Vulcan 900: Diário de uma Custom

Moto: Kawasaki Vulcan

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KIDMLIRONMAN
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Registrado em: 26 Fev 2014, 19:24
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Boa Tarde por ser tratar de uma customização cada proprietário seguira seu gosto, verba, e o fator segurança respectivo ao que achar necessário para segurança da roda e da motocicleta.
Medida Largura do aro da roda Dianteira =76mm
Medida do Pneu no aro 80/90/21=83mm M/C 48H DUNLOP- 40psi
Medida do Pneu no aro 90/90/21=94mm Pneu Big Trail BMW 800 (Pneu liso) 40psi
Medida do Pneu no aro 120/70/21=102mm (36psi a 40psi)
Pneu Traseiro 180/70/15 DUNLOP (Original)
Pneu Traseiro foi trocado 170/80/15 Metzeler ME 888 (Mais alto, Raspa menos, ganho de 4km de velocidade, pequena perda de torque.
Medida do Pneu no aro 90/90/21=94mm BMW 800 Vai ser necessário mexer na altura do Paralamas.
Pneu no aro 120/70/21=102mm Vai ser necessário mexer na altura do Paralamas.
Lista de peças ajustar Paralamas.
4 Abraçadeiras tipo U metal medida 2” furar elas broca de 8mm e montar uma sobre a outra para dar firmeza na fixação do Paralamas pintar de preto pois o metal enferruja rápido.
4 Parafusos Allen de 8mmx1”.
4 Buchas Espaçadores pode ser alumínio Diametro 19mm, Largura 6mm, furo 8mm.
4 Porcas Parlock e 4 arruelas para Parafusos Allen de 8mm.
1 Spray preto pintar as braçadeiras.
1Camara de ar recortar para montar nas abraçadeiras para montar e não riscar a bengala.
Montar e ajustar a altura do paralama eu deixei 1”polegada ou 25mm.
KIDML IRONMAN
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KIDMLIRONMAN
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Altura Vão livre do solo que antes era 140mm com a troca de pneus passou para 180mm, agora com minha garupa em viagem não preciso passar de lado nas lombadas assasinas um problema a menos pois raspava o protetor de carter(Eu uso a borracha já falada aqui no tópico)
Medida do Pneu no aro 120/70/21=102mm Pressão que uso(36psi a 40psi)
Pneu Traseiro 180/70/15 DUNLOP (Original)
Pneu Traseiro foi trocado 170/80/15 Metzeler ME 888 34 psi (Mais alto, Raspa menos, ganho de 4km de velocidade, pequena perda de torque.
KIDML IRONMAN
rklein
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Motos para lazer: por onde começar

do Blog Dicas de motos do G1
http://g1.globo.com/carros/motos/blog/d ... tos/1.html


A motocicleta para lazer é um fenômeno crescente no Brasil, e explica o aumento nas vendas de modelos com preços que, muitas vezes, superam os R$ 100 mil. Esse segmento de mercado não vê crise, alimentado por compradores que pouco dependem de financiamento e que veem na moto uma válvula de escape para uma vida profissional exigente. É gente que dificilmente cogitaria usar motos como meio de transporte diário, mas que passa os dias da semana pensando nos quilômetros que vai rodar ao guidão nas manhãs de sábado ou domingo.

O perfil desse usuário é variado. Em parte, são pessoas que na juventude tiveram acesso a pequenas motos e motonetas, com os quais se divertiram em uma época maravilhosa de suas vidas. Deixadas de lado em favor da “vida séria” – estudo, trabalho, casamento, filhos ou tudo isso junto –, as motocicletas agora reaparecem em novo contexto e representam a chance de reviver uma história de feliz relacionamento com o guidão. Para outros, elas são a oportunidade de romper rotinas e estabelecer novos padrões de lazer.

