Pessoal, acordem.
Nós estamos no Brasil:
- onde descontam o Imposto de Renda todo mes e depois, no final do ano, verifica se era pra pagar mesmo.
- onde se constrói a estrada com dinheiro público, do IPVA etc..., e depois entraga pra uma concecionária explorar.
- onde um candidato a deputado federal gasta 4milhões em campanha eleitoral pra ganhar um salário que em 4 anos não chega nem perto do que gastou.
Vocês acreditam mesmo que o IPVA vai ter desconto?
Motos x Rodovias x Pedágios
Moderadores: Moderadores, Colaboradores, Administradores
Mesmo sem a CPMF o governo bateu outro record de "arrecadação" (confisco)

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Jovi
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Após 23 anos, acesso da Fernão Dias será inaugurado
Depois de mais de 8.300 dias de espera e promessas, alças estão prontas e serão inauguradas na terça-feira
da Redação - estadao.com.br
SÃO PAULO - Vinte e três anos se passaram desde as primeiras promessas de construção das cinco alças de acesso ligando a zona norte da capital paulista, na divisa com a cidade de Guarulhos, à Rodovia Fernão Dias, na região da Vila Sabrina. Desde 1985, o Brasil já teve cinco presidentes, a cidade de São Paulo, nove prefeitos, e a intenção de transformar a região norte em um pólo de cargas ficou pela metade - só um terminal para caminhões, inaugurado ali pelo então prefeito Mário Covas, ficou pronto nos anos 80. Finalmente, depois de mais de 8.300 dias de espera e promessas, as alças estão prontas e serão inauguradas na terça-feira, 6, numa parceria entre as Prefeituras de São Paulo, Guarulhos e governo federal.
As cinco alças que serão entregues vão tirar, diariamente, cerca de 10 mil caminhões das ruas de Vila Sabrina, parques Novo Mundo e Edu Chaves, Vila Medeiros e Jardim Brasil. Em São Paulo e Guarulhos, cerca de 600 mil pessoas serão beneficiadas. Reclamação antiga dos moradores, os veículos pesados, que tinham de cortar o bairro na chegada da Fernão até o terminal ou na saída para a estrada, provocavam barulho, poluição e deixavam o asfalto das vias, algumas estritamente residenciais, em condição imprestável. Havia também pontos de estacionamento irregular.
Por vários anos, os esqueletos das alças ficaram abandonados e cheios de entulho. Desde 2004, existia só uma ponte de 340 metros de extensão sobre a rodovia, construída pelo governo municipal, que servia como a única saída do terminal. Depois de uma licitação da Prefeitura, o custo da obra caiu de R$ 10,2 milhões (previsto pelo governo federal) para R$ 7,1 milhões. Com a economia, os trabalhos foram iniciados em abril de 2007.
Duas das alças farão a ligação entre a Rodovia Fernão Dias e o terminal de cargas, na chegada a capital paulista; e entre o terminal e a pista no sentido Belo Horizonte (saída). Outras duas ligarão a Fernão Dias a um viaduto que cruza a rodovia, possibilitando que o motorista siga em direção a Guarulhos. E a quinta fará parte da própria rodovia, conectando a pista sentido Belo Horizonte a um segundo acesso a Guarulhos.
Depois de mais de 8.300 dias de espera e promessas, alças estão prontas e serão inauguradas na terça-feira
da Redação - estadao.com.br
SÃO PAULO - Vinte e três anos se passaram desde as primeiras promessas de construção das cinco alças de acesso ligando a zona norte da capital paulista, na divisa com a cidade de Guarulhos, à Rodovia Fernão Dias, na região da Vila Sabrina. Desde 1985, o Brasil já teve cinco presidentes, a cidade de São Paulo, nove prefeitos, e a intenção de transformar a região norte em um pólo de cargas ficou pela metade - só um terminal para caminhões, inaugurado ali pelo então prefeito Mário Covas, ficou pronto nos anos 80. Finalmente, depois de mais de 8.300 dias de espera e promessas, as alças estão prontas e serão inauguradas na terça-feira, 6, numa parceria entre as Prefeituras de São Paulo, Guarulhos e governo federal.
