Papo de economia

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vinibgomes
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Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 14h24

Outubro é pior mês de 2008 para fundos de investimentos
Saques somam R$ 19,9 bilhões até dia 22

Mariana Segala - AE

Até agora, outubro está sendo o pior mês deste ano para a indústria de fundos de investimentos – que, entre os dias 1º e 22, registrou resgates líquidos (saldo entre aplicações e resgates) de R$ 19,9 bilhões. Neste período, o resultado já mais dramático que o de julho, até então o mês com mais saques (R$ 13,2 bilhões) em 2008, de acordo com os dados mais recentes compilados pelo site financeiro Fortuna. Só no dia 22, os fundos perderam R$ 3,5 bilhões. Os números de curto prazo estão sujeitos a alteração, já que pode haver atraso dos gestores na comunicação das informações à base de dados.
Os fundos de renda fixa são os que mais registram saídas em outubro, num total de R$ 11,116 bilhões até dia 22, o que representa 4,25% do patrimônio que possuíam no último dia de setembro. Os multimercados são os segundos colocados, com resgates de R$ 10,933 bilhões (6,57% do patrimônio). Os fundos de ações perdem R$ 512 milhões (0,80% do patrimônio), enquanto os referenciados DI têm saques de R$ 195 milhões (0,11% do patrimônio). Os referenciados cambiais perdem R$ 59 milhões no mês (8,11% do patrimônio).

Rentabilidade

Os fundos de ações registram rentabilidade negativa de 24,70% neste mês, frente a rendimento positivo de 23,23% dos referenciados cambiais. Ao mesmo tempo, os multimercados têm rendimento de -0,10% em outubro. Os fundos de renda fixa rendem 0,46% e os referenciados DI, 0,66%.


Publicado em: 24 de outubro de 2008, 14h24
Alterado em: 24 de outubro de 2008, 14h26
Jovi
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vinibgomes escreveu:Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 11h37

Casa Branca: decisão de corte da Opep é 'antimercado'
DANIELLE CHAVES

A Casa Branca chamou de "antimercado" a decisão de hoje da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de cortar a produção de petróleo em 1,5 milhão de barris diários e destacou que os altos preços da matéria-prima (commodity) são um obstáculo para o avanço da economia global.

"Sempre foi nossa opinião que o valor das commodities, incluindo petróleo, deveria ser determinada por mercados abertos e competitivos, e não por esse tipo de decisão antimercado sobre produção", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto.

Hoje, em Viena, a Opep decidiu cortar a produção de petróleo do cartel, com o objetivo de reequilibrar os mercados globais da matéria-prima e na tentativa de frear uma queda ainda maior nos preços do petróleo. O ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali Naimi, afirmou que o corte terá efeito a partir de 1º de novembro, mas alguns países membros do grupo disseram que o efeito será imediato. As informações são da Dow Jones.
Publicado em: 24 de outubro de 2008, 11h37
Alterado em: 24 de outubro de 2008, 11h37
Eles criam a crise, eles intervem onde querem, criticam quem querem e estão sempre certos...
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
vinibgomes
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Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 17h55

Há 79 anos, fissura em Wall Street daria início à Grande Depressão


Nalu Fernandes - AE

Nova York - Há exatos 79 anos começava a fissura que engoliria Wall Street em 1929. Aquele ano, cujas características têm sido espelhadas no de 2008 em citações freqüentes por participantes do mercado internacional, marca catástrofes seqüenciais no mundo financeiro. Em 24 de outubro de 1929 começava a rachadura em Wall Street, que antecipava em poucos dias o tremor que assolaria o mercado financeiro na crise que deflagrou a Grande Depressão econômica. Aquela Quinta-Feira Negra deu início a quedas sucessivas e ainda mais fortes nas Bolsas de Valores norte-americanas, revivendo a nomenclatura que havia sido cunhada em 1869, durante os dias deflagrados com a especulação do ouro. Na segunda-feira seguinte ao dia 24, portanto dia 28 naquele mesmo ano, houve a eclosão do pânico que se arrastou para a Terça-Feira Negra, um dia que muitos dizem ser o primeiro com a economia já em depressão.
Hoje, 79 anos depois da primeira faísca de 1929, analistas em Wall Street garantem que os EUA já estão em recessão, alertam que o processo também será inevitável na Europa e o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia global estará no "limiar da recessão" em 2009. Em Wall Street, os índices acionários Dow Jones Industrial Average e S&P-500 perderam 41,8% e 45,5%, respectivamente, desde o pico registrado em 11 de outubro de 2007. Desde então, Manhattan viu bancos de mais de um século de existência baixando definitivamente as portas ou sendo adquiridos pelos concorrentes.

