Papo de economia

Assuntos diversos, relacionados ou não ao motociclismo

Moderadores: Moderadores, Colaboradores, Administradores

Responder
cros
Moderador
Mensagens: 10262
Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
Localização: Eldorado do Sul

A que ponto chegamos!!
Imagem
Jovi
Administrador
Mensagens: 6372
Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
Localização: São Paulo
Contato:


Brasil é 'exemplo para o mundo' no combate à pobreza, diz jornal dos EUA

'Christian Science Monitor' publica série de reportagens sobre o país.


O sucesso da Bolsa Família e de outras iniciativas brasileiras no combate à pobreza foi tema de uma longa reportagem publicada nesta quinta-feira, de uma série sobre o país feita esta semana pelo jornal americano The Christian Science Monitor.

"Embora a crise financeira global esteja afetando o Brasil, a economia do país teve uma efervescência nos últimos cinco anos e o padrão de vida dos pobres subiu", disse o jornal, explicando que "inflação mais baixa e acesso mais fácil ao crédito - juntamente com um salário mínimo mais alto - criaram uma nova classe de consumidores que mantiveram a economia em crescimento."

"Com o maior programa de bem-estar com condições do mundo para os pobres, e uma enorme quantidade de iniciativas locais, estaduais e federais que continuam a ter como alvo os pobres - um marco da Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva - muitos brasileiros estão sentindo uma estabilidade econômica como nunca antes."

E as iniciativas brasileiras estão servindo de "exemplo" para vários países, diz o jornal americano.

A reportagem, assinada por Sara Miller Llana, visitou Maria Joelma da Silva em Cumaru, no nordeste brasileiro. Segundo o Christian Science Monitor, ela recebeu a visita em agosto de "representantes de Angola, Gana, da União Africana e do Banco Africano de Desenvolvimento", que queriam "estudar os programas sociais do Brasil".

A Bolsa Família "teve um papel importante na redução da pobreza, o governo também trabalhou para criar mais empregos formais - 8,1 milhões mais desde que Lula assumiu o cargo - e elevou o salário mínimo para R$ 415 (US$ 187) por mês a partir de R$ 200 (US$ 90) por mês. O número dos pobres caiu de 18% em 2007 dos 19% do ano anterior. De acordo com dados do governo, a renda dos mais pobres aumentou 22% nos últimos cinco anos, enquanto a dos ricos aumentou 4,9%", disse a reportagem do Christian Science Monitor.

"Os primeiros programas de transferência condicional de dinheiro do mundo foram introduzidos no Brasil em 1995 a nível municipal", de acordo com o jornal americano, que afirma que "o conceito, desde então, tomou pé firme na América Latina, onde mais de uma dúzia de programas como estes foram lançados. Uma outra dúzia está sendo implementada no resto do mundo."

Esquerdista 'moderado'

Em outra reportagem publicada nesta quinta-feira, o jornal compara Lula e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em seu fomento de programas sociais, dizendo que "há uma diferença-chave: enquanto a Venezuela se tornou ainda mais polarizada sob a administração de Chávez, Lula e sua economia efevescente agradaram mais do que apenas aos pobres. Sua popularidade chegou a 80% recentemente".

"Chávez e Lula, embora aliados em uma gama de questões, tomaram rumos diferentes", prossegue o Christian Science Monitor. "Desde que se tornou presidente da Venezuela em 1999, Chávez nacionalizou indústrias-chave. Lula, por outro lado, supreendeu todos ao manter um modelo de mercado que foi forjado por seu predecessor."

Outra marca do estilo de ambos, de acordo com o jornal americano, é em política externa.

"Chávez despejou dinheiro do petróleo em aliados em um esforço para obter apoio político e minar a influência dos Estados Unidos. O papel de Lula no palco internacional tem sido decididamente mais diplomático: Ele se tornou uma das mais importantes vozes nas conversações da Organização Mundial do Comércio para combater subsídios agrícolas em nome das nações em desenvolvimento, por exemplo."

E, além disso, "crucialmente Lula mantém laços estreitos com o presidente Bush, e é visto por alguns como o interlocutor para a região e, mais especificamente, entre os Estados Unidos e Chávez."

