigrantes russos. Criado na loja de autopeças do pai - que ele garante ter sido a primeira do Brasil -, o empresário "aumentou" a idade em dois anos para poder cursar a faculdade de Economia. "A carteirinha também servia para ver filme proibido para menores." Em 1951, ele pressentiu que a empresa estava com os dias contados se continuasse dependendo de produtos importados. Convenceu um dos irmãos - o pai já falecera - a investir numa fábrica e com ele criou a Cofap. "Ninguém queria comprar peça nacional. Corri o Brasil, cidade por cidade, para catequizar os mecânicos", lembra. No início dos anos 90, a Cofap chegou a empregar 18 mil trabalhadores e exportar para 97 paí-ses, com faturamento anual de US$ 1 bilhão.
Briga de família
Nem a recente abertura econômica afetou os balanços positivos da empresa. Para o industrial - que mantém um parque ecológico e uma fundação com escola e centro de pesquisa -, o problema eram as desavenças com os dois filhos e os sobrinhos pela sucessão na presidência. Um dia, cansou das brigas e vendeu sua participação de 11% nas ações. Casado pela segunda vez, só agora começa a se reaproximar da família. O empresário octogenário não planeja sossegar tão cedo. "Quando o 'patrão' me chamar eu espero estar sentado atrás da mesa de trabalho. Mas não vou aceitar um convite Dele tão facilmente", diz este jovem senhor que, até dez anos atrás, fumava três maços de cigarro por dia e hoje não suporta cheiro de tabaco.
Aos 82 anos, Abraham Kasinski esbanja a disposição de um iniciante no meio empresarial. Passa 12 horas por dia no escritório em São Paulo e, nos fins de semana, respira trabalho. Liga para a casa dos funcionários e chama os assessores para o batente. Depois de fundar e presidir durante quatro décadas a Cofap, maior indústria de autopeças brasileira, ele vendeu suas ações da empresa em 1997. Com US$ 25 milhões no bolso, bem que tentou curtir a aposentadoria. "Lia três jornais por dia. No final da tarde, estava lendo até obituário e classificados sexuais, disse ele a ISTOÉ. Como dar fim ao tédio? Comprou uma fábrica na zona franca de Manaus, passou a produzir motocicletas e emprestou o sobrenome para dar credibilidade aos veículos de duas rodas.
Nascido a 11 de julho de 1917, na capital paulista, Kasinski é o caçula de quatro filhos de um casal de imigrantes russos. Criado na loja de autopeças do pai - que ele garante ter sido a primeira do Brasil -, o empresário "aumentou" a idade em dois anos para poder cursar a faculdade de Economia. "A carteirinha também servia para ver filme proibido para menores." Em 1951, ele pressentiu que a empresa estava com os dias contados se continuasse dependendo de produtos importados. Convenceu um dos irmãos - o pai já falecera - a investir numa fábrica e com ele criou a Cofap. "Ninguém queria comprar peça nacional. Corri o Brasil, cidade por cidade, para catequizar os mecânicos", lembra. No início dos anos 90, a Cofap chegou a empregar 18 mil trabalhadores e exportar para 97 paí-ses, com faturamento anual de US$ 1 bilhão.
Briga de família
Nem a recente abertura econômica afetou os balanços positivos da empresa. Para o industrial - que mantém um parque ecológico e uma fundação com escola e centro de pesquisa -, o problema eram as desavenças com os dois filhos e os sobrinhos pela sucessão na presidência. Um dia, cansou das brigas e vendeu sua participação de 11% nas ações. Casado pela segunda vez, só agora começa a se reaproximar da família. O empresário octogenário não planeja sossegar tão cedo. "Quando o 'patrão' me chamar eu espero estar sentado atrás da mesa de trabalho. Mas não vou aceitar um convite Dele tão facilmente", diz este jovem senhor que, até dez anos atrás, fumava três maços de cigarro por dia e hoje não suporta cheiro de tabaco.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
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coyotebeatts
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- Registrado em: 16 Abr 2009, 20:55
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Paul0 Pint0 - Guaratinguetá/SP.
- aguardando a Horizon, com um olho na GR250T3!!!
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