Mirage 250 EFI: Opinião dos proprietários
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Só pra fechar os 4000 posts

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Gabriel Neves
- Mensagens: 229
- Registrado em: 29 Mai 2010, 22:38
4001: Peguei hoje a Mirage, já meio ansioso pra rodar com ela e receoso de ter rolado algum problema na ativação da mesma.
Saindo de uma Intruder 125, que é praticamente uma moto-escola, a Mirage 250 me ensinou algumas coisas sobre como pilotar. Primeiro que não tem contador de marcha, o que pode ser óbvio e muito comum, mas desde os primórdios vim com aquele contadorzinho vermelho me mimando para caramba.
Depois de me arranjar com as marchas comecei a me acostumar a posição e isso foi beeeeem tranquilo. Ainda não to na ânsia de pegar corredor com ela, mas é questão de pouco de tempo...
É absolutamente IMPOSSÍVEL passar pro neutro com a moto parada. Eu em uma fila do Detran tive que cortar o motor para conseguir engatar o neutro, e durante as andadas era mais fácil, mas eu errava constantemente e uma vez que parava no sinal já era, hehe. Sei que falam de regulagens no manete e motor, mas eu sou bem novato em mecânica e estou lendo o manual.
Falando em manual: a luz FI fica acesa pra sempre quando a chave está no ON, e não apenas 3 segundos como diz no manual. Quando a moto liga ela apaga, não rola engasgo nem nada que eu consiga perceber (ainda).
Como estou amaciando-a, não dei nenhum puxadão absurdo, mas deu pra sentir que ela consegue alcançar o objetivo. Na trudinha eu tinha que me planejar para a ausência desse arranque...
E eu to meio embasbacado como ela é grande. As pessoas realmente não dizem que ela é 250.
A primeira nota é 9,9, só por conta do neutro tendo me dado umas surras violentas
Agora, o pessoal da CC falou para usar APENAS gasolina comum. Eles indicaram que a grande variedade de podiuns e aditivadas estão detonando as velas. Apesar de serem ruins, as comuns seriam mais indicadas por serem a mesma coisa (salve casos como gasolinas religiosas hehe).
Agora é andar bastante pra amaciar logo e treinar nas estradas!
Queria agradecer a esse povo bacana daqui do fórum que já me deixa bem mais tranquilo devido a tanta informação que é dada. Estou entrando num curso noturno de mecanica para poder aprofundar mais nesse tema que tanto amo.
Abraços!
Saindo de uma Intruder 125, que é praticamente uma moto-escola, a Mirage 250 me ensinou algumas coisas sobre como pilotar. Primeiro que não tem contador de marcha, o que pode ser óbvio e muito comum, mas desde os primórdios vim com aquele contadorzinho vermelho me mimando para caramba.
Depois de me arranjar com as marchas comecei a me acostumar a posição e isso foi beeeeem tranquilo. Ainda não to na ânsia de pegar corredor com ela, mas é questão de pouco de tempo...
É absolutamente IMPOSSÍVEL passar pro neutro com a moto parada. Eu em uma fila do Detran tive que cortar o motor para conseguir engatar o neutro, e durante as andadas era mais fácil, mas eu errava constantemente e uma vez que parava no sinal já era, hehe. Sei que falam de regulagens no manete e motor, mas eu sou bem novato em mecânica e estou lendo o manual.
Falando em manual: a luz FI fica acesa pra sempre quando a chave está no ON, e não apenas 3 segundos como diz no manual. Quando a moto liga ela apaga, não rola engasgo nem nada que eu consiga perceber (ainda).
Como estou amaciando-a, não dei nenhum puxadão absurdo, mas deu pra sentir que ela consegue alcançar o objetivo. Na trudinha eu tinha que me planejar para a ausência desse arranque...
E eu to meio embasbacado como ela é grande. As pessoas realmente não dizem que ela é 250.