As cinco alças que serão entregues vão tirar, diariamente, cerca de 10 mil caminhões das ruas de Vila Sabrina, parques Novo Mundo e Edu Chaves, Vila Medeiros e Jardim Brasil. Em São Paulo e Guarulhos, cerca de 600 mil pessoas serão beneficiadas. Reclamação antiga dos moradores, os veículos pesados, que tinham de cortar o bairro na chegada da Fernão até o terminal ou na saída para a estrada, provocavam barulho, poluição e deixavam o asfalto das vias, algumas estritamente residenciais, em condição imprestável. Havia também pontos de estacionamento irregular.
Por vários anos, os esqueletos das alças ficaram abandonados e cheios de entulho. Desde 2004, existia só uma ponte de 340 metros de extensão sobre a rodovia, construída pelo governo municipal, que servia como a única saída do terminal. Depois de uma licitação da Prefeitura, o custo da obra caiu de R$ 10,2 milhões (previsto pelo governo federal) para R$ 7,1 milhões. Com a economia, os trabalhos foram iniciados em abril de 2007.
Duas das alças farão a ligação entre a Rodovia Fernão Dias e o terminal de cargas, na chegada a capital paulista; e entre o terminal e a pista no sentido Belo Horizonte (saída). Outras duas ligarão a Fernão Dias a um viaduto que cruza a rodovia, possibilitando que o motorista siga em direção a Guarulhos. E a quinta fará parte da própria rodovia, conectando a pista sentido Belo Horizonte a um segundo acesso a Guarulhos.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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Jovi
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Pedágio na Régis e Fernão Dias começa em setembro
TATIANA FREITAS - Agencia Estado
SÃO PAULO - O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da concessionária de rodovias OHL Brasil, Francisco Leonardo Moura da Costa, afirmou hoje que a empresa deve começar a operar as cinco rodovias federais arrematadas pela companhia, em leilão realizado no ano passado, em setembro deste ano. O início da cobrança de pedágio nos mesmos trechos também está previsto para o mês de setembro. Segundo Moura da Costa, as obras nas estradas começaram em 15 de fevereiro e o prazo para a construção das praças de pedágio é de seis meses a partir desta data. Na Régis serão construídas seis praças de pedágio, e na Fernão Dias, oito.
A espanhola OHL Brasil arrematou cinco editais disputados no leilão, que somam 2.078 quilômetros. Além da Fernão Dias e da Regis Bittencourt, a companhia também ficou com o trecho que abrange as rodovias BR-101, BR-116 e BR-376 entre Curitiba e Florianópolis, e com o lote da BR-101, da ponte Rio-Niterói à divisa do Rio com Espírito Santo. A empresa arrematou, ainda, o trecho da BR-116 entre Curitiba e a divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O executivo descartou, pelo menos por enquanto, a divulgação mensal do volume de tráfego após o início das operações nas rodovias federais. "Essa possibilidade está sendo estudada, mas não vemos benefício na divulgação mensal. Não auxiliaria na análise. Pelo contrário, pode até confundir", disse.
No primeiro ano de concessão, que vai de fevereiro de 2008 ao fevereiro de 2009, a OHL pretende investir R$ 776 milhões nas rodovias federais.
De acordo com Moura da Costa, as despesas com as obras iniciais de recuperação das rodovias estão em linha com o estimado pela empresa na apresentação de sua proposta pela concessão dos trechos. Segundo ele, a OHL ainda não está sentindo uma pressão nos custos. "É evidente que a proposta levou em consideração os preços do ano passado, mas, ao aplicarmos as tarifas de pedágio, elas também sofrerão reajuste do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Uma coisa equilibra a outra", disse.
