Tiozinhos e Tiazinhas de Plantão
Moderadores: Moderadores, Colaboradores, Administradores
- Edson Agostini
- Mensagens: 1563
- Registrado em: 16 Nov 2009, 13:46
- Localização: Ibiúna
Tá lá meu voto, Tito! Num quiria pidi, mais tô precisano de 300 bróco pra construí um puxadinho, 40 tauba e 10 saco de ciumento.
ON THE ROAD AGAIN
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Tito Morello
- Mensagens: 1063
- Registrado em: 26 Ago 2011, 16:54
- Localização: Angra dos Reis
Xiiiiiiii....... falem baixo os dois!
Eu nego tudo que nem o MALUF "Eeesse dÊnhÊiro não é meu... essa conta não é minha..."
Kkkkkkkkkkkkk
Eu nego tudo que nem o MALUF "Eeesse dÊnhÊiro não é meu... essa conta não é minha..."
Kkkkkkkkkkkkk
Tito - Alone Riders MC


Guri já votei em tu! agora me manda uma mp para eu, em resposta, te passar o meu endereço, pra modiquê tu me mandar um "decarque" pra eu botar no parabrisa da Black Storm, que aliás só tem decalques de MG/MC e/ou pessoas que pertecem ou pertenceram a MG/MC que foram importantes para nós e para mim neste meu início nas duas rodas e mesmo antes de ter a moto, tanto quando estava no MGTA ou enquanto agora nesta nova situação.
A exemplo, a foto da capa do forum mostra isso lá, Crazy Frog, dos amigos Bromens e Bery, dos Tiozinhos, para lembrar a origem e o povo querido do MGTA, Templários, por causa do Zanquetta, nosso padrinho e a época daquele MT e eu dequele MG afilhado...rs, Polvo da Estrada do Paulão e da Deja, um casal muito legal que conheci na festa do niver dos tiozinhos, Descoladas da querida Tati (a das caveirinhas "ululantes"...rss) e outros decalques de amigos daqui.
Só falta um teu e o do MC do Jiro...e aí fico satisfeito e não preciso colocar mais nenhum, eu acho
.
Um abraço!
A exemplo, a foto da capa do forum mostra isso lá, Crazy Frog, dos amigos Bromens e Bery, dos Tiozinhos, para lembrar a origem e o povo querido do MGTA, Templários, por causa do Zanquetta, nosso padrinho e a época daquele MT e eu dequele MG afilhado...rs, Polvo da Estrada do Paulão e da Deja, um casal muito legal que conheci na festa do niver dos tiozinhos, Descoladas da querida Tati (a das caveirinhas "ululantes"...rss) e outros decalques de amigos daqui.
Só falta um teu e o do MC do Jiro...e aí fico satisfeito e não preciso colocar mais nenhum, eu acho
Um abraço!

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Tito Morello
- Mensagens: 1063
- Registrado em: 26 Ago 2011, 16:54
- Localização: Angra dos Reis
Pode mandar o endereço AJ que faço gosto de ter meu MC no teu parabrisa... e nas outras motocas do TCHE tb hein.... abraço!AJ Souza escreveu:Guri já votei em tu! agora me manda uma mp para eu, em resposta, te passar o meu endereço, pra modiquê tu me mandar um "decarque" pra eu botar no parabrisa da Black Storm, que aliás só tem decalques de MG/MC e/ou pessoas que pertecem ou pertenceram a MG/MC que foram importantes para nós e para mim neste meu início nas duas rodas e mesmo antes de ter a moto, tanto quando estava no MGTA ou enquanto agora nesta nova situação.
A exemplo, a foto da capa do forum mostra isso lá, Crazy Frog, dos amigos Bromens e Bery, dos Tiozinhos, para lembrar a origem e o povo querido do MGTA, Templários, por causa do Zanquetta, nosso padrinho e a época daquele MT e eu dequele MG afilhado...rs, Polvo da Estrada do Paulão e da Deja, um casal muito legal que conheci na festa do niver dos tiozinhos, Descoladas da querida Tati (a das caveirinhas "ululantes"...rss) e outros decalques de amigos daqui.
Só falta um teu e o do MC do Jiro...e aí fico satisfeito e não preciso colocar mais nenhum, eu acho![]()
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Um abraço!
Tito - Alone Riders MC


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neucy donizeti
- Mensagens: 327
- Registrado em: 02 Jun 2011, 02:42
- Localização: Sorocaba
Ja mandeiTito Morello escreveu:Tio Doni, obrigado meu amigo! Ah, aguardo sua MP para envio dos adesivos pros tios de sampa!!!neucy donizeti escreveu:Parabéns Tito!!!!!
Tio Doni


Tito te mandei mp!

