Política

Assuntos diversos, relacionados ou não ao motociclismo

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Em quem você pretende votar para Presidente no 2° turno?

Esta enquete foi concluída em 31 Out 2010, 16:48

Dilma
4
25%
Serra
7
44%
Branco / Nulo
5
31%
 
Total de votos: 16
Bromens
Colaborador
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Monaski escreveu:
cros escreveu:Vai ter a carteira de volta, renovada com categorias ABCD
E é bem provável que venha junto até o brevê...

:evil:
Que país é esse...
Bromens
gildalfer
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Davi e ...



Tem estória para todos os gostos....



Davi e Golias ou a praga do desarmamento
Os “filisteus” não suportavam os “judeus”. Uma
“gentalha”, acusavam.

Apesar de mais fortes e mais poderosos do que os seus vizinhos de
hábitos simples, os “filisteus”, povo considerado à época, de
claudicantes padrões morais, não se cansavam de maltratá – los,
e
queriam à força submetê – los, totalmente.

Por isso, com maciça propaganda (boataria...), alardeavam as
qualidades e a onipotência de seus deuses e menosprezavam os
hábitos
(como a circuncisão...) e as suas crenças religiosas, dos
"judeus",
principalmente, o seu Deus.

Para isso, usavam de inúmeros artifícios, desde a promoção de
diferenças raciais, financeiras, preferências sexuais etc, entre os
“judeus”, como acusar os morenos de perseguirem os loiros, os
ricos de
explorarem os mais pobres, os com - rebanho de sacanear os sem, os
sem
- terra de acusar os com, os mais machos de achincalharem os menos,
os
da tribo A de serem melhores do que os da tribo B, etc.

Enfim, para os “filisteus” o que importava era enfraquecer para
aniquilar os “pestilentos” desafetos.

Por serem mais fortes e ameaçadores oneravam o povo “judeu”, que
com
os pesados impostos, chafurdava na pobreza. Assim, a chacota e a
desmoralização eram constantes.

No início, não era assim, mas pouco a pouco, de abuso em abuso, a
“sociedade judaica” foi se subordinando, aceitando e,
praticamente,
era um povo escravo das maldades e atrocidades dos “filisteus”.

Até que, num belo dia da pugna anual, em que um guerreiro dos
“filisteus” digladiar – se - ia com um representante
“judeu”, estava
para acontecer.
Era o dia da humilhação pública (o povaréu aglomerava - se nas
colinas
de Efes-Damim). O resultado há dezenas de anos era óbvio.

A surra seria tremenda. Demorava o tempo em que o representante
“judeu” corria esbaforido fugindo das garras do herói
“filisteu”.
Depois, pego, o massacre impiedoso.

Naquele ano, tudo sinalizava o repeteco de sempre. De um lado Golias,
o formidável, do outro; Davi, um tampinha.

O que falar de Golias? A não ser que era um gigante, um guerreiro
imbatível. Do lado oposto, um esquálido cidadão.

Iniciada a peleia, Golias esbraveja, ameaça e ri. Seu adversário
lhe
causa frouxos de riso.

Do outro, a certa distancia, Davi e a sua funda. A diferença era
tão
grande e grotesca que nem o “judeu” mais otimista poderia
imaginar o
resultado.

Davi, sem temor, agacha – se, escolhe uma pedra no solo, coloca - a
na
sua funda e, agilmente, a rodopia em torno e acima de sua cabeça,
até
imprimir – lhe uma alucinante velocidade.

No momento certo, solta um dos lados da funda e a pedra desprende -
se
como um bólido letal.

A pedrada atingiu Golias na testa.

A certeira pancada arriou o gigante que dobrou os joelhos e caiu ao
solo. Depois, Davi aproximou – se da besta inerme e cortou sua
cabeça.

Vitória dos “judeus”, um delírio.

Os “filisteus”, assombrados reclamavam, principalmente, o mais
radical
deles, que sentenciou: “Eu não falei que era para proibir os
"judeus"
de terem armas, vocês viram o estrago que uma funda faz?”

