Entenda o capitalismo pelo mundo afora:
CAPITALISMO IDEAL
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e
aposenta-se... rico!
-------------------------
CAPITALISMO AMERICANO
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.
-------------------------
CAPITALISMO FRANCÊS
Você tem duas vacas.
Entra em greve porque quer três.
-------------------------
CAPITALISMO CANADENSE
Você tem duas vacas.
Usa o modelo do capitalismo americano.
As vacas morrem.
Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas
para ter as três vacas do capitalismo francês.
-------------------------
CAPITALISMO JAPONÊS
Você tem duas vacas, né?
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca
normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois, cria desenhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o
mundo inteiro.
-------------------------
CAPITALISMO ITALIANO
Você tem duas vacas.
Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!
-------------------------
CAPITALISMO BRITÂNICO
Você tem duas vacas.
As duas são loucas.
-------------------------
CAPITALISMO HOLANDÊS
Você tem duas vacas.
ELAS VIVEM JUNTAS, NãO GOSTAM DE TOUROS E TUDO BEM!
-------------------------
CAPITALISMO ALEMÃO
Você tem duas vacas.
Elas produzem leite pontual e regularmente,
SEGUNDO PADRõES DE QUANTIDADE, HORáRIO ESTUDADO, ELABORADO
e previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.
Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
-------------------------
CAPITALISMO RUSSO
Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
-------------------------
CAPITALISMO SUÍÇO
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar a vaca dos outros.
-------------------------
CAPITALISMO ESPANHOL
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
-------------------------
CAPITALISMO PORTUGUÊS
Você tem duas vacas...
E reclama porque seu rebanho não cresce.
-------------------------
CAPITALISMO CHINÊS
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas.
Você se gaba muito de ter pleno emprego e uma alta produtividade.
E prende o ativista que divulgou os números.
-------------------------
CAPITALISMO HINDU
Você tem duas vacas.
Ai de quem tocar nelas.
-------------------------
CAPITALISMO ARGENTINO
Você tem duas vacas.
Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês...
As vacas morrem.
Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.
-------------------------
CAPITALISMO BRASILEIRO
Você tem duas vacas.
Uma delas é roubada.
O governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela posse de
Vaca.
Um fiscal vem e lhe autua, porque, embora você tenha recolhido
corretamente a CCPV,
o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas
reais.
A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu
consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões,
presume que você tenha 200 vacas e, para se livrar da encrenca,
você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo.
Papo de economia
Moderadores: Moderadores, Colaboradores, Administradores
Passeio & Passagem
Carlos Pessoa é líder da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos)
A expressão dar "nome aos bois" tem um sentido. Quem já teve a oportunidade de lidar com gado sabe bem disso.
O boi não só tem nome como se acostuma e gosta de ser chamado por ele.
Todas as vezes que ouço a expressão "é preciso dar nome aos bois" lembro-me de Rosca Seca, um aprazível lugarejo dos rincões de Minas Gerais, no município de Aimorés, cidade fronteiriça com o Estado do Espírito Santo.
Ali eu nasci e comecei a trabalhar com 8 anos de idade. Meu primeiro trabalho foi ser Candeeiro de bois.
Naquela época na minha região não existia outro meio de transporte que não fosse de tração animal. Também não havia energia elétrica e a iluminação se fazia com lamparinas e lampiões.
Meu trabalho era bastante interessante e eu gostava de executá-lo. Levantava da cama por volta das 5 horas da manhã e ia ligeiro buscar os bois no pasto. Esta era a primeira tarefa do dia.
Logo depois, os bois eram atrelados à canga e partíamos em busca da mercadoria a ser transportada, que podia ser cana, feijão, arroz, milho, etc.
Duas pessoas coordenavam os trabalhos dos bois. O Carreiro, que era o adulto, geralmente ia dentro do carro e o menino que ia à frente dos bois. Para o Carreiro, era importante fazer o carro "cantar". A técnica para isto era passar um chumaço de pano com querosene no eixo do carro para aumentar o atrito. Normalmente o carro de bois trabalhava com quatro juntas, ou seja, com oito bois posicionados dois a dois, ligados por uma canga. Todos tinham nomes. Alguns até nomes engraçados ou bem colocados, que pareciam com eles.Os que iam na frente, eram chamados "bois de guia" porque a eles cabiam guiar o comboio.
Era só seguir o menino, o Candeeiro, que tudo dava certo.
Os bois de guia eram muito parecidos uns com os outros. Bois bem aparelhados, como se dizia na linguagem da época. Um se chamava Passeio e o outro Passagem.