Oi tios!!!
Como estamos?????
Tio Eddddd, que saudades, sei que vc tbm está vivo, mas bom te "ver" por aqui! Se o final da história da vaca for triste, peço encarecidamente para vc esperar um pco pra postar pq estou numa TPM muito forte e posso começar a chorar copiosamente!!!!
Titooooo, parabéns bem atrasado mas de coração, tudo de bom para você!!!
Tio Doni, como estão as juntas? e o fígado? rsrs
Como estamos?????
Tio Eddddd, que saudades, sei que vc tbm está vivo, mas bom te "ver" por aqui! Se o final da história da vaca for triste, peço encarecidamente para vc esperar um pco pra postar pq estou numa TPM muito forte e posso começar a chorar copiosamente!!!!
Titooooo, parabéns bem atrasado mas de coração, tudo de bom para você!!!
Tio Doni, como estão as juntas? e o fígado? rsrs
"Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além" P. Leminski
- Edson Agostini
- Mensagens: 1563
- Registrado em: 16 Nov 2009, 13:46
- Localização: Ibiúna
Oi, Juju, saudades também! Às vezes eu apareço por aqui, pois sou muito requisitado pelas mídias nacional e internacional. Não se preocupe porque o final do Homem da Vaca é surpreendente.
Localização dos capítulos anteriores: páginas 658 e 659.
Vamos lá, desatolando a vaca e seguindo com o conto!
Depois do ocorrido, o jovem rapaz sentou-se numa pedra e chorou como nunca. Era uma mistura de ódio e desespero diante do fato. Então, depois de um longo tempo, ele respirou fundo, franziu a testa, travou os dentes e caminhou de volta à sua casa.
Nascia ali, naquele momento, outro homem.
Chegando em casa, ele passou indiferente pela sua mãe que lavava roupas, entrou e foi para o seu quarto deitar e pensar. A velha senhora, não reconhecendo a atitude do seu filho, foi até o quarto do rapaz e o indagou:
_ O que houve, filho?
O jovem rapaz respondeu:
_ Fui passado pra trás por um padreco de meia tigela!
E contou todo o acontecido para a mãe.
A velha senhora, muito preocupada, pediu ao seu filho que ficasse calmo e disse que iria até o mosteiro para conversar com alguém de lá.
O rapaz recusou a ajuda da mãe e disse que ele mesmo resolveria, por bem, ou por mal.
O jovem já tinha ideias interessantes em sua cabeça. Agora, era só uma questão de horas para coloca-las em prática.
No dia seguinte, ele esperou ansioso que caísse a noite, pegou a estrada e foi rumo ao mosteiro. Chegando lá, escalou com muita dificuldade o enorme portão de entrada, caminhou durante alguns minutos até a porta principal do mosteiro e, sorrateiramente, conseguiu adentrar ao suntuoso hall.
Alguns padres conversavam distraidamente pelos corredores, outros rezavam ajoelhados na capela e o jovem rapaz passava por eles bem quieto, escondido entre os pilares, às vezes rastejava como uma víbora. Ele procurava o paradeiro do padre que o avexou. Chegando ao acesso do setor dos quartos dos padres, quase foi visto por dois padres onde, um saía e outro entrava, mas conseguiu um canto escuro. Os dois padres, ao se cruzarem na porta de um dos quartos, cumprimentaram-se e, um deles, o que saía, falou ao outro:
_ Boa noite, Monsenhor!
Bingo! O tal Monsenhor, o que entrava no quarto, era quem o jovem rapaz procurava.
A partir daí, o jovem tinha tudo o que precisava. Esperou pacientemente o Monsenhor vestir-se para dormir, rezar aos pés da cama e colocar a dentadura num copo. Pouco tempo depois, o Monsenhor roncava feito um trator e com a boca toda aberta. Devagar caminhou até a cama do Monsenhor, cutucou-o nas costelas com o seu dedo para acorda-lo e colocou sua mão na boca do Monsenhor impedindo-o de gritar.
O Monsenhor acordou num pulo e assustado, não via quase nada devido a penumbra do quarto, mas o jovem rapaz de pronto identificou-se sussurrando a seguinte frase ao ouvido do Monsenhor:
_Sou o homem da vaca!
continua...
Localização dos capítulos anteriores: páginas 658 e 659.
Vamos lá, desatolando a vaca e seguindo com o conto!
Depois do ocorrido, o jovem rapaz sentou-se numa pedra e chorou como nunca. Era uma mistura de ódio e desespero diante do fato. Então, depois de um longo tempo, ele respirou fundo, franziu a testa, travou os dentes e caminhou de volta à sua casa.
Nascia ali, naquele momento, outro homem.
Chegando em casa, ele passou indiferente pela sua mãe que lavava roupas, entrou e foi para o seu quarto deitar e pensar. A velha senhora, não reconhecendo a atitude do seu filho, foi até o quarto do rapaz e o indagou:
_ O que houve, filho?
O jovem rapaz respondeu:
_ Fui passado pra trás por um padreco de meia tigela!
E contou todo o acontecido para a mãe.
A velha senhora, muito preocupada, pediu ao seu filho que ficasse calmo e disse que iria até o mosteiro para conversar com alguém de lá.