A primeira nota é 9,9, só por conta do neutro tendo me dado umas surras violentas
Agora, o pessoal da CC falou para usar APENAS gasolina comum. Eles indicaram que a grande variedade de podiuns e aditivadas estão detonando as velas. Apesar de serem ruins, as comuns seriam mais indicadas por serem a mesma coisa (salve casos como gasolinas religiosas hehe).
Agora é andar bastante pra amaciar logo e treinar nas estradas!
Queria agradecer a esse povo bacana daqui do fórum que já me deixa bem mais tranquilo devido a tanta informação que é dada. Estou entrando num curso noturno de mecanica para poder aprofundar mais nesse tema que tanto amo.
Abraços!
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jirschik
- Moderador
- Mensagens: 4103
- Registrado em: 17 Mar 2008, 18:12
- Localização: São Paulo
- Contato:
Sempre que for diminuir a marcha, suba a rotação do motor, ou seja, acelere com a embreagem acionada. Quando solta-se o acelerador, isso alivia o câmbio. Isso auxilia na troca e vale para várias motocicletas.Gabriel Neves escreveu:...É absolutamente IMPOSSÍVEL passar pro neutro com a moto parada...
Boa dica, jirschik!jirschik escreveu:Sempre que for diminuir a marcha, suba a rotação do motor, ou seja, acelere com a embreagem acionada. Quando solta-se o acelerador, isso alivia o câmbio. Isso auxilia na troca e vale para várias motocicletas.Gabriel Neves escreveu:...É absolutamente IMPOSSÍVEL passar pro neutro com a moto parada...
Vou testar, pq tbm apanho com o engate da neutra e a volta pra primeira.
IMMORTAL MC / GARGULAS MC
Ex-Vento Vthunder 250
Ex- Harley Davidson 883
/ Atual: Shadow 600 bobber
Ex-Vento Vthunder 250
Ex- Harley Davidson 883
/ Atual: Shadow 600 bobber
eu aqui faço diferente..
evito ao máximo parar com a moto com marchas altas.. a medida q vou freando desde la de tras, já vou reduzindo as marchas junto..
é fácil entender que engatou a primeira pois o estalo é mais forte..
mas quando não da pra reduzir.. e parei de 5ª.. é simples.. se vc tentar reduzir vai ver q o cambio fica solto e não responde.. não é?
então.. nessa hora, vc alivia a embreagem suavemente até ouvir um estalo.. significa que a marcha foi reduzida.. é so repetir isso quantas vezes for necessário até reduzir tudo..
e se está difícil encontrar o neutro.. vai a dica.. de uma puxada no RPM e depois tente novamente.
evito ao máximo parar com a moto com marchas altas.. a medida q vou freando desde la de tras, já vou reduzindo as marchas junto..
é fácil entender que engatou a primeira pois o estalo é mais forte..
mas quando não da pra reduzir.. e parei de 5ª.. é simples.. se vc tentar reduzir vai ver q o cambio fica solto e não responde.. não é?
então.. nessa hora, vc alivia a embreagem suavemente até ouvir um estalo.. significa que a marcha foi reduzida.. é so repetir isso quantas vezes for necessário até reduzir tudo..
e se está difícil encontrar o neutro.. vai a dica.. de uma puxada no RPM e depois tente novamente.
Em que pese a minha moto ser outra, mas creio que o princípio mecânico do mecanismo de troca é o mesmo, mas a dica do Miau para quando para-se na 5ª de repente é bem esta aí citada por ele e da certo, eu adoto este procedimento aí citado.Miau escreveu:eu aqui faço diferente..
evito ao máximo parar com a moto com marchas altas.. a medida q vou freando desde la de tras, já vou reduzindo as marchas junto..
é fácil entender que engatou a primeira pois o estalo é mais forte..
mas quando não da pra reduzir.. e parei de 5ª.. é simples.. se vc tentar reduzir vai ver q o cambio fica solto e não responde.. não é?
então.. nessa hora, vc alivia a embreagem suavemente até ouvir um estalo.. significa que a marcha foi reduzida.. é so repetir isso quantas vezes for necessário até reduzir tudo..
e se está difícil encontrar o neutro.. vai a dica.. de uma puxada no RPM e depois tente novamente.