A Quinta Negra de 1929, início da rachadura que se abriria para engolir os mercados acionários, marcou uma queda apenas marginal da Bolsa, de -2% ante o dia anterior. Mas teve o destaque nas perdas intraday, que fizeram com que mais de 12 milhões de ações trocassem de mãos em um único dia, quando a média diária era de 4 milhões, o que deflagrou um 'resgate' naquele mesmo dia orquestrado por banqueiros e pela própria Bolsa.

No fim daquela manhã dramática, já circulavam rumores de investidores pulando de seus escritórios em Manhattan, mas até hoje a veracidade destas fatalidades é questionada. No livro "1929: O Colapso da Bolsa", na edição em português, o célebre economista John Kenneth Galbraith classifica este episódio como um dos mitos da quebra da Bolsa. "Nos EUA, a onda de suicídio que seguiu a quebra do mercado de ações é também parte da lenda de 1929. Na verdade, não houve nenhum", escreveu Galbraith. A taxa de suicídio já estava subindo gradualmente antes de 1929 e aumentou mais acentuadamente em 1930, 1931 e 1932, "quando havia mais do que o mercado de ações" em questão, avalia o autor.

Quinta Negra

O fato é que depois das perdas da primeira parte do pregão do dia 24 de outubro de 1929, no horário de almoço, mais de 20 banqueiros de Wall Street se reuniram nos escritórios da então JP Morgan & Co. para encontrar formas para acalmar o mercado. A solução imediata, por meio das mãos da própria Bolsa, veio com a compra de lotes de papéis da empresa U.S. Steel e de outras acima do preço de mercado, o que evitou que a perda diária fosse maior. Um operador disse que a "Quinta Negra de 1929 foi o pior desastre desde a Peste Negra", relata o livro "Every Man a Speculator", escrito pelo historiador Steve Fraser. "Décadas se passariam até que o pequeno investidor voltasse ao mercado", acrescentou o autor.

Milhões de americanos comuns tinham seu dinheiro aplicado nas Bolsas na década de 1920. "A característica singular do grande colapso de 1929 foi que o pior continuava a piorar. O que parecia o fim em um dia provou-se no dia seguinte ter sido apenas o começo", acrescentou Galbraith, no livro sobre a quebra de 1929. De fato, depois da ignição do dia 24, o estouro do pânico viria na Segunda-Feira Negra, dia 28 daquele ano de 1929.

O efeito manada faria o Dow Jones fechar em baixa de quase 13%. Nem mesmo o esforço didático dos Rockefellers e de outros figurões da época, indo contra a corrente e comprando ações para mostrar que havia confiança no mercado, conseguiu interromper as quedas seqüenciais em Wall Street.

No dia 29, na chamada Terça-Feira Negra, o Dow Jones despencou quase 12%, em meio a rumores de que o então presidente Herbert Hoover não vetaria a proposta de elevação de impostos, o que se confirmaria posteriormente. Do pico do mercado acionário, registrado em setembro de 1929, o Dow Jones só teve estabilização anos depois. De setembro daquele ano, no ápice de pouco mais de 380 pontos, o Dow Jones seguiu para o fundo do poço em 1932, batendo no nível em torno de 40 pontos. A perda acumulada chegou a quase 90%, sendo que 40% disso havia sido perdido em menos de dois meses até outubro de 1929.

