
Futebol
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Planilha da copa, meus palpites dando a Inglaterra como campeã...
http://www.4shared.com/file/U4IeEynd/pl ... _2010.html
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Salve o Corintians
O campeã dos campeõs
Eternamente....

Tem umas seleções aí, que estão disputando o mundial, que eram capaz de NÃO ganhar um torneio com o Fortes e Livres de Muçum(RS), o Jabaquara e o Canto do Rio. e uns jogadores que não seriam nem reservas do São Cristóvão.

Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
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Beto Braga
- Mensagens: 252
- Registrado em: 26 Abr 2010, 05:27
Infelizmente o futebol passou a ser desempemhado mais com força e tática que técnica e habilidade não se vê jogadores fora de série e este conceito até mudou o craque do Brasil é o Kaká e ficamos com saudade de Pelé, Rivelino, Garricha, zico e outros isso pra não falar do Maradora que é Argentino mas era um craque. Os jogadores tiveram a parte física priorizada e assim a habilidade ficou em segundo plano pois o campo está cada vez mais ocupado o que torna difícil um futebol mais vistoso. A copa está assim muito zero a zero , 1 a 1 e assim vai até as fases mais decisivas quando o nível técnico melhorará com a necessidade de ganhar. Mas estamos vivos mesmo com um futebol aquem do esperado ganhamos e estamos em primeiro na chave não podemos perder pra costa do marfim e chegar contra portuga podendo empatar. Abraços Beto Braga
Estou viciado neste site é muito bom!!!Parabens Galera!!!!
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DouglasJones
- Mensagens: 463
- Registrado em: 01 Dez 2008, 22:39
- Localização: São Caetano do Sul
Aí sim hein Cros!cros escreveu:
Salve o Corintians
O campeã dos campeõs
Eternamente....
Eu sinceramente, acho que esse foi o melhor das suas 5518 postagens.
DouglasJones


E agora, José?
O comitê da FIFA excluiu o Morumbi do Mundial de 2014. E o governo de São Paulo diz que não vai construir outro estádio.
Está virando uma palhaçada essa Copa do Mundo. O futebol foi relegado a um segundo plano. Agora o que interessa é somente marketing e consequentemente, dinheiro.
É um absurdo, uma cidade como São Paulo ser excluida do Mundial.

O comitê da FIFA excluiu o Morumbi do Mundial de 2014. E o governo de São Paulo diz que não vai construir outro estádio.
Está virando uma palhaçada essa Copa do Mundo. O futebol foi relegado a um segundo plano. Agora o que interessa é somente marketing e consequentemente, dinheiro.
É um absurdo, uma cidade como São Paulo ser excluida do Mundial.
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
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DouglasJones
- Mensagens: 463
- Registrado em: 01 Dez 2008, 22:39
- Localização: São Caetano do Sul
Tá virando não, essa copa do mundo no Brasil sempre foi uma enorme palhaçada.gildalfer escreveu:Está virando uma palhaçada essa Copa do Mundo.
Eu vou ficar aqui só aguardando as cenas dos próximos capítulos.
DouglasJones