TATIANA FREITAS - Agencia Estado
SÃO PAULO - O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da concessionária de rodovias OHL Brasil, Francisco Leonardo Moura da Costa, afirmou hoje que a empresa deve começar a operar as cinco rodovias federais arrematadas pela companhia, em leilão realizado no ano passado, em setembro deste ano. O início da cobrança de pedágio nos mesmos trechos também está previsto para o mês de setembro. Segundo Moura da Costa, as obras nas estradas começaram em 15 de fevereiro e o prazo para a construção das praças de pedágio é de seis meses a partir desta data. Na Régis serão construídas seis praças de pedágio, e na Fernão Dias, oito.
A espanhola OHL Brasil arrematou cinco editais disputados no leilão, que somam 2.078 quilômetros. Além da Fernão Dias e da Regis Bittencourt, a companhia também ficou com o trecho que abrange as rodovias BR-101, BR-116 e BR-376 entre Curitiba e Florianópolis, e com o lote da BR-101, da ponte Rio-Niterói à divisa do Rio com Espírito Santo. A empresa arrematou, ainda, o trecho da BR-116 entre Curitiba e a divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O executivo descartou, pelo menos por enquanto, a divulgação mensal do volume de tráfego após o início das operações nas rodovias federais. "Essa possibilidade está sendo estudada, mas não vemos benefício na divulgação mensal. Não auxiliaria na análise. Pelo contrário, pode até confundir", disse.
No primeiro ano de concessão, que vai de fevereiro de 2008 ao fevereiro de 2009, a OHL pretende investir R$ 776 milhões nas rodovias federais.
De acordo com Moura da Costa, as despesas com as obras iniciais de recuperação das rodovias estão em linha com o estimado pela empresa na apresentação de sua proposta pela concessão dos trechos. Segundo ele, a OHL ainda não está sentindo uma pressão nos custos. "É evidente que a proposta levou em consideração os preços do ano passado, mas, ao aplicarmos as tarifas de pedágio, elas também sofrerão reajuste do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Uma coisa equilibra a outra", disse.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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Olha ai Rafael, isso é antigo e pode até já ter aparecido em uma das 10 páginas desse tópico..
Ir e vir
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rafaeladvogado
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Cros... eu já tinha lido isso, mas sinceramente a argumentação dela faz sentido, mas tem uma parte que parece piada:cros escreveu:Olha ai Rafael, isso é antigo e pode até já ter aparecido em uma das 10 páginas desse tópico..
Ir e vir
Se você tentar fazer isso vai detonar seu carro...passar nos pedágio sem precisar pagar. 'Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre. Não tem perigo algum e não arranha o carro', conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja.
Existem outras coisas ilegais no Brasil e que nunca vão mudar:
ex1: a EPTC em Porto Alegre não poderia multar veículos, não lembro a base legal, mas sei que todas as multas emitidas por ela são nulas... Agora eu pergunto... alguém acredita que algum dia isso vai ser julgado ???
ex2: vocÊ paga imposto sobre tudo que compra e consome... e no outro ano paga o Imposto de Renda... ou seja existe BI-TRIBUTAÇÃO e alguém acha que isso vai mudar ???
ex3: Onde existe pedágios é obrigatório uma rota alternativa onde não haja o pedágio... raros locais tem isso... então, teóricamente se você não quer pagar o pedágio você deve usar estas outras rotas...
Resumindo o argumento da autora é bem interessante, porém acho que é muito mais um argumento de revolta, do que uma argumentação jurídica...
Eu também tenho o direito de ir e vir... pagando!!! heheehe...
O argumento de que o preço não leva em conta o valor dos veículos também não cola... pois o DPVAT também não leva em conta o valor dos veículos... motivo... se você estiver transitando com um caminhão da marca international de uns 500.000,00 reais... ou com um caminhão da marca FNM de 1969 você estará desgastando a rodovia igualmente...
