FENABRAVE: VENDA DE VEÍCULOS CAIU 13,8% EM OUTUBRO
São Paulo, 05 - As vendas totais de veículos no mercado brasileiro somaram 398.507 unidades no mês passado, o que representa uma queda de 13,81% em relação a setembro e de 5,7% ante outubro de 2007. No acumulado nos primeiros dez meses do ano, foram vendidas 4.191.072 unidades, volume 22,17% superior ao verificado em igual período do ano passado. Os números foram divulgados hoje pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Os segmentos de automóveis e comerciais leves registraram retração de 11,58% nas vendas em outubro ante setembro, totalizando 224.744 unidades. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 3,36%. No acumulado até outubro, os dois segmentos registram alta de 23,14% nas vendas, com um total de 2.321.140 unidades.
As vendas de caminhões no mercado brasileiro totalizaram 12.100 unidades em outubro deste ano, o que representa um aumento de 0,5% em relação a setembro e de 23,48% em relação ao mesmo mês do ano passado.
No acumulado dos primeiros 10 meses do ano, foram comercializados 105.386 unidades, com expansão de
31,24% sobre igual intervalo de 2007.
Segundo a Fenabrave, as vendas de ônibus registraram redução de 1,07% em outubro na comparação com
setembro, totalizando 2.485 unidades. Em relação a outubro de 2007, as vendas no segmento cresceram 17,55%.
No acumulado de janeiro a outubro, foram vendidos 21.975 ônibus, com expansão de 20,15% sobre igual período de 2007.
As vendas de motos somaram 150.110 unidades em outubro, com retração de 18,58% sobre setembro e de
12,22% sobre outubro do ano passado. No acumulado dos 10 meses do ano, as vendas do setor tiveram alta de 19,86%, totalizando 1.657.962 unidades.
Já as vendas de implementos rodoviários somaram 4.729 unidades em outubro, volume 0,47% maior que o de
setembro e 48,06% superior ao de outubro de 2007. Em 10 meses até outubro, o segmento acumula alta de
43,39% nas vendas, com total de 43.018 unidades.
(Beth Moreira)
Papo de economia
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vinibgomes
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13:08 FENABRAVE: VENDAS EM NOVEMBRO NÃO DEVEM SER PIORES QUE EM OUTUBRO
São Paulo, 05 - O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze, afirmou hoje que a queda de 13,81% nas vendas totais de veículos registrada em outubro, em relação a setembro, foi menor que o esperado pela entidade. "O que eu posso dizer é que o barulho da explosão foi maior que o resultado", afirmou.
Segundo o executivo, o resultado de outubro, que chamou de "tropeço" deve-se mais ao aumento da seletividade dos bancos que concedem crédito ao financiamento de veículos, do que a uma fuga dos consumidores. "O ritmo das visitas nas concessionárias continua grande, mas o crédito ficou mais restrito", explicou.
A expectativa do presidente da Fenabrave é de que as medidas anunciadas pelo governo para aumentar a liquidez do mercado já tenham efeito em novembro. Para Reze, o resultado das vendas neste mês de novembro não será pior que o de outubro. "A expectativa é de estabilidade, mas se vier uma queda menor que a de outubro, já considero que será um desempenho melhor", afirmou.
A percepção do executivo é de que "o pior já está passando". Reze destaca que tanto o Ministério de Fazenda como o Banco Central estão muito ativos para evitar uma redução do ritmo de crescimento da economia e, principalmente, do setor automotivo. "Estou relativamente tranqüilo depois da tensão de outubro", disse.
A previsão da entidade é de que as vendas totais do setor em 2008 totalizem 4.990.844 unidades, com crescimento de 19,64% sobre 2007. Os números incluem automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motos. Só para o segmento de autos e comerciais leves a expectativa é de alta de 20%, com um total de 2,81 milhão de unidades vendidas.
O executivo disse que ainda é cedo para falar de expectativas para 2009, mas adianta que espera ao menos crescimento de um dígito. "Vamos divulgar as nossas projeções completas para o próximo ano em dezembro ou no máximo em janeiro", afirma.
