Tiozinhos e Tiazinhas de Plantão
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Bah então não é a vaca da página 666 se foi pro céu... E aí chegamos na página 666, cadê o capítulo final da vaca?
Sds,
MG Tchê Estradeiros

MG Tchê Estradeiros

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AmericoFilho
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666 the number of the beast
Moto Grupo Tiozinhos do Asfalto
Quer dizer que a vaca da historia é a besta?????AmericoFilho escreveu:666 the number of the beast
Na vida e na moto, para manter o equilíbrio é necessário estar em movimento.
Acho que a vaca fugiu com o mocinho e foram viver felizes para sempre...rsss

- Paulocartell
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- Registrado em: 04 Out 2010, 08:45
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Campanha: Vamos acabar com a pg:666AJ Souza escreveu:Acho que a vaca fugiu com o mocinho e foram viver felizes para sempre...rsss
Cala boca seu maluco!!!!!!!! Para de dar ideias para ele!!!!!! kkkkkkkkkkkkberyalves escreveu:Acho que ele escreveu de cabeça para baixo, lê-se 999
Na vida e na moto, para manter o equilíbrio é necessário estar em movimento.
Cadê a vaca, cadê o brejo, cadê a besta (notem que eu disse A besta, não O besta)!
- Edson Agostini
- Mensagens: 1563
- Registrado em: 16 Nov 2009, 13:46
- Localização: Ibiúna
Senhoras e Senhores, não reclamem da demora do final, a Bíblia Católica tem 1357 páginas, Cinquenta Tons de Cinza tem 455 páginas e, a história do Homem da Vaca, só 7.
Agora relaxem e desfrutem do emocionante e inesperado episódio final.
Capítulos anteriores, páginas: 658, 659, 661, 662, 663 e 665
A enorme e estonteante sala de jantar do castelo estava num silêncio só, mais parecia o próprio mosteiro dos padres.
O Homem da Vaca percebendo que os padres e o Monsenhor estavam incomodados com aquela situação, bateu palmas. Imediatamente apareceram músicos e começaram a tocar canções medievais.
O Homem da Vaca deu início à conversação:
_ Não há a necessidade de acanhamento, senhores. Sintam-se como se estivessem em seu mosteiro!
O Homem da Vaca ordenou aos serviçais para que atendessem os convidados, servindo primeiramente feijão (aquele feijão com um tempero a mais, lembram-se?).
Já com a comida nos pratos os padres ficaram imóveis. Era, então, necessária mais uma intervenção do Homem da Vaca:
_Vamos!
_Comam à vontade!
_Não aceitarei recusa!
Os padres olharam para o Monsenhor que sinalizou positivamente com a cabeça.
E a comilança começou.
Diante de tanta diversidade de especiarias, famintos, os padres “limparam” os pratos. E comiam mais e mais. Realmente o jantar estava saboroso!
O Monsenhor notou que o Homem da Vaca não comia, só olhava. Então perguntou:
_ O senhor não irá comer?
_ Não tenho fome. Sinto prazer apenas vendo-os comer. Respondeu.
Passados alguns minutos de comilança, alguns padres já sentiam algo estranho em suas barrigas. Mais um pouco e todos, inclusive o Monsenhor, estavam incomodados com a “revolução” das suas tripas, até que o Monsenhor manifestou-se:
_ Senhor, aonde é o banheiro?
E o Homem da Vaca respondeu enérgica e ironicamente:
_ Desrespeito é sair da mesa durante a refeição!
Naquele instante os padres e o Monsenhor, suavam frio e, já imaginando o que estava por vir, tentavam acabar com a refeição que cada um tinha no prato e também acomodar melhor suas nádegas nas suas cadeiras tentando, de certa forma, retardar uma situação vergonhosa iminente.
Eis que um dos padres, à beira de uma “explosão”, olha para cima a fim de fazer uma prece ao Divino, e reparou que uma suposta pessoa estava amarrada pelo pescoço nas vigas do teto. Imediatamente, este padre cutucou outro ao seu lado apontando com seu dedo na direção do teto. Começou então uma verdadeira cutucação e cochichos entre eles até que, esse alvoroço todo, chegou ao Monsenhor.
O Monsenhor olhando aquilo tremeu. Não se conteve e, com a voz trêmula, perguntou ao Homem da Vaca:
_ Senhor, o que significa aquilo, lá no alto?
O Homem da Vaca respondeu irado:
_ Ontem, à noite, eu convidei aquela “desgraceira” para jantar comigo, e ele borrou as calças durante o jantar. Um desrespeito com a minha pessoa e, portanto, este foi o triste fim de um cagão!
