Piada de Boteco

Assuntos diversos, relacionados ou não ao motociclismo

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Paludo
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POR QUE EVA COMEU A FRUTA ?

Não foi assim facinho não!!!
No início, Eva não queria comer a fruta.
- Come - disse a serpente astuta! - e serás como os anjos!
- Não - respondeu Eva. Virando a cara para o lado!
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Cruzou os braços, olhou bem na cara da serpente e respondeu firme: Não!
- Serás imortal.
- Não! Já disse!
- Serás como Deus!
- NÃO, e NÃO! Já disse que NÃO!

Irritadíssima, quase enfiando a fruta goela abaixo, a serpente já estava desesperada e não sabia mais o que fazer para que aquela mulher, de princípios tão rígidos e personalidade tão forte comesse a fruta. Até que teve uma idéia, já que nenhum dos argumentos haviam funcionado...
Ofereceu novamente a fruta e disse com um sorrisinho maroto:

- Come, besta!!! EMAGRECE!!!!

*Foi tiro e queda!!!! *
Só há uma coisa melhor do que ver o nascer do sol sobre o guidão de uma moto.
Paludo
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A Tia Amparo era uma mulher de 93 anos que estava particularmente afetada pela morte recente do seu marido. Ela decidiu suicidar-se e juntar-se a ele no além.

Pensando que o melhor para ela seria acabar rápido com o assunto, foi buscar a velha pistola do exército que pertencera ao seu marido e tomou a decisão de disparar um tiro no coração, já que estava destroçada pela dor da sua perda.
Não querendo falhar o tiro num órgão vital e tornar-se um vegetal e um fardo para os seus familiares, telefonou ao seu médico de família para lhe perguntar onde ficava exatamente o seu coração.
O médico respondeu-lhe: - "Dona Amparo, que pergunta?!... O seu coração está exatamente debaixo do seu seio esquerdo."

e foi assim que a querida tia Amparo... f*deu o joelho !!!!
Só há uma coisa melhor do que ver o nascer do sol sobre o guidão de uma moto.
Paludo
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O AMANTE

A mulher recebe o amante em casa enquanto o marido trabalha.
Seu filho de nove anos chega da escola mais cedo, vê os dois juntos e se esconde no armário do quarto para espiar.
O marido também volta para casa inesperadamente e a mulher resolve esconder o amante no armário, sem perceber que o filho já estava lá.
O menininho diz: - Tá escuro aqui...
O amante responde - É... Tá mesmo...
Menino - Eu tenho uma bola de beisebol
Amante - Legal...
Menino - Quer comprar?
Amante - Não, obrigado...
Menino - Meu pai tá lá fora..
Amante - Ok, quanto?
Menino - Duzentos reais....
Algumas semanas depois, lá estão o garoto e o amante presos no armário novamente.
Menino - Tá escuro aqui.
Amante - É..... Tá mesmo...
Menino - Eu tenho uma luva de beisebol.
O amante, se lembrando da última vez, pergunta ao garoto:
- Quanto é?
O Menino - Setecentos reais.
Amante - Feito!

Dias depois, o pai diz ao garoto, pegue a sua luva e a sua bola de beisebol, vamos lá no quintal para eu te ensinar como se joga.
O menino responde, não posso, vendi a luva e a bola...
O pai pergunta, por quanto você vendeu?'
Novecentos reais, responde o menino.

O pai, horrorizado, diz ao menino que isso não se faz, cobrar tanto de seus amiguinhos por coisas que custam barato.
E leva o filho à igreja para que confesse para o padre.
Chegando lá, o pai leva o menino ao confessionário, faz ele se ajoelhar e fecha a cortina, deixando o menino e o padre a sós.
....................................................................................................................................................

O menino diz - Tá escuro aqui...
O padre responde - Nem vem!
Eu não vou comp rar mais p*rra nenhuma!!!
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Paludo
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RAPIDINHAS...