Publicado em: 24 de outubro de 2008, 17h55
Alterado em: 24 de outubro de 2008, 17h57
vinibgomes
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Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 18h39

Bolsa soma perda superior a 50% no ano, em nível de 2005

Paula Laier - AE

A Bovespa voltou a ser fortemente afetada nesta sexta-feira pela significativa deterioração dos mercados financeiros globais, em meio a uma nova onda de apreensão com o rumo da economia mundial. Diante do forte processo de venda de ações ao redor do mundo, os papéis brasileiros não escaparam da queda. O Ibovespa - principal índice de ações brasileiro - encerrou o dia em baixa de 6,91%, aos 31.481,55 pontos - o menor patamar desde o fechamento do dia 25 de novembro de 2005 (31.357,55).
Durante o dia, oscilou da mínima de 30.788 pontos (-8,96%) à máxima de 33.809 pontos (-0,03%). O volume financeiro totalizou R$ 4,472 bilhões (preliminar). Na semana, o Ibovespa acumulou uma perda de 13,50%. No mês, a queda alcança 36,45% e no ano, 50,72%.

Pesou sobre as ações da Petrobras a queda superior a 5% nos preços do petróleo, apesar do anúncio da
Opep, de que cortará a produção do óleo em 1,5 milhão de barris por dia a partir de 1º de novembro. Na Nymex, o contrato para dezembro de petróleo encerrou em baixa de 5,44%, a US$ 64,15. Diante disso, as preferenciais da Petrobras recuaram 10,13% e as ordinárias, 10,19%.

Mas a ação que concentrou as atenções do mercado hoje foi a Unit do Unibanco, papel que liderou as quedas do Ibovespa em parte do dia. O banco antecipou hoje a apresentação do seu resultado no terceiro trimestre do ano, em que registrou lucro líquido recorrente de R$ 704 milhões no período (não auditado), um aumento de 5,6% sobre igual intervalo de 2007. De acordo com a assessoria de imprensa do Unibanco, a antecipação foi necessária porque nos últimos dias a instituição financeira estava com dificuldades em esclarecer as dúvidas do mercado por estar em período de silêncio.

Em resposta à queda da ação, o Conselho de Administração do Unibanco dobrou o limite de ações que podem ser adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações aprovado em 13 de fevereiro deste ano. O programa passa a ser de até 40 milhões de Units. Assim, no fechamento, a ação registrou queda de 8,70%, após cair 22,43% na mínima do dia. O volume com o papel representou o terceiro maior da bolsa, com R$ 438,861 milhões, atrás apenas de Petrobras PN (R$ 835,006 milhões) e Vale PNA (R$ 673,818 milhões).

Ainda entre as ações do setor listadas no Ibovespa, Itaú PN caiu 10,67%, Bradesco PN -7,36% e Banco do Brasil -2,60%. O clima adverso no ambiente acionário global ofuscou os resultados recordes apresentados ontem, após o fechamento do mercado, pela Vale. O lucro líquido da mineradora foi de R$ 12,433 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 166,9% sobre o mesmo período do ano passado. Analistas projetavam lucro de R$ 4,71 bilhões. Isso amortizou, mas não impediu a queda das ações: Vale PNA -5,36% e Vale ON -4,91%. "Foi como dar um anel da Tiffany's para a esposa e ela dizer que não gostou", comparou um profissional da área de renda variável.

No encerramento do dia, lideraram as perdas do índice: Aracruz PNB (-13,73%), Lojas Americanas PN (-13,71%) e ALL Unit (-13,67%). E apenas quatro ações registraram valorização: Telesp PN (+5,63%), Sabesp ON (+3,27%), Brasil Telecom PN (+1,65%) e Telemar Norte Leste PNA (+0,54%).

O cenário gráfico para o Ibovespa não ajuda a melhor o ânimo dos investidores antes do fim de semana. Analistas da Lopes Filho apontaram que a análise do gráfico diário do Ibovespa indica maiores possibilidades de continuação da trajetória baixista até os 28 mil pontos ou 27 mil pontos.

