O que, que tem eu e o Rafael???Mickimba escreveu:Também acho isso uma sacanagem querida fräulein, afinal, estamos em um fórum onde esta "casta" é de uma representatividade esmagadora em relação a todas as demais...![]()
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Diferença entre estilos de Motociclistas
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Paulo Moura
E será que não tem sentido?Mickimba escreveu:Também acho isso uma sacanagem querida fräulein, afinal, estamos em um fórum onde esta "casta" é de uma representatividade esmagadora em relação a todas as demais...fräulein_Keiti escreveu: Tambem não vejo sentido em chamar alguem de "coxinha".![]()
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Tem sim...
COXINHAS heheheheheheh
Olha o Rafa, por exemplo... baita coxinha assumido,,,,
Vamo, vamo INTEEER
O Rafa já é o presidente do sindicato dos Motociclistas Coxinhas do Brasil.
Paulo Moura
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rafaeladvogado
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e também da:Moura escreveu:O Rafa já é o presidente do sindicato dos Motociclistas Coxinhas do Brasil.
"INTERNATIONAL FEDERATION OF COXINHAS RIDERS"
heheheee
rafaeladvogado escreveu: "INTERNATIONAL FEDERATION OF COXINHAS RIDERS"
Essa foi a melhor...rsrs
Pior que eu to indo pro mesmo caminho
Paulo Moura
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rafaeladvogado
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porque ????Moura escreveu:rafaeladvogado escreveu: "INTERNATIONAL FEDERATION OF COXINHAS RIDERS"![]()
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Essa foi a melhor...rsrs
Pior que eu to indo pro mesmo caminho...rsrs
Vixi...
Já faz um tempo que não coloco a mota na estrada...rsrsrsrs
Já faz um tempo que não coloco a mota na estrada...rsrsrsrs
Paulo Moura
Viu só, começou a namorar... Esse é o primeiro passo antes de vender a moto..Moura escreveu:Vixi...
Já faz um tempo que não coloco a mota na estrada...rsrsrsrs
"Errar é humano, culpar os outros é estratégia."
rsrsrsrsrs....Mickimba escreveu:Viu só, começou a namorar... Esse é o primeiro passo antes de vender a moto..
Brinca não
Paulo Moura
ANO 115 Nº 127 - PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 4 DE FEVEREIRO DE 2010
Harley é objeto de devoção global
Os bandos de motociclistas pilotando Harley Davidson, vestidos como caubóis, com bandana na cabeça, jeans com protetores em couro nas pernas e vistosas jaquetas de couro que remetem aos legendários Hells Angels da América do Norte, são uma cena frequente nas rodovias do Japão. Os japoneses, que vivem no país da alta tecnologia e produzem algumas das melhores motos do mundo, são fascinados pela cultura de consumo norte-americana e no mito Harley Davidson.
A marca é mais do que uma love brand - na linguagem publicitária, a marca que gera a devoção dos consumidores. "É uma espécie de culto global que não encontra uma explicação lógica, quando se sabe que, aos sábados, em Porto Alegre, Tóquio ou Los Angeles, motociclistas se reúnem em torno deste mito para celebrarem um estilo de vida que entendem como seu, unicamente", salienta o publicitário Mauro Alvisi, ele próprio um apaixonado por motos e pela Harley em particular.
Alvisi destaca a existência do aspecto mercadológico da marca, que já era divulgada pelo cinema americano nas décadas de 1950 e 1960. Afinal, o mítico ator Marlon Brando invadia, com seu grupo de motoqueiros sobre as Harley, uma pequena cidade do interior no clássico filme "Os Selvagens", sucesso no final dos anos 50. Depois, em filmes como "Easy Rider" ("Sem Destino") e em outros que celebravam a vida na estrada, havia sempre as Harley, o que reforçou a mística da marca.
Mas só isto não explica este culto. Como explicar que, religiosamente, todos os sábados, em todo o mundo, os harlistas reúnem-se para sair juntos em busca de alguma aventura ainda possível? "Então, não é somente marketing, mas algo que vem do coração", acrescenta Alvisi.
Para o sociólogo Paulo Kramyr, porém, o fenômeno Harley tem a ver com a influência global exercida pela América. Foi o poder dos meios de comunicação que propiciou a divulgação e a ampliação do mito. Há autenticidade, por exemplo, nos Hells Angels, afirma Kramyr. "Eles escolheram as margens da sociedade e as motos Harley como um símbolo de rejeição ao sistema capitalista avassalador dos Estados Unidos. Mas, na medida em que a América perde o glamour e o poder do dólar desaparece, este mito da Harley perde a força", avalia.
Harley é objeto de devoção global
Os bandos de motociclistas pilotando Harley Davidson, vestidos como caubóis, com bandana na cabeça, jeans com protetores em couro nas pernas e vistosas jaquetas de couro que remetem aos legendários Hells Angels da América do Norte, são uma cena frequente nas rodovias do Japão. Os japoneses, que vivem no país da alta tecnologia e produzem algumas das melhores motos do mundo, são fascinados pela cultura de consumo norte-americana e no mito Harley Davidson.
A marca é mais do que uma love brand - na linguagem publicitária, a marca que gera a devoção dos consumidores. "É uma espécie de culto global que não encontra uma explicação lógica, quando se sabe que, aos sábados, em Porto Alegre, Tóquio ou Los Angeles, motociclistas se reúnem em torno deste mito para celebrarem um estilo de vida que entendem como seu, unicamente", salienta o publicitário Mauro Alvisi, ele próprio um apaixonado por motos e pela Harley em particular.
Alvisi destaca a existência do aspecto mercadológico da marca, que já era divulgada pelo cinema americano nas décadas de 1950 e 1960. Afinal, o mítico ator Marlon Brando invadia, com seu grupo de motoqueiros sobre as Harley, uma pequena cidade do interior no clássico filme "Os Selvagens", sucesso no final dos anos 50. Depois, em filmes como "Easy Rider" ("Sem Destino") e em outros que celebravam a vida na estrada, havia sempre as Harley, o que reforçou a mística da marca.
Mas só isto não explica este culto. Como explicar que, religiosamente, todos os sábados, em todo o mundo, os harlistas reúnem-se para sair juntos em busca de alguma aventura ainda possível? "Então, não é somente marketing, mas algo que vem do coração", acrescenta Alvisi.
Para o sociólogo Paulo Kramyr, porém, o fenômeno Harley tem a ver com a influência global exercida pela América. Foi o poder dos meios de comunicação que propiciou a divulgação e a ampliação do mito. Há autenticidade, por exemplo, nos Hells Angels, afirma Kramyr. "Eles escolheram as margens da sociedade e as motos Harley como um símbolo de rejeição ao sistema capitalista avassalador dos Estados Unidos. Mas, na medida em que a América perde o glamour e o poder do dólar desaparece, este mito da Harley perde a força", avalia.