(Beth Moreira)
São Paulo, 05 - O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze, afirmou hoje que a queda de 13,81% nas vendas totais de veículos registrada em outubro, em relação a setembro, foi menor que o esperado pela entidade. "O que eu posso dizer é que o barulho da explosão foi maior que o resultado", afirmou.
Segundo o executivo, o resultado de outubro, que chamou de "tropeço" deve-se mais ao aumento da seletividade dos bancos que concedem crédito ao financiamento de veículos, do que a uma fuga dos consumidores. "O ritmo das visitas nas concessionárias continua grande, mas o crédito ficou mais restrito", explicou.
A expectativa do presidente da Fenabrave é de que as medidas anunciadas pelo governo para aumentar a liquidez do mercado já tenham efeito em novembro. Para Reze, o resultado das vendas neste mês de novembro não será pior que o de outubro. "A expectativa é de estabilidade, mas se vier uma queda menor que a de outubro, já considero que será um desempenho melhor", afirmou.
A percepção do executivo é de que "o pior já está passando". Reze destaca que tanto o Ministério de Fazenda como o Banco Central estão muito ativos para evitar uma redução do ritmo de crescimento da economia e, principalmente, do setor automotivo. "Estou relativamente tranqüilo depois da tensão de outubro", disse.
A previsão da entidade é de que as vendas totais do setor em 2008 totalizem 4.990.844 unidades, com crescimento de 19,64% sobre 2007. Os números incluem automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motos. Só para o segmento de autos e comerciais leves a expectativa é de alta de 20%, com um total de 2,81 milhão de unidades vendidas.
O executivo disse que ainda é cedo para falar de expectativas para 2009, mas adianta que espera ao menos crescimento de um dígito. "Vamos divulgar as nossas projeções completas para o próximo ano em dezembro ou no máximo em janeiro", afirma.
(Beth Moreira)
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vinibgomes
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13:27 BC GANHA US$ 4,4 BI EM OUTUBRO COM AJUSTE DE OPERAÇÃO DE SWAP CAMBIAL
Brasília, 05 - A desvalorização do real ante o dólar em outubro levou o Banco Central a ter um ganho líquido de US$ 4,383 bilhões no mês passado com os ajustes das operações de swap cambial. No caso, o ganho refere-se aos swaps reversos, em que o BC é credor em câmbio e ganha quando o dólar sobe. Em outubro, a divisa norte-americana se valorizou 13,3% ante o real e fechou em R$ 2,156. Os ganhos do BC com os swaps geraram uma contração da base monetária no mesma proporção.
Ao longo do mês passado, a partir do dia 6, o BC foi colocando no mercado swaps tradicionais, em que fica na ponta devedora, ou seja, perde quando o dólar sobe. Mas só no final do mês, mais precisamente no dia 30, os contratos de swaps tradicionais superaram os de swaps reversos. Ou seja, só neste mês de novembro que, em caso de alta do dólar, o BC começará a perder. Mas, se a moeda brasileira se valorizar, a autoridade monetária vai ganhar.
As vendas de dólares realizadas pelo Banco Central em outubro geraram uma contração da base monetária de R$ 18,382 bilhões. Considerando o dólar a R$ 2,156, que foi a cotação do fechamento de 31 de outubro, isto indicaria um volume da ordem de US$ 8,5 bilhões colocados em mercado. Esta conta, no entanto, é distorcida porque as intervenções do BC foram feitas com cotações diferentes ao longo do mês, algumas vezes com o dólar rodando na casa de R$ 2,40. Outubro foi o primeiro mês em 2008 em que as intervenções do BC provocaram contração da base monetária.
(Fabio Graner e Fernando Nakagawa)
Comentário pessoal:
Os "caras" não dão ponto sem nó!
Brasília, 05 - A desvalorização do real ante o dólar em outubro levou o Banco Central a ter um ganho líquido de US$ 4,383 bilhões no mês passado com os ajustes das operações de swap cambial. No caso, o ganho refere-se aos swaps reversos, em que o BC é credor em câmbio e ganha quando o dólar sobe. Em outubro, a divisa norte-americana se valorizou 13,3% ante o real e fechou em R$ 2,156. Os ganhos do BC com os swaps geraram uma contração da base monetária no mesma proporção.
