Mirage 250: Sensor do pézinho de descanso
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hamicardoso
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Sim, concordo com voçe no que refere ao projeto do Engenheiro do crea e tal, mas o que fazer se voçe sabe que é só tirar o tal dispositivo que voçe não vai ter mais problemas, a não ser que vc se descuide e saia com o pezinho baixo, mas acho eu que devemos ter o máximo de cuidado ao pilotar e nos manter atento a qualquer detalhe, é de considerar que o dispositivo traz um conforto a mais, mas fazer o que se ele traz transtornos também.
Não acredito que algum genio ligado ao CREA tenha pensado nisso, tem mais a ver com tecnologia embarcada vinda de fora, como lá fora qualquer dispositivo sempre tem como visão segurança e conforto...jirschik escreveu: Se teve um engenheiro que planejou o dispositivo, é porque ele é necessário, pois seu certificado está à prova (CREA). Outra prova que é necessário é o fato deste dispositivo existir em muitos modelos.
Enquanto aqui é opcional, (vide limpador de vido traseiro, aquecimento, desembaçador, etc) tem carro lá fora que isso é item de fabrica.
Quanto ao sensor, misso surgiu recentemente nas motos, por muitos anos nunca teve isso nem mesmo outras parnafelias eletronicas que só causam dor de cabeça na hor da manutenção. É quase automático quando se sobre numa moto puxar o pézinho, ou debriar pra ligar a moto. Mas vai de acada um, se esse dispositivo se tornar um transtorno e caro, capo fora.

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jirschik
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Perfeito: Concordo contigo, pois se o produto não tem boa qualidade, então é quase como se não existisse para solucionar um problema, ou existe para criar mais um!jbrigagao escreveu:Não discuto a necessidade do sensor, mas a qualidade do utilizado na Mirage é muito ruim, defeitos são comuns neste sensor e pode causar um acidente dependendo do momento em que ele falhar.
Vejo que é mais um item que vem para tentar evitar acidentes ou minimizá-los, assim como em carros temos o airbag, ABS, limpador traseiro, etc. Veja recentemente no caso da Mirage o novo modelo de escape "bazuca" que foi trocado para adequar-se às normas ambientais. Mas concordo que quanto mais itens o veículo tiver, maior será a quantidade de pontos de falha. Se um "fusquinha" parar na beira da estrada porque os contatos do platinado estão queimados, dá pra passar uma "lixinha" que volta a funcionar. Pegue um carro mais novo na mesma situação que você precisará de um computador acoplado na injeção eletrônica para saber o que está acontecendo. O fusquinha "pega no tranco" se acabar a bateria. O carro novo tem que ser rebocado ou trazer uma bateria com carga para ele funcionar.cros escreveu:Quanto ao sensor, isso surgiu recentemente nas motos, por muitos anos nunca teve isso nem mesmo outras parnafelias eletronicas que só causam dor de cabeça na hor da manutenção.
São os prós e contra.
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hamicardoso
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- Registrado em: 30 Nov 2007, 11:57
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Como item de segurança é uma ótima mas os responsáveis técnicos da Kasinski deveriam fazer uma melhor pesquisa tecnológica para poder implantar em suas motos, não simplesmente adaptar aqui e dizer que é um item de inovação.
Só sei de uma coisa na minha moto eu mandei tirar e não tive mais problema.
Só sei de uma coisa na minha moto eu mandei tirar e não tive mais problema.
Conversando com o Jirschik dia desses sobre os prós e os contras do sensor do pézinho da Mirage, me lembrei um tombo idiota que levei com a minha "Galo" há algum tempo atrás justamente por não existir o tal sensor naquele modelo de moto.
Foi justamente por este motivo que resolvi estudar com cautela a decisão de eliminar este dispositivo de vez ou não, durante a minha analise percebi que conceitualmente este sensor trabalha "atuado" ao contrário do sensor da Fazer 250 que só é atuado quando o descanso da moto está acionado e não recolhido como nas nossas "belezocas coreanas" que funcionam exatamente ao contrário.