Após esta assombrosa justificativa do Homem da Vaca, o que se via e ouvia eram padres correndo e gritando, pulando uns por cima dos outros em busca da porta de saída do castelo. O Monsenhor esqueceu até das muletas, das dores, a da sua enfermidade e foi-se embora bem à frente dos demais padres. Um caos!
Baixada a poeira, o Homem da Vaca chamou sua velha mãe, pediu para um serviçal trazer sua vaca e, juntos os três, no enorme portão de saída do castelo, admiraram felizes os padres e o Monsenhor, ao longe, que ainda corriam em disparada até desaparecerem além da colina.
O Homem da Vaca, a sua velha mãe e a vaca, viveram felizes para sempre!
Esta, portanto, foi a emocionante história do Homem da Vaca.
A moral da história?
Bem, cabe a você refletir e entender sobre o que foi escrito aqui e construir a resposta que melhor lhe convir.
Agora relaxem e desfrutem do emocionante e inesperado episódio final.
Capítulos anteriores, páginas: 658, 659, 661, 662, 663 e 665
A enorme e estonteante sala de jantar do castelo estava num silêncio só, mais parecia o próprio mosteiro dos padres.
O Homem da Vaca percebendo que os padres e o Monsenhor estavam incomodados com aquela situação, bateu palmas. Imediatamente apareceram músicos e começaram a tocar canções medievais.
O Homem da Vaca deu início à conversação:
_ Não há a necessidade de acanhamento, senhores. Sintam-se como se estivessem em seu mosteiro!
O Homem da Vaca ordenou aos serviçais para que atendessem os convidados, servindo primeiramente feijão (aquele feijão com um tempero a mais, lembram-se?).
Já com a comida nos pratos os padres ficaram imóveis. Era, então, necessária mais uma intervenção do Homem da Vaca:
_Vamos!
_Comam à vontade!
_Não aceitarei recusa!
Os padres olharam para o Monsenhor que sinalizou positivamente com a cabeça.
E a comilança começou.
Diante de tanta diversidade de especiarias, famintos, os padres “limparam” os pratos. E comiam mais e mais. Realmente o jantar estava saboroso!
O Monsenhor notou que o Homem da Vaca não comia, só olhava. Então perguntou:
_ O senhor não irá comer?
_ Não tenho fome. Sinto prazer apenas vendo-os comer. Respondeu.
Passados alguns minutos de comilança, alguns padres já sentiam algo estranho em suas barrigas. Mais um pouco e todos, inclusive o Monsenhor, estavam incomodados com a “revolução” das suas tripas, até que o Monsenhor manifestou-se:
_ Senhor, aonde é o banheiro?
E o Homem da Vaca respondeu enérgica e ironicamente:
_ Desrespeito é sair da mesa durante a refeição!
Naquele instante os padres e o Monsenhor, suavam frio e, já imaginando o que estava por vir, tentavam acabar com a refeição que cada um tinha no prato e também acomodar melhor suas nádegas nas suas cadeiras tentando, de certa forma, retardar uma situação vergonhosa iminente.
Eis que um dos padres, à beira de uma “explosão”, olha para cima a fim de fazer uma prece ao Divino, e reparou que uma suposta pessoa estava amarrada pelo pescoço nas vigas do teto. Imediatamente, este padre cutucou outro ao seu lado apontando com seu dedo na direção do teto. Começou então uma verdadeira cutucação e cochichos entre eles até que, esse alvoroço todo, chegou ao Monsenhor.
O Monsenhor olhando aquilo tremeu. Não se conteve e, com a voz trêmula, perguntou ao Homem da Vaca:
_ Senhor, o que significa aquilo, lá no alto?
O Homem da Vaca respondeu irado:
_ Ontem, à noite, eu convidei aquela “desgraceira” para jantar comigo, e ele borrou as calças durante o jantar. Um desrespeito com a minha pessoa e, portanto, este foi o triste fim de um cagão!
Após esta assombrosa justificativa do Homem da Vaca, o que se via e ouvia eram padres correndo e gritando, pulando uns por cima dos outros em busca da porta de saída do castelo. O Monsenhor esqueceu até das muletas, das dores, a da sua enfermidade e foi-se embora bem à frente dos demais padres. Um caos!
Baixada a poeira, o Homem da Vaca chamou sua velha mãe, pediu para um serviçal trazer sua vaca e, juntos os três, no enorme portão de saída do castelo, admiraram felizes os padres e o Monsenhor, ao longe, que ainda corriam em disparada até desaparecerem além da colina.
O Homem da Vaca, a sua velha mãe e a vaca, viveram felizes para sempre!
Esta, portanto, foi a emocionante história do Homem da Vaca.
A moral da história?
Bem, cabe a você refletir e entender sobre o que foi escrito aqui e construir a resposta que melhor lhe convir.
ON THE ROAD AGAIN