Da breve estória, um lacônico ensinamento:

Se você é “filisteu”, ou simpatizante, vote a
favor do
desarmamento; se “judeu” ou a favor, vote contra”.

Brasília, DF, 15 de abril de 2011

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira


--
" Qual seria a verdadeira estória por trás do desaramamento???"
Tio Giba
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Monaski
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gildalfer escreveu:" Qual seria a verdadeira estória por trás do desaramamento???"
Eu sou a favor de voltarmos a viver o faroeste...

e assim seria minha motoca:

Imagem

:twisted:
Imagem
gildalfer
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Depois da festa dos bandidos, a conta dos otários. Paulo Brossard





Do que eu li, deduzi o seguinte: de um total de "restos a pagar" de 126 bilhões, já foram pagos 28, (ainda bem, poderia ser pior!) mas ainda resta um tremendo papagaio de 98 bilhões, é muito dinheiro já pago e mais ainda por pagar!

O mais fantástico e que este mega-escândalo, não abala um centímetro do prestígio do ex-Presidente, e a impresa nem toma conhecimento disto, está mais preocupada com o "racismo do Bolsonaro".


Depois da Festa dos Bandidos a Conta dos Otários



A 31 de dezembro de 2010, findou-se o octonado do presidente Luiz Inácio, que proclamou ter sido o maior e melhor de todos os governos.

No dia 1º de janeiro de 2011, teve início o quadriênio da senhora Dona Dilma e, sem demora, o Banco Central elevou o juro básico, ao mesmo tempo em que deixava claro que outros aumentos estavam previstos.

Já agora, mal completados 60 dias de governo, o mesmo Banco Central, aumentou pela segunda vez em meio por cento o juro básico, que passou para 11,75%, tudo por conta da inflação. Desta maneira, o Brasil cresceu na liderança mundial do juro real, descontada a inflação, agora a 6,1% ao ano, ficando a Austrália em segundo lugar, com 2% ao ano.

Não votei na senhora presidente, mas me parece conveniente, senão necessário, salientar que, enquanto ao governo do ex-presidente cabem todas as benemerências, as maleficências vêm sendo imputadas ao governo que se inaugura. Assim, a inflação apregoada surgiu de inopino no dia 1º, 2 ou 3 de janeiro, e dela não se sabia gorda e luzidia antes de 31 de dezembro, guardada nos refolhos oficiais para aparecer no dia 19 de janeiro a motivar o primeiro Ukase do Banco Central? Ou alguma coisa está mal contada nessa estória?

Afinal, houve o propósito de mascarar a inflação para não obnubilar o maior e melhor de todos os governos, deixando à malícia a incumbência de colocar no colo da senhora presidente, entre as flores da posse, a febre que se alastra? Sem falar em inapagável traço burlesco, o ministro da Fazenda do maior e melhor dos governos continua sendo o ministro da Fazenda do governo que acaba de descobrir uma conta de saldos a pagar que rivaliza com o dobro do custo estimado do trem bala do Rio a São Paulo.

Outro dado de particular relevo envolve a responsabilidade do ex-presidente da República, depois de terem sido quitados R$ 28 bilhões, destinados por ele no ano eleitoral, sobrevêm mais de R$ 98 bilhões a pagar, ou seja, quase o dobro do corte ou do condicionamento decretado pela atual presidente. Bastaria esse número para retratar o montante excepcional do gasto. Tenho receio de não ser exato em tais dados, mas o que me parece sem sombra de dúvida é que um governo regularmente organizado não pode gastar somas desta ordem de maneira anárquica. Nem de longe falo em desvios ou locupletamentos, pois não tenho elementos a respeito, mas me limito a registrar o fato em sua objetividade. E estes são espantosos. De tal maneira que, segundo a mesma fonte, o governo de Dona Dilma estaria examinando a hipótese de não honrar despesas bilionárias contraídas pelo governo qualificado de o maior e melhor de todos os governos em todos os tempos.

