Piada de Boteco

Assuntos diversos, relacionados ou não ao motociclismo

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cros
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Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
Localização: Eldorado do Sul

Amiga, conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira: Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno.

Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade.
Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.

Terça-Feira: Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira: Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta.

Quinta-Feira: O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: "U-hum"... Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: "U-hum". Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: "U-hum". Então ele perguntou se eu só sabia falar "U-hum" e eu respondi: "Ã-hã". Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais?

Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida! Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio no final de semana. Quanto ao resto, bem... ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira: Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peid*va! (Nossa! Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!). No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava.

Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou:
- "Aí! peid*r até pode, mas jogar merd* em pó dentro do vagão é muita sacanagem!" Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha.

Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse:
- "Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!".

Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:
- "Pó, dona Maria! Esse pastel tá bichado!"

Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada. Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais rápido. Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram.

Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.

Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? peid*r e ficar tentando aspirar o peid* para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?

Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal.

Disse para ele que eu era claustrofóbica. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada.

Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso.

Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho.
Quando a catinga dissipou, ele se acalmou. As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos.

Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: "Meus olhos também estão ardendo..." Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente. Pensei: "Ah, é, fdp? Então acabou a respiração cachorrinho..."

Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração. No quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou:
- "Mulher! Para de se c*gar!". Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.

Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro país... mundo quem sabe...

Apague este e-mail depois de ler, tá?

Beijos de sua amiga, Ana.
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Jovi
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Contato:

Um jovem ventríloquo fazia um espectáculo numa cidade do interior.

Exibia o seu repertório habitual sobre a burrice das loiras, quando uma
loira sentada na quarta mesa se levantou e disse:

- Já ouvi o suficiente das suas piadas denegrindo as loiras, seu idiota!

O que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? O que
têm a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano?

São homens como você que impedem que mulheres como eu sejam
respeitadas no trabalho e na comunidade, o que nos impede de alcançar o
pleno potencial como pessoa!

Por sua causa e por causa de pessoas da sua laia perpetua-se a discriminação contra as loiras e contra as mulheres em geral.... tudo em nome do humor!!!

Confuso, o ventríloquo começou a pedir desculpas, e a loira diz:

- Não se meta... Estou falando com esse rapazinho que está sentado no seu
colo!!!
Código de Trânsito Brasileiro, Art. 29, XII, § 2º. Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

[]´s Jovi
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cros
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Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
Localização: Eldorado do Sul

No aeroporto o pessoal estava na sala de espera esperando a chamada para embarcar.

Nisso aparece o Co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, tateando pelo caminho.

A atendente da companhia o encaminha até o avião e assim que volta explica que, apesar dele ser cego, é o melhor Co-piloto da companhia.

Alguns minutos depois, chega outro funcionário também uniformizado, de óculos escuros, de bengala branca e amparado por duas aeromoças.

A atendente mais uma vez informa que, apesar dele ser cego, é o melhor piloto da empresa e, tanto ele quanto o Co-piloto, fazem a melhor dupla da companhia.

Todos os passageiros embarcam no avião preocupados com os pilotos.

O comandante avisa que o avião vai levantar vôo e começa a correr pela pista cada vez com mais velocidade.

Todos os passageiros se olham, suando, com muito medo da situação.
O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar vôo.

A pista está quase acabando e nada do avião sair do chão.

Todos começam ficar cada vez mais preocupados.

O avião correndo e a pista acabando.

O desespero toma conta de todo mundo.

Começa uma gritaria histérica no avião.

Nesse exato momento o avião decola, ganhando o céu e subindo suavemente.

O piloto vira para o Co-piloto e diz:

- Se algum dia o pessoal não gritar, a gente tá f*dido.
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cros
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cros
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Registrado em: 16 Nov 2007, 00:55
Localização: Eldorado do Sul

O caipira entrou no consultório e meio sem jeito foi falando:
- Doutor, o negócio não sobe mais. Já tomei de tudo quanto foi chá de pranta, mas não sobe mais mesmo.

- Ah não, meu amigo. Vou te passar um medicamento que vai deixar você novo em folha. Vem 70 comprimidos na caixa mas você só vai tomar 50, um por dia.