CALCINHA PRETA
A mulher avisou ao marido que agora só ia dormir de calcinha preta.
O marido:
- Calcinha preta???
Ela:
- Lógico, pint* morto, perereca de luto!!!

2. NA CLÍNICA PARA DEFICIENTES
Na hora do almoço, um interno ia passando pelo refeitório, quando o cozinheiro lhe pergunta:
- Quer uma torta, amigo?
- Agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha!

3. NO DEPARTAMENTO DE IMIGRAÇÃO
- Sexo?
- 3 vezes por semana...
- Não... eu quero dizer masculino ou feminino.
- Não importa.

5. NO UROLOGISTA
Uma mulher, toda boazuda, vai ao consultório médico:
- Doutor, queria que fizesse algo pelo meu marido.... Algo que o fizesse ficar como um touro!
- Pois bem, dispa-se. Vamos começar agora mesmo pelos chifres...

4. NO CELEIRO
Diz a ovelha para o carneiro:
- Tens tão pouca lã.....
- Tá, mas viemos para aqui trepar ou fazer tricô???

6. NA BALADA
Um cara chega para uma mulher e diz:
- Tá afim de uma transa mágica?
A mulher pergunta:
- Como é uma transa mágica?
Ele diz:
- É muito simples, a gente transa e depois você desaparece.

7. NA FESTA
O menininho pergunta pra mãe:
- Mamãe, por que você é branca, papai é negro e eu sou japinha...
-Ah, meu filho! Se você soubesse a festa que houve naquele dia... você tem sorte por não latir.

8. NO PLANTÃO MÉDICO
O sujeito vai ao hospital, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm as perguntas de praxe:
- Nome?
- Juvenal dos Santos!
- Idade?
- 32 anos.
- O senhor bebe?
- Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar!

9. NA BOLSA
A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e pergunta para si mesma:
- Será que minha filha está bebendo?
A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se questiona:
- Será que minha filha está fumando?
E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pint*???!!!

10. NO LAR PARA IDOSOS
Dois velhinhos conversando:
- Você prefere sexo ou Natal?
- Sexo, claro! Natal tem todo ano, enjoa.

11. NO FIM
No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido. Os dois
resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo.
Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais.
Depois da terceira vez, ela quer de novo.
E o marido:
- Ah, não, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã... você não!

12. NA PESCARIA
A portuguesinha de 10 anos vai pescar com o pai e volta com o rosto todo inchado.
A mãe, assustada, pergunta:
- Minha filha, que houve?
- Foi um marimbondo, mamãe...
- Ele te picou?
- Não deu tempo, o papai matou ele com o remo.

13. NO PARQUE
Dois rapazes gaúchos pedalavam suas bicicletas pelo parque. Um deles pergunta:
- Onde conseguistes essa tua magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando encontrei uma guria da classe com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me:
- Vem e pegues o que quiseres.
O outro:
- Bah, escolhestes bem. Provavelmente a roupa não te serviria.

14. NO GERIATRA
O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um revolucionário aparelho de audição:
- E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho?
- É muito bom.
- Sua família gostou?
- Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes..

. NO GINECOLOGISTA
A mãe, desesperada, pergunta pro médico:
- O que houve com ela, doutor?
- Sua filha está com o clitóris igual a uma tampinha de caneta Bic!
- Azul, doutor?
- Não, toda mordida
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Paludo
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DERCY GONÇALVES NO CÉU!!!

vai vendo....