Pelo menos nos projetos de maquinas e instalações em que eu participei, todos os sensores devem preferencialmente estar atuados para evitar a passagem de sinal quando energizados e não o contrário, pois a vibração das máquinas causariam com o tempo um desgaste nos contatores. (o que me parece muito lógico, me corrija amigo Jirschik se eu estiver enganado).
Pois bem, dia desses passei por um novo sufoco desta vez no "corredor" bem na horado rush (ainda bem que em SBC, se fosse em SP os Jacksonsfives da vida teriam passado por cima de mim sem dó).
Levava minha filha pra escola, quando a moto apagou do nada... chutei o pézinho ela pegou novamente continuei por mais alguns quarteirões e um novo apagão numa saída de semáforo, desta vez o chute não funcionou e eu fiquei estagnado no meio dos carros desesperado.
Chuta daqui, dali e já suando feito um porco dentro do capacete (mais pelo nervoso do que pelo calor...rsrsrs)a Filh@ da P#t4 resolveu pegar e eu segui com ela falhando até a escola onde deixei a filhota tremendo de medo (coitadinha) e procurei de modo mais tranquilo entender o que acontecia.
Foi quando percebi que a folga entre o pézinho e o quadro estava excessiva, voltei pra casa com aquela falhação dos diabos e reapertei o parafuso do pézinho e........... aí PHUDEU de vez !!!! era engatar a primeira que a moto morria com o pézinho recolhido ou não...
Analisando o sensor separadamente (fora do quadro, porém com o chicote conectado)e simulando as possíveis posições do pézinho (recolhido, acionado, semi acionado, vibrando etc...)percebi que na posição de recolhido onde deveria permitir a passagem de corrente, a mesma simplesmente não estava passando, mas aliviando-se um pouco a pressão como se o pézinho "caísse" um pouco por perda de pressão da mola por exemplo o mesmo funcionava.
CONCLUSÕES:
Houve realmente um desgaste dos contatores internos do sensor (problema conceitual do projeto da moto),
A falsa impressão que se tinha ao passar nos buracos era que o pézinho "caia" um pouco e desatuava o sensor, porém na realidade era exatamente o contrário, ou seja, devido a folga do pézinho, este favorecia a posição do botão acionador do cursor, fazendo com que este não fosse até o fim e por isso a moto funcionava, porém quando se passava nos buracos devido a folga do pézinho este "subia" e batia fazendo com o que o sensor atingisse o fim de curso e a moto apagava,
Como a folga do pézinho foi gradativamente aumentando chegou num ponto que ele não acionava mais ou sensor, ou pelo menos acionava muito próximo do limite de curso de corte, o que fez com que as falhas fossem sendo cada mais perceptiveis e a "improvização" do chute deixou de fazer efeito,
SOLUÇÃO:
Reaperto do pézinho até a eliminação total da folga axial,
Limpeza do sensor com WD40, inclusive com aplicação na própria haste para penetração interna e eliminação de possível umidade e fuligens dos contatos devido ao desgaste
Regulagem no posicionamento do sensor (e na flange dobrada do pézinho que aciona a haste caso necessário - meu caso)de modo a garantir que a haste não seja mais acionada até o fim onde originalmente era a posição de "atuado", mas que devido ao desgaste relatado acima não apresenta mais contato
Feito isso, andei com a moto até em rua de paralelepipedo e de terra sem nenhum sinal de falhas ou cortes de ignição. Peguei a Anchieta e percebi que algumas pequenas falhas que eu achava se tratar de carburação eram na verdade o p#rr@ do pézinho balançando...
Pessoal só escrevi tudo isso para aqueles que como eu desejam manter a originalidade da moto ao invés de simplesmente cortar e emendar os fios.
SUGESTÃO:
Checar periodicamente a situação da fixação do pézinho no quadro, bem como simular o acionamento com a mão para identificar se há desgaste ou não dos contatores do sensor. Acredito que fazendo-se isso com uma certa frequencia evita-se que o problema torne-se cronico e corra-se riscos desnecessários.