Não sei qual será a decisão da senhora presidente diante da seleção de despesas contratadas pelo governo do ex-presidente, sabendo-se, contudo, que o cancelamento de contratos poderia alcançar R$ 39,9 bilhões. Os números são astronômicos e a facilidade com que se agia em matéria de dinheiro público autoriza o mais complacente observador a duvidar da sentença do presidente Luiz Inácio, segundo o qual o seu governo teria sido o maior e o melhor de todos os governos do país em todos os tempos.

Paulo Brossard - Advogado, Jurista, ex-deputado, ex-senador, ex-Ministro da Justiça, ministro aposentado do STF
Tio Giba
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AS PRISÕES ANTIGAS É QUE ERAM BOAS...

CÁRCERES BONS MESMO ERAM AQUELES DOS ANOS 70 E 80, OS QUAIS, REALMENTE, REABILITAVAM AS PESSOAS!



ENTRARAM:
- GUERRILHEIROS,
- TORTURADORES,
- FRAUDADORES,
- TRAFICANTES,
- CORRUPTOS,
- ESTUPRADORES,
- LADRÕES,
- ASSASSINOS
- SEQÜESTRADORES,


- TERRORISTAS,
- AGITADORES SINDICAIS 'PELEGOS',
- ASSALTANTES DE BANCO...


E SAÍRAM:

- PRESIDENTE;
- PRESIDENTA;
- GOVERNADORES,
- MINISTROS,
- PREFEITOS,
- DEPUTADOS,
- SENADORES,
- DIRETORES DE ESTATAIS,
- VEREADORES,!!


DEPOIS DIZEM QUE A CADEIA


NÃO RECUPERA!!!

ISTO É INTRIGA DA OPOSIÇÃO, FALA SÉRIO!!!!!!!
Tio Giba
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Fez-se vingança, não justiça - Leonardo Boff

Sexta-feira, 6 de maio de 2011 - 22h31min

Alguém precisa ser inimigo de si mesmo, e contrário aos valores
humanitários mínimos, se aprovasse o nefasto crime do terrorismo da Al
Qaeda do 11 de novembro de 2001 em Nova Iorque. Mas é por todos os
títulos inaceitável que um Estado, militarmente o mais poderoso do
mundo, para responder ao terrorismo se tenha transformado, ele mesmo,
num Estado terrorista. Foi o que fez Bush, limitando a democracia e
suspendendo a vigência incondicional de alguns direitos, que eram
apanágio do país. Fez mais, conduziu duas guerras, contra o
Afeganistão e contra o Irã, onde devastou uma das culturas mais
antigas da humanidade nal qual foram mortos mais de cem mil pessoas e
mais de um milhão de deslocados.

Cabe renovar a pergunta que quase a ninguém interessa colocar: por que
se produziram tais atos terroriscvbbmas? O bispo Robert Bowman, de
Melbourne Beach da Flórida, que fora anteriormente piloto de caças
militares durante a guerra do Vietnã respondeu, claramente, no
National Catholic Reporter, numa carta aberta ao Presidente: "Somos
alvo de terroristas porque, em boa parte no mundo, nosso Governo
defende a ditadura, a escravidão e a exploração humana. Somos alvos de
terroristas porque nos odeiam. E nos odeiam porque nosso Governo faz
coisas odiosas".

Não disse outra coisa Richard Clarke, responsável contra o terrorismo
da Casa Branca numa entrevista a Jorge Pontual emitida pela Globonews
de 28/02/2010 e repetida no dia 03/05/2011. Havia advertido à CIA e ao
Presidente Bush que um ataque da Al Qaeda era iminente em Nova York.
Não lhe deram ouvidos. Logo em seguida ocorreu, o que o encheu de
raiva. Essa raiva aumentou contra o Governo quando viu que com
mentiras e falsidades Bush, por pura vontade imperial de manter a
hegemonia mundial, decretou uma guerra contra o Iraque que não tinha
conexão nenhuma com o 11 de setembro. A raiva chegou a um ponto que
por saúde e decência se demitiu do cargo.