- p*rra tá frio aqui em cima.
- O céu não tem temperatura, minha senhora – pondera um porteiro celestial de plantão..
- Não tem o cacête. Tá frio sim senhor – insiste Dercy.
- Prefere o inferno? Lá é mais quentinho!
- Manda tua mãe pra lá. Cadê o Pedro?
- Pedro só atende aos purificados.
- E eu tô suja por acaso? Tô cagad*, esporreada?
- Você primeiro tem que passar pelo purgatório, ajustar umas continhas…
- Não devo nada a viad* nenhum.
- Você foi muito sapeca lá por baixo.
- Como é que você sabe? Andava escondido debaixo das minhas saias?
- Dercy, daqui de cima a gente vê tudo.
- Vê p*rra nenhuma. Vê a pobreza, a violência, meninas de 4 anos sendo estupradas pelos pais, político metendo a mão no dinheiro dos pobres, carinha cheirando até bost* pra ficar doidão? O que vocês vêem? Só me viam?
- Você fala muito palavrão.
- Eu sempre disse que o palavrão estava na cabeça de quem escutava.
Palavrão é a fome, a falta de moral destes caras que pensam que o mundo é deles. Esses goelas grandes e seus assessores laranjas, tangerinas e o cacête!
- Está vendo? Outro palavrão.
- Cacête é palavrão, seu porteiro do caral**? Palavrão é a put* Que o Pariu!
(silêncio por alguns segundos)
- Seja bem vinda Dercy. Sou Pedro. Pode entrar.
- CARAAAAAALHO!!! Não é que eu morri mesmo?!!! Vou p/o purgatório????
- Não, pelo purgatório você já passou 101 anos, no Brasil. Venha descansar!!!
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Paludo
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LEITE CONTAMINADO (Teste Caseiro)

SÃO RECOMENDAÇÕES DO MINISTÉRIO DA SAUDE! O LEITE EM QUESTÃO É O DE
CAIXINHA (LONGA VIDA)

Para ver se o leite tem água oxigenada ou soda cáustica na composição:

- Beba 1 copo com leite à noite antes de dormir;

- Durante a noite, se tiver vontade de peid*r, peide à vontade;

- Pela manhã, pegue um espelho e focalize sua bunda;

- Se os pelos estiverem loiros, você tomou leite com água oxigenada;

- Se não tiver pelo algum, foi com soda cáustica.
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gildalfer
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Modernidades !!!!!!!!!!!!!!!!



Eu estava tomando um café no Bar do Carlão, quando

desesperadamente precisei peid*r.

A música estava bem alta... Então eu calculei para soltar o

gasoso em sincronia com o ritmo.

Não deu outra. Lá se foram a feijoada, o molho de repolho e os ovos cozidos sendo dispensados no ritmo da música.

Fiquei orgulhoso pelo peidão; depois da música comecei a me

sentir melhor e mais aliviado.

Terminei meu café tranquilamente...

Só então notei que todo mundo estava me olhando.

Então lembrei que estava escutando música no meu iPod...

Nunca mais tomo café ali




:lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
Pé-de-pano
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Daltônico é o Cacete


Noite alta, um senhor bem vestido, chegando de viagem, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa.


No caminho, vê uma senhora, também muito bem vestida, entrando uma Boate chamada 'Dito e Feito'.
Reconhecendo a mulher, ele pede ao taxista que retorne à porta da boate. Tira do bolso um maço de notas e diz:


- Aqui estão dois mil reais. São seus se você tirar de dentro da boate aquela mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo de porrada, sem contemplações, porque aquela desgraçada é minha
esposa.


O taxista, que andava numa 'dureza daquelas', aceita de cara e adentra à Boate.


Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando, toda desgrenhada, e gritando todos os impropérios que se
possa imaginar. O senhor no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro.


- Pare! Pare! O senhor errou. Como o senhor confundiu vermelho com verde? O senhor é daltônico?


Ao que o taxista retruca:
- Daltônico é o cacete! Esta é a minha... Já volto lá pra pegar a sua!
Monaski
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O Presidente do Conselho de Kadosh de Brasília, Irmão Etelvino, encomendou-me um Trabalho para ser apresentado no dia da Elevação ao Grau 30. No dia determinado, estava eu cumprindo com a solene obrigação.

O Delegado Litúrgico, Irmão Jacobina, solicitou a peça de arquitetura para possível publicação no Boletim do Supremo Conselho.