Futebol: A simbiose da mediocridade com a subordinação
Publicado em 19/06/2010
wiki repórter Bruno Lima Rocha Viamão-RS
Vivemos um paradoxo. Estamos no país do futebol, aceitamos o esporte como cultura e em sua prática reconhecemos a corporeidade do brasileiro sincrético embora afro-centrado. Ao mesmo tempo, a nossa paixão significada na forma de quatro linhas e uma bola de couro, não se reconhece. O dilema ainda deriva da tradição do bastardo, do filho sem glória, ou do mito da superação e competência como superior à comunhão e o encontro solidário entre os semelhantes. Explico.
O pensamento conservador aplicado para o esporte é a simbiose da mediocridade com a subordinação. Assim, o gaúcho de Ijuí até pode sagrar-se campeão do mundo, mas ao seu modo. Modo esse que é o menos brasileiro possível. Quem assistiu a murrinha de Brasil x Coréia do Norte lembrou-se imediatamente do ano de 1994. Ganhamos, sim, com direito a vôo da volta recheado de muamba e a taça seqüestrada na base da troca de reféns no aeroporto. O poderoso chefão, patrão e padrinho de Carlos Caetano Bledorn Verri e de Jorge de Amorim Campos Oliveira recusara-se a levar os então tetracampeões para o desfile em carro aberto caso a Receita Federal não liberasse a carga contida no AeroCBF. Pois bem, ganhamos sim, e daí? Daquele jeito, ganhamos como se não fôssemos NÓS, ou como dizia o saudoso e cada vez mais raro João Sem Medo Saldanha: "Nós quem, cara pálida?"
Pois o cara-pálida agora é o boleiro do Brasil, que de tão assustado de se assumir como tal, confunde (ou auto engana-se), mesclando na poção mágica da estupidez, a disposição tática com o medo intrínseco dos que nunca se arriscam por não saberem o que fazer depois. Jogamos contra a Coréia do Norte com o mesmo "brilhantismo" das entrevistas coletivas recheadas de lugares comuns - ou seja, o senso comum condensando as idéias dominantes e vulgares - e com um painel assemelhado a letreiro de babel. E, como se sabe, o sargento que atende pela alcunha de um anão, é funcionário de uma transnacional vendedora de produtos alcoólicos ou derivados de química e açúcar (conhecidos como refrigerantes). No papel de parede onde se expressam os comandantes das quatro linhas comandados pelo Sr. da cartolagem e herdeiro ao estilo de Havelange, constam os seguintes logos: TAM Linhas Aéreas (a companhia cujo fundador morrera em desastre de helicóptero vindo de um churrasco na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero no Paraguai); da Seara, indústria de alimentos (marca subsidiária do Grupo Marfrig, também patrocinador da FIFA de 2010 a 2014); da Gillette, aparelhos de barbear e higiene pessoal (marca da transnacional Procter & Gamble, que chegara ao país em 1988 ao adquirir a Perfumarias Phebo S.A); do Guaraná Antarctica (na verdade, da AmBev, pertencente a Imbev); da Nike, indumentária esportiva; do Itaú, sistema bancário e financeiro que recém incorporara o Unibanco da família Moreira Salles; e, da Vivo, de telefonia celular (joint venture comandada pela Telefônica de Espanha, consorciada com a Portugal Telecom).
No futebol como um negócio espetacularizado pelas marcas no entorno e a inflação das commodities de chuteira, quando mais se exibem as marcas, menor é o espetáculo do futebol. Quanto mais estruturado é o jogo, menos se joga e mais se amarra. À medida que a chatice e o mesmo de sempre foram se espalhando, restaria ao produto original (por ser produzido por originais) ressuscitar a arte e não o malabarismo com a bola na cabeça (quando o boleiro vira dublê de foca amestrada). O paradoxo é que do jeito que as coisas andam na África do Sul, periga de ganharmos, mesmo sem merecer, mesmo sem jogar como brasileiros.
Publicado em 19/06/2010
wiki repórter Bruno Lima Rocha Viamão-RS
Vivemos um paradoxo. Estamos no país do futebol, aceitamos o esporte como cultura e em sua prática reconhecemos a corporeidade do brasileiro sincrético embora afro-centrado. Ao mesmo tempo, a nossa paixão significada na forma de quatro linhas e uma bola de couro, não se reconhece. O dilema ainda deriva da tradição do bastardo, do filho sem glória, ou do mito da superação e competência como superior à comunhão e o encontro solidário entre os semelhantes. Explico.
O pensamento conservador aplicado para o esporte é a simbiose da mediocridade com a subordinação. Assim, o gaúcho de Ijuí até pode sagrar-se campeão do mundo, mas ao seu modo. Modo esse que é o menos brasileiro possível. Quem assistiu a murrinha de Brasil x Coréia do Norte lembrou-se imediatamente do ano de 1994. Ganhamos, sim, com direito a vôo da volta recheado de muamba e a taça seqüestrada na base da troca de reféns no aeroporto. O poderoso chefão, patrão e padrinho de Carlos Caetano Bledorn Verri e de Jorge de Amorim Campos Oliveira recusara-se a levar os então tetracampeões para o desfile em carro aberto caso a Receita Federal não liberasse a carga contida no AeroCBF. Pois bem, ganhamos sim, e daí? Daquele jeito, ganhamos como se não fôssemos NÓS, ou como dizia o saudoso e cada vez mais raro João Sem Medo Saldanha: "Nós quem, cara pálida?"
Pois o cara-pálida agora é o boleiro do Brasil, que de tão assustado de se assumir como tal, confunde (ou auto engana-se), mesclando na poção mágica da estupidez, a disposição tática com o medo intrínseco dos que nunca se arriscam por não saberem o que fazer depois. Jogamos contra a Coréia do Norte com o mesmo "brilhantismo" das entrevistas coletivas recheadas de lugares comuns - ou seja, o senso comum condensando as idéias dominantes e vulgares - e com um painel assemelhado a letreiro de babel. E, como se sabe, o sargento que atende pela alcunha de um anão, é funcionário de uma transnacional vendedora de produtos alcoólicos ou derivados de química e açúcar (conhecidos como refrigerantes). No papel de parede onde se expressam os comandantes das quatro linhas comandados pelo Sr. da cartolagem e herdeiro ao estilo de Havelange, constam os seguintes logos: TAM Linhas Aéreas (a companhia cujo fundador morrera em desastre de helicóptero vindo de um churrasco na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero no Paraguai); da Seara, indústria de alimentos (marca subsidiária do Grupo Marfrig, também patrocinador da FIFA de 2010 a 2014); da Gillette, aparelhos de barbear e higiene pessoal (marca da transnacional Procter & Gamble, que chegara ao país em 1988 ao adquirir a Perfumarias Phebo S.A); do Guaraná Antarctica (na verdade, da AmBev, pertencente a Imbev); da Nike, indumentária esportiva; do Itaú, sistema bancário e financeiro que recém incorporara o Unibanco da família Moreira Salles; e, da Vivo, de telefonia celular (joint venture comandada pela Telefônica de Espanha, consorciada com a Portugal Telecom).
No futebol como um negócio espetacularizado pelas marcas no entorno e a inflação das commodities de chuteira, quando mais se exibem as marcas, menor é o espetáculo do futebol. Quanto mais estruturado é o jogo, menos se joga e mais se amarra. À medida que a chatice e o mesmo de sempre foram se espalhando, restaria ao produto original (por ser produzido por originais) ressuscitar a arte e não o malabarismo com a bola na cabeça (quando o boleiro vira dublê de foca amestrada). O paradoxo é que do jeito que as coisas andam na África do Sul, periga de ganharmos, mesmo sem merecer, mesmo sem jogar como brasileiros.

quem descarta o brasil como serio candidato a campeao mundial de futebol ,nao entende de futebol e copa do mundo , ja estamos vendo que seleçoes como inglaterra ,espanha holanda e ate frança nao consegue na copa desenpenhar um futebol competitivo mas mesmo assim em todas as copas vemos os pseudo comentaristas descartando brasil , e elegendo outras sem muita tradiçao em copas
vamos ver no final ,duvido muito inglaterra , holanda e espanha , uma destas levantar o caneco
vamos ver no final ,duvido muito inglaterra , holanda e espanha , uma destas levantar o caneco
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