Mas apesar de sua influência, "seu poder (do presidente Luiz Inácio Lula da Silva) é silencioso, ele não faz alarde".
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
Jovi
Administrador
Mensagens: 6372
Registrado em: 17 Jun 2007, 12:46
Localização: São Paulo
Contato:

Crise freia boom econômico do Brasil, diz 'Washington Post'

Jornal americano diz que Lula vai para o G20 com autoridade 'para criticar EUA'.

- O dinamismo "que impulsionou o Brasil para o cenário internacional nos últimos anos chocou-se contra duras realidades econômicas", disse a edição desta sexta-feira do jornal americano Washington Post.

A desintegração financeira que começou nos Estados Unidos "derrubou o mercado de ações, abateu os preços de commodities, enfraqueceu a moeda local e reduziu o crédito, levando a uma suspensão de projetos de grande escala privados e públicos na 10ª maior economia do mundo", de acordo com o diário.

Apesar das perspectivas sombrias, o Washington Post explica que "os US$ 200 bilhões que o Brasil acumulou em reservas em moeda estrangeira, aliados a políticas econômicas prudentes, fazem com que o país esteja melhor preparado do que muitas economias emergentes para resistir à tormenta financeira".

O jornal indica que isso deu cacife político ao Brasil. O artigo diz que, na opinião de analistas americanos, a credibilidade econômica que o Brasil conquistou "vai tornar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais ousado quando ele se juntar ao presidente (George W.) Bush e a outros líderes mundiais em Washington neste fim-de-semana para discutir soluções para a crise".

"Os brasileiros reagiram ao novo prognóstico econômico com um misto de desespero e irritação, principalmente porque a crise que os está afetando teve origem em instituições financeiras dos Estados Unidos", de acordo com o Washington Post.

"Com suas credenciais econômicas rendendo-lhe elogios de empresários, Lula está em posição de repreender os americanos por não terem realizado reformas que poderiam ter impedido a crise", afirmou o jornal. BBC Brasil - Todos os direitos reservados.
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
http://www.jovi.net.br
http://www.motoscustom.com.br
cros
Moderador
Mensagens: 10262
Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
Localização: Eldorado do Sul

Não sei, o que estava sendo feito continua, aqui em porto alegre pelo menos 2 hiper mercado estão em fase de construção, no meio acho que em 6 meses inauguram, além disso na Av. Sertorio onde ando com frequencia, tem pelos menos uns 5 mini shopping e lojas em fase de conslusão, uma delas é uma JToledo que inaugurou ontem.

Não dá pra se amendrotar, a vida continua e se os caras ficarem com medo ai sim o efeito manada arrasa tudo.
Imagem
vinibgomes
Mensagens: 513
Registrado em: 29 Jun 2007, 00:51

Conteúdo Bombástico que recebi de um amigo do Mercado Financeiro:

"Para entender a fusão Itaú + Unibanco:

Cheguei há pouquinho do Rio, onde trabalhei muito, quase "fundindo a cuca"; mas não poderia de deixar de responder esse seu mail agora, porque há +/- 2 meses o "pessoal" da "ágora" em S Paulo (vc conhece? Pode procurar na Internet) me "bateu a bola" e a passei a alguns amigos nos USA e não sei se também te copiei, de que o Henrique Meirelles tinha ido as pressas p/ N York, devido a falência da AIG, maior seguradora dos USA e que o Governo Americano a tinha estatizado!
O Bush e seus asseclas, por pura pressa e INCOMPETÊNCIA, não tinham avaliado as muitas implicações internacionais dessa medida. Dentre muitas, a AIG era controladora do UNIBANCO. Portanto o UNIBANCO PASSAVA A PERTENCER AO GOVERNO AMERICANO e salvo o compulsório, a AIG, tinha esvaziado a caixa do UNIBANCO e a tinha "enchido de mortgages podres americanas". Resultado: O Banco Central, emprestou a fundo perdido dinheiro ao ITAÚ, que não precisava e forçou o BNDES a emprestar dinheiro à "taxas simbólicas" ao ITAÚ, para o mesmo fim. Em realidade você e eu compramos o UNIBANCO!!! E os "títulos podres" do AIG, ficaram pro B Central!
Um novo PROER igual ao Marka/Fonte/Cindam concedido ao nosso "amigo" Salvatore Cacciolla!!!