Ao longo do mês passado, a partir do dia 6, o BC foi colocando no mercado swaps tradicionais, em que fica na ponta devedora, ou seja, perde quando o dólar sobe. Mas só no final do mês, mais precisamente no dia 30, os contratos de swaps tradicionais superaram os de swaps reversos. Ou seja, só neste mês de novembro que, em caso de alta do dólar, o BC começará a perder. Mas, se a moeda brasileira se valorizar, a autoridade monetária vai ganhar.
As vendas de dólares realizadas pelo Banco Central em outubro geraram uma contração da base monetária de R$ 18,382 bilhões. Considerando o dólar a R$ 2,156, que foi a cotação do fechamento de 31 de outubro, isto indicaria um volume da ordem de US$ 8,5 bilhões colocados em mercado. Esta conta, no entanto, é distorcida porque as intervenções do BC foram feitas com cotações diferentes ao longo do mês, algumas vezes com o dólar rodando na casa de R$ 2,40. Outubro foi o primeiro mês em 2008 em que as intervenções do BC provocaram contração da base monetária.
(Fabio Graner e Fernando Nakagawa)
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Os "caras" não dão ponto sem nó!
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Jovi
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No Brasil, crise afeta mais setor privado, diz 'Economist'
Revista britânica analisa efeitos da turbulência global no país.
- A revista britânica The Economist afirma que a crise financeira internacional desembarcou no Brasil apesar da confiança inicial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a chamar a turbulência global de "crise do (presidente dos Estados Unidos) Bush".
Só que desta vez o problema é o setor privado, e não as finanças públicas, afirma a publicação na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira.
"O crédito está ficando cada vez mais escasso e os bancos cada vez mais desconfiados entre si", diz o artigo, intitulado "A crise de crédito chega ao Brasil privado".
A revista cita a fusão dos bancos Itaú e Unibanco, anunciada no último dia 3 de novembro - que deve criar a maior instituição financeira da América Latina e uma das 20 maiores do mundo - reproduzindo uma frase de Roberto Setúbal, do Itaú, em que ele afirma que a crise acelerou este processo.
"Apesar de as notícias terem agradado os sócios do novo banco, elas não tiraram a atenção de ninguém do nervosismo generalizado", diz a revista, que relata que várias companhias da Zona Franca de Manaus deram férias não remuneradas a seus empregados, o que acontece pela primeira vez em três décadas.
Para a revista, o negócio entre os dois bancos deve alavancar uma nova onda de fusões no sistema bancário no país.
Efeitos repentinos
A publicação britânica afirma que os efeitos da crise no Brasil começaram repentinamente, depois de um período em que "a economia brasileira estava crescendo no passo mais rápido desde meados dos anos 1990, ajudada pelo preço recorde das commodities e pelo crescimento de crédito".
"Os problemas começaram de repente, no mês passado, com a venda em massa de ações brasileiras e investidores estrangeiros fugindo para tentar cobrir perdas em outros lugares ou apenas voltando para casa".
Segundo a revista, junto com a desvalorização do real, este fenômeno provocou perdas inesperadas nos contratos de derivativos em moeda estrangeira que eram usados para tentar limitar a exposição de companhias brasileiras dos altos e baixos do preço do dólar.
"Enquanto o real estava se valorizando, estes contratos pareciam uma boa aposta, mas as companhias ficaram com uma falsa sensação de segurança", disse Marcelo Carvalho, do Morgan Stanley, à publicação.
A Economist afirma que 200 empresas firmaram este tipo de contrato, sendo que algumas registraram grandes perdas. "O temor sobre quantas outras podem apresentar prejuízos espalharam mais medo e fez com que os banco diminuíssem seus empréstimos".