Seja qual for a motivação, o “reset” da pilotagem é algo relativamente fácil, e não é fator limitante para a prática do motociclismo de fim de semana. Por mais tecnológicas e poderosas que sejam as motos atuais se comparadas aos modelos do passado, a recuperação da capacidade de dominar o veículo será uma questão de pouco tempo. No lugar da habilidade natural da juventude, entra a capacidade de discernimento e responsabilidade. E quanto à indispensável forma física para levar uma moto como convém, um programa de alongamentos e exercícios específicos voltados para a atividade (além do indispensável bom senso que manda nunca exagerar) proporciona a esses motociclistas resgatados uma volta ao guidão sem grandes traumas.

Porém há uma outro tipo de usuário que necessita ter mais cuidado ao escolher a motocicleta como meio de diversão: são aqueles que jamais tiveram contato com motocicletas. Para eles, a escolha da moto não está contraindicada, mas há de ser pensada com estratégia cautelosa para que aquilo que, em princípio, parece ser uma boa ideia não se transforme em pesadelo.

Profissional liberal em busca de alguma aventura, ou ao menos de quebrar a mesmice dos sábados e domingos, é o cliente perfeito para um vendedor das sedutoras motocicletas que povoam os sonhos de boa parte de bem-sucedidos homens de meia-idade. Para esses pretensos futuros motociclistas, os modelos mais atraentes são, de um modo geral, as faiscantes custom (motos de média e alta cilindrada com visual clássico e características estradeiras), no estilo Harley-Davidson. Elas são ícones de um estilo de vida transgressor, além de serem atemporais com suas formas clássicas.

É possível apostar que a grande maioria dos “novos-velhos” motociclistas escolhem a marca norte-americana para estrear ao guidão. Chance de sucesso na empreitada? Paradoxalmente, enorme. Apesar de volumosas e pesadas, as Harley-Davdison são motos relativamente fáceis de conduzir mesmo para os inexperientes. Fatores como a potência “civilizada”, o baixo centro de gravidade que facilita manobras e o item amigo número um do motociclista estreante, a pequena distância do banco em relação ao solo, que faz os pés chegarem rapidamente ao chão em caso de desequilíbrio, são cúmplices da transgressão à regra que manda iniciar com modelos de motos pequenos e leves, mas, por vezes, mais ariscos.

Não há maior fator de tranquilidade do que poder plantar os pés no solo em uma emergência, e isto qualquer Harley-Davidson – na verdade, qualquer motocicleta tipo custom – proporciona. Além disso, elas costumam ter guidões largos, que aumentam a sensação de domínio, bancos grandes e bem estofados e comandos (acelerador, embreagem e freios) que não exigem movimentos cirúrgicos como os de motocicletas superesportivas, que são como navalhas em mão de criança quando usadas por inexperientes.

Outro fator que torna as custom recomendáveis aos que chegam tardiamente ao mundo da motocicleta vem do específico “network” que esse gênero de motocicletas estabelece. Como nenhum outro segmento, as custom contam com clubes, confrarias e associações de todo tipo e para todos os gostos, algo que facilita a estreia do recém-nascido motociclista por meio de roteiros de um dia, os famosos “bate-e-volta”, que de um modo geral preveem um deslocamento tranquilíssimo onde o alvo é, na maioria das vezes, um restaurante no qual, mais do que a comida, será a motocicleta o prato principal, ou melhor dizendo, o centro de toda a atenção.

Neste contexto, a moto, que ainda tem o estereótipo de veículo agressivo e problemático, ganha novos e doces ares: o de instrumento de uma libertadora terapia sobre rodas, com insuspeitos adeptos, como médicos, advogados, empresários e demais profissionais liberais rodando pelas estradas de todos os cantos do Brasil. São eles embaixadores de mais um modo de interpretar a motocicleta não como problema, mas, sim, como solução.
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rklein
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Há uns dias atrás postei que :

"Apareceu aqui no trampo essa Triumph Bonneville, nunca vi ao vivo, é até bonita ao vivo"

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Hoje coincidiu que eu encontrasse o dono no estacionamento do trampo, descobri então que é um colega que tinha uma yamaha xtz 250, perguntei para ele porque ele pegou ela, e ele me disse:

"Pela mesma razão que você trocou a sua Ninja pela Vulcan... fui assaltado e levaram a XTZ"

:shock:

Aí eu lembrei do refrão de uma musica antiga que meu avõ Odilon cantava quando o bicho pegava:

"A coisa tá feia, a coisa tá preta, tá de arrepiar os cabelos da peruca"

:mrgreen:
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rklein
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Saí de manhã pensando em abastecer na hora do almoço, marcador estava no minimo, mas esqueci e voltei pra casa, acendeu luz de reserva, rodei 60 kms ida e volta, pensei que ia ficar na rua, parei no posto, 328 km rodados, nunca rodei tanto com um tanque, o que rodei mais antes foi 319 km, pegou 15,29 litros, ainda tinha 4,7 litros, fez 21,5 km/l, ainda rodava uns 80 km fácil. Bacana, mais de 400 kms ela faz com um tanque, se for estrada então nem se fala. A média subiu +0,1 e está em 18,9 km/l.

Clicando no banner dá para ver a estatística e histórico de consumo dela.
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dom.arcanjo
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rklein escreveu:Saí de manhã pensando em abastecer na hora do almoço, marcador estava no minimo, mas esqueci e voltei pra casa, acendeu luz de reserva, rodei 60 kms ida e volta, pensei que ia ficar na rua, parei no posto, 328 km rodados, nunca rodei tanto com um tanque, o que rodei mais antes foi 319 km, pegou 15,29 litros, ainda tinha 4,7 litros, fez 21,5 km/l, ainda rodava uns 80 km fácil. Bacana, mais de 400 kms ela faz com um tanque, se for estrada então nem se fala. A média subiu +0,1 e está em 18,9 km/l.

Clicando no banner dá para ver a estatística e histórico de consumo dela.
Não sei se este seria uma fator pra agradecer ou não à Kawasaki. Todo proprietário da VN900 tem essa observação sobre o marcador. No meu caso, quando o marcador começa a indicar que esta vazio, isso quer dizer que ainda tenho meio tanque. Quando acende a luz da reserva, tenho aproximadamente 1/4 e posso rodar aproximadamente mais uns 90 ou 100 km.
Na meia idade, a experiência é tão importante quanto a novidade.
http://www.vulcanriders.com.br/
rklein
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dom.arcanjo escreveu:Não sei se este seria uma fator pra agradecer ou não à Kawasaki. Todo proprietário da VN900 tem essa observação sobre o marcador. No meu caso, quando o marcador começa a indicar que esta vazio, isso quer dizer que ainda tenho meio tanque. Quando acende a luz da reserva, tenho aproximadamente 1/4 e posso rodar aproximadamente mais uns 90 ou 100 km.
Eu agradecí :mrgreen:
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jaimeassuncaosf
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Que boa notícia essa do pneu dianteiro! Com certeza será a próxima opção da minha Custom!

Voltando um tópico, apertei quase uma volta inteira do parafuso central do guidão (muita folga para um parafuso como este). Agora é rodar e ver como ela reage!
rklein
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Tenho certeza que vou trocar o atual magrelo de 80, só não decidi ainda se pelo 90 ou pelo 120 :(
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rklein
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Hoje quando eu saí do trampo, bem mais tarde que eu costumo, eram 18:30h, já noite, eu peguei, contado pelo velocimetro, 17 km de engarrafamento, tudo literalmente parado desde a saída do estacionamento em Alphaville, passando pela Castelo Branco, até a alça de saída do Rodoanel para a Raposo. A coisa seguia travada pelo Rodoanel no sentido Regis, mas eu saí antes daquele hell, pela Raposo.

Não andava nada, estacionamento a céu aberto. Caminhões por todas as faixas, um do lado do outro, um atrás do outro, aí já viu né? corredor estreito, tudo escuro, era noite, imagina passar entre uma fila de caminhões parados, cada um mais pra cá do que pra lá...

Mas porque tõ contando isso? Porque eu tenho que parar de chamar Suzana Vieira de gorda, ela passou "gostoso" (pero no mucho, pois de vez em quando ela entalava como uma rolha) entre aquele muro sem fim de caminhões, dá medo ficar espremido entre caminhões numa fila sem fim, e a noite, tudo escuro. O que normalmente levo 45 minutos, hoje durou 1h20min, se estivesse de carro, seriam mais de 4 horas preso lá!
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