Mais contundente foi Chalmers Johnson, um dos principais analistas da
CIA, também numa entrevista ao mesmo jornalista no dia 2 de maio do
corrente ano na Globonews. Conheceu por dentro os malefícios que as
mais de 800 bases militares norte-americanas produzem, espalhadas pelo
mundo todo, pois evocam raiva e revolta nas populações, caldo para o
terrorismo. Cita o livro de Eduardo Galeano "As veias abertas da
América Latina" para ilustrar as barbaridades que os órgãos de
Inteligência norte-americanos por aqui fizeram. Denuncia o caráter
imperial dos Governos, fundado no uso da inteligência que recomenda
golpes de Estado, organiza assassinato de líderes e ensina a torturar.
Em protesto, se demitiu e foi ser professor de história na
Universidade da Califórnia. Escreveu três tomos "Blowback"
(retaliação) onde previa, por poucos meses de antecedência, as
retaliações contra a prepotência norte-americana no mundo. Foi tido
como o profeta de 11 de setembro. Este é o pano de fundo para
entendermos a atual situação que culminou com a execução criminosa de
Osama Bin Laden.

Os órgãos de inteligência norte-americanos são uns fracassados. Por
dez anos vasculharam o mundo para caçar Bin Laden. Nada conseguiram.
Só usando um método imoral, a tortura de um mensageiro de Bin Laden,
conseguiram chegar ao seu esconderijo. Portanto, não tiveram mérito
próprio nenhum.

Tudo nessa caçada está sob o signo da imoralidade, da vergonha e do
crime. Primeiramente, o Presidente Barak Obama, como se fosse um
"deus" determinou a execução/matança de Bin Laden. Isso vai contra o
princípio ético universal de "não matar" e dos acordos internacionais
que prescrevem a prisão, o julgamento e a punição do acusado. Assim se
fez com Hussein do Iraque, com os criminosos nazistas em Nürenberg,
com Eichmann em Israel e com outros acusados. Com Bin Laden se
preferiu a execução intencionada, crime pelo qual Barak Obama deverá
um dia responder. Depois se invadiu território do Paquistão, sem
qualquer aviso prévio da operação. Em seguida, se seqüestrou o cadáver
e o lançaram ao mar, crime contra a piedade familiar, direito que cada
família tem de enterrar seus mortos, criminosos ou não, pois por
piores que sejam, nunca deixam de ser humanos.

Não se fez justiça. Praticou-se a vingança, sempre condenável. "Minha
é a vingança" diz o Deus das escrituras das três religiões abraâmicas.
Agora estaremos sob o poder de um Imperador sobre quem pesa a acusação
de assassinato. E a necrofilia das multidões nos diminui e nos
envergonha a todos.

________________________________

[1] Teólogo, filósofo autor de Fundamentalismo,terrorismo , religião e
paz, Vozes 2009.
Tio Giba
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Bromens
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eXPLICADO O PORQUE DE UM PAIS SER TAO ODIADO NO MUNDO INTEIRO... ELES SABEM DISSO E TENTAM IMPOR O PODER E O MEDO PRA TENTAR FUGIR DA SENTIMENTO DE VINGANÇA DOS PAISES PREJUDICADOS PELAS GUERRAS SEM UM PROPOSITO QUE OS EUA FAZEM POR DIVERSAO...

UM DIA TODO O MAL PRATICADO SE VOLTA CONTRA O PRATICANTE... ESSE DIA NAO ESTA LONGE...
Bromens
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Num país como o nosso,coisas deste gênero não causam mais surpresa.Constituem,infelizmente,a prática usada e repetida.









FILHA DE MINSTRO FRAUDA CONCURSO PÚBLICO










QUANDO É QUE ISTO VAI ACABAR?

