Papo de economia
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rafaeladvogado
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então é bem provável que a história seja quente 
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Yan.Metal
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Acredito que seja verdade, alguem por sinal já viu o documentario feito pela BBC sobre a globo o " cidadão Kane"? É só ver lá que isso se torna possivel, e também quem vai confiar numa empresa que apoiava a ditaduta militar? Criança esperança dou nenhum real, prefilo teleton parece mais transparente.
Ex: Mirage 250, Dafra Apache 150, Harley-Davidson V-Rod, Yamaha R3
Atual: Ducati Supersport S
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rafaeladvogado
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Yan.Metal escreveu:Acredito que seja verdade, alguem por sinal já viu o documentario feito pela BBC sobre a globo o " cidadão Kane"? É só ver lá que isso se torna possivel, e também quem vai confiar numa empresa que apoiava a ditaduta militar? Criança esperança dou nenhum real, prefilo teleton parece mais transparente.
eu prefiro pegar umas fraldas ou roupas e levar diretamente em alguma instituição de carentes... sem intermediários...
e o nome do filme que tu disse é:
"MUITO ALÉM DO CIDADÃO KANE" recomendo... deve ter pra baixar em torrent... é um documentário feito pela bbc e é em inglês, com legendas... e por óbvio é um filme que tu só acha em universidades ou baixando na net,... pois vai contra os interésses
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Yan.Metal
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Verdade rafael o nome do filme é esse mesmo, é que na hora naum lembrava o nome completo e se acha por torrent ou em qualquer comunidade contra a globo no orkut,
Ex: Mirage 250, Dafra Apache 150, Harley-Davidson V-Rod, Yamaha R3
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Jovi
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Crise nas montadoras de moto...
Empresas e sindicatos discutem jornada de 3 dias
CLEIDE SILVA E LIEGE ALBUQUERQUE - Agencia Estado
SÃO PAULO E MANAUS - Empresas e trabalhadores começaram o ano buscando medidas para enfrentar a queda da demanda. Além da Renault, que negociou a suspensão por cinco meses dos contratos de trabalho de 1 mil funcionários no Paraná, outras montadoras, empresas de autopeças, eletroeletrônicos e motocicletas negociam a flexibilização de jornada e salário para evitar demissões.
A Philips dispensou 460 funcionários em Manaus (AM), de um total de 1,7 mil. Eles ficarão em casa até abril e receberão parte dos salários da empresa e parte por meio do acordo com o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). As fabricantes de motocicletas em Manaus (AM), incluindo Honda e Yamaha, que respondem por mais de 80% das vendas no País, negociam com funcionários medidas como a semana de três dias de trabalho. A Yamaha inaugurou em outubro uma segunda linha de montagem e contratou 1,4 mil funcionários. Mal iniciou as operações, foi atropelada pela crise e agora busca alternativa para não dispensar o pessoal.
Ontem, em reunião entre empresários e o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, ainda não foi possível fechar o acordo de flexibilização. ?Os patrões não topam reduzir jornada sem reduzir salários, mas nestes termos não vamos fechar acordo?, diz o presidente da entidade, Valdemir Santana. Segundo ele, os 22 mil empregados dos 19 fabricantes de motocicletas continuarão em negociação, pois esperam a contrapartida frente aos incentivos fiscais concedidos por governos federal e estadual ao setor, como redução de impostos. Os incentivos foram dados sob a condição de não ocorrerem demissões pelo menos até março.
Dirigentes da Fiat e de 14 autopeças de Betim (MG) também vão discutir medidas com o Sindicato dos Metalúrgicos local. ?As empresas já vieram com um saco de maldades, de banco de horas a redução de jornada e salários?, diz o presidente da entidade, Marcelino da Rocha. Para ele, essas medidas não fazem sentido diante dos bons resultados que as montadoras tiveram em 2008, apesar da queda no fim do ano. Segundo ele, ?em outubro e novembro foram feitas 907 homologações, enquanto no mesmo período de 2007 foram 291?.
Na unidade da Volkswagen do Paraná foram acertados 10 dias de suspensão do trabalho entre dezembro e janeiro para serem descontados no banco de horas, além das férias coletivas. Os 3,6 mil funcionários não trabalharam na segunda-feira. Amanhã, a empresa vai avisar sobre a próxima parada.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) defende a flexibilização. A entidade, por meio do Senai, colocou à disposição 100 mil vagas de cursos profissionalizantes que podem ser oferecidos aos empregados das empresas que flexibilizarem a jornada.
Algumas empresas nem buscaram alternativas e partiram para cortes. Hoje, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC realiza protesto em frente à TRW, fábrica de componentes para veículos em Diadema, que demitiu 200 funcionários. O Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos também tenta reverter 227 dispensas feitas pela Valeo.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
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Efeito manada, agora todos querem tirar uma casquinha e demitir ou reduzir salarios...

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rafaeladvogado
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exato...cros escreveu:Efeito manada, agora todos querem tirar uma casquinha e demitir ou reduzir salarios...
