Churrasco & Cia
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Pois é, Gallas. O meu churrasco preferido tem ser entre o "mal passado" e o "no ponto"

Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
Pior que é sério Adriano. Carnes como picanha, entrecot e maminha se nota a diferença. Mas isso tudo é carne de boiola, mulher ou paulista. Porque gaúcho que é gaúcho mesmo gosta de costela assada (nada de 12 horas que é cozida) no espeto e se der, na horizontal, o famoso churrasco na vala.awerlang escreveu:Tú, né Mickimba??? Estamos contando contigo, afinal esses churrasqueiros daqui são todos uns coxinhas, pois apelam pra grelhinha (que meigo).Mickimba escreveu:A galera tá fazendo uma propaganda...
...Eu quero só ver quem é que vai assar carne pros paulistas lá em Bara Velha....
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Ô Roque, que viagem essa do suquinho hein?
Se não queres perder o suquinho, espreme umas laranjas. hehehehe
Carne gaudéria é que nem mulher... se não colocares no "espeto" ela arranja outro pra comê-la... hehehehehehehe
Se deixar eu levo uma "janela" pra gente fazer lá. hehehehe
pq não 12 horas??? Assada no osso... eu adoro!!!!rgallas escreveu:
Pior que é sério Adriano. Carnes como picanha, entrecot e maminha se nota a diferença. Mas isso tudo é carne de boiola, mulher ou paulista. Porque gaúcho que é gaúcho mesmo gosta de costela assada (nada de 12 horas que é cozida) no espeto e se der, na horizontal, o famoso churrasco na vala.
Se deixar eu levo uma "janela" pra gente fazer lá. hehehehe
grande abraço e vamo que vamo nesse churras. Eu já sei o q fazer... SOU O PROVADOR OFICIAL hehehehehehe
Esses costelas ficam cozidas e não assadas. Eu não gosto. Parece carne de panela sem molho.awerlang escreveu:
pq não 12 horas??? Assada no osso... eu adoro!!!!
grande abraço e vamo que vamo nesse churras. Eu já sei o q fazer... SOU O PROVADOR OFICIAL hehehehehehe
Não é nenhum desses mas cabe bastante coisa.
put* que Pariu, já tinha visto de tudo, mas manual de churrasco é fod*.
Motos Custom é informação e cultura!!!!
Mas agora quero ver quem vai fazer o churrasco??
Se vai ser de Gaúcho, Paulista, Mineiro, Baiano, pra mim não importa o que importa é ter carne na brasa e cerveja gelada, o resto, é o resto!!!
Motos Custom é informação e cultura!!!!
Mas agora quero ver quem vai fazer o churrasco??
Se vai ser de Gaúcho, Paulista, Mineiro, Baiano, pra mim não importa o que importa é ter carne na brasa e cerveja gelada, o resto, é o resto!!!
Caruso