O crédito também ficou mais escasso no país no último mês. A publicação cita dados do Banco Central que apontam que o crédito para o comércio caiu pela metade em relação a meados de setembro, além de notícias sobre dificuldades de crédito para a agricultura ("o que pode prejudicar a safra do próximo ano") e para o consumidor.
Medidas do governo
A Economist afirma que membros do governo não estão mais dizendo que o Brasil não será afetado pela recessão global e cita o fato de o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ter confirmado, no final de outubro, que o governo vai reduzir a meta de superávit fiscal para 2009 de 4,3% para 3,8%.
Outra medida citada é a injeção de dólares pelo Banco Central para tentar estabilizar o valor da moeda.
Os movimentos do governo brasileiro no sentido de permitir que bancos estatais, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, possam comprar ações de bancos em crise também são citados.
A revista aponta que, no entanto, por causa de crise financeiras anteriores, a maior parte dos bancos do país tem gestões bastante conservadoras, o que torna improváveis falências de grandes instituições financeiras no momento.
Culpa do setor privado
Elogiando o governo brasileiro, a publicação afirma que o país usou as condições favoráveis dos últimos anos para melhorar suas finanças, diminuindo a dívida pública e finalizando grande parte de sua dívida em dólar, o que pode fazer com que a desvalorização do real não traga grandes problemas fiscais.
"Mas, com a estabilidade financeira, muitas empresas fizeram dívidas em dólar e contratos de derivativos. O resultado é uma novidade para o Brasil: um problema financeiro causado pelo setor privado e não pelo público. É um progresso, de alguma forma, mas significa que os investimentos vão ter uma queda brusca. Analistas reduziram as previsões de crescimento para 2009 para entre 2% e 3%. Mesmo assim, muitas economias maiores irão cair ainda mais", diz a publicação.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados.
Revista britânica analisa efeitos da turbulência global no país.
- A revista britânica The Economist afirma que a crise financeira internacional desembarcou no Brasil apesar da confiança inicial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a chamar a turbulência global de "crise do (presidente dos Estados Unidos) Bush".
Só que desta vez o problema é o setor privado, e não as finanças públicas, afirma a publicação na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira.
"O crédito está ficando cada vez mais escasso e os bancos cada vez mais desconfiados entre si", diz o artigo, intitulado "A crise de crédito chega ao Brasil privado".
A revista cita a fusão dos bancos Itaú e Unibanco, anunciada no último dia 3 de novembro - que deve criar a maior instituição financeira da América Latina e uma das 20 maiores do mundo - reproduzindo uma frase de Roberto Setúbal, do Itaú, em que ele afirma que a crise acelerou este processo.
"Apesar de as notícias terem agradado os sócios do novo banco, elas não tiraram a atenção de ninguém do nervosismo generalizado", diz a revista, que relata que várias companhias da Zona Franca de Manaus deram férias não remuneradas a seus empregados, o que acontece pela primeira vez em três décadas.
Para a revista, o negócio entre os dois bancos deve alavancar uma nova onda de fusões no sistema bancário no país.
Efeitos repentinos
A publicação britânica afirma que os efeitos da crise no Brasil começaram repentinamente, depois de um período em que "a economia brasileira estava crescendo no passo mais rápido desde meados dos anos 1990, ajudada pelo preço recorde das commodities e pelo crescimento de crédito".
"Os problemas começaram de repente, no mês passado, com a venda em massa de ações brasileiras e investidores estrangeiros fugindo para tentar cobrir perdas em outros lugares ou apenas voltando para casa".
Segundo a revista, junto com a desvalorização do real, este fenômeno provocou perdas inesperadas nos contratos de derivativos em moeda estrangeira que eram usados para tentar limitar a exposição de companhias brasileiras dos altos e baixos do preço do dólar.
"Enquanto o real estava se valorizando, estes contratos pareciam uma boa aposta, mas as companhias ficaram com uma falsa sensação de segurança", disse Marcelo Carvalho, do Morgan Stanley, à publicação.
A Economist afirma que 200 empresas firmaram este tipo de contrato, sendo que algumas registraram grandes perdas. "O temor sobre quantas outras podem apresentar prejuízos espalharam mais medo e fez com que os banco diminuíssem seus empréstimos".
