Então,
Com isso as montadoras ou fabricantes continuam brincando com os brasileiros. Por que será que em outras terras a banda toca diferente?
Imaginem que em pleno final de março, não tomamos conhecimento do modelo da dna. Honda, que substituirá a Falcon, cujo projeto já tem mais de 10 anos, desde a sua elaboração.
Como falei em outra parte, a Ame anunciou o seu retorno ao mercado. Comprou uns trecos lá fora, sem adaptação ao solo brasileiro, surgindo então inúmeros problemas. Quando os "felizes" compradores pensavam na possibilidade de verem os problemas elencados resolvidos, pimba! Importarão outro modelo, agora com injeção.
A FYM igualmente incompetente. Daí as inúmeras marcas invasoras seguindo o mesmo caminho.
Suamos pra comprar algo no Brasil, de péssima qualidade (vide cromados, espelhos, piscas...), por um preço estupidamente elevado, que lá fora daria pra comprar um motaço. Ficamos a ver navios, sem que ninguém impeça essa proliferação de marcas, com a mesma origem de produtos.
Como disse uma reportagem, já mencionada no site, o empresário vai lá pra RPC, compra um produto de 800 dólares e revende aqui por 4 a 5 mil reais, sem se importar com qualidade. O negócio é o quanto podem lucrar.
É importante lembrar que as Suzis (Intruder 125, burgman 125) também têm a mesma origem. Só que exigem qualidade, o que não acontece com nossos empresários.
Pela manhã estive em um revendedor (já comentei em outro tópico) e vi uma Green Sport, ZERADA. Estava com inúmeros pontos de ferrugem elém de várias borrachas trincadas, ressecadas. É digno de nota que essa marca é da RODOBENS, conhecidíssima empresa de consórcio dos caminhões MERCEDES.
Tá certo que a porcaria da moto é barata, mas poderia ser barata sem ser porcaria.
SALVE-SE QUEM PUDER

O importante é andar de moto.