O Passeio tinha um ritmo de trabalho constante, uniforme. Da origem ao destino, mantinha sempre a mesma cadência. Trabalhava bem, discretamente.
Já o Passagem, ao contrário, iniciava bem o trabalho mostrando-se muito disposto no início, mas volta e meia fazia "corpo mole" exigindo muito mais atenção do Carreiro. De vez em quando, parava para saborear algum capim gordura mais tenro que estivesse visível à beira da estrada.Quando isto ocorria, o Carreiro dava-lhe uma ferroada e o boi pulava rápido para frente, e só não pisoteava o Candeeiro se ele estivesse atento.
De 8 aos 12 anos este era o meu trabalho, executado com chuva ou com sol.
Porém, havia uma particularidade digna de registro e que nunca saiu de minha memória: Quando o comboio estava chegando ao destino e que a sede da fazenda era avistada, o Passagem colocava toda a sua força no trabalho de puxar o carro, chegando até a desequilibrar, a seu favor, a harmonia da dupla. Esta particularidade valeu-lhe o apelido de "boi de chegada". A idéia que passava era a de que, no final, andando mais rápido ele folgaria mais cedo. O Passeio continuava no seu ritmo normal. Não alterava, nem para mais nem para menos, a sua contribuição, mas era bom de serviço.
Um dia, ao chegarmos com o carro de bois carregado de milho, notamos a presença de um fazendeiro vizinho que fora visitar meu pai e que observava a nossa chegada. Ao ver a disposição do Passagem, puxando com mais força do que o Passeio e chegando na frente, o nosso visitante exclamou, apontando para o esperto boi de chegada: "Que maravilha! Se o outro fosse assim!".
Esta foi sem dúvida a primeira injustiça do trabalho que presenciei. Porém só fui compreender o significado dela quando, anos depois, ingressei no mercado formal de trabalho.
Ao ingressar em uma grande empresa pude ver, muitas vezes, aquela cena se repetir. Alguém trabalhando muito, o tempo todo e outros aparecendo, mostrando-se como se fossem eles os autores das idéias e dos trabalhos elogiados. Aprendi também que os erros de avaliação no trabalho nas empresas são decorrentes do mesmo fato que ocorreu no episódio do Passeio e Passagem.O julgamento feito pelo avaliador, sem um acompanhamento contínuo e sistemático das atitudes, comportamento e desempenho do avaliado.
Trabalhei por 25 anos em um grande grupo empresarial onde tive a oportunidade de ver, em várias ocasiões, o ressurgimento dessas duas figuras inesquecíveis: o Passeio e o Passagem. Alguém trabalhando muito, fazendo tudo certo e com menor prestígio do que aqueles que aparecem mais, se expressam melhor ou se aproximam mais de quem tem poder sobre as pessoas.
Nestes 25 anos tive uma gratificante relação de emprego de Servente a Superintendente com meu empregador. Pude perceber que nas organizações também se cometem injustiças e que o "vizinho" pode influenciar as decisões do chefe. A grande diferença é que os Passeios e Passagens das empresas são seres humanos que guardam ressentimentos e mágoas. Os bois não reclamam.
Fontes:
Carlos Pessoa: http://blog.conarh.com.br/?tag=carlos-pessoa
Texto: http://www.administradores.com.br/infor ... ois/12139/
Carlos Pessoa é líder da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos)
A expressão dar "nome aos bois" tem um sentido. Quem já teve a oportunidade de lidar com gado sabe bem disso.
O boi não só tem nome como se acostuma e gosta de ser chamado por ele.
Todas as vezes que ouço a expressão "é preciso dar nome aos bois" lembro-me de Rosca Seca, um aprazível lugarejo dos rincões de Minas Gerais, no município de Aimorés, cidade fronteiriça com o Estado do Espírito Santo.
Ali eu nasci e comecei a trabalhar com 8 anos de idade. Meu primeiro trabalho foi ser Candeeiro de bois.
Naquela época na minha região não existia outro meio de transporte que não fosse de tração animal. Também não havia energia elétrica e a iluminação se fazia com lamparinas e lampiões.
Meu trabalho era bastante interessante e eu gostava de executá-lo. Levantava da cama por volta das 5 horas da manhã e ia ligeiro buscar os bois no pasto. Esta era a primeira tarefa do dia.
Logo depois, os bois eram atrelados à canga e partíamos em busca da mercadoria a ser transportada, que podia ser cana, feijão, arroz, milho, etc.