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Gabriel Neves
- Mensagens: 229
- Registrado em: 29 Mai 2010, 22:38
jirschik e miau,
valeu pelas dicas. Acho que agora é praticar bastante... Tive dificuldades com a intruder no começo e hoje acho fácil. Aprendizado!
Atualização:
Como o tópico é sobre opinião de proprietários, segue mais um relato sobre uma 0 km.
Ontem fui emplacar a moto no Detran meio ansioso, porque eu tava LUTANDO contra a embreagem. Era aquele receio de parar e ter que machucar cada vez mais a embreagem. Seguindo a dica do pessoal aqui, eu acelerava e colocava no neutro, mas nem isso ajudou quando parado.
Moto emplacada, aproveitei que era próximo da CC e passei lá para regular o cabo de embreagem. O cara que me vendeu a moto foi MEGA solícito para o ajuste, mas o outro ficou falando que era assim mesmo, eu me acostumava, etc...
Resolvi confiar, mais por insegurança pessoal de que eu não tava dando conta mesmo. Mas...
... 200 metros depois o velocímetro morreu!! Ficou ali cravado no zero. Aproveitei que ainda tava próximo da CC (
) e voltei lá (nessa volta, o velocímetro marcou 140, mesmo eu estando a 70). Dessa vez o meu vendedor me encaminhou pro gerente, que me mandou direto pra oficina e o reparou foi feito na hora.
O sensor do velocímetro que alimenta a ECU tava quebrado e a embreagem tava muito curta. Foi papo de uma hora para ela estar tinindo, tudo na garantia, e muito boa de pilotar. Claro que tenho que abrir bem mais a embreagem para sair, mas prefiro assim e poder engatar um neutro ou trocar de marcha sem ter que ser um bruto.
Para os cariocas, a CC é a Kajin, aparentemente a única da cidade do rio de janeiro (parece que as outras trocaram de marca). O vendedor gente fina se chama Danilo, novato na loja, e parece que a minha moto foi a primeira venda dele.
Dado os sustos, agora a moto está aquilo que eu esperava/ sonhava hehe
Mas só tive 180 km, muito chão pela frente ainda!
valeu pelas dicas. Acho que agora é praticar bastante... Tive dificuldades com a intruder no começo e hoje acho fácil. Aprendizado!
Atualização:
Como o tópico é sobre opinião de proprietários, segue mais um relato sobre uma 0 km.
Ontem fui emplacar a moto no Detran meio ansioso, porque eu tava LUTANDO contra a embreagem. Era aquele receio de parar e ter que machucar cada vez mais a embreagem. Seguindo a dica do pessoal aqui, eu acelerava e colocava no neutro, mas nem isso ajudou quando parado.
Moto emplacada, aproveitei que era próximo da CC e passei lá para regular o cabo de embreagem. O cara que me vendeu a moto foi MEGA solícito para o ajuste, mas o outro ficou falando que era assim mesmo, eu me acostumava, etc...
Resolvi confiar, mais por insegurança pessoal de que eu não tava dando conta mesmo. Mas...
... 200 metros depois o velocímetro morreu!! Ficou ali cravado no zero. Aproveitei que ainda tava próximo da CC (
O sensor do velocímetro que alimenta a ECU tava quebrado e a embreagem tava muito curta. Foi papo de uma hora para ela estar tinindo, tudo na garantia, e muito boa de pilotar. Claro que tenho que abrir bem mais a embreagem para sair, mas prefiro assim e poder engatar um neutro ou trocar de marcha sem ter que ser um bruto.
Para os cariocas, a CC é a Kajin, aparentemente a única da cidade do rio de janeiro (parece que as outras trocaram de marca). O vendedor gente fina se chama Danilo, novato na loja, e parece que a minha moto foi a primeira venda dele.
Dado os sustos, agora a moto está aquilo que eu esperava/ sonhava hehe
Mas só tive 180 km, muito chão pela frente ainda!