Nâo estou defendendo os pedágios... eu concordo com a autora... não deveriam existir, pois você paga o IPVA que tem esta finalidade... paga a CIDE e mais um monte de impostos no carro, na gasolina, nos pneus, etc etc etc...
Mas o método dela de passar sem pagar não convence... e as empressas tem autorização do governo para cobrar...
E o direito à propriedade??? várias pessoas entregaram suas armas com medo do "Estatuto do Desarmamento de Pessoas Honestas" mas... e o direito à propriedade da arma ???
Resumindo... espero que a autora passe em sua banca de trabalho de conclusão...
abraço
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Jovi
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A dois meses do pedágio, Régis continua esburacada
da Folha Online
A rodovia Régis Bittencourt, principal elo viário entre os Estados de São Paulo e Paraná, passou às mãos da iniciativa privada há quatro meses e há dois a concessionária responsável passou a cobrar pedágio. Até agora, entretanto, pouco mudou. A estrada continua com sinalização precária, com fissuras em viadutos e pontes e buracos em diversos trechos.
É o que informa o jornalista Alencar Izidoro, nesta segunda-feira em reportagem publicada pela Folha (a íntegra da reportagem está disponível somente para assinantes do UOL e do jornal).
O leilão para concessão de parte das rodovias federais foi feito em outubro de 2007. À época trechos da Fernão Dias e a Régis Bittencourt foram arrematados pelas empresas OHL e BR Vias. O contratos foram assinados em fevereiro deste ano e, pelo acordo, as concessionárias investirão R$ 17,3 bilhões nos 25 anos de concessão das rodovias. Nos primeiros seis meses, a previsão é de investimentos de R$ 706,39 milhões.
Segundo o texto publicado na edição de hoje da Folha, a classificação da via passou de péssima para ruim no período pós-concessão. E este cenário demora a mudar no que depender do contrato firmado. O acordo prevê que a concessionária OHL equipare o pavimento da Régis às boas rodovias de São Paulo num prazo de cinco anos.
A reportagem percorreu um trajeto semelhante da Régis feito entre dezembro de 2007 e 2008. A constatação é de que as regiões mais complicadas são nas proximidades de Barra do Turvo (375 km de SP) e de Miracatu (180 km de SP).
Outro lado
Procurada, a OHL informou que parte dos trabalhos que deveriam ter sido feitos foi prejudicada por conta da chuva nos primeiros meses de gerência privada, mas que trechos esburacados foram reparados.
da Folha Online
A rodovia Régis Bittencourt, principal elo viário entre os Estados de São Paulo e Paraná, passou às mãos da iniciativa privada há quatro meses e há dois a concessionária responsável passou a cobrar pedágio. Até agora, entretanto, pouco mudou. A estrada continua com sinalização precária, com fissuras em viadutos e pontes e buracos em diversos trechos.
É o que informa o jornalista Alencar Izidoro, nesta segunda-feira em reportagem publicada pela Folha (a íntegra da reportagem está disponível somente para assinantes do UOL e do jornal).
O leilão para concessão de parte das rodovias federais foi feito em outubro de 2007. À época trechos da Fernão Dias e a Régis Bittencourt foram arrematados pelas empresas OHL e BR Vias. O contratos foram assinados em fevereiro deste ano e, pelo acordo, as concessionárias investirão R$ 17,3 bilhões nos 25 anos de concessão das rodovias. Nos primeiros seis meses, a previsão é de investimentos de R$ 706,39 milhões.
Segundo o texto publicado na edição de hoje da Folha, a classificação da via passou de péssima para ruim no período pós-concessão. E este cenário demora a mudar no que depender do contrato firmado. O acordo prevê que a concessionária OHL equipare o pavimento da Régis às boas rodovias de São Paulo num prazo de cinco anos.
A reportagem percorreu um trajeto semelhante da Régis feito entre dezembro de 2007 e 2008. A constatação é de que as regiões mais complicadas são nas proximidades de Barra do Turvo (375 km de SP) e de Miracatu (180 km de SP).