O prestimoso secretário da Delegacia, irmão Artur de Moura, enviou Prancha ao Supremo remetendo o Trabalho e, na mesma correspondência, comunicou o falecimento do Irmão Nicolas, o grego.

Para surpresa de todos os Boletim nº191 de Jul./Ago./94 do Supremo Conselho do Brasil não publicaram o “Trabalho”, mas trazia na sua página 8, “Coluna Fúnebre”, a relação dos Irmãos falecidos e, entre eles, estava o meu nome completo – INOCÊNCIO JESUS VIÉGAS. A notícia através do Boletim se espalhou pelo Brasil e não demorou muito, os velhos amigos e também os conhecidos passaram a expressar suas condolências à suposta viúva. Telegramas e cartas de vários Estados e de lugares por onde morei quando era militar do Exército.

Entre essas demonstrações de solidariedade, umas curiosas merecem destaque. Um velho Irmão demonstrava o seu pesar e ao mesmo tempo desejava comprar alguns livros de minha biblioteca. Outro também viúvo oferecia os seus préstimos à “viúva” e deixava transparecer nas entrelinhas o desejo de continuar o meu trabalho ao lado dela; não por questão de sexo, mas pela convivência, pois a solidão é muito dolorosa.

Mais outro Irmão de uma cidade do interior, velho companheiro de farda, comunicou em carta o meu comparecimento a uma sessão espírita, onde havia deixado psicografada uma linda mensagem encorajadora, a todos os Irmãos.

A Delegacia Litúrgica de Brasília, ao descobrir o grande erro, escreveu ao Supremo Conselho pedindo providências no sentido de retificar a referida publicação, o que de pronto foi atendida com mil desculpas.

Até aí tudo bem, levamos o caso em brincadeira. Um dia um Irmão do Oriente de Boa Vista(RR), o Raimundo, de passagem por Brasília, vem visitar a minha Loja a “Jeremias Pinheiro Moreira” e, em conversa, declinou ser filho da Loja “20 de Agosto”, daquela cidade.

Logo lembrei de dois velhos Irmãos, o Rocha, e o Norberto que por sinal é o Delegado do Grão-Mestre naquele Estado e, como estava devendo um grande favor ao Norberto, aproveitei o Irmão Raimundo para levar-lhe um presente. Autografei um livro e mandei ao Norberto. Isso era outubro/94.

O Norberto recebeu o presente, ficou feliz e logo em seguia, recebeu o Boletim do Supremo, referente aos meses de Jul./Ago./94 e lá encontrou o meu nome como tendo falecido em agosto. O Norberto, entre arrepios, não entendia como um morto em agosto oferecia e assinava um livro em outubro. Ligou imediatamente para o Irmão Fagundes, Grande Secretário da Guarda dos Selos, pedindo informações sobre o meu falecimento. O Fagundes logo informou ser um mal-entendido. O Norberto, não conformado, pediu o meu telefone e ligou para a “viúva” que lhe confirmou que eu estava vivo. Mas o pior ainda estava por acontecer.

Um belo dia, de passagem por uma cidade do interior, à mando da empresa à qual presto serviço, desejei visitar à noite a Loja onde sabia ter um velho companheiro de caserna. Fui, e ao chegar à Loja, notei que era tarde e já estavam trabalhando.

Mesmo assim, bati como de costume e recebi como resposta a ordem para esperar.

Logo veio o Primeiro Experto com o livro, para colher a assinatura e levar a identidade civil e a maçônica para o Orador conferir.

Vou relatar aqui, o que ocorreu lá dentro e que me foi contado pelo laborioso Secretário, que a tudo viu e ouviu e gravou em sua longa ata. Chega o Experto com o livro e as identidades.

Entrega ao Orador. O velho guardião da lei lê atentamente.