Duas pessoas coordenavam os trabalhos dos bois. O Carreiro, que era o adulto, geralmente ia dentro do carro e o menino que ia à frente dos bois. Para o Carreiro, era importante fazer o carro "cantar". A técnica para isto era passar um chumaço de pano com querosene no eixo do carro para aumentar o atrito. Normalmente o carro de bois trabalhava com quatro juntas, ou seja, com oito bois posicionados dois a dois, ligados por uma canga. Todos tinham nomes. Alguns até nomes engraçados ou bem colocados, que pareciam com eles.Os que iam na frente, eram chamados "bois de guia" porque a eles cabiam guiar o comboio.
Era só seguir o menino, o Candeeiro, que tudo dava certo.
Os bois de guia eram muito parecidos uns com os outros. Bois bem aparelhados, como se dizia na linguagem da época. Um se chamava Passeio e o outro Passagem.
O Passeio tinha um ritmo de trabalho constante, uniforme. Da origem ao destino, mantinha sempre a mesma cadência. Trabalhava bem, discretamente.
Já o Passagem, ao contrário, iniciava bem o trabalho mostrando-se muito disposto no início, mas volta e meia fazia "corpo mole" exigindo muito mais atenção do Carreiro. De vez em quando, parava para saborear algum capim gordura mais tenro que estivesse visível à beira da estrada.Quando isto ocorria, o Carreiro dava-lhe uma ferroada e o boi pulava rápido para frente, e só não pisoteava o Candeeiro se ele estivesse atento.
De 8 aos 12 anos este era o meu trabalho, executado com chuva ou com sol.
Porém, havia uma particularidade digna de registro e que nunca saiu de minha memória: Quando o comboio estava chegando ao destino e que a sede da fazenda era avistada, o Passagem colocava toda a sua força no trabalho de puxar o carro, chegando até a desequilibrar, a seu favor, a harmonia da dupla. Esta particularidade valeu-lhe o apelido de "boi de chegada". A idéia que passava era a de que, no final, andando mais rápido ele folgaria mais cedo. O Passeio continuava no seu ritmo normal. Não alterava, nem para mais nem para menos, a sua contribuição, mas era bom de serviço.
Um dia, ao chegarmos com o carro de bois carregado de milho, notamos a presença de um fazendeiro vizinho que fora visitar meu pai e que observava a nossa chegada. Ao ver a disposição do Passagem, puxando com mais força do que o Passeio e chegando na frente, o nosso visitante exclamou, apontando para o esperto boi de chegada: "Que maravilha! Se o outro fosse assim!".
Esta foi sem dúvida a primeira injustiça do trabalho que presenciei. Porém só fui compreender o significado dela quando, anos depois, ingressei no mercado formal de trabalho.
Ao ingressar em uma grande empresa pude ver, muitas vezes, aquela cena se repetir. Alguém trabalhando muito, o tempo todo e outros aparecendo, mostrando-se como se fossem eles os autores das idéias e dos trabalhos elogiados. Aprendi também que os erros de avaliação no trabalho nas empresas são decorrentes do mesmo fato que ocorreu no episódio do Passeio e Passagem.O julgamento feito pelo avaliador, sem um acompanhamento contínuo e sistemático das atitudes, comportamento e desempenho do avaliado.
Trabalhei por 25 anos em um grande grupo empresarial onde tive a oportunidade de ver, em várias ocasiões, o ressurgimento dessas duas figuras inesquecíveis: o Passeio e o Passagem. Alguém trabalhando muito, fazendo tudo certo e com menor prestígio do que aqueles que aparecem mais, se expressam melhor ou se aproximam mais de quem tem poder sobre as pessoas.
Nestes 25 anos tive uma gratificante relação de emprego de Servente a Superintendente com meu empregador. Pude perceber que nas organizações também se cometem injustiças e que o "vizinho" pode influenciar as decisões do chefe. A grande diferença é que os Passeios e Passagens das empresas são seres humanos que guardam ressentimentos e mágoas. Os bois não reclamam.
Fontes:
Carlos Pessoa: http://blog.conarh.com.br/?tag=carlos-pessoa
Texto: http://www.administradores.com.br/infor ... ois/12139/

Psicopatas Corporativo
O Louco da Firma
Charmoso, mas sádico. Carismático, mas esvaziado de conteúdo. Impulsivo, mas sem remorsos. Sofisticado, mas manipulador. Inteligente, mas incapaz de conviver em harmonia. Jovem e sarado, mas desalmado. Bem vestido, mas sem ética. Predador social sem escrúpulos, busca poder e dinheiro para atender a sua insaciável escalada hierárquica. Você trabalha com alguém assim? Cuidado: mais que uma cascavel de terno, você pode estar ao lado de um psicopata corporativo.
Começo
Às 07:30 já começa o dia imaginando em quem vai descarregar a sua vontade de exercitar o poder de mando.