Aniversário da Grande Depressão

No aniversário de 79 anos da quinta-feira negra que marcou o início da fissura que engoliria Wall Street em 1929, o pânico instalou-se nos mercados internacionais. Na Ásia, todas as bolsas regionais fecharam no território negativo. Em Tóquio, o índice Nikkei 225 despencou 9,6%, para o seu menor nível desde abril de 2003, aos 7.649,08 pontos. Na Europa, o londrino FTSE 100 caiu 5,00%, o DAX, de Frankfurt, perdeu 4,96%; e, em Paris, o CAC-40 cedeu 3,55%.

O PIB do Reino Unido caiu 0,5% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o segundo - a primeira contração na margem desde a registrada no segundo trimestre de 1992 e a maior queda desde a do quarto trimestre de 1990. Na zona do euro, o PMI, medida da produção total do setor privado, caiu de 46,9 em setembro para 44,6 em outubro, registrando o menor nível desde que o índice começou a ser calculado, em maio de 1998. Um número abaixo de 50,0 indica contração da atividade.

Em Wall Street, pela primeira vez em pelo menos cinco anos, os índices futuros de ações tiveram suas operações interrompidas após atingirem o limite diário de queda. A paralisação ocorreu logo cedo, por volta das 8h (de Brasília), com o Nasdaq em baixa de 6,76% e o S&P-500 em queda de 6,56%. O Dow Jones futuro foi congelado em queda de 6,3%. No fechamento do dia, no mercado à vista, o Dow registrou queda de 3,59%, aos 8.378,95 pontos; o S&P-500 caiu 3,45%, aos 876,77 pontos; e o Nasdaq Composite cedeu 3,23%, aos 1.552,03 pontos. Informação do Wall Street Journal de que o Departamento do Tesouro está considerando comprar participações acionárias nas companhias de seguro ajudou a "reduzir" as perdas.




Publicado em: 24 de outubro de 2008, 18h39
Alterado em: 24 de outubro de 2008, 18h48
vinibgomes
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Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 19h31

Brasil quer criar acordo automotivo com o Paraguai

RENATA VERÍSSIMO

O Brasil propôs hoje ao governo do Paraguai a criação de um acordo automotivo entre os dois países. O Paraguai é um único membro pleno do Mercosul com o qual o Brasil ainda não tem um acordo no setor automotivo. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o assunto será discutido na Comissão de Monitoramento de Comércio entre Brasil e Paraguai. Os acordos automotivos são necessários porque este setor não foi incluído no Mercosul, o que significa que as vendas de veículos e autopeças não estão isentas da cobrança do imposto de importação como para os demais produtos. Os acordos bilaterais fechados com a Argentina e o Uruguai estabelecem cotas para a isenção do tributo.

A negociação de um acordo automotivo foi discutida hoje, em Assunção. O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, está chefiando uma missão ao Paraguai com representantes do governo e de empresários de vários setores. A assessoria de imprensa do ministro informou que o Paraguai manifestou a intenção de aumentar as exportações para o Brasil para US$ 1,2 bilhão até o final de 2009, 178% maior que o desempenho das vendas paraguaias para o mercado brasileiro em 2007 (US$ 434 milhões). As exportações do Paraguai para o Brasil nos nove primeiros meses de 2008 totalizam US$ 489,9 milhões. Em 2007, o Paraguai tinha apenas 0,4% de participação no mercado brasileiro de importados.

A assessoria do Ministério do Desenvolvimento informou que o aumento das exportações paraguaias deve ocorrer por meio de mais investimentos de empresas brasileiras naquele País. O ministro de Indústria e Comércio do Paraguai, Martin Heisecke, teria afirmado que o Paraguai quer oferecer oportunidades para empresas que queiram investir no país, permitindo o aumento do intercâmbio comercial e a diminuição do déficit comercial com o Brasil. O intercâmbio comercial entre os dois países este ano já é superavitário para o Brasil em US$ 1,413 bilhão. A intenção do Paraguai é diminuir este déficit com o Brasil em 50% até o fim do ano que vem.