O crédito também ficou mais escasso no país no último mês. A publicação cita dados do Banco Central que apontam que o crédito para o comércio caiu pela metade em relação a meados de setembro, além de notícias sobre dificuldades de crédito para a agricultura ("o que pode prejudicar a safra do próximo ano") e para o consumidor.
Medidas do governo
A Economist afirma que membros do governo não estão mais dizendo que o Brasil não será afetado pela recessão global e cita o fato de o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ter confirmado, no final de outubro, que o governo vai reduzir a meta de superávit fiscal para 2009 de 4,3% para 3,8%.
Outra medida citada é a injeção de dólares pelo Banco Central para tentar estabilizar o valor da moeda.
Os movimentos do governo brasileiro no sentido de permitir que bancos estatais, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, possam comprar ações de bancos em crise também são citados.
A revista aponta que, no entanto, por causa de crise financeiras anteriores, a maior parte dos bancos do país tem gestões bastante conservadoras, o que torna improváveis falências de grandes instituições financeiras no momento.
Culpa do setor privado
Elogiando o governo brasileiro, a publicação afirma que o país usou as condições favoráveis dos últimos anos para melhorar suas finanças, diminuindo a dívida pública e finalizando grande parte de sua dívida em dólar, o que pode fazer com que a desvalorização do real não traga grandes problemas fiscais.
"Mas, com a estabilidade financeira, muitas empresas fizeram dívidas em dólar e contratos de derivativos. O resultado é uma novidade para o Brasil: um problema financeiro causado pelo setor privado e não pelo público. É um progresso, de alguma forma, mas significa que os investimentos vão ter uma queda brusca. Analistas reduziram as previsões de crescimento para 2009 para entre 2% e 3%. Mesmo assim, muitas economias maiores irão cair ainda mais", diz a publicação.
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Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
[]´s Jovi
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vinibgomes
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Em linha com a Economist:joviman escreveu:No Brasil, crise afeta mais setor privado, diz 'Economist'
LULA: CRISE É OPORTUNIDADE DE O ESTADO RECUPERAR PRESTÍGIO
Foz do Iguaçu, PR, 07 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje, em Foz do Iguaçu, que a crise financeira mundial representa uma oportunidade de "o Estado recuperar o prestígio que durante 30 anos o Consenso de Washington colocou de forma equivocada". Segundo ele, esse consenso era de que o mercado seria o responsável por tudo. "As pessoas que antes se auto-intitulavam senhores absolutos do mundo, quando vem a crise, pedem socorro ao Estado", falou.
Lula disse que, nas questões eleitorais de outros países, sempre vinha tomando cuidado para não dar palpites. "Não me contive ao dizer que gostaria que Barack Obama ganhasse nos EUA", afirmou. "E tudo começou no nosso continente", disse, citando a eleição de um indígena na Bolívia, de uma mulher na Argentina e de um cura - termo usado para vigário de aldeia ou povoação - no Paraguai. Para Lula, isso é uma mudança de consciência na América Latina.
No entanto, Lula acentuou que Obama tem de tomar atitudes para resolver a crise financeira, do contrário, "todo capital político que conseguiu pode se perder". O presidente brasileiro defendeu ainda que os países do Mercosul não precisam depender de decisões externas para tomarem também suas atitudes e alertou que "não há saída individual para nenhum país da América Latina".
(Evandro Fadel)
Crise
Com a crise mundial, julgo que alguns fabricantes que planejavam se instalar no Brasil resolvam esperar. A traxx, por exemplo, parece ter adiado o lançamento da shark JH250. Outras como a US1 de Fortaleza, parecem ter desistido de importar motos maiores.
Acho que mesmo assim o mercado de custons permanecerá aquecido.
As motos urbanas, maioria na frota, têm perdido terreno paras as motos chamadas temáticas.
O cliente entrava na loja e pedia:
-Quero uma 125!
Era a únia opção!
O mercado mudou.
Damos valor aos nossos desejos.
O cidadão brasileiro comum, viu que podia exigir.