Ataque
Quando as coisas dão errado a primeira iniciativa do psicopata corporativo é encontrar alguem para jogar a culpa e com isso escorraçá-lo impiedosamente.
Experiência
Até que você tenha tido uma experiência profissional ou pessoal com um psicopata você não terá a menor idéia da realidade desses personagens. Qualquer forma de envolvimento com esse tipo de pessoa é uma experiência única e inesquecível. Imagine o que é encontrar alguém sem nenhuma consideração a ninguém, visando só o próprio benefício; essa pessoa irá agir sem a menor preocupação sobre o impacto de suas atitudes nas outras pessoas. Um psicopata é incapaz de levar em conta qualquer outro indivíduo.
Tudo indica
A arrogância e o foco ajudam funcionários com características de psicopatas a obter sucesso profissional, de acordo com um estudo publicado na revista New Scientist. A pesquisa de cientistas da Universidade de British Columbia, no Canadá, afirma que os "psicopatas corporativos" não são violentos, mas suas características permitem que eles subam na carreira.
Animais Politicos
Os psicopatas são animais políticos corporativos: O Tatu. Não sai da toca. Fica escondido atrás do computador o dia inteiro. Ninguém percebe quando falta ao trabalho. Chega mais cedo, vai embora mais tarde e, para sua surpresa, é invariavelmente passado para trás na hora da promoção. Por isso, sente-se injustiçado e coloca a culpa na politicagem.
Cobras e Ternos
”Cobras Vestindo Ternos - Quando Psicopatas Vão Para o Trabalho” ótima literatura sobre o tipo.
Raposa
Sabe que, para chegar ao topo, é preciso ser o melhor - mas que também é essencial ser visto como o melhor. Articula-se dentro e fora da empresa. É admirado pela equipe e visto com respeito pelos chefes. É particularmente invejado pelos ratos. Na carreira, enfrentará tantos ratos que corre o risco de tornar-se um deles.
O Pavão
Essa ave tem uma preocupação: sair bem na foto. É o rei do marketing. Usa ternos sob medida, gel nos cabelos e parece já ter nascido com aquele sorriso falso no rosto. Está sempre em campanha. Suas caprichadas apresentações em Powerpoint causam inveja. Muitas vezes, sua falta de conteúdo só é descoberta quando ele já chegou à presidência.
O Macaco
É um conspirador trapalhão. Vive pulando de galho em galho e fazendo intrigas, embora não tenha habilidade do rato. Discrição não é seu ponto forte. Ocupa a sala do chefe ostensivamente. Faz tanta média, tenta fazer composições com tantas pessoas e é tão atabalhoado que acaba se enforcando com o próprio rabo.
O Rato
Sua especialidade é crescer à custa do fracasso alheio. Vê a empresa como um tabuleiro de xadrez. É dissimulado e jura odiar a politica corporativa, mas rouba as idéias dos colegas e arma arapucas contra eles. Tatus são suas vítimas vítimas favoritas. Quando vira chefe, fica com todo o crédito pelo trabalho da equipe, "aqueles incompetentes, com Q.I de barata".
O Louco da Firma
Charmoso, mas sádico. Carismático, mas esvaziado de conteúdo. Impulsivo, mas sem remorsos. Sofisticado, mas manipulador. Inteligente, mas incapaz de conviver em harmonia. Jovem e sarado, mas desalmado. Bem vestido, mas sem ética. Predador social sem escrúpulos, busca poder e dinheiro para atender a sua insaciável escalada hierárquica. Você trabalha com alguém assim? Cuidado: mais que uma cascavel de terno, você pode estar ao lado de um psicopata corporativo.
Começo
Às 07:30 já começa o dia imaginando em quem vai descarregar a sua vontade de exercitar o poder de mando.
Ataque
Quando as coisas dão errado a primeira iniciativa do psicopata corporativo é encontrar alguem para jogar a culpa e com isso escorraçá-lo impiedosamente.
Experiência
Até que você tenha tido uma experiência profissional ou pessoal com um psicopata você não terá a menor idéia da realidade desses personagens. Qualquer forma de envolvimento com esse tipo de pessoa é uma experiência única e inesquecível. Imagine o que é encontrar alguém sem nenhuma consideração a ninguém, visando só o próprio benefício; essa pessoa irá agir sem a menor preocupação sobre o impacto de suas atitudes nas outras pessoas. Um psicopata é incapaz de levar em conta qualquer outro indivíduo.
Tudo indica
A arrogância e o foco ajudam funcionários com características de psicopatas a obter sucesso profissional, de acordo com um estudo publicado na revista New Scientist. A pesquisa de cientistas da Universidade de British Columbia, no Canadá, afirma que os "psicopatas corporativos" não são violentos, mas suas características permitem que eles subam na carreira.