Sobre Rodas | 15/01/2009 | 13h20min
Venda de veículos no RS cresce o dobro do país em 2008
Resultado reflete a melhoria da atividade econômica no Estado, diz dirigente
A venda de veículos no Rio Grande do Sul cresceu o dobro do país em 2008. A comercialização de automóveis e comerciais leves subiu 27% na comparação com o ano anterior, alcançando 132 mil unidades. A venda de motos cresceu 1%.
O presidente do Sindicato das Concessionárias do RS lembra que há cinco anos o Estado crescia menos que o Brasil. Segundo Hugo pint* Ribeiro, o resultado reflete a melhoria da atividade econômica no Estado.
1- é a crise gente
2- desde JK o governo sempre andou na contra mão, optou pelo transporte rodoviario ao inves do ferroviario, esta dando incentivo a industria de automoveis e cada vez mais ferrando os de motocicletas
3- ai o reporter perguntou pra um figurão (Hugo pint* Ribeiro) porque os empresarios querem reduzir salario ou demitir, ele desconversou e disse que isso era um ajuste que cada um tinha que fazer em fase a crise.
Venda de veículos no RS cresce o dobro do país em 2008
Resultado reflete a melhoria da atividade econômica no Estado, diz dirigente
A venda de veículos no Rio Grande do Sul cresceu o dobro do país em 2008. A comercialização de automóveis e comerciais leves subiu 27% na comparação com o ano anterior, alcançando 132 mil unidades. A venda de motos cresceu 1%.
O presidente do Sindicato das Concessionárias do RS lembra que há cinco anos o Estado crescia menos que o Brasil. Segundo Hugo pint* Ribeiro, o resultado reflete a melhoria da atividade econômica no Estado.
1- é a crise gente
2- desde JK o governo sempre andou na contra mão, optou pelo transporte rodoviario ao inves do ferroviario, esta dando incentivo a industria de automoveis e cada vez mais ferrando os de motocicletas
3- ai o reporter perguntou pra um figurão (Hugo pint* Ribeiro) porque os empresarios querem reduzir salario ou demitir, ele desconversou e disse que isso era um ajuste que cada um tinha que fazer em fase a crise.

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vinibgomes
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Sadia perde cerca de R$ 2,5 bi com câmbio em 2008, diz Brascan
| 27.01.2009 | 09h09
Empresa continuou a desmontar contratos de derivativos e reduziu posição vendida em dólar nos últimos meses
Portal EXAME
A Sadia deve ter registrado uma perda financeira de cerca de 2,5 bilhões de reais no ano passado principalmente devido a apostas em derivativos de câmbio, segundo estimativa da corretora Brascan. O montante seria bem superior ao inicialmente divulgado pela empresa em setembro de 2008: 760 milhões de reais. A própria empresa já divulgou que suas perdas seriam bem maiores que o inicialmente divulgado, mas o prejuízo total só será conhecido quando todos os contratos de câmbio tiverem sido desmontados.
No terceiro trimestre, as perdas financeiras da Sadia somaram 1,2 bilhão de reais. O último balanço divulgado pela empresa mostra que ao final de setembro a exposição líquida a contratos futuros de dólar totalizava 2,4 bilhões de reais. Isso equivale a 10 meses de exportação da Sadia e, portanto, fica acima do teto de seis meses estabelecido em estatuo para o hedge de suas operações de comércio exterior.
Desde então, a Sadia tem reduzido gradativamente essa exposição. A empresa informou que no último dia 19 a exposição líquida era de 487 milhões de reais. Para a Brascan, o vencimento de alguns contratos e o aumento das posições compradas em dólar permitiram a redução da exposição à variação da moeda americana.
O custo dessa operações, entretanto, foi alto. A Brascan acredita que o caixa da Sadia encolheu de 2,3 bilhões de reais ao final de setembro para 1 bilhão de reais agora. Por enquanto, essa redução de 1,3 bilhão de reais será apenas contábil, já que será lançada no balanço da Sadia no balanço do quarto trimestre (ainda não-divulgado), mas os contratos serão efetivamente liquidados durante o ano de 2009.
A dívida líquida da Sadia deve ter encerrado o ano passado em 4,7 bilhões de reais, equivalente a 3,9 vezes seu Ebitda (lucro antes de impostos e amortizações). Em geral, empresas cuja dívida supera 2,5 vezes o Ebitda não são consideradas grau de investimento. Apesar do alto endividamento, a Brascan estima que a Sadia invista 550 milhões de reais em 2009 para a conclusão dos projetos em andamento. Trata-se de uma forte redução dos investimentos se comparado ao montante estimado para 2008 (1,6 bilhão de reais).
Vendas
Em relatório, a Brascan estima que as exportações da Sadia tenham um crescimento de 5,2% em 2009. Após um fraco primeiro trimestre, as vendas ao exterior cresceriam gradativamente. A margem Ebtida da empresa ficaria praticamente estável em 11,2%, já que a queda internacional do preço dos grãos verificada desde o ano passado será revertida ao longo de 2009 com a seca na região Sul e na Argentina.
