Oilá a toldos do Tiozinhos do Afalstos!
Eu também estive (uonder) asfaltado do fórum, por dois motivos: um dia por falta de audiências, outro por falta de juízes. Apesar que não temos juízes, mas temos coisa melhor: um XERIFE.
Na verdade, eu estou aqui para dizer coisa alguma e, no fim, acabei não falando coisa com coisa. Só para dar audiência mesmo. Coicediloco!
Tiozinhos e Tiazinhas de Plantão
Moderadores: Colaboradores, Administradores, Moderadores
- Edson Agostini
- Mensagens: 1563
- Registrado em: 16 Nov 2009, 13:46
- Localização: Ibiúna
ON THE ROAD AGAIN
Olá! como é bom ter o nosso Decano devolta ao lar, ao nosso convívio, mas sobre teu comentário meu amigo William, saiba que é uma provocação sim!...usando uma forma carioca..."é uma provocação "mermo" "meurmão"...rs Saiba você ou vocês daí ou de Sampa, em que pese as piadinhas de gaúcho...rs, qualquer amigo ou família do MGTA que aportar por estas paragens será muito bem tratado e terá todo apoio logístico meu e dos demais amigos sulinos aqui, em retribuição aos amigos aí. Isso para que não reste dúvida alguma, OK!!!...William Silva Feitosa escreveu:Boa tarde a todos.
Estive meio que ausente por motivos alheios a minha vontade, mas tô na área agora.
1º- Neif parabéns pela Mirage, agora: vc tem muita coragem em entrega-la a Higher Customização & Co.
2º- Juju estamos torcendo por vc.
3º- AJ, vc faz de propósito, colocar esses vídeos, só para deixar todos nós com inveja e muita água na boca. Tudo bem, quem sabe na próxima o MGTA em peso irá participar? Muito bacana esse abraço ao Rio Grande do Sul. Parabéns a todos os Gaúchos.
4º- Cremonesi, o Blog tá fantástico. Outra coisa, vc não me passou o seu endereço para eu te mandar um outro trofeu para subistituir o danificado. ok?Me passe uma MP. OK
5º- Doni to passando uma MP para vc,
A todos um abraço.![]()
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Na real muitas vezes esse nosso jeito fechado ou mais rude, ou quieto não reflete o que realmente somos, pois somos muito receptivos, somos na real mais bairristas isso é fato! fazer o que né?!...rs Pois, talvez, a isso achem que somos separatistas, ou outras histórias "mirabolantes", mas não é real. Depois que assinamos o Tratado do Ponche Verde perante o Duque de Caxias a gente assumiu a condição de brasileiros...rs, tanto é que lutamos pelo Brasil na guerra do paraguai, logo após, e nós brasileiros fomos vitoriosos.
Um abraço!

- Paulocartell
- Mensagens: 820
- Registrado em: 04 Out 2010, 08:45
- Localização: Rio Grande
Bom dia!
Assim como nosso amigo, DJ Tio Edson Agostini, também não tenho nada a comentar, só passei aqui para saber como vão todos, se alguém está precisando de algo, se todos tomaram o remedinho na hora certa(viagra não!), enfim, essas coisas.
AJ, na próxima edição do "Abraçando o Rio Grande" da Motoryama estarei presente com certeza, e espero que tu e o Valério possam estar juntos comigo representando os Tiozinhos. E se algum tio aventureiro das bandas lá de cima quiser se juntar conosco será muito bem recebido.
Assim como nosso amigo, DJ Tio Edson Agostini, também não tenho nada a comentar, só passei aqui para saber como vão todos, se alguém está precisando de algo, se todos tomaram o remedinho na hora certa(viagra não!), enfim, essas coisas.
AJ, na próxima edição do "Abraçando o Rio Grande" da Motoryama estarei presente com certeza, e espero que tu e o Valério possam estar juntos comigo representando os Tiozinhos. E se algum tio aventureiro das bandas lá de cima quiser se juntar conosco será muito bem recebido.
-
AmericoFilho
- Mensagens: 1210
- Registrado em: 30 Jun 2010, 15:25
- Localização: Rio de Janeiro
Boa tarde turma da melhor idade eu hoje também não tenho nada para escrever então resolvi copiar um texto do Tio Higher que achei que merecia estar aqui no fórum...
Estranho personagem, esse tal de motociclista...
"Difícil crer que seja possível preferir o desconforto de uma motocicleta, onde se fica instavelmente instalado sobre um banquinho minúsculo, tendo que fazer peripécias para manter o equilíbrio e torcendo para que não haja areia na estrada. Como podem achar bom transportar o passageiro, dito garupa, sem nenhum conforto ou segurança, forçando o coitado a agarrar-se à pança do motociclista, sujeitando ambos a toda sorte de desconfortos, como chuva, ou mesmo aquela "ducha" de água suja jogada pelo carro que passa sobre a poça ao lado, ou de ficarem inalando aquele malcheiroso escapamento dos caminhões em uma avenida movimentada como a marginal Tietê, por exemplo, sem falar da necessidade de se utilizar capas, casacos e capacetes, mesmo naqueles dias de calor intenso. Isso tudo enquanto convivemos numa época em que os automóveis nos oferecem toda sorte de confortos e itens de segurança.