O rapaz recusou a ajuda da mãe e disse que ele mesmo resolveria, por bem, ou por mal.
O jovem já tinha ideias interessantes em sua cabeça. Agora, era só uma questão de horas para coloca-las em prática.
No dia seguinte, ele esperou ansioso que caísse a noite, pegou a estrada e foi rumo ao mosteiro. Chegando lá, escalou com muita dificuldade o enorme portão de entrada, caminhou durante alguns minutos até a porta principal do mosteiro e, sorrateiramente, conseguiu adentrar ao suntuoso hall.
Alguns padres conversavam distraidamente pelos corredores, outros rezavam ajoelhados na capela e o jovem rapaz passava por eles bem quieto, escondido entre os pilares, às vezes rastejava como uma víbora. Ele procurava o paradeiro do padre que o avexou. Chegando ao acesso do setor dos quartos dos padres, quase foi visto por dois padres onde, um saía e outro entrava, mas conseguiu um canto escuro. Os dois padres, ao se cruzarem na porta de um dos quartos, cumprimentaram-se e, um deles, o que saía, falou ao outro:
_ Boa noite, Monsenhor!
Bingo! O tal Monsenhor, o que entrava no quarto, era quem o jovem rapaz procurava.
A partir daí, o jovem tinha tudo o que precisava. Esperou pacientemente o Monsenhor vestir-se para dormir, rezar aos pés da cama e colocar a dentadura num copo. Pouco tempo depois, o Monsenhor roncava feito um trator e com a boca toda aberta. Devagar caminhou até a cama do Monsenhor, cutucou-o nas costelas com o seu dedo para acorda-lo e colocou sua mão na boca do Monsenhor impedindo-o de gritar.
O Monsenhor acordou num pulo e assustado, não via quase nada devido a penumbra do quarto, mas o jovem rapaz de pronto identificou-se sussurrando a seguinte frase ao ouvido do Monsenhor:
_Sou o homem da vaca!
continua...
ON THE ROAD AGAIN
Para com isso, parece a Janete Clair pô, não sou o Jiro, mas PÔ, bora pro final homi.Edson Agostini escreveu:Oi, Juju, saudades também! Às vezes eu apareço por aqui, pois sou muito requisitado pelas mídias nacional e internacional. Não se preocupe porque o final do Homem da Vaca é surpreendente.
Localização dos capítulos anteriores: páginas 658 e 659.
Vamos lá, desatolando a vaca e seguindo com o conto!
Depois do ocorrido, o jovem rapaz sentou-se numa pedra e chorou como nunca. Era uma mistura de ódio e desespero diante do fato. Então, depois de um longo tempo, ele respirou fundo, franziu a testa, travou os dentes e caminhou de volta à sua casa.
Nascia ali, naquele momento, outro homem.
Chegando em casa, ele passou indiferente pela sua mãe que lavava roupas, entrou e foi para o seu quarto deitar e pensar. A velha senhora, não reconhecendo a atitude do seu filho, foi até o quarto do rapaz e o indagou:
_ O que houve, filho?
O jovem rapaz respondeu:
_ Fui passado pra trás por um padreco de meia tigela!
E contou todo o acontecido para a mãe.
A velha senhora, muito preocupada, pediu ao seu filho que ficasse calmo e disse que iria até o mosteiro para conversar com alguém de lá.
O rapaz recusou a ajuda da mãe e disse que ele mesmo resolveria, por bem, ou por mal.
O jovem já tinha ideias interessantes em sua cabeça. Agora, era só uma questão de horas para coloca-las em prática.
No dia seguinte, ele esperou ansioso que caísse a noite, pegou a estrada e foi rumo ao mosteiro. Chegando lá, escalou com muita dificuldade o enorme portão de entrada, caminhou durante alguns minutos até a porta principal do mosteiro e, sorrateiramente, conseguiu adentrar ao suntuoso hall.
Alguns padres conversavam distraidamente pelos corredores, outros rezavam ajoelhados na capela e o jovem rapaz passava por eles bem quieto, escondido entre os pilares, às vezes rastejava como uma víbora. Ele procurava o paradeiro do padre que o avexou. Chegando ao acesso do setor dos quartos dos padres, quase foi visto por dois padres onde, um saía e outro entrava, mas conseguiu um canto escuro. Os dois padres, ao se cruzarem na porta de um dos quartos, cumprimentaram-se e, um deles, o que saía, falou ao outro:
_ Boa noite, Monsenhor!
Bingo! O tal Monsenhor, o que entrava no quarto, era quem o jovem rapaz procurava.
A partir daí, o jovem tinha tudo o que precisava. Esperou pacientemente o Monsenhor vestir-se para dormir, rezar aos pés da cama e colocar a dentadura num copo. Pouco tempo depois, o Monsenhor roncava feito um trator e com a boca toda aberta. Devagar caminhou até a cama do Monsenhor, cutucou-o nas costelas com o seu dedo para acorda-lo e colocou sua mão na boca do Monsenhor impedindo-o de gritar.
O Monsenhor acordou num pulo e assustado, não via quase nada devido a penumbra do quarto, mas o jovem rapaz de pronto identificou-se sussurrando a seguinte frase ao ouvido do Monsenhor:
_Sou o homem da vaca!
continua...