Animais Politicos
Os psicopatas são animais políticos corporativos: O Tatu. Não sai da toca. Fica escondido atrás do computador o dia inteiro. Ninguém percebe quando falta ao trabalho. Chega mais cedo, vai embora mais tarde e, para sua surpresa, é invariavelmente passado para trás na hora da promoção. Por isso, sente-se injustiçado e coloca a culpa na politicagem.
Cobras e Ternos
”Cobras Vestindo Ternos - Quando Psicopatas Vão Para o Trabalho” ótima literatura sobre o tipo.
Raposa
Sabe que, para chegar ao topo, é preciso ser o melhor - mas que também é essencial ser visto como o melhor. Articula-se dentro e fora da empresa. É admirado pela equipe e visto com respeito pelos chefes. É particularmente invejado pelos ratos. Na carreira, enfrentará tantos ratos que corre o risco de tornar-se um deles.
O Pavão
Essa ave tem uma preocupação: sair bem na foto. É o rei do marketing. Usa ternos sob medida, gel nos cabelos e parece já ter nascido com aquele sorriso falso no rosto. Está sempre em campanha. Suas caprichadas apresentações em Powerpoint causam inveja. Muitas vezes, sua falta de conteúdo só é descoberta quando ele já chegou à presidência.
O Macaco
É um conspirador trapalhão. Vive pulando de galho em galho e fazendo intrigas, embora não tenha habilidade do rato. Discrição não é seu ponto forte. Ocupa a sala do chefe ostensivamente. Faz tanta média, tenta fazer composições com tantas pessoas e é tão atabalhoado que acaba se enforcando com o próprio rabo.
O Rato
Sua especialidade é crescer à custa do fracasso alheio. Vê a empresa como um tabuleiro de xadrez. É dissimulado e jura odiar a politica corporativa, mas rouba as idéias dos colegas e arma arapucas contra eles. Tatus são suas vítimas vítimas favoritas. Quando vira chefe, fica com todo o crédito pelo trabalho da equipe, "aqueles incompetentes, com Q.I de barata".

-
rafaeladvogado
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- Registrado em: 23 Ago 2007, 09:33
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- Contato:
Cara, sou advogado numa prefeitura...
aqui também já vi muito "boi de chegada" é impressionante... também tem os "papagaios de pirata" quando vai sair alguma foto

aqui também já vi muito "boi de chegada" é impressionante... também tem os "papagaios de pirata" quando vai sair alguma foto
Fica mais difícil tirar zero na redação da Unicamp
DE SÃO PAULO
Com as mudanças no vestibular da Unicamp, já no fim deste ano, o candidato terá uma probabilidade menor de ser eliminado na redação. Agora, para perder o direito de seguir para a segunda etapa, é preciso zerar nos três textos exigidos na 1ª fase.
Antes, como o candidato precisava desenvolver apenas um texto, estatisticamente a probabilidade de ser eliminado por fugir ao tema ou não se adequar a um dos gêneros propostos era maior.
"A existência de três textos minimiza o número de prejudicados pela anulação", diz Maurício Kleinke, coordenador de pesquisa da Comvest, durante exposição dos resultados do simulado que a Unicamp promoveu para apresentar a nova prova.
No último vestibular, 7% dos candidatos foram desclassificados do processo seletivo por zerar na redação.
Pela nova proposta, os três textos serão de gêneros distintos. No simulado (que pode ser consultado em comvest.unicamp.br), os alunos precisaram escrever uma entrevista, um editorial de jornal e uma carta.
Matilde Scaramucci, uma das idealizadoras das mudanças na redação, afirma que a Unicamp não listará os gêneros que podem ser cobrados. "Mas nós nunca vamos pedir uma poesia ou um e-mail para um amigo."

A china tem o que precisamos mesmo, para que perder tempo formando profissionais?
DE SÃO PAULO
Com as mudanças no vestibular da Unicamp, já no fim deste ano, o candidato terá uma probabilidade menor de ser eliminado na redação. Agora, para perder o direito de seguir para a segunda etapa, é preciso zerar nos três textos exigidos na 1ª fase.
Antes, como o candidato precisava desenvolver apenas um texto, estatisticamente a probabilidade de ser eliminado por fugir ao tema ou não se adequar a um dos gêneros propostos era maior.
"A existência de três textos minimiza o número de prejudicados pela anulação", diz Maurício Kleinke, coordenador de pesquisa da Comvest, durante exposição dos resultados do simulado que a Unicamp promoveu para apresentar a nova prova.