Quero uma custom 125 ou quero uma esportiva 125.
Honda e Yamaha não acordaram para isto e continuam inundando o mercado com as urbanas.
A suzuki percebeu e entrou no mercado. As chinesas viram que poderiam entrar no mercado atendendo esta fatia.
O problema é que a crise chegou.
Algumas marcas que planejavam vir, dificilmente virão.
Vamos acreditar que as marcas que vieram, fiquem!
E que possamos ver muitas Horizon, FY250, Vblade, GT250, Mirage e outras rodando pelas nossas ruas.
Com a crise mundial, julgo que alguns fabricantes que planejavam se instalar no Brasil resolvam esperar. A traxx, por exemplo, parece ter adiado o lançamento da shark JH250. Outras como a US1 de Fortaleza, parecem ter desistido de importar motos maiores.
Acho que mesmo assim o mercado de custons permanecerá aquecido.
As motos urbanas, maioria na frota, têm perdido terreno paras as motos chamadas temáticas.
O cliente entrava na loja e pedia:
-Quero uma 125!
Era a únia opção!
O mercado mudou.
Damos valor aos nossos desejos.
O cidadão brasileiro comum, viu que podia exigir.
Quero uma custom 125 ou quero uma esportiva 125.
Honda e Yamaha não acordaram para isto e continuam inundando o mercado com as urbanas.
A suzuki percebeu e entrou no mercado. As chinesas viram que poderiam entrar no mercado atendendo esta fatia.
O problema é que a crise chegou.
Algumas marcas que planejavam vir, dificilmente virão.
Vamos acreditar que as marcas que vieram, fiquem!
E que possamos ver muitas Horizon, FY250, Vblade, GT250, Mirage e outras rodando pelas nossas ruas.
CKS
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vinibgomes
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- Registrado em: 29 Jun 2007, 00:51
PREJUÍZO DA FORD CAI 66% NO 3º TRIMESTRE E RECEITA TOTAL ENCOLHE 22%
Nova York, 07 - A montadora norte-americana Ford Motor registrou prejuízo líquido de US$ 129 milhões (US$ 0,06 por ação) no terceiro trimestre deste ano, um volume 66% menor que o de US$ 380 milhões (US$ 0,19 por ação) registrado em igual período do ano passado. O resultado foi ajudado por um ganho de US$ 2,3 bilhões relacionado à transferência de custos com planos de saúde para aposentados para uma organização administrada por um sindicato. Excluindo itens extraordinários e incluindo custos de reestruturação registrados há um ano, no entanto, o prejuízo subiu de US$ 0,01 para US$ 1,31 por ação.
A receita total do grupo caiu 22% na comparação entre os períodos, para US$ 32,1 bilhões, enquanto o faturamento com a venda de automóveis cedeu 23%, para US$ 27,8 bilhões. Analistas consultados pela Thomson Reuters previam, em média, prejuízo de US$ 0,94 por ação e receita com automóveis de US$ 28 bilhões. As ações da Ford recuavam no pré-mercado na Bolsa de Nova York.
A montadora anunciou que irá cortar mais 10% de sua força de trabalho assalariada na América do Norte, e reduzir os gastos com investimentos em diversas áreas, inclusive a de desenvolvimento de produtos, além de continuar estudando a possível venda de ativos secundários.
"Nós continuamos tomando medidas rápidas e decisivas para implementar nosso plano e respondendo ao ambiente de negócios em rápida mutação", disse Mulally. Isso inclui o corte de 2,6 mil do número de funcionários que são pagos por hora, elevando o total de redução da sua força de trabalho a 7 mil.
O prejuízo antes de impostos da companhia na América do Norte aumentou 160%, passando de US$ 1 bilhão para US$ 2,6 bilhões. O lucro na América do Sul cresceu 24%, passando de US$ 386 milhões para US$ 480 milhões, mas caiu 76% na Europa, prejudicado pelo dólar mais fraco. Entre o segundo e o terceiro trimestre, o caixa bruto da montadora reduziu-se 29%, de US$ 26,6 bilhões para US$ 18,9 bilhões. As informações são da Dow Jones.
