Kasinski: Processo judicial e Raclamações

Motos: Kasinski Mirage 250, Kasinski Mirage 650, Kasinski Cruiser, etc.

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cros
Moderador
Mensagens: 10262
Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
Localização: Eldorado do Sul

asoaresl escreveu:Se tiver mais alguém do RS que possa relatar sua experiência de pré e pós venda de sua mirage 250 efi, mesmo que não seja na que citei, também será de muita ajuda!
Não é meu caso, comprei uma 2006 usada com 13mil km, agora está perto dos 42mil km. Já fiz 2 revisões na autorizada e se sobrar um troco vou fazer a terceira daqui 1 ou 2 meses.
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Edimarzio
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Registrado em: 07 Out 2009, 22:59
Localização: São Paulo

Amigos,
Alguem teve sucesso no porblema da gorducha morrer no transito :?:

A minha começou a apresentar esse problema. :evil: Gostaria de saber isso, pois qdo vencer minha revisão dos 6.000, queria saber se falo isso ou deixo passar. Pois percebi que ela esquenta demais no transito intenso e aí não pára ligada. É ligar e morrer em seguida. E o ponto da embreagem tb se altera muito quando ela aquece demais.

Acredito que não tenha muito a ver com a qualidade do combustível pobre do Brasil, senão, o problema ocorreria em outras situações, e não somente quando superaquece, tendo injeção eletrônica. :shock:

[]s,
Eduardo Dimarzio
Ainda aprendendo, mas chego lá...
Miau
Moderador
Mensagens: 2375
Registrado em: 05 Set 2009, 09:50
Localização: Macaé

guto.souza escreveu:deixei hoje a minha Kasinski na concessionária daqui do Rio (por sinal a nova loja tá MUITO melhor que a antiga da rua Ceará.. muito grande, mas ainda tá cedo pra dizer sobre os serviços de lá...
tive a impressão que só tem funcionários novos (novos na faixa etária também, inclusive o mecânico deve ter menos de 20 anos!!!?!?!?)

quando receber a moto de volta digo se o problema continua.

Geraldo CS, você é do Rio?
desejo-lhe sorte, do fundo do coracao heheheh

a ABM é referencia de pessimo servico, so dar uma pesquisada aqui mesmo no forum

abraços
graargh
Mensagens: 5
Registrado em: 29 Mai 2010, 13:35

Retornei para dar continuidade ao relato da minha situação.

No dia 02/06/10 enviei seguinte carta (que agora compartilho com quem tiver interesse em fazer o download) para sac@kasinski.com.br, kasinski@kasinski.com.br e posvendas@kasinski.com.br, e mesmo tendo sido informado pela concessionária que a fabricante a recebeu, não obtive qualquer resposta da mesma.

O link para visualizar o material enviado é http://rapidshare.com/files/407449287/c ... sinski.pdf

Cheguei a propor à concessionária a "devolução" da motocicleta pelo valor da tabela FIPE (aproximadamente R$12.300,00), apos 4 meses de uso (tendo em vista que ela ficou 1 mes inteiro parada), proposta que foi imediatamente recusada.

Como nenhuma das 2 demonstrou nenhum interesse na resolução da situação, o único jeito foi entrar com um processo contra eles.

Compartilho o material e a situação como forma de expor a postura da empresa em relação ao pós venda do produto.

Abraços a todos,
Romulo
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Conde
Mensagens: 8
Registrado em: 24 Mar 2010, 10:26
Localização: São Paulo
Contato:

Amigos, estou começando a contar a história porque creio que vai dar problema: tirei minha mirage em março, está com 7500 km, e começou a falhar e pipocar, principalmente quando quente. Levei à concessionária Edgar Soares, no centro de Sampa, no dia 12/07/2010. Disseram que o problema era em duas peças: o estator de voltagem e o retificador. Ok. Já é um absurdo uma moto tão nova dar esse tipo de problema, que, ao que parece, muitos outros mirageiros já tiveram, agora, ter que esperar de 10 a 15 dias com a moto parada para que a garantia seja acionada e a kasinski mande as peças, isso é inadimissível, mas é essa a perspectiva que me foi dada, com ressalvas de que em alguns casos a kasinski levou mais de 30 dias. Isso, eu não posso aceitar. E confesso, a mirage, é uma moto excelente, mas estou muito decepcionado com essa situação, e confesso, pretedo mudar de marca assim que possível.
Sábios do Asfalto
Na ruptura dos mundos insaciáveis
Serei aquele que não precisa.
Miau
Moderador
Mensagens: 2375
Registrado em: 05 Set 2009, 09:50
Localização: Macaé

recomendo uma boa leitura do CDC.

o prazo pra vicios ocultos é de no maximo 30 dias.

ja pra vicios de facil constatacao, acho que é menor.

vlw
graargh
Mensagens: 5
Registrado em: 29 Mai 2010, 13:35

Caro Humm,

Existe sim um prazo de 30 dias, mas vale ressaltar que o prazo é dado ao fornecedor. Para o caso de vicios de qualidade de facil constatação:

§ 1º – Não sendo o vício sanado no prazo máximo de 30 dias, pode o consumidor exigir,
alternativamente e à sua escolha:
I – a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;
II – a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de
eventuais perdas e danos;
III – o abatimento proporcional do preço.

E para os vicios de qualidade ocultos:

§ 3º – Tratando-se de vício oculto, o prazo decadencial
inicia-se no momento em que ficar evidenciado o
defeito.