Logo empalideceu ao descobrir um grande acontecimento e quase sem poder falar, olhou para o Venerável e balbuciou algumas palavras imperceptíveis.

O Venerável pediu gentilmente ao Orador repetir um pouco mais alto. O Orador recobrando as forças disse: Venerável Mestre, algo de anormal está acontecendo. Esse Irmão que bate à porta do nosso Templo, é o falecido Inocêncio a quem na Última Sessão prestei solene homenagem pelo seu passamento e, agora, diante de seus documentos, não sei o que fazer, quero a ajuda de algum Irmão entendido em coisas do outro mundo, para clarear essa fantasmagórica situação.

O Mestre-de-Harmonia diante do caso, querendo colaborar com a ocasião, colocou em surdina a marcha fúnebre de Mozart. Aprendizes e Companheiros admirados e congelados esperavam o desfecho. Todos os Irmãos passaram a ter arrepios e o medo era geral. Um dos Irmãos se dizendo entendido nesse assunto, ofereceu-se para assumir o comando da situação e passou a pedir calma a todos os Irmãos. Fechou os olhos, respirou ofegante, estendeu os trêmulos braços na horizontal e falou com voz rouca: “O Irmão Inocêncio veio pedir luzes. Você Irmão Orador, o elogiou bastante na Sessão passada e ele quer agradecer, pensa que ainda está materialmente entre nós. Deixai que entre”. Eu lá de fora inquieto com tanta demora, resolvi ir ao banheiro. Nisso a porta se abre e o Cobridor não me vê na sala. Morrendo de medo, imediatamente fechou-a e anunciou: “Irmão Primeiro Vigilante o fantasma foi embora!” Com o abrir da porta, parei o que estava fazendo e voltei imediatamente pensando em entrar e logo vi a porta fechada. Esperei um pouco fiquei de costas para a dita porta, olhando as fotografias dos futuros Irmãos que estavam coladas nos editais. Abre-se a porta outra vez, era o Mestre-de-Cerimônias que espiava só com um olho.

Voltei a cabeça e esbocei um sorriso e a porta foi fechada incontinente. Bom já que não vou entrar pensei vou terminar o serviço que bruscamente havia interrompido, e fui para o banheiro outra vez. Lá dentro, o Mestre-de-Cerimônias informava que eu estava lá fora. O Cobridor sem acreditar, imediatamente abre a porta e mais uma vez nada vê, aí piorou de uma vez.

O suposto médium passa a consolar o Cobridor dizendo-lhe que não era vidente e por isso não conseguia ver o espírito do Irmão, mas que fizesse um esforço concentrado que logo conseguiria. Nisso um Irmão pede a palavra pela ordem e solicita ao venerável retirar do Templo os Aprendizes e os Companheiros, que ainda não se achavam em condições de assistir esse encontro de um morto com os vivos em Loja.

Aprovada a solicitação o Venerável pede ao Mestre-de-Cerimônias retirar os Aprendizes e Companheiros. Logo, um nervoso Companheiro pede a palavra, antes de cumprir a ordem do Venerável e questiona que não era justo sair e ter que ficar na sala dos PP.’.PP.’. com o defunto. Todos concordaram com a ponderação e o Venerável revogou a ordem. Contornada a situação, o Venerável pede ao Mestre-de-Harmonia a execução de música mais suave para receber o Irmão.

Finalmente abre-se a porta, a música suave da Ave Maria me deixa todo emocionado.

Entrei, fiz o que normalmente se faz, e esperei a ordem do Venerável para tomar assento.. O silêncio dominava a cena. O Venerável disse: “Vinde saudoso Irmão ao encontro dos seus Irmãos que, emocionados, lamentam a vossa” desencarnação. “Acomodai-vos no Oriente onde é o vosso lugar”. Saí, passo a passo meditando aquelas palavras. Logo reconheci o velho Irmão que era o Orador e olhei para ele com ar de riso. Ele fechou os olhos e baixou a cabeça tristemente.