(Marcílio Souza)
FORD DIZ QUE ESTÁ REDUZINDO ESTOQUES EM TODO O MUNDO
Detroit, 07 - A Ford Motor disse hoje, após a publicação de seu balanço, que está reduzindo estoques em todo o mundo e que pretende cortar a produção total de caminhões e carros em 211 mil unidades no quarto trimestre deste ano, em comparação com o volume registrado em igual período do ano passado.
Os executivos da companhia disseram que a Ford vai se juntar a outras montadoras globais no pedido de empréstimos totais de 40 bilhões de euros (US$ 51 bilhões) dos governos europeus. Eles não souberam dizer, no entanto, se e quando o setor vai receber os empréstimos. As informações são da Dow Jones.
(Marcílio Souza)
Nova York, 07 - A montadora norte-americana Ford Motor registrou prejuízo líquido de US$ 129 milhões (US$ 0,06 por ação) no terceiro trimestre deste ano, um volume 66% menor que o de US$ 380 milhões (US$ 0,19 por ação) registrado em igual período do ano passado. O resultado foi ajudado por um ganho de US$ 2,3 bilhões relacionado à transferência de custos com planos de saúde para aposentados para uma organização administrada por um sindicato. Excluindo itens extraordinários e incluindo custos de reestruturação registrados há um ano, no entanto, o prejuízo subiu de US$ 0,01 para US$ 1,31 por ação.
A receita total do grupo caiu 22% na comparação entre os períodos, para US$ 32,1 bilhões, enquanto o faturamento com a venda de automóveis cedeu 23%, para US$ 27,8 bilhões. Analistas consultados pela Thomson Reuters previam, em média, prejuízo de US$ 0,94 por ação e receita com automóveis de US$ 28 bilhões. As ações da Ford recuavam no pré-mercado na Bolsa de Nova York.
A montadora anunciou que irá cortar mais 10% de sua força de trabalho assalariada na América do Norte, e reduzir os gastos com investimentos em diversas áreas, inclusive a de desenvolvimento de produtos, além de continuar estudando a possível venda de ativos secundários.
"Nós continuamos tomando medidas rápidas e decisivas para implementar nosso plano e respondendo ao ambiente de negócios em rápida mutação", disse Mulally. Isso inclui o corte de 2,6 mil do número de funcionários que são pagos por hora, elevando o total de redução da sua força de trabalho a 7 mil.
O prejuízo antes de impostos da companhia na América do Norte aumentou 160%, passando de US$ 1 bilhão para US$ 2,6 bilhões. O lucro na América do Sul cresceu 24%, passando de US$ 386 milhões para US$ 480 milhões, mas caiu 76% na Europa, prejudicado pelo dólar mais fraco. Entre o segundo e o terceiro trimestre, o caixa bruto da montadora reduziu-se 29%, de US$ 26,6 bilhões para US$ 18,9 bilhões. As informações são da Dow Jones.
(Marcílio Souza)
FORD DIZ QUE ESTÁ REDUZINDO ESTOQUES EM TODO O MUNDO
Detroit, 07 - A Ford Motor disse hoje, após a publicação de seu balanço, que está reduzindo estoques em todo o mundo e que pretende cortar a produção total de caminhões e carros em 211 mil unidades no quarto trimestre deste ano, em comparação com o volume registrado em igual período do ano passado.
Os executivos da companhia disseram que a Ford vai se juntar a outras montadoras globais no pedido de empréstimos totais de 40 bilhões de euros (US$ 51 bilhões) dos governos europeus. Eles não souberam dizer, no entanto, se e quando o setor vai receber os empréstimos. As informações são da Dow Jones.
(Marcílio Souza)
Isso não me entra na cabeça, quando eles tem lucro, não dividem com o consumidor, fazem promoção ilusória e o consumidor acha que está sendo beneficiado..vinibgomes escreveu:Os executivos da companhia disseram que a Ford vai se juntar a outras montadoras globais no pedido de empréstimos totais de 40 bilhões de euros (US$ 51 bilhões) dos governos europeus. Eles não souberam dizer, no entanto, se e quando o setor vai receber os empréstimos. As informações são da Dow Jones.