No último vestibular, 7% dos candidatos foram desclassificados do processo seletivo por zerar na redação.
Pela nova proposta, os três textos serão de gêneros distintos. No simulado (que pode ser consultado em comvest.unicamp.br), os alunos precisaram escrever uma entrevista, um editorial de jornal e uma carta.
Matilde Scaramucci, uma das idealizadoras das mudanças na redação, afirma que a Unicamp não listará os gêneros que podem ser cobrados. "Mas nós nunca vamos pedir uma poesia ou um e-mail para um amigo."

A china tem o que precisamos mesmo, para que perder tempo formando profissionais?

Dívida pública volta a subir em maio e chega a R$ 1,6 trilhão
EDUARDO RODRIGUES - DE BRASÍLIA
A dívida pública federal voltou a crescer em maio, passando de R$ 1,585 trilhão para R$ 1,614 trilhão. Em relação a abril, o aumento do estoque da dívida foi de 1,85%.
O total de emissões no mês chegou a R$ 21,28 bilhões enquanto os resgates ficaram em R$ 11,14 bilhões.
A dívida interna teve seu valor aumentado em 1,79% para R$ 1,519 trilhão. O crescimento foi causado pela emissão líquida de R$ 11,63 bilhões em títulos e a apropriação positiva de juros no valor de R$ 15,02 bilhões.
Dessas emissões, R$ 5,8 bilhões em títulos foram referentes à conclusão da capitalização do BNDES. No ano passado, o Tesouro já havia emitido R$ 100 bilhões em favor do banco de fomento, com aporte de mais R$ 80 bilhões em 2010.
A dívida pública federal externa também cresceu em maio, interrompendo a trajetória de queda dos últimos meses. O valor do saldo devedor (R$ 94,85 bilhões) aumentou 2,92% em relação a abril.
Além do crescimento da dívida total, o perfil do endividamento também piorou. O prazo médio de vencimento dos títulos continuou a cair, de 3,57 anos para 3,51 anos.
Além disso, na esteira do aumento de juros da economia, o custo médio acumulado da dívida pública nos últimos 12 meses aumentou 0,87 ponto percentual, passando de 9,55% ao ano em abril para 10,42% no mês passado.
EDUARDO RODRIGUES - DE BRASÍLIA
A dívida pública federal voltou a crescer em maio, passando de R$ 1,585 trilhão para R$ 1,614 trilhão. Em relação a abril, o aumento do estoque da dívida foi de 1,85%.
O total de emissões no mês chegou a R$ 21,28 bilhões enquanto os resgates ficaram em R$ 11,14 bilhões.
A dívida interna teve seu valor aumentado em 1,79% para R$ 1,519 trilhão. O crescimento foi causado pela emissão líquida de R$ 11,63 bilhões em títulos e a apropriação positiva de juros no valor de R$ 15,02 bilhões.
Dessas emissões, R$ 5,8 bilhões em títulos foram referentes à conclusão da capitalização do BNDES. No ano passado, o Tesouro já havia emitido R$ 100 bilhões em favor do banco de fomento, com aporte de mais R$ 80 bilhões em 2010.
A dívida pública federal externa também cresceu em maio, interrompendo a trajetória de queda dos últimos meses. O valor do saldo devedor (R$ 94,85 bilhões) aumentou 2,92% em relação a abril.
Além do crescimento da dívida total, o perfil do endividamento também piorou. O prazo médio de vencimento dos títulos continuou a cair, de 3,57 anos para 3,51 anos.
Além disso, na esteira do aumento de juros da economia, o custo médio acumulado da dívida pública nos últimos 12 meses aumentou 0,87 ponto percentual, passando de 9,55% ao ano em abril para 10,42% no mês passado.

24/06/2010-12h08
Vendas de material de construção crescem pelo 7º mês seguido
DE SÃO PAULO
As vendas internas de material de construção tiveram crescimento de 21,3% em maio em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados da Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção) divulgados nesta quinta-feira.
Esse foi o sétimo mês consecutivo com números positivos, após 12 meses com redução nas vendas. No acumulado dos primeiros cinco meses deste ano, o aumento foi de 20,54% ante igual intervalo em 2009.
Para os próximos meses, a perspectiva da Abramat é de que essa alta seja sustentada, apoiada na desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e no crescimento da oferta de crédito imobiliário.
O levantamento mostra ainda que o desempenho das vendas internas de materiais básicos --com alta de 23,7%-- superou o das empresas de materiais de acabamento (16,8%), na comparação entre maio com o mesmo mês do ano passado.
O nível de empregos gerados cresceu 10,1% no confronto com maio de 2009. "Esses números são uma clara indicação de que a indústria de materiais retomou o nível de crescimento pré-crise", afirma Melvyn Fox, presidente da Abramat.