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Nômade Aprendiz
- Mensagens: 70
- Registrado em: 09 Jul 2013, 20:25
- Localização: São Paulo
Companheiros de duas rodas,
Eu acompanho esse fórum sem postar tem um tempo. Como muitos outros, escolhi a mirage 250 como minha primeira moto, convencido por bons relatos, pelo bom motor, pela beleza, conforto e (sem piada) também pela parte dos problemas - já que estava determinado a aprender o que fosse necessário pra me tornar auto-suficiente, pelo menos no que se refere à manutenção dessa e de outras motos. Tenho tempo livre agora e to disposto a abrir a bendita pra fuçar mesmo. Passei um bom tempo estudando e juntando opiniões antes de escolher qual moto adquirir, namorando motos usadas à venda e já pensando em como deixá-la única.
Me inspira o interesse de vocês com cada caso particular e eu planejava me apresentar antes de ter algum problema, pq isso é bem mais camarada de se fazer, mas quis deixar a moto do meu jeito antes e já chegar dizendo "e aí galera, paga um pau pra minha miraginha, que firma". Acho que eu li tanto dos posts que é como se eu já conhecesse bem alguns de vcs e suas motos. Bom, não deu: o problema chegou junto comigo hahaha, mas já falo disso.
Apesar de estar inclinado a pegar uma carburada, no final optei por uma mirage 2011, que marcava 3040km e aparentava estar zero, numa concessionária não longe de casa, pneus, correia, tudo novinho. Houve um pouco de enrolação com os documentos. Isso me deixou com o pé atrás. Antes da aquisição, como ainda não tinha carta, levei um amigo para testar a moto e ele descobriu que o velocímetro não funcionava. Não liguei os pontos com o funcionamento do odômetro e da quilometragem, e, ansioso pelas férias, adquiri uma moto que não se sabe quanto rodou com a promessa do conserto do velocímetro.
A moto em si é ótima. Anda bem, é estável e bonita. Me diverti muito com ela nas minhas férias. Chamei ela de Perséfone por mais de um motivo, mas só vou batizá-la assim quando estiver do jeito que eu quero. Não demorou muito depois de nos conhecermos para eu levantar sua saia e começar a me acostumar com o que havia lá de baixo. Quantos fios! Tentei esperar o sensor (não, não é o cabo) do velocímetro para mexer na parte elétrica dela inteira duma vez, mas como a concessionária só me enrolava, acabei mandando a moto no mecânico para trocar o retificador de lugar e instalar um interruptor de lanterna para partidas menos eletrizantes. Antes disso, havia instalado comandos avançados, o cavalete e um mata cachorro. O retificador ainda é o original e tá no chassi, na frente do cilindro dianteiro e debaixo de uma braçadeira do mata.
Até aí, mais ou menos semana passada, só amores entre nós. Já estava considerando parte da personalidade dela o mal-funcionamento do velocímetro e a incapacidade de saber quanto ela já tinha rodado por esse mundo e quanto ela bebe. De vez em quando, numa curva mal planejada e feita com muita inclinação os pedais raspam no chão. Assusta um pouco mas já me acostumei. Andar sem eles é fora de questão, já que to na casa dos 1,90. Ontem, no entanto, depois de um rolê cheio de curvas e uma tarde de sol daquelas dignas de filme, quando começava a descer a serra de volta, ela começou a me mostrar uma outra face, digamos menos estável. O pneu de trás parece frouxo, e a moto oscila bastante, principalmente andando devagar, mesmo com o motor desligado. Mas pra isso eu vou procurar postar no tópico certo. Se você tem um palpite, por favor!
Eu acompanho esse fórum sem postar tem um tempo. Como muitos outros, escolhi a mirage 250 como minha primeira moto, convencido por bons relatos, pelo bom motor, pela beleza, conforto e (sem piada) também pela parte dos problemas - já que estava determinado a aprender o que fosse necessário pra me tornar auto-suficiente, pelo menos no que se refere à manutenção dessa e de outras motos. Tenho tempo livre agora e to disposto a abrir a bendita pra fuçar mesmo. Passei um bom tempo estudando e juntando opiniões antes de escolher qual moto adquirir, namorando motos usadas à venda e já pensando em como deixá-la única.