(Marcílio Souza)
Ganham privilégios do governo, o que eu acho um absurdo, vide Ford ex- RS e ford-Ba, veja Chevrolet-RS.
Ai quando caem os lucros querem mais privilégio do governo!!!

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rafaeladvogado
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igualzinho os bancos estão fazendo... com esta crise que criaram para obter dinheiro público...cros escreveu: Ai quando caem os lucros querem mais privilégio do governo!!!
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Jovi
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Muito boa essa matéria.... rsrsrrsr
Lula 'poderá dar lições a Obama', diz jornal americano
'Christian Science Monitor' diz que líderes podem 'compartilhar liderança'.
- Quando o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio da Silva, se encontrarem, pode ser que o presidente Lula é quem acabará "ensinando a Obama uma ou duas coisas", diz um editorial desta quarta-feira do jornal americano The Christian Science Monitor.
O editorial, intitulado "O Obama do Brasil", destaca o que considera pontos comuns entre os dois líderes, afirmando que "como Barack Obama, o presidente do Brasil veio da pobreza e da esquerda política e chegou ao poder. Mas durante seis anos no cargo, ele (Luiz Inácio Lula da Silva) governou do centro, aproveitando os pontos fortes do mercado do Brasil, conquistando o respeito mundial".
The Christian Science Monitor afirma que uma série de reportagens sobre o Brasil que o jornal publica esta semana mostra que o país passou de "gigante adormecido" para um país mais ativo "graças, em grande parte, à adoção por (Luiz Inácio Lula) da Silva de soluções práticas que agradam os investidores globais e também a maioria dos brasileiros", lembrando que "os índices de popularidade dele são muito altos".
"Em muitas áreas, tais como agricultura, política social e diplomacia, o Brasil agora serve como modelo para outros países, especialmente da África", diz o editorial, mencionando o programa bolsa-escola como exemplo de "uma política inovadora que une políticos da esquerda e da direita".
'Líder regional'
Sobre suas relações com o mundo, o jornal menciona a reunião do último fim-de-semana do G20 em São Paulo, em que Lula "repreendeu os Estados Unidos por sua responsabilidade na crise financeira global, que também está afetando o Brasil".
Mas ressaltou que "mais do que criticar, o ex-líder sindical e fundador do Partido dos Trabalhadores também advertiu os países contra recorrer ao protecionismo comercial". O jornal observa que "Obama quer reformular o Nafta (tratado de livre comércio entre EUA, México e Canadá)".
Lembrando que o ministro Assuntos Estratégicos brasileiro, Roberto Mangabeira Unger, foi professor de Obama na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, o jornal afirma que "o filósofo manteve contato com Obama e pode servir como um elo no que pode ser uma poderosa parceria para o Hemisfério Ocidental".
Por enquanto, "o Brasil está tendo um bom desempenho como líder regional", de acordo com The Christian Science Monitor.
"Embora (Luiz Inácio Lula) da Silva use com freqüência o jargão esquerdista de Hugo Chávez, (presidente) da Venezuela, suas ações demonstram uma vontade de liderar a região com soluções guiadas pelo mercado e forjar uma geopolítica" que não desagrade os americanos.
Floresta amazônica
A presença militar brasileira no Haiti a serviço das Nações Unidas, sua participação em "acalmar a ameaça de guerra entre Colômbia e Venezuela" e as relações com a Bolívia também são mencionados no editorial.
The Christian Science Monitor conclui que se o presidente brasileiro "conseguir manter um nacionalismo saudável, ele vai encontrar um parceiro em Obama em questões que vão de energia a segurança".
"O ex-líder sindical e o ex-coordenador comunitário, ambos sabem como negociar um acordo em prol do bem comum".
"Como (Luiz Inácio Lula) da Silva e Obama, Estados Unidos e Brasil têm coisas demais em comum para não compartilhar a liderança regional e global", diz o editorial.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.
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