Isto tudo é pura verdade e pode passar adiante!!!

Há ainda o Banco Panamericano (Silvio Santos ), que "explodiu" e a Financeira Aymoré, que financiou, sem garantias, compra de milhares de carros 0 km, com entrada de R$1,00 e pagamentos das primeiras 72 prestações só em março de 2009!!!

Esta BOMBA e outras vão "estourar no colo" do blindado Lula! Aí e depois com as outras CASAS BAHIA, INSINUANTE, etc., vamos ver como ficam as coisas..."
daniels
Mensagens: 327
Registrado em: 23 Mar 2008, 14:56
Localização: Porto Alegre

ehh... alguma coisa tinha pra fazerem essas maracutaia de unificar tudo de um dia pro otro, o otário eh sempre quem trabalha :(
cros
Moderador
Mensagens: 10262
Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
Localização: Eldorado do Sul

Ter, 18 Nov, 10h00
Em cenário atual, fusão entre CEF e BB poderia ser próximo passo no setor bancário

SÃO PAULO - Estes últimos meses têm sido agitados para o setor bancário brasileiro. Além da fusão inesperada entre Itaú e Unibanco e toda a movimentação do Banco do Brasil com a aquisição de bancos estaduais, há ainda a proposta da MP 443 , que autoriza os bancos federais a adquirirem outras instituições financeiras, públicas ou privadas, sem necessidade de licitação.

Dentro desse contexto atribulado, e somando o ambiente interno com a crise financeira internacional, o que mais esperar do setor no curto prazo? A questão coloca em evidência alguns pontos ressaltados por analistas como possíveis ou necessários no cenário atual.

CEF e BB a caminho de uma fusão...

"Eu sou da opinião de só ter um banco público federal, acho que uma fusão entre Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal seria uma oportunidade muito boa para corte de custo e ganho em eficiência e escala".

A opinião é de Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Ratings. Para ele não há necessidade no contexto atual de haver dois grandes bancos federais de varejo, sendo que uma eventual fusão deveria partir do governo e teria importantes impactos positivos, como o fortalecimento da indústria bancária brasileira e a diminuição dos encargos.

"É necessário apenas iniciativa e vontade do Governo de ter um único banco público. Para mim é uma situação muito positiva para a indústria bancária brasileira, é um fortalecimento ter um grande banco público federal. Uma fusão dos dois vai fazer um banco muito mais forte e eficiente", afirma Rodrigues.

... Ou seria algo improvável?

Embora seja uma possibilidade levantada por muitos profissionais, há quem discorde da necessidade de uma fusão, como é o caso do analista do setor bancário do Banco JPMorgan, Frederic de Mariz, que considera uma fusão muito improvável.

"O que eu vejo é que cada banco é usado pelo Governo para políticas públicas bem diferentes. A Caixa é mais forte, por exemplo, no lado do crédito imobiliário, e o Banco do Brasil é mais forte no lado do agronegócio. Então não tem uma superposição em termos de políticas, por isso eu não vejo uma necessidade de consolidar", argumenta o analista.

Mariz justifica que a situação do Banco do Brasil está muito forte, sendo que não há necessidade externa de diminuir gasto ou de consolidar o setor. "Se você tem uma consolidação, não é por falta de eficiência", completa.

Procurados pela redação da InfoMoney, tanto a Caixa Econômica Federal quanto o Banco do Brasil não quiseram se manifestar acerca do assunto.

Na mira do BB

Nesse momento de consolidação do setor, rumores sobre novos alvos do Banco do Brasil são notícias praticamente todos os dias nos veículos de comunicação brasileiros, assim como especulações sobre conclusões de negociações já conhecidas, como a que ocorre entre o banco e a Nossa Caixa .

Após a aquisição do Besc , entre os potenciais novos alvos da instituição estão aqueles já conhecidos, como Banco do Estado do Piauí e o Banco de Brasília. "O que a gente está ouvindo agora é boato", informa Mariz, antes de citar outros bancos que a mídia coloca como possíveis objetos de interesse do Banco do Brasil, como o Banrisul e o Votorantim . Porém, no caso dos dois últimos, ele mesmo ressalta que os rumores foram negados pelo Banco do Brasil há pouco tempo.