Me inspira o interesse de vocês com cada caso particular e eu planejava me apresentar antes de ter algum problema, pq isso é bem mais camarada de se fazer, mas quis deixar a moto do meu jeito antes e já chegar dizendo "e aí galera, paga um pau pra minha miraginha, que firma". Acho que eu li tanto dos posts que é como se eu já conhecesse bem alguns de vcs e suas motos. Bom, não deu: o problema chegou junto comigo hahaha, mas já falo disso.
Apesar de estar inclinado a pegar uma carburada, no final optei por uma mirage 2011, que marcava 3040km e aparentava estar zero, numa concessionária não longe de casa, pneus, correia, tudo novinho. Houve um pouco de enrolação com os documentos. Isso me deixou com o pé atrás. Antes da aquisição, como ainda não tinha carta, levei um amigo para testar a moto e ele descobriu que o velocímetro não funcionava. Não liguei os pontos com o funcionamento do odômetro e da quilometragem, e, ansioso pelas férias, adquiri uma moto que não se sabe quanto rodou com a promessa do conserto do velocímetro.
A moto em si é ótima. Anda bem, é estável e bonita. Me diverti muito com ela nas minhas férias. Chamei ela de Perséfone por mais de um motivo, mas só vou batizá-la assim quando estiver do jeito que eu quero. Não demorou muito depois de nos conhecermos para eu levantar sua saia e começar a me acostumar com o que havia lá de baixo. Quantos fios! Tentei esperar o sensor (não, não é o cabo) do velocímetro para mexer na parte elétrica dela inteira duma vez, mas como a concessionária só me enrolava, acabei mandando a moto no mecânico para trocar o retificador de lugar e instalar um interruptor de lanterna para partidas menos eletrizantes. Antes disso, havia instalado comandos avançados, o cavalete e um mata cachorro. O retificador ainda é o original e tá no chassi, na frente do cilindro dianteiro e debaixo de uma braçadeira do mata.
Até aí, mais ou menos semana passada, só amores entre nós. Já estava considerando parte da personalidade dela o mal-funcionamento do velocímetro e a incapacidade de saber quanto ela já tinha rodado por esse mundo e quanto ela bebe. De vez em quando, numa curva mal planejada e feita com muita inclinação os pedais raspam no chão. Assusta um pouco mas já me acostumei. Andar sem eles é fora de questão, já que to na casa dos 1,90. Ontem, no entanto, depois de um rolê cheio de curvas e uma tarde de sol daquelas dignas de filme, quando começava a descer a serra de volta, ela começou a me mostrar uma outra face, digamos menos estável. O pneu de trás parece frouxo, e a moto oscila bastante, principalmente andando devagar, mesmo com o motor desligado. Mas pra isso eu vou procurar postar no tópico certo. Se você tem um palpite, por favor!
pneus gastos ou vazios? coxins do amortecedor ruins? amortecedor pedindo ajuste mais duro? o comportamento é esse.. parece que ta pilotando em cima da manteiga
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Nômade Aprendiz
- Mensagens: 70
- Registrado em: 09 Jul 2013, 20:25
- Localização: São Paulo
Os pneus estão novos e calibrados na pressão do manual.
Sempre usei a regulagem 1 no amortecedor. E o problema apareceu de meia hora pra outra.
Não conferi os coxins. Vo dar uma olhada no manual se é fácil chegar até eles.
Passei no mecânico a pé pra pedir a opinião dele e foi a de que pode ser a caixa de rolamentos precisando de ajuste ou rolamentos novos. Vou deixá-la lá amanhã e posto o que houve.
Sempre usei a regulagem 1 no amortecedor. E o problema apareceu de meia hora pra outra.
Não conferi os coxins. Vo dar uma olhada no manual se é fácil chegar até eles.
Passei no mecânico a pé pra pedir a opinião dele e foi a de que pode ser a caixa de rolamentos precisando de ajuste ou rolamentos novos. Vou deixá-la lá amanhã e posto o que houve.

