Quero parabenizar, também antecipadamente, nosso querido amigo Tio Rato pelo seu aniversário!
Tio felicidades muitos km pra rodar e muita gasosa pra queimar... FELIZ ANIVERSARIO
Abraço!
Tiozinhos e Tiazinhas de Plantão
Moderadores: Moderadores, Colaboradores, Administradores
-
Tito Morello
- Mensagens: 1063
- Registrado em: 26 Ago 2011, 16:54
- Localização: Angra dos Reis
Tito - Alone Riders MC


Curta a fan page do MGTE no facebook http://www.facebook.com/pages/Moto-Grup ... 6446226375
Sds,
MG Tchê Estradeiros

MG Tchê Estradeiros

Sds,
MG Tchê Estradeiros

MG Tchê Estradeiros

- Edson Agostini
- Mensagens: 1563
- Registrado em: 16 Nov 2009, 13:46
- Localização: Ibiúna
Tio Rato, muitas felicidades, saúde e mais sucesso ainda pra você! Cuide-se bem, meu irmão!
ON THE ROAD AGAIN
O que é cataia??neucy donizeti escreveu:Algumas vazando e outras tão grudadas que se desmontar não monta mais, então é melhor deixar como está. O fígado vai bem, principalmente agora que acertei o ponto da cachaça com cataia.Juju escreveu:Oi tios!!!
Como estamos?????
Tio Doni, como estão as juntas? e o fígado? rsrs![]()
![]()
![]()
![]()
"Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além" P. Leminski
Ao Tio Rato tudo o que há de bom nessa vida!
Parabéns!
Parabéns!
"Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além" P. Leminski
E para o Tio Ed: FINALIZA! rsrs
"Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além" P. Leminski
- Edson Agostini
- Mensagens: 1563
- Registrado em: 16 Nov 2009, 13:46
- Localização: Ibiúna
Ok. Vamos a mais um capítulo da comovente história do... HOMEM DA VACA!
Escrita por Edson Dan Brown Agostini
Dublada nos estúdios da Odil Fono Brasil Sociedade Anônima
Capítulos anteriores, páginas: 658, 659, 661 e 662
Diante do terrível e inesperado anúncio, o Monsenhor senta-se com as mãos à cabeça e grita:
_ SOCORRO! SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDAAAAAAAAA!!!
Mas ninguém poderia ouvi-lo, nem vir ao seu socorro, pois todos os padres saíram atrás do falso Homem da Vaca.
O Homem da Vaca, agora com mais bornais no ombro, ordena ao Monsenhor que indique onde ele guardara mais dinheiro, pois sabia que debaixo do colchão não havia nenhum centavo.
O Monsenhor, com voz baixa e trêmula, disse-lhe que não havia mais dinheiro no mosteiro. Claro, isso por óbvia e absoluta segurança.
O Homem da Vaca não viu nenhuma obviedade nisso, tanto que começou a açoitar o Monsenhor novamente, agora com uma cinta de sisal. O Monsenhor, depois de umas chibatadas cortantes, revelou o esconderijo de mais uma fortuna em joias, as quais estavam dentro de potes localizados num cofre da sacristia.
Quando o Homem da Vaca abriu o primeiro dos nove potes, seus olhos brilharam mais que as joias. Encheu os bornais e rapidamente desapareceu.
Em seguida chegaram os padres. Cansados, exauridos de tanta correria e frustrados pelo insucesso da perseguição, foram até o quarto do Monsenhor encontrando-o caído ao chão e mais machucado do que da derradeira surra. Desesperados, os padres ampararam o Monsenhor colocando-o em sua cama enquanto outros tentavam cuidar das novas feridas. O Monsenhor, então, revelou a façanha do Homem da Vaca o que deixou os padres mais enraivecidos ainda, a ponto de chama-lo de “maldito”.
Semanas depois do ocorrido, o Homem da Vaca, agora com muito mais riqueza, comprou um castelo enorme, digno de um rei.
Não contente, queimava os miolos tentando idealizar outra investida com a intenção de conseguir mais e mais do Monsenhor.
De repente... EURECA! O Homem da Vaca teve uma ideia fantástica!
Dia seguinte à ideia fantástica, ele foi até as proximidades do mosteiro conduzindo um cavalo branco numa carroça grande e, ele, o Homem da Vaca, vestido com roupas brancas, chapéu branco de abas largas e óculos redondos apoiados na ponta do nariz. Parou a carroça quase em frente ao portão do mosteiro e munido de uma grande lupa, puxava qualquer folha de capim da beira da estrada, analisava-a longamente com a lupa, gesticulava positivamente com a cabeça e guardava a folha de mato numa sacola. Esta estranha ação repetida pelo “homem de branco”, chamou a atenção de alguns padres que faziam a guarda do mosteiro. Até que alguns padres foram até o distinto homem e perguntaram a ele quem era e o que fazia lá.
O “homem de branco” educadamente respondeu que era um doutor e a sua especialidade era lidar com ervas que curavam qualquer enfermidade. Ervas milagrosas.
Os padres, então, não esconderam do “doutor” tanta alegria e esperança; relataram a situação da saúde abalada e crítica em que se encontrava o Monsenhor.
O “doutor” olhou ao longe, mirou com seus olhos num outeiro e, no cume desse outeiro, uma árvore frondosa e solitária. Em seguida disse aos esperançosos padres:
_Estão vendo aquela árvore solitária? Ela é solitária porque é única. É especial. É milagrosa. Faz-se necessário que uma grande quantidade de folhas daquela árvore seja trazida aqui, para que se faça um chá com todas as folhas dela. Portanto, senhores, esta é uma situação emergencial, reúnam todos que puderem e tragam todas as folhas.
O “doutor” mal terminara de dizer estas palavras e os padres já se mobilizavam, convocando todos os padres, todas as carroças com seus animais e, em disparada, rumaram para a colina levantando enorme poeira.
Mosteiro mais uma vez vazio e o Homem da Vaca adentrou calmamente pelo portão rumando-se ao quarto do Monsenhor que dormia um sono mais doloroso ainda.
Aproximou-se do ouvido do Monsenhor e sussurrou:
_ Sou o Homem da Vaca!
Continua...
Escrita por Edson Dan Brown Agostini
Dublada nos estúdios da Odil Fono Brasil Sociedade Anônima
Capítulos anteriores, páginas: 658, 659, 661 e 662
Diante do terrível e inesperado anúncio, o Monsenhor senta-se com as mãos à cabeça e grita:
_ SOCORRO! SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDAAAAAAAAA!!!
Mas ninguém poderia ouvi-lo, nem vir ao seu socorro, pois todos os padres saíram atrás do falso Homem da Vaca.
O Homem da Vaca, agora com mais bornais no ombro, ordena ao Monsenhor que indique onde ele guardara mais dinheiro, pois sabia que debaixo do colchão não havia nenhum centavo.
O Monsenhor, com voz baixa e trêmula, disse-lhe que não havia mais dinheiro no mosteiro. Claro, isso por óbvia e absoluta segurança.
O Homem da Vaca não viu nenhuma obviedade nisso, tanto que começou a açoitar o Monsenhor novamente, agora com uma cinta de sisal. O Monsenhor, depois de umas chibatadas cortantes, revelou o esconderijo de mais uma fortuna em joias, as quais estavam dentro de potes localizados num cofre da sacristia.
Quando o Homem da Vaca abriu o primeiro dos nove potes, seus olhos brilharam mais que as joias. Encheu os bornais e rapidamente desapareceu.
Em seguida chegaram os padres. Cansados, exauridos de tanta correria e frustrados pelo insucesso da perseguição, foram até o quarto do Monsenhor encontrando-o caído ao chão e mais machucado do que da derradeira surra. Desesperados, os padres ampararam o Monsenhor colocando-o em sua cama enquanto outros tentavam cuidar das novas feridas. O Monsenhor, então, revelou a façanha do Homem da Vaca o que deixou os padres mais enraivecidos ainda, a ponto de chama-lo de “maldito”.
Semanas depois do ocorrido, o Homem da Vaca, agora com muito mais riqueza, comprou um castelo enorme, digno de um rei.
Não contente, queimava os miolos tentando idealizar outra investida com a intenção de conseguir mais e mais do Monsenhor.
De repente... EURECA! O Homem da Vaca teve uma ideia fantástica!
Dia seguinte à ideia fantástica, ele foi até as proximidades do mosteiro conduzindo um cavalo branco numa carroça grande e, ele, o Homem da Vaca, vestido com roupas brancas, chapéu branco de abas largas e óculos redondos apoiados na ponta do nariz. Parou a carroça quase em frente ao portão do mosteiro e munido de uma grande lupa, puxava qualquer folha de capim da beira da estrada, analisava-a longamente com a lupa, gesticulava positivamente com a cabeça e guardava a folha de mato numa sacola. Esta estranha ação repetida pelo “homem de branco”, chamou a atenção de alguns padres que faziam a guarda do mosteiro. Até que alguns padres foram até o distinto homem e perguntaram a ele quem era e o que fazia lá.
O “homem de branco” educadamente respondeu que era um doutor e a sua especialidade era lidar com ervas que curavam qualquer enfermidade. Ervas milagrosas.
Os padres, então, não esconderam do “doutor” tanta alegria e esperança; relataram a situação da saúde abalada e crítica em que se encontrava o Monsenhor.
O “doutor” olhou ao longe, mirou com seus olhos num outeiro e, no cume desse outeiro, uma árvore frondosa e solitária. Em seguida disse aos esperançosos padres:
_Estão vendo aquela árvore solitária? Ela é solitária porque é única. É especial. É milagrosa. Faz-se necessário que uma grande quantidade de folhas daquela árvore seja trazida aqui, para que se faça um chá com todas as folhas dela. Portanto, senhores, esta é uma situação emergencial, reúnam todos que puderem e tragam todas as folhas.
O “doutor” mal terminara de dizer estas palavras e os padres já se mobilizavam, convocando todos os padres, todas as carroças com seus animais e, em disparada, rumaram para a colina levantando enorme poeira.
Mosteiro mais uma vez vazio e o Homem da Vaca adentrou calmamente pelo portão rumando-se ao quarto do Monsenhor que dormia um sono mais doloroso ainda.
Aproximou-se do ouvido do Monsenhor e sussurrou:
_ Sou o Homem da Vaca!
Continua...
ON THE ROAD AGAIN
Para os amigos que necessitam de algum mapa para sua viagem, estejam a vontade para consultar http://mgters.blogspot.com.br/p/mapas-rodoviarios.html
Sds,
MG Tchê Estradeiros

MG Tchê Estradeiros

Um pouco atrasado...mas com muito carinho...
PARABÉNS RATO E TUDO DE BOM PRA VC!!!!
PARABÉNS RATO E TUDO DE BOM PRA VC!!!!
Abraço,
PAULO- PAC

PAULO- PAC


