IPVA, DPVAT ou DUDA

Assuntos diversos relacionados ao motociclismo

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wellrod
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Achei aqui os valores, mas mesmo assim são GIGANTESCAMENTE mais baratos que aqui no Rio...

Essa taxa de registro no banco eu creio que seja a que fazemos aqui mas em cartório e não é 165,17. Custa a pequena bagatela de 289 reais... e você tem que esperar cerca de 1 hora pra pessoa simplesmente carimbar, colocar uma etiqueta e dar uma rubrica vagabunda...

Vejam aí como acontece em SP:

Dirigir-se ao Banco Nossa Caixa (térreo - prédio mirim do DETRAN), com o CPF (pessoa física) ou CNPJ (pessoa jurídica). Recolher a taxa do serviço de lacração, utilizando-se do código 403-0, em favor da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, sendo o valor a ser recolhido de R$ 57,29 para atendimento nos postos, ou R$ 81,84 para atendimento a domicílio.

Recolher o IPVA, seguro obrigatório e a taxa de R$ 165,17, referente ao registro do veículo no banco.

O banco emitirá o comprovante de pagamento, com a devida "autenticação digital".
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Wellington Rodrigues
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Jovi
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É isso aí, vocês do RJ pagam mais!

Mas é porque tem menos carros aí, aqui tem bastante então agente divide a conta pra compensar o stress no trânsito... rssrsrsr :P
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
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rafaeladvogado
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esse DUDA deve ser:

Documento
Único
Desviado para:
Associação de traficantes do RJ


:lol: :lol: :lol:
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wellrod
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Só pode ser!!! fico realmente decepcionado e revoltado com esse país... :cry:
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Wellington Rodrigues
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Kings
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Esse Duda deve ser um compadre do nosso querido presidente. Quer andar de moto? Paga um cafezinho pro Duda...
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rgallas
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Daí vem o apelido do DUDA Mendonça. :lol:
Roque Gallas Jr.
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Jovi
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Na contra-mão:

Governo estuda aumento do IPVA e pedágios urbanos para restringir uso de carros

As longas horas de engarrafamento nas grandes cidades estão impondo um custo altíssimo à economia do país. Estudo realizado pelo professor Marcos Cintra, vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutor pela Universidade de Harvard nos Estados Unidos, mostra que somente na cidade de São Paulo os prejuízos com o trânsito caótico chegarão a R$ 33,1 bilhões neste ano, valor quase três vezes maior do que os computados em 2000, de R$ 11,7 bilhões.

Diante da escalada dessas perdas e da ameaça de colapso no tráfego de veículos, o Ministério das Cidades encaminhou ao Congresso, sem alarde, um projeto de lei para definir as diretrizes do transporte urbano e inclui restrições ao uso de automóveis. A principal delas, a criação de pedágios nas áreas de maior tráfego, chamados de “taxas e tarifas sobre uso de infra-estrutura”.

O governo federal sabe que a medida é polêmica. Mas, para Fernando Antônio Carneiro Barbosa, diretor do Departamento de Regulação e Gestão da Secretaria de Transportes e da Mobilidade Urbana do Ministério da Cidades, chegou a hora de o tema ser debatido com a sociedade. “Mesmo sem saber, todo mundo está pagando a conta das longas horas de engarrafamento”, afirma. Para comprovar isso, basta, segundo o professor Marcos Cintra, levar em conta o peso econômico de São Paulo.

“A cidade responde por 12% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas do país. Esse peso econômico faz com que todo o custo enfrentado pelo setor produtivo, como o dos engarrafamentos, seja repassado para o restante do Brasil por meio dos preços de mercadorias e serviços”, explica o professor da FGV. “Estamos falando do combustível gasto a mais pelos caminhões que transportam as cargas e pelas horas perdidas no trânsito pelos trabalhadores que poderiam estar produzindo.”

Na avaliação de Fernando Barbosa, a cobrança de pedágio deve ser acompanhada de uma série de medidas para desestimular o uso de automóveis (veja quadro). Ele prega a disseminação de rodízios para carros particulares e defende a realização de campanhas maciças para o uso de bicicletas, com a devida construção de ciclovias. “Precisamos fazer uma revolução na mentalidade do brasileiro”, frisa. Barbosa está finalizando um manual de mais de 900 páginas que será distribuído a todos os municípios do país alertando sobre a urgência de se regular o trânsito e mostrando as experiências bem-sucedidas no mundo.

O ministro das Cidades, Márcio Fortes, é mais reticente. A seu ver, antes de se adotar medidas que onerem os usuários de automóveis, é possível reduzir os gravíssimos problemas do trânsito por meio da proibição de estacionamentos nas áreas centrais das cidades e da transformação de ruas em calçadões. Ele também vê saída na construção de vias expressas para transportes coletivos e na definição de horários específicos para a circulação de veículos de cargas e descargas. Outra medida importante é a mudança na lei de concessões municipais para transportes públicos. Quem acompanha de perto esse setor sabe que é dominado por máfias.

Fonte: Correio Braziliense
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
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Kings
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joviman escreveu:...é possível reduzir os gravíssimos problemas do trânsito por meio da proibição de estacionamentos nas áreas centrais das cidades e da transformação de ruas em calçadões...
Alguém já viu como é difícil parar uma moto no Centro de São Paulo? Esses dias fui próximo da R. Sete de Abril, e não achei uma vaga sequer. As áreas demarcadas para motos são poucas, e nos demais lugares é proibido parar moto. Nesses lugares, uns poucos carros param, atrapalham o trânsito de pedestres, ficam o dia inteiro ocupando o lugar que poderia ser de 10 motos.
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rgallas
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É fácil eles cagarem uma lei pro povo não usar o carro pra ir trabalhar, mas porque não dão condições de usar o transporte coletivo???
ônibus lotados, frequencias reduzidas, desconfortáveis e por serem assim se tornam caros.... É assim que querem que o povo deixe o carro na garagem??

O que tem por trás disso é arrecadar mais pois quem tem carro vai continuar usando.
Roque Gallas Jr.
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rafaeladvogado
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rgallas escreveu: O que tem por trás disso é arrecadar mais pois quem tem carro vai continuar usando.
ACERTOU... esta é a resposta correta... :evil:
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