A filha do Ministro

A filhinha de Min. do STJ é beneficiada numa maracutaia imoral, deixando para trás cerca de 300 candidatos aprovados em concurso.
Depois ficam reclamando que os bandidos estão dominando o país. Que bandidos?
Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do ministro do STJ Antônio de Pádua Ribeiro, aquela que entrou com queixa de assédio sexual contra o ministro do STJ Paulo Medina, acaba de conseguir uma decisão na justiça federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao direito de candidatos a concursos
públicos.
O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300, que está no Tribunal Regional Federal da 1ª região (http://www.trf1..gov.br/)
Autora: Glória M P Ribeiro e Rés: a União Federal e a Fundação Universidade de Brasília.
Glória Maria fez concurso público pela Cespe-Unb para o cargo de técnico-judiciário, área-fim em 27/05/95 para o STJ, onde seu pai é ministro.
Foi reprovada na prova objetiva. Entrou com uma ação cautelar e, adivinhem, obteve liminar. Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva. Foi reprovada novamente.
Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados. Adivinhem: ganhou nova liminar e mais: foi "nomeada provisoriamente" e está ganhando esse tempo todo no tribunal do papai (desde 1995!).
Detalhe: Havia tirado 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados a 28,22.
Parece brincadeira, mas conseguiu. Seus pontos foram elevados num passe de mágica.
O caminho das pedras foi arranjar um "professor particular" (isso mesmo!) que corrigiu sua prova, para quem estava tudo mais que certinho, e praticar o tráfico de influência de seu pai ministro, Antônio Pádua Ribeiro.
Aí veio o julgamento do mérito do caso. O juiz federal de Brasília (1ª Instância), José Pires da Cunha, não caiu nessa e refutou o pedido, que considerou ilegal e imoral e ainda condenou Glória Maria Pádua Ribeiro, nas custas e honorários de R$10.000,00 (ainda existem juízes!), mas houve recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª região
e, adivinhem, os juízes Fagundes de Deus, João Batista e Antônio Ezequiel louvaram a candidata, analisaram tim-tim por tim-tim sua prova e aprovaram-na com louvor!
Debalde a Universidade de Brasília (UNB) peticionou dizendo que a prova foi igual para todos e não seria justo que um professor escolhido pela candidata corrigisse sua prova, a não ser que o mesmo professor corrigisse a prova de todos.
Não é justo?
A UNB argumentou que, pela jurisprudência, o judiciário não corrige provas de concurso, devido à independência das banca e porque senão a Justiça não faria mais nada, a não ser se transformar numa super-banca dos milhares de concursos.
Todo mundo sabe o que houve nos bastidores.
Houve apostas no meio jurídico se a "banca Pádua Ribeiro" iria conseguir.
Veio agora recentemente a sentença do TRF 1ª região, 5ª turma, que é mais um descalabro, mostrando a necessidade do controle externo. <br>Pádua Ribeiro e sua patota espoliaram o verdadeiro dono da vaga, que
disputou em igualdade de condições e passou.
Passou e foi preterido! Glória Maria de Pádua Ribeiro ganhou no tapetão sujo do tráfico de influência.
De 13 pontos passar a 28, quando um décimo (veja bem: um décimo) já elimina muitos candidatos!
A sentença analisa as preposições, as conjunções, a virgulação, a ortografia da redação, acatando a tese da "banca Pádua Ribeiro".
Nem tudo está perdido. Existe recurso para o STJ, e todos esperam que a União Federal, a Advocacia da União e o Ministério Público Federal não fiquem coniventes.
Se Glória Maria Pádua Ribeiro perder a causa, perde o cargo e o verdadeiro dono da vaga, pobre mortal sem padrinhos, será chamado.
E agora vem a chave de ouro, a deixar claro que este País não é sério mesmo.
O mesmo Pádua Ribeiro, ministro do STJ, pai da falcatrua acima relatada e de muitas outras praticadas por sua mulher, a famosa "Glorinha", está prestes a assumir o cargo de Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (o chamado controle externo), conforme noticiado
nos jornais.
Parece gozação!... MAS É A TRISTE REALIDADE DO NOSSO PAÍS. ATÉ QUANDO VAMOS SUPORTAR TUDO, CADÊ O NOSSO BRIO, A NOSSA INDIGNAÇÃO CONTRA TAMANHO DESCALABRO E INJUSTIÇA?





