Imaginem se tivesses impostos menos escorxantes??!!!
Vendas de material de construção crescem pelo 7º mês seguido
DE SÃO PAULO
As vendas internas de material de construção tiveram crescimento de 21,3% em maio em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os dados da Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção) divulgados nesta quinta-feira.
Esse foi o sétimo mês consecutivo com números positivos, após 12 meses com redução nas vendas. No acumulado dos primeiros cinco meses deste ano, o aumento foi de 20,54% ante igual intervalo em 2009.
Para os próximos meses, a perspectiva da Abramat é de que essa alta seja sustentada, apoiada na desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e no crescimento da oferta de crédito imobiliário.
O levantamento mostra ainda que o desempenho das vendas internas de materiais básicos --com alta de 23,7%-- superou o das empresas de materiais de acabamento (16,8%), na comparação entre maio com o mesmo mês do ano passado.
O nível de empregos gerados cresceu 10,1% no confronto com maio de 2009. "Esses números são uma clara indicação de que a indústria de materiais retomou o nível de crescimento pré-crise", afirma Melvyn Fox, presidente da Abramat.
Imaginem se tivesses impostos menos escorxantes??!!!

COMPRAS SEM FRONTEIRA
Produtos importados cada vez mais próximos
Remessas de outros países via postal cresceram 57% no ano passado
Nunca foi tão fácil importar mercadorias do Exterior. Em lojas virtuais, consumidores escolhem produtos fabricados a milhares de quilômetros e em poucos dias recebem a compra em casa. O negócio se torna ainda mais vantajoso nos casos em que as encomendas, ao passar pela alfândega, não são tributadas.
Conforme os Correios, as remessas vindas de outros países cresceram 57% em 2010, no comparativo com o ano anterior. Por meio do Importa Fácil, a estatal recebe mercadorias vindas de diversos cantos do mundo.
Os produtos entram no país por meio de três unidades de serviços de remessas postais internacionais – São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba –, sendo a última para produtos com peso de até 500 gramas. Em todas as operações, exceto em alguns produtos (veja quadro ao lado), a Receita cobra alíquota única: 60% sobre o valor total da importação, incluindo frete e seguro.
Embora a orientação seja para que todas as encomendas sejam abertas ao chegar nos postos de fiscalização, há casos de pacotes entregues sem a cobrança tributária. Comprador há mais de 10 anos de games e filmes importados, o editor de livros Antônio Xerxenesky lembra de ter pago apenas uma vez o Imposto de Importação. Nas demais compras, não houve cobrança.
– Um game vendido no Brasil por R$ 200, eu compro em um site da Grã-Bretanha por R$ 60. Mesmo com a tributação, seria vantajoso trazer o produto de lá – compara Xerxenesky.
O comércio exterior via postal é facilitado também por intermediadores que moram no Exterior e encaminham as mercadorias para o Brasil desde um endereço físico fora, mesmo quando o produto foi encomendado por meio de uma loja virtual brasileira. Isso porque, nas operações entre pessoas físicas, a tributação é isenta em compras de até US$ 50.
O auditor fiscal Luiz Monteiro, da unidade de São Paulo, disse que a orientação expressa é para que todas as encomendas sejam abertas e tributadas conforme a legislação. No ano passado, a Receita apreendeu 110 mil toneladas de produtos que tentaram entrar no Brasil de maneira irregular.
fonte:ZH
Produtos importados cada vez mais próximos
Remessas de outros países via postal cresceram 57% no ano passado
Nunca foi tão fácil importar mercadorias do Exterior. Em lojas virtuais, consumidores escolhem produtos fabricados a milhares de quilômetros e em poucos dias recebem a compra em casa. O negócio se torna ainda mais vantajoso nos casos em que as encomendas, ao passar pela alfândega, não são tributadas.
Conforme os Correios, as remessas vindas de outros países cresceram 57% em 2010, no comparativo com o ano anterior. Por meio do Importa Fácil, a estatal recebe mercadorias vindas de diversos cantos do mundo.
Os produtos entram no país por meio de três unidades de serviços de remessas postais internacionais – São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba –, sendo a última para produtos com peso de até 500 gramas. Em todas as operações, exceto em alguns produtos (veja quadro ao lado), a Receita cobra alíquota única: 60% sobre o valor total da importação, incluindo frete e seguro.
Embora a orientação seja para que todas as encomendas sejam abertas ao chegar nos postos de fiscalização, há casos de pacotes entregues sem a cobrança tributária. Comprador há mais de 10 anos de games e filmes importados, o editor de livros Antônio Xerxenesky lembra de ter pago apenas uma vez o Imposto de Importação. Nas demais compras, não houve cobrança.