O Venerável olhando-me bem firme disse: “O pranteado Irmão vem deixar a sua mensagem, estamos prontos, podeis fazer uso da palavra se esse for o desejo”.

Lá fora chovia bastante e podíamos ouvir, vez por outra, o ribombar dos trovões e ver o clarão dos relâmpagos. Coincidência ou não, quando levantei para fazer uso da palavra, uma enorme claridade iluminou tudo e um ensurdecedor barulho de trovão nos deixou estarrecidos.

A luz elétrica imediatamente se apagou, ficando apenas as luzes tímidas das velas a iluminar o recinto, ao mesmo tempo em que a gritaria na Loja foi desesperadora. Todos querendo sair ao mesmo tempo, uns caindo sobre os outros, pisotearam o Cobridor que jazia inerte todo amarfanhado e foi imediatamente arrastado para fora por um Irmão mais corajoso.

Fiquei só, dentro da Loja. Em vista disso, também com as pernas trêmulas depois de tamanho susto, aproveitei para sair da Oficina e nisso ouvi um grito vindo lá de fora: “Lá vem a alma penada!”.

E a correria rumo ao portão da frente foi geral e só alguns “sem pernas” ficaram na Sala dos PP.’.PP.’.Só aí, depois de ter sido chamado de alma penada, pude entender todo aquele desespero dos Irmãos e imediatamente tratei de esclarecer o que realmente acontecera, que eu estava vivo, e que foi um erro de publicação do Boletim e que já estava sendo retificado.

A maioria já tinha ido embora para casa, não sei como. Inclusive o Orador, o meu velho amigo. Nisso, volta o falso médium e, ainda ressabiado, olha para dentro e sem entender aquele silêncio, brada com voz enérgica dos doutrinadores: “Irmão do além já passa da meia- noite! Há vossa hora terminou. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe!”.

O Venerável, um nordestino bem brabo, olha para o falso médium e diz: “Deixa de ser mole, cabra da peste! Olha a tua calça como está toda molhada, e pelo cheiro não é água de chuva não! Não estás vendo que o Irmão está vivo?”.
A gargalhada foi geral.

O Venerável pediu mil desculpas e, como um bom apreciador das boas coisas, convidou a todos para comemorarem a minha ressurreição. E disse mais: “Quem correu, perdeu!”. O resto da noite foi curta para recordarmos o episódio, tomar o gostoso vinho, e rir à vontade dos “corajosos Irmãos” que jamais esquecerão “o defunto visitante.”
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gildalfer
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O mordomo fdp

O velho Conde, retornando de seu passeio matinal, chega à sua mansão e é recebido pelo seu mordomo, que, desmedidamente respeitoso, com um largo sorriso e uma reverência, abre-lhe a porta e, de cabeça abaixada, o saúda dizendo:

- Entre, seu grande filho de uma put*!!! De onde é que o idiota do Conde vem com essa cara de viad* velho?



E o Conde, sorridente, lhe responde:

- Do otorrino... Acabo de comprar um aparelho auditivo!!!


Conversa de botequim

O cara entrou no bar, pediu uma bebida e começou a falar:

- Se essa CPI fosse séria...

- Moço! Conversa de política no meu bar, não. Só dá confusão!

- Tudo bem! É que o meu time...

- Moço! Futebol também não... - disse o dono.

- Tudo bem! Mas lá na Igreja que eu frequento...

- Também não fale de religião!

- E de sexo, pode falar?

- Claro!

- Então vai tomar no c#!



Explicando sem ofender

Um homem de 85 anos estava fazendo seu check-up anual e o médico perguntou como ele estava se sentindo:

- Nunca me senti tão bem - respondeu o velho - Minha nova esposa tem 18 anos e está grávida, esperando um filho meu. Qual a sua opinião a respeito, doutor?