especial pro adriano



Churrasco no couro
O churrasco no couro é o mais raro e tradicional de todos assados. Apenas um apanhado de pessoas ainda mantém esta tradição centenária viva.
José Silveira faz todo o processo de abate,
limpeza e cozimento do gado sozinho.
O churrasco no couro, ou "asado en el cuero", em espanhol, é possivelmente o mais tradicional e antigo tipo de churrasco do gaúcho sul-americano. Após os conflitos entre europeus e indígenas no pampa, um grande número de cabeças de gado foram deixadas soltas a pastar pelas vastas planícias. As vacarias sugrigam e o gado se tornou importante fonte de alimento para o gaúcho.
O gaúcho é uma mistura de europeus, negros e indígenas, de acordo com Dr. José Fachel, da Universidade Federal de Pelotas. Com a dizimação de muitas tribos, estes gaúchos se tornaram nômades fora-da-lei. As vacas espalhadas por tudo era um alvo fácil e excelente fonte de proteínda. Uma lenda urbana conta que o Rio Grande do Sul agüentou por tanto tempo as investidas do Império Brasileiro durante a Guerra dos Farrapos por que conseguiam sobreviver com uma dieta feita quase 100% de carne enquanto os soldados imperialistas tinha que carregar pesados mantimentos.
O churrasco no couro consiste em assar a vaca inteira utilizando o próprio couro como meio de cozimento. Todos os fluidos, como gordura derretida, sangue e água são retidos pelo couro e fervem, deixando a carne bem macia e com um sabor característico. O asador uruguaio José Silveira diz que, de acordo com uma lenda, o índio, muito matreiro na época, estava sempre na disparada, portanto assavam a vaca no couro para que se encontrassem-se em perigo, enrolariam o animal na própria pele e a levavam no cavalo.
Hoje este tipo de assado é uma arte que está morrendo. Existem muitas razões para tal. Silveira é provavelmente uma das últimas poucas pessoas a manter a tradição viva. A razão mais óbvia é a dificuldade de fazer o serviço. Silveira faz tudo sozinho. Ele escolhe o animal de acordo com o número de pessoas a serem sevidas e também pela qualidade de vida do animal, fato muito importante e determinante no sabor da carne. Outro problema são as leis sanitárias. No Brasil é muito difícil cozinha uma vaca desta forma, diz Silveira. Primeiro por causa da proibição das armas de fogo, e segundo porque a não ser que a vaca seja cozida no local do abate, não dá para assar. Não é possível simplesmente colocar a vaca aberta na traseira de uma caminhonete e levá-la para qualquer lugar, ele conta. No Uruguai as leis são mais brandas, então é lá que ele mais trabalha, normalmente perto da fronteira com o Brasil, para os brasileiros também participarem.
http://www.asadoenelcuero.com/asado.php
O churrasco no couro é o mais raro e tradicional de todos assados. Apenas um apanhado de pessoas ainda mantém esta tradição centenária viva.
José Silveira faz todo o processo de abate,
limpeza e cozimento do gado sozinho.
O churrasco no couro, ou "asado en el cuero", em espanhol, é possivelmente o mais tradicional e antigo tipo de churrasco do gaúcho sul-americano. Após os conflitos entre europeus e indígenas no pampa, um grande número de cabeças de gado foram deixadas soltas a pastar pelas vastas planícias. As vacarias sugrigam e o gado se tornou importante fonte de alimento para o gaúcho.
O gaúcho é uma mistura de europeus, negros e indígenas, de acordo com Dr. José Fachel, da Universidade Federal de Pelotas. Com a dizimação de muitas tribos, estes gaúchos se tornaram nômades fora-da-lei. As vacas espalhadas por tudo era um alvo fácil e excelente fonte de proteínda. Uma lenda urbana conta que o Rio Grande do Sul agüentou por tanto tempo as investidas do Império Brasileiro durante a Guerra dos Farrapos por que conseguiam sobreviver com uma dieta feita quase 100% de carne enquanto os soldados imperialistas tinha que carregar pesados mantimentos.
O churrasco no couro consiste em assar a vaca inteira utilizando o próprio couro como meio de cozimento. Todos os fluidos, como gordura derretida, sangue e água são retidos pelo couro e fervem, deixando a carne bem macia e com um sabor característico. O asador uruguaio José Silveira diz que, de acordo com uma lenda, o índio, muito matreiro na época, estava sempre na disparada, portanto assavam a vaca no couro para que se encontrassem-se em perigo, enrolariam o animal na própria pele e a levavam no cavalo.
Hoje este tipo de assado é uma arte que está morrendo. Existem muitas razões para tal. Silveira é provavelmente uma das últimas poucas pessoas a manter a tradição viva. A razão mais óbvia é a dificuldade de fazer o serviço. Silveira faz tudo sozinho. Ele escolhe o animal de acordo com o número de pessoas a serem sevidas e também pela qualidade de vida do animal, fato muito importante e determinante no sabor da carne. Outro problema são as leis sanitárias. No Brasil é muito difícil cozinha uma vaca desta forma, diz Silveira. Primeiro por causa da proibição das armas de fogo, e segundo porque a não ser que a vaca seja cozida no local do abate, não dá para assar. Não é possível simplesmente colocar a vaca aberta na traseira de uma caminhonete e levá-la para qualquer lugar, ele conta. No Uruguai as leis são mais brandas, então é lá que ele mais trabalha, normalmente perto da fronteira com o Brasil, para os brasileiros também participarem.
http://www.asadoenelcuero.com/asado.php

O video de preparação é sensacional. Vale cada segundo.