– Um game vendido no Brasil por R$ 200, eu compro em um site da Grã-Bretanha por R$ 60. Mesmo com a tributação, seria vantajoso trazer o produto de lá – compara Xerxenesky.
O comércio exterior via postal é facilitado também por intermediadores que moram no Exterior e encaminham as mercadorias para o Brasil desde um endereço físico fora, mesmo quando o produto foi encomendado por meio de uma loja virtual brasileira. Isso porque, nas operações entre pessoas físicas, a tributação é isenta em compras de até US$ 50.
O auditor fiscal Luiz Monteiro, da unidade de São Paulo, disse que a orientação expressa é para que todas as encomendas sejam abertas e tributadas conforme a legislação. No ano passado, a Receita apreendeu 110 mil toneladas de produtos que tentaram entrar no Brasil de maneira irregular.
fonte:ZH

Eu trabalho e ganho pra comer, tu me emprega e ganha pra:
http://noticias.uol.com.br/album/110126 ... #fotoNav=4
Casa de ex-banqueiro despejado no Morumbi parece museu
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MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO
Parece um museu. Logo após a garagem, entra-se num hall com uma pintura feita diretamente na parede pelo norte-americano Sol Lewitt. Na beira da piscina coberta, há um trabalho de Frank Stella, outro artista americano que se projetou nos anos 60. No jardim, há esculturas de Tunga, de Amilcar de Castro e da francesa Nikki de Saint Phaile.
É a casa do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira. A Folha foi o primeiro jornal a visitar o imóvel após a Justiça despejar Edemar, na última semana. A visita foi autorizada pelo juiz que determinou o despejo, Régis Rodrigues Bonvicino.
O choque maior é com a coleção que está na sala de estar. Ali estão expostos algumas das obras mais caras da coleção de Edemar: são telas de Robert Rauschenberg, um dos fundadores da pop arte, de Sandro Chia, um dos principais nomes da pintura italiana dos anos 80, do alemão Geeorg Baselitz e do holandês Karel Appel. Os artistas nacionais não ficam atrás: há dois Portinaris, Di Cavancanti, escultura em bronze de Maria Martins e a cerâmica de um touro de Brecheret.
A casa tem 4.100 metros quadrados, uma área que comportaria 82 apartamentos de 50 metros quadrados, como os que são feitos pelo programa Minha Casa, Minha Vida, por exemplo. Custou R$ 142, 7 milhões, segundo documentos de 2002, em valores não atualizados.
Se estivesse nos Estados Unidos, entraria na lista das dez casas mais caras da revista "Forbes".
Se Edemar não conseguir reverter a ordem de despejo, o próximo passo será leiloar o imóvel. O valor arrecadado será distribuído entre os credores do Banco Santos, que quebrou em novembro de 2004, deixando um rombo de R$ 2,2 bilhões.
Edemar saiu às pressas do imóvel na semana passada, segundo os seguranças. Levou apenas um pijama para o flat em que está com a mulher, Márcia.
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É a casa do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira. A Folha foi o primeiro jornal a visitar o imóvel após a Justiça despejar Edemar, na última semana. A visita foi autorizada pelo juiz que determinou o despejo, Régis Rodrigues Bonvicino.
O choque maior é com a coleção que está na sala de estar. Ali estão expostos algumas das obras mais caras da coleção de Edemar: são telas de Robert Rauschenberg, um dos fundadores da pop arte, de Sandro Chia, um dos principais nomes da pintura italiana dos anos 80, do alemão Geeorg Baselitz e do holandês Karel Appel. Os artistas nacionais não ficam atrás: há dois Portinaris, Di Cavancanti, escultura em bronze de Maria Martins e a cerâmica de um touro de Brecheret.
A casa tem 4.100 metros quadrados, uma área que comportaria 82 apartamentos de 50 metros quadrados, como os que são feitos pelo programa Minha Casa, Minha Vida, por exemplo. Custou R$ 142, 7 milhões, segundo documentos de 2002, em valores não atualizados.
Se estivesse nos Estados Unidos, entraria na lista das dez casas mais caras da revista "Forbes".
Se Edemar não conseguir reverter a ordem de despejo, o próximo passo será leiloar o imóvel. O valor arrecadado será distribuído entre os credores do Banco Santos, que quebrou em novembro de 2004, deixando um rombo de R$ 2,2 bilhões.
Edemar saiu às pressas do imóvel na semana passada, segundo os seguranças. Levou apenas um pijama para o flat em que está com a mulher, Márcia.

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