- Mas doutor, eu sou um homem simples da roça. Só sei contar até dez nos dedos e mais nada.

- Então você vai numa papelaria, compra um caderno de cinquenta folhas. Cada folha, um comprimido. Quando o caderno acabar você já vai estar curado. A receita está aqui.

- Brigado doutor. Vou agora mesmo comprar o tal caderno.

E logo que saiu do prédio avistou uma papelaria ali perto. Entrou, a moça veio atender.

- Eu precisava de um caderno de cinquenta fôia.

- É brochura?

- Médico fio da put*. Já andou espaiando meu pobrema por aí!
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vinibgomes
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Registrado em: 29 Jun 2007, 00:51

APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISTO...

Pedro Paulo Pereira pint*, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Por profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.


- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?


- Papai, proferiu Pedro Paulo, pint* porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.


E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: 'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma'?
Fortunas
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Registrado em: 30 Out 2008, 10:58
Localização: São Paulo

Caça Grossa

Um homem chega ao hospital a sangrar com múltiplas fracturas expostas, num estado lastimável.

O médico que o atende de emergência começa a perguntar-lhe o que aconteceu.

Amigo, o que se passou, essa perna partida foi o quê?

Ai... essa perna foi o leão!

Eh... o leão? E... então o braço, o braço direito com o osso à mostra?

Ai... o braço... braço foi o Leopardo!

Leop... bem... então e no peito, o peito todo cheio de feridas, foi o quê?

O peito... ai... foi o... foi o hipopótamo!

Meu amigo! Isso é que foi caça grossa?! Foi apanhado por todos os animais da selva!?

Nem lhe digo nada. Se não param o carrossel eu tinha morrido!!!
Opa!
gildalfer
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Registrado em: 22 Jul 2008, 00:23
Localização: Osório
Contato:

Dois amigos falam de suas proezas sexuais num bar... - E a transa cowboy, você conhece?
- Não, como é que é?
- É simples. Você pega a sua mulher por trás e, durante o ato, chega bem perto da orelha dela, respira fundo e diz:
- Hum... Seu perfume é igual ao da minha secretária...
- E aí tente ficar montado nela mais 5 segundos. :lol: :lol: :lol:
Tio Giba
O encanto de viajar está na própria viagem (M.Quintana)
marciobmd
Mensagens: 128
Registrado em: 03 Out 2008, 14:53
Localização: Porto Alegre

Hehehehhe... A mulher vira o boi bandido, kkkkkkkkkkkkkk


arriscado, muito arriscado. :shock:
Márcio
Drag Star assim que possível
Mickimba
Mensagens: 2917
Registrado em: 25 Jul 2008, 02:49
Localização: Sapiranga

Dois amigos estavam fumando maconha e foram pegos pela polícia. No dia do julgamento o juiz, que estava de bom-humor, disse:

-- Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance!

-- Ao invés de irem pra cadeia, vocês terão que mostrar para as pessoas os terríveis males das drogas e convencê-las a largá-las!

-- Compareçam ao tribunal daqui uma semana, pois eu quero saber quantas pessoas vocês convenceram!

Na semana seguinte os dois voltaram e o juiz perguntou para o primeiro homem:

-- Como foi sua semana, rapaz?

-- Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas para sempre!

-- 17 pessoas? -- disse o juiz, satisfeito -- Que maravilha. O que você disse para elas?

-- Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei 2 círculos como estes:

O o

Aí apontei pro círculo maior e disse:

-- Este é o seu cérebro em tamanho normal... -- e apontando pro menor -- E este é o seu cérebro depois das drogas!

-- Muito bem! -- aplaudiu o juiz, virando-se para o outro sujeito -- E você? Como foi sua semana?

-- Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!

-- 234 pessoas? -- exclamou o juiz, pulando da cadeira -- Incrível! Como você conseguiu isso?

-- Utilizei um método parecido com o do meu colega. Desenhei 2 círculos como estes:

o O

-- Mas eu apontei para o círculo menor e disse:

-- Este é seu c* antes da prisão...
"Errar é humano, culpar os outros é estratégia."
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