Ar-condicionado, que permite que você chegue ao trabalho sem estar fedendo e suado; "air bags", barras laterais, cintos de três pontos, etc., que conferem ao passageiro uma segurança mais do que necessária; som ambiente; possibilidade de conversar com os passageiros (OS passageiros. ..) sem ter que gritar e assim por diante.
Intrigante personagem, esse tal de motociclista.
Apesar de tudo o que disse acima, vejo sempre em seus rostos um estranho e particular sorriso, que não me lembro de haver esboçado quando em meu carro, mesmo gozando de todas as facilidades de que ele dispõe.
Passei, então, a prestar um pouco mais de atenção e percebi que, durante minhas viagens, motociclistas, independente de que máquinas possuíssem, cumprimentavam- se uns aos outros, apesar de aparentemente jamais terem se visto antes daquele fugaz momento, quando se cruzaram em uma dessas estradas da vida.
Esquisito...
Prestei mais atenção e descobri que eles frequentemente se uniam e reuniam, como se fossem amigos de longa data, daqueles que temos tão poucos e de quem gostamos tanto.
Senti a solidariedade que os une. Vi também que, por baixo de muitas daquelas roupas de couro pesadas, faixas na cabeça, luvas, botas, correntes e caveiras, havia pessoas de todos os tipos, incluindo médicos, juízes, advogados, militares, etc. que, naquele momento, em nada faziam lembrar os sisudos, formais e irrepreensíveis profissionais que eram no seu dia a dia. Descobri até alguns colegas, a quem jamais imaginei ver paramentados tão estranhamente.
Muito esquisito...
Ao conversar com alguns deles, ouvi dos indizíveis prazeres de se "ganhar a estrada" sobre duas rodas; sobre a sensação deliciosa de se fazer novos amigos por onde se passa; da alegria da redescoberta do prazer da aventura, independente da idade; e da possibilidade de se ser livre e alegre, rompendo barreiras que existem apenas e tão somente em nossas mentes tão acostumadas à mediocridade.
Vi, ouvi e meditei sobre o assunto. Mudei a minha vida...
Maravilhoso personagem, esse tal de motociclista.
Muitas motos eu tive, mas jamais fui um verdadeiro motociclista, erro que, em tempo, trato agora de desfazer.
Mais que uma nova moto, a moto dos meus sonhos.
Mais que apenas uma moto, o rompimento dos grilhões que a mim impunham o medo e o preconceito e que por tanto tempo me impediram de desfrutar de tantas aventuras e amizades.
Deus sabe o tempo que perdi e as experiências que deixei de vivenciar.
Se antes olhava-os com estranheza, mesmo sendo proprietário de uma moto (mas não um motociclista) , vejo-os agora com profunda admiração e, quando não estou junto, com uma deliciosa pontinha de inveja.
O interessante, é que conheço pessoas que jamais possuíram moto, mas que estão em perfeita sintonia com o ideal motociclista.
Algumas chegam até mesmo a participar de encontros e listas de discussão, não que isto seja imprescindível ou importante. O que importa é a filosofia envolvida.
Hoje, minha esposa e eu, montados em nossos sonhos, planejamos, ainda timidamente, lances cada vez maiores, sempre dispostos a encontrar novos velhos amigos, que certamente nos acolherão de braços abertos.
Talvez, com um pouco de sorte, encontremos algum motorista que, em seu automóvel, note e ache estranho aquele personagem que, passando em uma motocicleta, com o vento no rosto, ainda que sob chuva ou frio, mostre-se alheio a tudo e feliz, exibindo um largo e incompreensível sorriso estampado no rosto.
Quem sabe ganharemos, então, mais um irmão motociclista para o nosso grupo."
Texto de:
Fernando Drummond
Estranho personagem, esse tal de motociclista...
"Difícil crer que seja possível preferir o desconforto de uma motocicleta, onde se fica instavelmente instalado sobre um banquinho minúsculo, tendo que fazer peripécias para manter o equilíbrio e torcendo para que não haja areia na estrada. Como podem achar bom transportar o passageiro, dito garupa, sem nenhum conforto ou segurança, forçando o coitado a agarrar-se à pança do motociclista, sujeitando ambos a toda sorte de desconfortos, como chuva, ou mesmo aquela "ducha" de água suja jogada pelo carro que passa sobre a poça ao lado, ou de ficarem inalando aquele malcheiroso escapamento dos caminhões em uma avenida movimentada como a marginal Tietê, por exemplo, sem falar da necessidade de se utilizar capas, casacos e capacetes, mesmo naqueles dias de calor intenso. Isso tudo enquanto convivemos numa época em que os automóveis nos oferecem toda sorte de confortos e itens de segurança.
Ar-condicionado, que permite que você chegue ao trabalho sem estar fedendo e suado; "air bags", barras laterais, cintos de três pontos, etc., que conferem ao passageiro uma segurança mais do que necessária; som ambiente; possibilidade de conversar com os passageiros (OS passageiros. ..) sem ter que gritar e assim por diante.