Outro lado
Procurada, a OHL informou que parte dos trabalhos que deveriam ter sido feitos foi prejudicada por conta da chuva nos primeiros meses de gerência privada, mas que trechos esburacados foram reparados.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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- ulissesmarques
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- Registrado em: 22 Abr 2008, 17:45
- Localização: São Bernardo do Campo
joviman escreveu:Diário de S.Paulo
Limite de velocidade cai para 90 km/h em trecho da Via Anchieta
SÃO PAULA - A partir desta terça-feira, os seis radares existentes no trecho da Via Anchieta que vai do km 10, na capital, ao km 24, logo após a Volkswagen (São Bernardo do Campo), passam a multar os motoristas que estiverem acima dos 90 km/h nas pistas marginais (locais) da rodovia. A sinalização foi trocada.
Até ontem, a velocidade máxima permitida no trecho era de 110 km/h. A concessionária Ecovias, que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, afirma que foi necessário reduzir a velocidade porque existem muitas entradas e saídas de bairros no trecho, o que tem causado colisões traseiras. Nas pistas centrais, o limite continua a ser 110 km/h.
Até agora nem sinal dos radares.
Ando todos os dias pela anchieta... não tem nem 30 % dos motoristas respeitando o limite de 90 km/h..
Lissão
2.13.3
2.13.3
-
Jovi
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- Mensagens: 6372
- Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
- Localização: São Paulo
- Contato:
16/06/2008 - 10h31
Erramos: A dois meses do pedágio, Régis continua esburacada
da Folha Online
Diferentemente do informado na reportagem A dois meses do pedágio, Régis continua esburacada (Cotidiano - 16/06/2008 - 09h01) as praças de pedágio na Régis Bittencourt devem começar a operar daqui a dois meses e não estão operando há dois meses conforme citado erroneamente. O texto já foi alterado.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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Motos pagarão pedágio em rodovias privatizadas de SP
Cobrança será liberada em estradas que serão concedidas, como a Raposo Tavares
Gestão Serra também estuda permitir cobrança nas vias já privatizadas; desde 1998, motos passaram de 9,4% da frota paulista para 17,2%
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL
O governo de São Paulo decidiu permitir a cobrança de pedágio de motocicletas nos 1.763 km de rodovias que serão privatizadas até o final do ano -Raposo Tavares, Marechal Rondon, Ayrton Senna-Carvalho pint* e D. Pedro 1º.
Para isso, vai revogar um decreto de maio 1977 que veda a cobrança de motos. O valor do pedágio será a metade da tarifa básica -cobrada de carros.
Os editais dos novos lotes, que retomarão o programa de desestatização das rodovias, vão prever um pedágio de até R$ 10,79 a cada 100 km de estradas com pista dupla e de R$ 7,70 nas de pista simples.
A Folha apurou que o governo José Serra (PSDB) estuda estender a cobrança para veículos de duas rodas nas rodovias já privatizadas. Mas isso depende de mudanças pontuais nos contratos em vigor.
Ao revogar o decreto, o governo atende a uma reivindicação das concessionárias, que alegam estar enfrentando aumento dos custos de operação das rodovias devido ao salto da frota de motocicletas.
Entre 1998 e fevereiro deste ano, a participação das motos na frota total de veículos registrados no Estado de São Paulo saltou de 9,4% para 17,2%.
Além disso, elas representam 30% dos acidentes com feridos nas estradas já privatizadas no Estado, o que exige gastos com socorro médico e mecânico, sem pagar nada, como argumentam as concessionárias.
Só a ViaOeste (que administra a Castello Branco e parte da Raposo Tavares) estima ter gasto R$ 15,7 milhões no auxílio aos motociclistas em 2007.