Valeu
Zzo
Foi justamente por este motivo que resolvi estudar com cautela a decisão de eliminar este dispositivo de vez ou não, durante a minha analise percebi que conceitualmente este sensor trabalha "atuado" ao contrário do sensor da Fazer 250 que só é atuado quando o descanso da moto está acionado e não recolhido como nas nossas "belezocas coreanas" que funcionam exatamente ao contrário.
Pelo menos nos projetos de maquinas e instalações em que eu participei, todos os sensores devem preferencialmente estar atuados para evitar a passagem de sinal quando energizados e não o contrário, pois a vibração das máquinas causariam com o tempo um desgaste nos contatores. (o que me parece muito lógico, me corrija amigo Jirschik se eu estiver enganado).
Pois bem, dia desses passei por um novo sufoco desta vez no "corredor" bem na horado rush (ainda bem que em SBC, se fosse em SP os Jacksonsfives da vida teriam passado por cima de mim sem dó).
Foi quando percebi que a folga entre o pézinho e o quadro estava excessiva, voltei pra casa com aquela falhação dos diabos e reapertei o parafuso do pézinho e........... aí PHUDEU de vez !!!! era engatar a primeira que a moto morria com o pézinho recolhido ou não...
Analisando o sensor separadamente (fora do quadro, porém com o chicote conectado)e simulando as possíveis posições do pézinho (recolhido, acionado, semi acionado, vibrando etc...)percebi que na posição de recolhido onde deveria permitir a passagem de corrente, a mesma simplesmente não estava passando, mas aliviando-se um pouco a pressão como se o pézinho "caísse" um pouco por perda de pressão da mola por exemplo o mesmo funcionava.
CONCLUSÕES:
SOLUÇÃO:
Feito isso, andei com a moto até em rua de paralelepipedo e de terra sem nenhum sinal de falhas ou cortes de ignição. Peguei a Anchieta e percebi que algumas pequenas falhas que eu achava se tratar de carburação eram na verdade o p#rr@ do pézinho balançando...
Pessoal só escrevi tudo isso para aqueles que como eu desejam manter a originalidade da moto ao invés de simplesmente cortar e emendar os fios.
SUGESTÃO:
Valeu
Zzo
Família
VIRU'S
"...Mais vale um c* na mão do que dois no asfalto..."
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como jah disseram o sensor eh nessesario , o problema eh a qualidade , ateh no filme easy e rider se vcs prestarem atenção na ultima cena o peter fonda
ele esquece do pezinho e lembra depois
no meu caso quando ando na chuva ele da pau , na revisão não fizeram nada ainda continua
ele esquece do pezinho e lembra depois
no meu caso quando ando na chuva ele da pau , na revisão não fizeram nada ainda continua
customizaçao by viana
http://motoscustom.com.br/forum/viewtop ... 8308#88308
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Pessoal apenas para deixar claro, as falhas que eu me referi, as quais pensava se tratar de carburação, aconteciam antes da constatação do real defeito do pézinho, porém após todos os ajustes relatados anteriormente as falhas deixaram de aparecer.zzosurfer escreveu:...Peguei a Anchieta e percebi que algumas pequenas falhas que eu achava se tratar de carburação eram na verdade o p#rr@ do pézinho balançando...
Zzo
A motoca agora tá bala !!!!!!!
Até mais,
Zzo
Família
VIRU'S
"...Mais vale um c* na mão do que dois no asfalto..."
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Alguem traduz isso, para o ignorantes...rsrsrsrzzosurfer escreveu:SOLUÇÃO:
Se possivel com desenhos
A minha tambem começou a falhar, mas o estranho que é quando passa dos 7/8 mil giros
Tava pensando em cortar o sensor, mas pra mim que vivo no Fantastico mundo de Bobby, essa porcaria do sensor faz diferença.
Paulo Moura
Bom acabei de voltar da garagem, pra minha surpresa os parafusos que seguram o sensor estavam soltos,o de cima deu ate pra tirar sem usar a chavezzosurfer escreveu:SOLUÇÃO:
Reaperto do pézinho até a eliminação total da folga axial,
Valeu ZZo.
Paulo Moura
o cara desligou um fio no cdi , não sei se entendi direito , mas parece que atua no sensor do pezinho
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