Com base nesses números, a Brascan reduziu o preço-alvo das ações preferenciais da Sadia (SDIA4) de 11 reais para 5,10 reais. Os papéis fecharam cotados a 3,26 reais nesta segunda-feira, uma baixa de 2,69%. Apesar do potencial de alta de 56,4%, a Brascan acredita que as ações terão um desempenho dentro da média da Bovespa até o final de 2009 (marketperform).
| 27.01.2009 | 09h09
Empresa continuou a desmontar contratos de derivativos e reduziu posição vendida em dólar nos últimos meses
Portal EXAME
A Sadia deve ter registrado uma perda financeira de cerca de 2,5 bilhões de reais no ano passado principalmente devido a apostas em derivativos de câmbio, segundo estimativa da corretora Brascan. O montante seria bem superior ao inicialmente divulgado pela empresa em setembro de 2008: 760 milhões de reais. A própria empresa já divulgou que suas perdas seriam bem maiores que o inicialmente divulgado, mas o prejuízo total só será conhecido quando todos os contratos de câmbio tiverem sido desmontados.
No terceiro trimestre, as perdas financeiras da Sadia somaram 1,2 bilhão de reais. O último balanço divulgado pela empresa mostra que ao final de setembro a exposição líquida a contratos futuros de dólar totalizava 2,4 bilhões de reais. Isso equivale a 10 meses de exportação da Sadia e, portanto, fica acima do teto de seis meses estabelecido em estatuo para o hedge de suas operações de comércio exterior.
Desde então, a Sadia tem reduzido gradativamente essa exposição. A empresa informou que no último dia 19 a exposição líquida era de 487 milhões de reais. Para a Brascan, o vencimento de alguns contratos e o aumento das posições compradas em dólar permitiram a redução da exposição à variação da moeda americana.
O custo dessa operações, entretanto, foi alto. A Brascan acredita que o caixa da Sadia encolheu de 2,3 bilhões de reais ao final de setembro para 1 bilhão de reais agora. Por enquanto, essa redução de 1,3 bilhão de reais será apenas contábil, já que será lançada no balanço da Sadia no balanço do quarto trimestre (ainda não-divulgado), mas os contratos serão efetivamente liquidados durante o ano de 2009.
A dívida líquida da Sadia deve ter encerrado o ano passado em 4,7 bilhões de reais, equivalente a 3,9 vezes seu Ebitda (lucro antes de impostos e amortizações). Em geral, empresas cuja dívida supera 2,5 vezes o Ebitda não são consideradas grau de investimento. Apesar do alto endividamento, a Brascan estima que a Sadia invista 550 milhões de reais em 2009 para a conclusão dos projetos em andamento. Trata-se de uma forte redução dos investimentos se comparado ao montante estimado para 2008 (1,6 bilhão de reais).
Vendas
Em relatório, a Brascan estima que as exportações da Sadia tenham um crescimento de 5,2% em 2009. Após um fraco primeiro trimestre, as vendas ao exterior cresceriam gradativamente. A margem Ebtida da empresa ficaria praticamente estável em 11,2%, já que a queda internacional do preço dos grãos verificada desde o ano passado será revertida ao longo de 2009 com a seca na região Sul e na Argentina.
Com base nesses números, a Brascan reduziu o preço-alvo das ações preferenciais da Sadia (SDIA4) de 11 reais para 5,10 reais. Os papéis fecharam cotados a 3,26 reais nesta segunda-feira, uma baixa de 2,69%. Apesar do potencial de alta de 56,4%, a Brascan acredita que as ações terão um desempenho dentro da média da Bovespa até o final de 2009 (marketperform).
Falando em economia, me veio a mente um dos axiomas (seria esse o termo certo)...
Quando chega época de desova do 13 sálario ou PIS, aparece nos noticiarios, milhões serão jogados na mercado com o pagamento bla bla bla...
Agora nunca aparece no noticiario que a demissão de tantos empregados irão tirar milhões do mercado de consumo...
É como algumas empresas mostram a público o número de clientes que ela tem, mas nunca os que elas perderam... Sempre computam os números entrantes, unca os saintes...quando eu trabalhava o setor de vendas sempre corria atrás de novos clientes, ao mesmo tempo tinhamos os clientes que cancelavam o serviço, mas isso não interessa ao vendedor, pois ele ganhava comissão em cima dos novos, se depois ele cancelase azar, a comissão já estava no bolso dele...
Quando chega época de desova do 13 sálario ou PIS, aparece nos noticiarios, milhões serão jogados na mercado com o pagamento bla bla bla...
Agora nunca aparece no noticiario que a demissão de tantos empregados irão tirar milhões do mercado de consumo...
É como algumas empresas mostram a público o número de clientes que ela tem, mas nunca os que elas perderam... Sempre computam os números entrantes, unca os saintes...quando eu trabalhava o setor de vendas sempre corria atrás de novos clientes, ao mesmo tempo tinhamos os clientes que cancelavam o serviço, mas isso não interessa ao vendedor, pois ele ganhava comissão em cima dos novos, se depois ele cancelase azar, a comissão já estava no bolso dele...