Embora a revogação do decreto ainda dependa de ato formal do governador, a proposta já obteve aval do conselho diretor do PED (Programa Estadual de Desestatização), que é nomeado por Serra. Com a retomada da privatização, o governo quer arrecadar pelo menos R$ 3,4 bilhões.
Ontem, a Artesp (Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo) publicou a resolução que prevê o pagamento de pedágio pelas motos e até por bicicletas a motor.
O próximo passo é a publicação do edital de licitação. O secretário dos Transportes, Mauro Arce, pretende assinar os contratos ainda neste ano.
A ABCR (Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias), que defende o pedágio para motos, não quis se pronunciar sobre a decisão.
Protesto
Na via Dutra, rodovia federal privatizada, os motociclistas, sob protesto, começaram a pagar pedágio no ano passado.
O presidente do Sindmoto (sindicato dos motociclistas de São Paulo), Aldemir Martins, diz que a categoria tem pouca força para protestar contra o pedágio nas estradas. "Infelizmente, somos muito desunidos e desmobilizados. Isso só vai trazer mais arrecadação para as concessionárias", diz.
Cobrança será liberada em estradas que serão concedidas, como a Raposo Tavares
Gestão Serra também estuda permitir cobrança nas vias já privatizadas; desde 1998, motos passaram de 9,4% da frota paulista para 17,2%
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL
O governo de São Paulo decidiu permitir a cobrança de pedágio de motocicletas nos 1.763 km de rodovias que serão privatizadas até o final do ano -Raposo Tavares, Marechal Rondon, Ayrton Senna-Carvalho pint* e D. Pedro 1º.
Para isso, vai revogar um decreto de maio 1977 que veda a cobrança de motos. O valor do pedágio será a metade da tarifa básica -cobrada de carros.
Os editais dos novos lotes, que retomarão o programa de desestatização das rodovias, vão prever um pedágio de até R$ 10,79 a cada 100 km de estradas com pista dupla e de R$ 7,70 nas de pista simples.
A Folha apurou que o governo José Serra (PSDB) estuda estender a cobrança para veículos de duas rodas nas rodovias já privatizadas. Mas isso depende de mudanças pontuais nos contratos em vigor.
Ao revogar o decreto, o governo atende a uma reivindicação das concessionárias, que alegam estar enfrentando aumento dos custos de operação das rodovias devido ao salto da frota de motocicletas.
Entre 1998 e fevereiro deste ano, a participação das motos na frota total de veículos registrados no Estado de São Paulo saltou de 9,4% para 17,2%.
Além disso, elas representam 30% dos acidentes com feridos nas estradas já privatizadas no Estado, o que exige gastos com socorro médico e mecânico, sem pagar nada, como argumentam as concessionárias.
Só a ViaOeste (que administra a Castello Branco e parte da Raposo Tavares) estima ter gasto R$ 15,7 milhões no auxílio aos motociclistas em 2007.
Embora a revogação do decreto ainda dependa de ato formal do governador, a proposta já obteve aval do conselho diretor do PED (Programa Estadual de Desestatização), que é nomeado por Serra. Com a retomada da privatização, o governo quer arrecadar pelo menos R$ 3,4 bilhões.
Ontem, a Artesp (Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo) publicou a resolução que prevê o pagamento de pedágio pelas motos e até por bicicletas a motor.
O próximo passo é a publicação do edital de licitação. O secretário dos Transportes, Mauro Arce, pretende assinar os contratos ainda neste ano.
A ABCR (Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias), que defende o pedágio para motos, não quis se pronunciar sobre a decisão.
Protesto
Na via Dutra, rodovia federal privatizada, os motociclistas, sob protesto, começaram a pagar pedágio no ano passado.
O presidente do Sindmoto (sindicato dos motociclistas de São Paulo), Aldemir Martins, diz que a categoria tem pouca força para protestar contra o pedágio nas estradas. "Infelizmente, somos muito desunidos e desmobilizados. Isso só vai trazer mais arrecadação para as concessionárias", diz.