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Tio Giba
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ELIANE CANTANHÊDE

Não há bobos, só espertos

BRASÍLIA - Bobeou, dançou. Os governistas bobearam, Palocci dançou e foi convocado a depor na Comissão de Agricultura da Câmara sobre o faturamento estonteante de sua empresa de um funcionário só e o seu "boom imobiliário". O custo para reverter a decisão é alto para líderes e governo. Sempre é melhor prevenir do que remediar...
Por que a Comissão de Agricultura? Porque um dos clientes da consultoria do ministro era da área do agronegócio. Ah, bom! Esse detalhe já mostra o quanto o DEM foi esperto e os governistas, bobinhos. Se é que não se fingiram deliberadamente de bobinhos...
O PT, o PMDB e os demais governistas têm uma maioria recorde no Senado, na Câmara e na própria Comissão de Agricultura. Logo, a convocação de Palocci demonstrou descoordenação, desarticulação e desconfiança da base aliada quanto à lisura do ministro, com o risco de fazer o caminho contrário: depois da derrota na comissão, também na Câmara e enfim no Senado.
É aí, no Senado, que mora o principal perigo, com oposição mais atuante, dissidência do PMDB mais clara e governistas querendo mais do que um silêncio sepulcral sobre R$ 20 milhões pra cá, apartamento de R$ 6,6 milhões pra lá.
Começou com Ana Amélia (PP-RS) pedindo o afastamento do ministro até que tudo fique em pratos limpos. Depois, a informação de que Gleisi Hoffmann (PT-PR) estava indo na mesma linha em reuniões fechadas do partido e de governo.
Registrem-se o recolhimento petista e a guinada no discurso oficial. Antes, tudo era mero "jogo político". Agora, diz-se que é uma "questão pessoal" de Palocci -não do governo, muito menos do PT. Soa ou não soa como lavar as mãos?
O momento é de tensão, enquanto Dilma e seu vice, Temer, ganham uns quilos a mais, de almoço em almoço, jantar em jantar. Essas coisas até ajudam quando preventivas. Com o fogo alto, pode ser tarde para evitar incêndios. E frituras.
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Edson Agostini
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Bem-humorado, Chávez diz que Dilma ‘roubou o seu coração’

Sorridente e bem-humorado, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, fez piada hoje (6) com a própria fama de falar demais e fazer longos discursos. “Prometo que serei breve”, afirmou ele, antes de discursar, por 21 minutos, no Palácio do Planalto. “Podem marcar no cronômetro, pois (a presidenta) Dilma (Rousseff) resumiu quase tudo que eu tinha para dizer aqui”, disse. “Não farei como Fidel (Castro, ex-presidente de Cuba, também famoso por discursar por horas a fio), que fez um brinde de duas horas.”

Mantendo o tom emocional que caracterizam os discursos do líder venezuelano, Chávez afirmou que a afinidade com o Brasil é tanta que reage ao hino nacional brasileiro da mesma forma que reage ao ouvir a execução do hino da Venezuela. “Hoje, quando ouço o hino do Brasil, fico tão emocionado quanto quando ouço o nosso", disse ele.

Sentado ao lado da presidenta Dilma Rousseff, Chávez disse que ela “roubou” o coração dele. “Na primeira vez que falei com Dilma, ela me roubou o coração, foi em Caracas, ela era ministra de Minas e Energia”, afirmou ele, olhando na direção de Dilma, que sorriu acenado a cabeça.(Último Segundo)
Imagem
ON THE ROAD AGAIN
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