Para o ministro Miguel Jorge, o incremento do comércio é factível, já que a corrente de comércio entre os dois países cresceu 69% de janeiro a setembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2007, passando de US$ 1,4 bilhão para quase US$ 2,4 bilhões. Miguel Jorge ainda destacou o aumento das importações brasileiras de produtos paraguaios de US$ 261 milhões para US$ 488 milhões, no mesmo período comparativo. Para ele, apesar da crise econômica mundial, o momento é propício à exploração de nichos de mercado que possam fortalecer as bases produtivas nacionais.

Publicado em: 24 de outubro de 2008, 19h31
Alterado em: 24 de outubro de 2008, 19h31
vinibgomes
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vinibgomes escreveu:Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 19h31

Brasil quer criar acordo automotivo com o Paraguai
Acho que eles não sabem do acordo já existente:
O veículo é roubado aqui, passa pela fronteira sem pagar nenhuma tarifa de importação, chega ao seu destino e é vendido por no max 10% de seu valor!!
Agora so falta eles exportarem pro Brasilsilsil.. os mesmos veículos que foram pra lá de maneira ilícita, só que com valor de mercado,,,eta day-trade bão!
rafaeladvogado
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vinibgomes escreveu:
vinibgomes escreveu:Sexta-feira, 24 de outubro de 2008, 19h31

Brasil quer criar acordo automotivo com o Paraguai
Acho que eles não sabem do acordo já existente:
O veículo é roubado aqui, passa pela fronteira sem pagar nenhuma tarifa de importação, chega ao seu destino e é vendido por no max 10% de seu valor!!
Agora so falta eles exportarem pro Brasilsilsil.. os mesmos veículos que foram pra lá de maneira ilícita, só que com valor de mercado,,,eta day-trade bão!
O Brasil tem que fazer o seguinte acordo com o Paraguay:

Texto do acordo:

"Ou vocês aí no Paraguay começam a devolver os carros roubados no Brasil que rodam aí, ou então o Brasil vai bombardear esse paizinho de merd#$%¨¨&¨%$#¨*"



" :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
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rafaeladvogado
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vinibgomes escreveu:Opep corta 1,5 milhão de barris para conter queda do preço do petróleo
Fazem isso, pois são uns filhos da put#$%#@%%&*&*

:lol:
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cros
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Anúncio Dela:
Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 28 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.
Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site? Ou esposas de gente que ganhe isso e possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso e 250 mil não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher da minha aula de ioga que casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez de certo que eu não fiz? Como eu chego ao nível dela? Rafaela S.

Resposta Dele:
Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, não estou gastando o seu tempo, pois ganho mais de 500 mil por ano. Isto posto, considero os fatos da seguinte forma:
O que ‘você oferece, visto da perspectiva de um homem como você procura, é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Proposta clara, sem entrelinhas.

Mas tem um problema: Com toda certeza, a sua beleza vai decair e um dia acabar, e o mais provável é que o meu dinheiro continue crescendo. Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos. Você não somente sofre depreciação como essa depreciação é progressiva, cada ano maior!

Explicando, você tem 28 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5/10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano, e de repente, se você se comparar com uma foto de hoje, verá que já estará um caco. Isto é, em termos de mercado, você está hoje na “alta”, na época ideal de ser vendida, não de ser comprada.

Usando o linguajar de Wall Street, quem a tem hoje deve tê-la em “trading position” (posição para comercializar) , e não de “buy and hold” (compre e retenha), que é o para quê você se oferece.

Portanto, ainda em termos comerciais, casamento (que é um ‘buy and hold’) com você não é um bom negócio a médio/longo prazo, mas alugá-la pode ser e em termos sociais, um negócio razoável de que podemos cogitar… Apenas namorar… Cogitar…

Já cogitando, e para certificar-me do quão “articulada”, com classe e maravilhosamente linda você seja, eu, provável futuro locatário dessa “máquina”, quero o que é de praxe: fazer um test drive.
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vinibgomes
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