[]s,
Romulo
Felipe Andrade
Mensagens: 5
Registrado em: 06 Mai 2010, 16:39

Vale a pena comprar uma Mirage 2001 bem conservada? Este problema de CDI é padrão ou algumas motos se safaram deste defeito?

Obrigado.
Miau
Moderador
Mensagens: 2375
Registrado em: 05 Set 2009, 09:50
Localização: Macaé

Bom, vou postar a dinamica dos fatos do processo contra a ABM MOTOCAR de vila isabel - rio de janeiro. (antiga ABM pca da bandeira)
Em 16 de dezembro de 2009 realizei a revisão de 1000km na ABM. Aproveitando a visita a loja, adquiri na mesma um par de suportes para alforje no valor de R$ 115,00 e mais R$ 20,00 de serviço de instalação do mesmo.
Em meados de Maio eu estava fazendo uma lavagem na moto e quando removi os alforjes, percebi que por erro de instalação, o suporte do alforje vinha desde então raspando no conjunto de amortecedor traseiro direito há vários meses, removendo sua camada do cromo e causando oxidação e ferrugem em varias partes deste amortecedor e também do suporte.

Pelo fato desse conjunto de amortecedor cromado novo custar na própria ABM RECREIO o valor de R$ 528,00, comuniquei o ocorrido ao MAURICIO, responsável pela ABM RECREIO, explicando a falha da instalação do suporte que a loja me vendeu e que foi instalado pelo seu próprio mecânico. O MAURICIO então disse que iria ver o que poderia fazer para resolver a questão, porem nunca mais entrou em contato.

Em 01/04/2010 às 9:00 deixei a moto na ABM para serviços de revisão dos 6000km e me foi recomendado a parte o serviço de LIMPEZA DE CARBURADOR E EQUALIZACAO. Apenas 4 horas depois, ás 13:00 recebi a ligação da ABM informando que a moto já estava pronta da revisão. Achei estranho todos os serviços terem sido realizados em apenas 4 horas. Paguei R$ 190,00 referente ao serviço de REVISÃO e LIMPEZA DE CARBURADOR e fui buscar a moto que já se encontrava estacionada em frente à loja, quando o MAURICIO surge da oficina, e gritando no meio da rua, que "a moto está com uma gambiarra", que ele teria "dado um jeito para a moto pelo menos andar", e me perguntando onde eu havia levado a moto na revisão dos 3000km. Informei que levei na autorizada Kasinski IRONMOTOS em Nova Friburgo por recomendações ao se tratar de uma excelente autorizada com oficina completamente equipada. O MAURICIO então disse que lá na IRONMOTOS teriam danificado o parafuso da mistura do carburador. Expliquei ao MAURICIO que nessa ocasião eles nem mexeram no carburador ou no parafuso mencionado, pois eu acompanhei a revisão como entusiasta e para conhecer partes da moto, foi quando o MAURICIO, ainda aos gritos no meio da rua, e de forma debochada, disse que eu não entendo de motos, que sou leigo e que não poderia saber se mexeram no carburador. Constrangido pela forma e atitude do MAURICIO ao me abordar me expondo ao ridículo no meio da rua, com termos como "ferraram sua moto, cara!", silenciei e fui embora.

Dias depois, liguei para o MAURICIO perguntando como seria resolvido o problema do amortecedor e do parafuso da mistura. O Mauricio disse que nada poderia fazer, pois não era problema dele. Insisti na questão, explicando de várias maneiras que esse problema só poderia ter ocorrido na oficina dele, quando ele começou a dizer que eu o estava chamando de mentiroso, dizendo que ELE não deveria ter me comunicado sobre o parafuso, pois segundo ele, eu sendo leigo não perceberia, que a única coisa que ele poderia fazer era consertar o problema desde que eu pagasse as custas envolvidas, e que sendo assim, que nunca mais ele “mexeria” na minha moto. Comentei sobre o amortecedor, que ele deveria trocar por um novo e ele me respondeu que ninguém iria obrigá-lo a nada e que se eu estava insatisfeito, que eu ligasse para a Fabrica Kasinski e reclamasse lá. E ainda disse em tom ameaçador: “Cuidado, você não sabe com quem ta mexendo!”

Exauridas as minhas tentativas de resolver os problemas, e por medo de deixar a moto novamente lá e ter mais partes danificadas, resolvi encaminhar a moto para a autorizada Kasinski IRONMOTOS para reparo do parafuso da mistura do carburador.

Posteriormente, examinando datas de notas, verifiquei que o serviço de revisão de 3000km realizado na IRONMOTOS, este do qual o MAURICIO(em 01/04/2010) afirma ter danificado o parafuso do carburador, aconteceu em 29/01/2010. Verifiquei também que posteriormente, eu levei a moto na ABM RECREIO na data de 08/02/2010 para serviços de regulagem da caixa de direção e EQUALIZACAO DO CARBURADOR, sendo que nesta época, a própria ABM não detectou nenhum problema com o parafuso do carburador.

Aproveito para informar que a ABM MOTOCAR não me entregou nenhuma nota fiscal ou de prestação de serviços e de revisões, salvo a nota fiscal da compra da moto, e que mesmo depois que eu solicitei as mesmas, inclusive informando datas para facilitar, ainda não me entregou nenhuma. Certamente nenhuma nota fiscal de serviços sequer foi emitida.
Jovi
Administrador
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Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
Localização: São Paulo
Contato:

Para quem processou a K, segue resultado de um processo:

http://tjdf19.tjdft.jus.br/cgi-bin/tjcg ... 0111489869

Pode ajudar em seus processos...

Abraços,
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
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