Intrigante personagem, esse tal de motociclista.
Apesar de tudo o que disse acima, vejo sempre em seus rostos um estranho e particular sorriso, que não me lembro de haver esboçado quando em meu carro, mesmo gozando de todas as facilidades de que ele dispõe.
Passei, então, a prestar um pouco mais de atenção e percebi que, durante minhas viagens, motociclistas, independente de que máquinas possuíssem, cumprimentavam- se uns aos outros, apesar de aparentemente jamais terem se visto antes daquele fugaz momento, quando se cruzaram em uma dessas estradas da vida.
Esquisito...
Prestei mais atenção e descobri que eles frequentemente se uniam e reuniam, como se fossem amigos de longa data, daqueles que temos tão poucos e de quem gostamos tanto.
Senti a solidariedade que os une. Vi também que, por baixo de muitas daquelas roupas de couro pesadas, faixas na cabeça, luvas, botas, correntes e caveiras, havia pessoas de todos os tipos, incluindo médicos, juízes, advogados, militares, etc. que, naquele momento, em nada faziam lembrar os sisudos, formais e irrepreensíveis profissionais que eram no seu dia a dia. Descobri até alguns colegas, a quem jamais imaginei ver paramentados tão estranhamente.
Muito esquisito...
Ao conversar com alguns deles, ouvi dos indizíveis prazeres de se "ganhar a estrada" sobre duas rodas; sobre a sensação deliciosa de se fazer novos amigos por onde se passa; da alegria da redescoberta do prazer da aventura, independente da idade; e da possibilidade de se ser livre e alegre, rompendo barreiras que existem apenas e tão somente em nossas mentes tão acostumadas à mediocridade.
Vi, ouvi e meditei sobre o assunto. Mudei a minha vida...
Maravilhoso personagem, esse tal de motociclista.
Muitas motos eu tive, mas jamais fui um verdadeiro motociclista, erro que, em tempo, trato agora de desfazer.
Mais que uma nova moto, a moto dos meus sonhos.
Mais que apenas uma moto, o rompimento dos grilhões que a mim impunham o medo e o preconceito e que por tanto tempo me impediram de desfrutar de tantas aventuras e amizades.
Deus sabe o tempo que perdi e as experiências que deixei de vivenciar.
Se antes olhava-os com estranheza, mesmo sendo proprietário de uma moto (mas não um motociclista) , vejo-os agora com profunda admiração e, quando não estou junto, com uma deliciosa pontinha de inveja.
O interessante, é que conheço pessoas que jamais possuíram moto, mas que estão em perfeita sintonia com o ideal motociclista.
Algumas chegam até mesmo a participar de encontros e listas de discussão, não que isto seja imprescindível ou importante. O que importa é a filosofia envolvida.
Hoje, minha esposa e eu, montados em nossos sonhos, planejamos, ainda timidamente, lances cada vez maiores, sempre dispostos a encontrar novos velhos amigos, que certamente nos acolherão de braços abertos.
Talvez, com um pouco de sorte, encontremos algum motorista que, em seu automóvel, note e ache estranho aquele personagem que, passando em uma motocicleta, com o vento no rosto, ainda que sob chuva ou frio, mostre-se alheio a tudo e feliz, exibindo um largo e incompreensível sorriso estampado no rosto.
Quem sabe ganharemos, então, mais um irmão motociclista para o nosso grupo."
Texto de:
Fernando Drummond
Moto Grupo Tiozinhos do Asfalto
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Tito Morello
- Mensagens: 1063
- Registrado em: 26 Ago 2011, 16:54
- Localização: Angra dos Reis
Tio Higher?!?!? Será?!?!
Tito - Alone Riders MC


-
AmericoFilho
- Mensagens: 1210
- Registrado em: 30 Jun 2010, 15:25
- Localização: Rio de Janeiro
Tito foi o Tio Higher que postou no face mais o texto e do Fernando Drummond!!!
Moto Grupo Tiozinhos do Asfalto
-
mcremonesi
- Mensagens: 1434
- Registrado em: 17 Dez 2008, 17:56
- Localização: São Paulo
Ahhhhh...tá explicado.....rsss

-
Tito Morello
- Mensagens: 1063
- Registrado em: 26 Ago 2011, 16:54
- Localização: Angra dos Reis
Tudo bem, mas também quero meu nome nos créditos pois fui eu quem enviei o texto para email do grupo e pedi que fosse postado no feicebuque!
falei e disse!
Tito - Alone Riders MC


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AmericoFilho
- Mensagens: 1210
- Registrado em: 30 Jun 2010, 15:25
- Localização: Rio de Janeiro
Tito é também autor do texto descrito, ok Tito?
Moto Grupo Tiozinhos do Asfalto
Independente de quem seja a autoria ou a postagem, o que importa que é um belo texto, extraiu a excência do que ser um motociclista e inserido dentro de uma filosofia de vida. Parabéns!