Citando os mesmos nomes, o presidente da Austin Ratings destaca que não vê nenhuma outra oportunidade no mercado, "a não ser utilizar a MP 443, no sentido de socorrer algum banco com problema de liquidez, como por exemplo para capitalizar o banco".

E o Bradesco, como fica?

Nos últimos tempos, o setor bancário foi notícia principalmente devido ao Banco do Brasil e à fusão entre Itaú e Unibanco. Nesse ponto, há quem se pergunte como fica o Bradesco em meio a toda essa conjuntura. Perdendo seu posto de maior banco privado do Brasil, a instituição agora se movimenta no sentido de reforçar sua posição, conforme explica Erivelto Rodrigues.

Entretanto, vale ressaltar que no campo das fusões e aquisições, sobraram poucas opções para o Bradesco. "Tem o Citi, mas não sei se está para venda; o HSBC, também é grande, mas seria bem complicado imaginar uma fusão entre os dois; então você tem os bancos pequenos e médios, que são muito pequenos. Mesmo que o Bradesco comprasse os bancos médios que estão listados na bolsa, não ajudaria muito para mudar a classificação", prevê o analista do JPMorgan.

Para ele, o Bradesco não deve comprar ativos para se tornar novamente o primeiro na classificação dos bancos brasileiros, posto que por enquanto deve continuar com a empresa resultante da fusão entre Itaú e Unibanco, a Itaú Unibanco Banco Múltiplo.

Implicações para o setor bancário

Um dos impactos desse processo de consolidação do setor financeiro brasileiro é o aumento do tamanho médio dos bancos, principalmente dos grandes, além de uma possível sinergia de custos. Segundo o analista, a visão do JPMorgan é que o setor bancário está muito forte, de forma que a consolidação é um sinal de força e não de fraqueza ou de ineficiência.

Aos que se preocupam com a livre concorrência, Mariz afirma que "apesar de ter concentrado o mercado entre os grandes bancos, ainda há uma concorrência bem forte entre os bancos. Você não está em uma situação de oligopólio onde poderia ter um problema de preços".

Outro ponto ressaltado, dessa vez por Erivelto Rodrigues, é que todas essas fusões acabam por influenciar um movimento similar entre os outros bancos, no sentido de também comprar ativos para ganhar escala e ser mais eficiente e competitivo.


Aqui tem um artigo da Exame sobre o mesmo assunto.
Imagem
rafaeladvogado
Desvirtuador
Mensagens: 4044
Registrado em: 23 Ago 2007, 09:33
Localização: Montenegro
Contato:

a solução é todo mundo ir ao banco... sacar seu dinheiro e guardar em casa... vai render muito mais parado em casa do que no banco pagando milhões de taxinhas, impostos e outras falkatruas :lol:
Imagem
Kings
Colaborador
Mensagens: 1332
Registrado em: 30 Jan 2008, 15:11
Localização: Americana

rafaeladvogado escreveu:a solução é todo mundo ir ao banco... sacar seu dinheiro e guardar em casa... vai render muito mais parado em casa do que no banco pagando milhões de taxinhas, impostos e outras falkatruas :lol:
Isso levaria os bancos à falência. O mercado especulativo tem seu papel como multiplicador da base monetária e acelerador do crescimento. É um mal necessário.
rafaeladvogado
Desvirtuador
Mensagens: 4044
Registrado em: 23 Ago 2007, 09:33
Localização: Montenegro
Contato:

Kings escreveu:
rafaeladvogado escreveu:a solução é todo mundo ir ao banco... sacar seu dinheiro e guardar em casa... vai render muito mais parado em casa do que no banco pagando milhões de taxinhas, impostos e outras falkatruas :lol:
Isso levaria os bancos à falência. O mercado especulativo tem seu papel como multiplicador da base monetária e acelerador do crescimento. É um mal necessário.
esse é o objetivo... pois eles não possuem o dinheiro que deveriam possuir.. pois investem e torram o dinheiro dos clientes... se todos quisessem sacar o dinheiro no mesmo dia o banco não teria o dinheiro, pois é tudo "virtual"

Mas se os bancos falirem... eu não ficaria com muita pena... pois eles não tem pena dos clientes que perdem tudo ao entrar no cheque especial, juros de cartões etc e tal...

:D :D :D
Imagem
Responder