O médico refletiu por um momento e disse:

- Deixe-me contar-lhe uma história. Eu conheço um cara que era um caçador fanático, nunca perdeu uma estação de caça. Mas, um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na mochila em vez da arma. Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu na sua frente. Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e... BANG... o urso caiu morto.

- HA! HA! HA! Isto é impossível. - disse o velhinho - Algum outro caçador deve ter atirado no urso.

- Exatamente!



Morreu de quê?

Zé: Bença padre.

Padre: Deus o abençoe meu filho.

Zé: Padre, o sr. Lembra do João pintor?

Padre: É claro, meu filho.

Zé: Pois é Padre, o João veio a falecer.

Padre: Que pena, morreu de quê?

Zé: Olha, Padre. Eu moro numa rua sem saída e minha casa é a última. Ele desceu com o carro e bateu no muro lá de casa.

Padre: Coitado, morreu de acidente.

Zé: Não, ele bateu com o carro no muro e voou pela janela. Caiu dentro do meu quarto e bateu a cabeça no meu guarda-roupa de madeira.

Padre: Que pena, morreu de traumatismo craniano.

Zé: Não Padre, ele tentou se levantar pegando na maçaneta da porta que se soltou e ele rolou escada abaixo.

Padre: Coitado, morreu de fraturas múltiplas.

Zé: Não Padre, depois de rolar a escada ele bateu na geladeira, que caiu em cima dele.

Padre: Que tragédia, morreu esmagado.

Zé: Não, ele tentou se levantar e bateu as costas no fogão que tombou derramando a sopa que estava fervendo em cima dele.

Padre: Coitado, morreu queimado.

Zé: Não Padre, no desespero saiu correndo, tropeçou no cachorro e foi direto na caixa de força.

Padre: Que pena, morreu eletrocutado.

Zé: Não Padre, morreu depois d'eu dar dois tiros nele

Padre: Filho, você matou o João?

Zé: Uai, o fio da put* tava destruindo a minha casa!!!...



Entrevista de emprego

- Seu nome?

- Jandercleison.

- Escolaridade?

- Terceiro grau completo!

- Vamos começar com perguntas simples, conhecimentos gerais, história, geografia, ciências, personalidades.

- Quem foi Stalin?

- Um cara que cantava estalando os dedos.

- E Lênin?

- Tocava nos Beatles.

- O senhor não quer dizer Lennon?

- Esse fazia dupla com a Lilian.

- Ah... Leno!

- Não... Cantano.

- Vamos mudar de assunto. O que é equação?

- É a arte de montar uma égua.

- E equitação?

- É quando a gente paga todas a nossas dívidas.

- O que é um quelônio?

- É um tipo de mineral radioativo.

- Não seria plutônio?

- Não... esse é o nome completo do cachorro do Mickey.

- O que é fotossíntese?

- Denominação técnica para um retratinho 3 x 4.

- O que é um símio?

- Um cara que nasceu na Símia.

- Na Símia? E qual é a capital da Símia?

- Nessa tu me pegou: não me lembro agora.

- Quem era Pancho Vila?

- Companheiro de Dom Caixote.

- O que é um caudilho?

- Um osso que tem na ponta da coluna e segundo os cientistas, comprova que o homem tinha rabo e descende do macaco.

- Onde fica a vesícula?

- Debaixo da clavícula.

- Onde ficam os glúteos e para que servem?

- Ficam na garganta e servem para engolir.

- Onde fica o baço?

- Não é baço. É braço. São dois e ficam antes das mãos.

- Para que servem as fibras óticas?

- Para movimentar os olhos.

- Onde fica o Triângulo das Bermudas?

- Qualquer costureira sabe: entre o cós e o gavião.

- Quem descobriu a Lei da Gravidade?

- Um médico ginecologista francês, o Dr.Jeckyl.

- Putz! E quem foi Sócrates?

- Sócrates? Jogou na seleção. Tá veno? Também conheço futebol; não é por ser gremista que tenho que ser ingnorante!
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
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